Elsa Morante (8 de agosto de 1912 – 25 de novembro de 1985) | Foto Marta Zgierska – Asilo

O erotismo é uma afirmação espontânea da vida e um elemento vital da substância humana.

E não pode ser tratado como um sujeito desprezível quando a integridade da pessoa humana é respeitada.

O vício de certas sociedades e religiões é que cortaram a pessoa humana em duas, declarando-a meio nobre e metade desprezível.

E tivemos de esperar até às vésperas da era atómica para que a ciência proclamasse esta realidade: que também a frustração do erotismo, tal como o sono da razão, gera monstros.

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