Auschwitz concentration camp

Geoff shoots the world

Aushwitzpano

We went to Aushwitz because it’s really just something you should do if your in Krakow, you probably won’t enjoy yourself but you owe it to yourself as a human to go. There was a quote on a plaque in the entrance, I forget who it was from, or even it’s exact words (why didn’t I take a photo of it!) but it was basically “we must remember the evil of our past so we will not commit it again in our future”.

I’m not going to go into detail about what the tour entailed or what happened here, you probably already know, and if you don’t, do yourself a favour and read up on it, you could do worse than following the Wikipedia link above.

If you do decide to go when you’re there you will see pamphlets and advertising everywhere for organised tours they will pick you up…

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Um Rapaz a Arder – Casa da Cultura de Setúbal

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Está um rapaz a arder
em cima de um muro,
as mãos apaziguadas.
Arde indiferente à neve que o encharca.

Outros foram capazes
de lhe sabotar o corpo,
archote glaciar.
Nunca ninguém lhe apagou esse lume.

(Archote Glaciar, EP 1998)

Ontem, na Casa de Cultura de Setúbal, as conversas muito cá de casa, receberam Eduardo Pitta e o seu livro mais recente Um Rapaz a Arder. O ator José Nobre interpretou poemas do autor com tal força que se convenceu, a dada altura, ter repetido dois versos. Atentos, a sala e o autor, tranquilizaram-no. Não, estava perfeito.

Eduardo Pitta falou-nos de Moçambique e das razões da sua saída, do seu livro, da sua poesia, dos escritores que foi conhecendo, de alguns livros que vieram a propósito, do Meio, do nosso retrocesso social. Sempre com uma impecável elegância, sem saudosismos serôdios e com um saudável sentido de humor. Não se furtou às questões identitárias que abordou com a naturalidade de quem fala de si e das memórias de um percurso de vida.

Da audiência vieram perguntas, que o Cidade Proibida se encontra esgotado – o único romance do autor, escrito numa linguagem desabrida e crua. Fátima Medeiros da livraria Culsete quis saber da escrita do “eu” e das suas concessões à ficção. Abordou ainda a clareza da obra ensaísta do autor.

Não houve fogo, mas ninguém apagou este rapaz a arder.

O Muito cá de Casa é uma iniciativa da DDLX e da Câmara Municipal de Setúbal – Divisão de Cultura, e conta com a colaboração de PNet Literatura, livraria Culsete e BlogOperatório.

Badalona, primeira cidade espanhola a declarar ilegítima a sua dívida

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Terça-feira, 25 de Junho, vivemos um momento histórico: a cidade de Badalona, ​​a pedido da moção apresentada em colaboração com o Grupo de Auditoria da Dívida de Badalona, ​​é a primeira em todo o Estado (catalão e espanhol) a declarar ilegítima parte de sua dívida, reconhecendo que foi constituída sem responder aos interesses dos cidadãos. A moção foi apresentada pelo grupo Auditoria Cidadã da Dívida de Badalona em conjunto com ICV-EUiA, e foi apoiado por OIC e PSC, com a abstenção do PP. Especificamente, são declarados ilegítimos os juros dos empréstimos ICO, que o BCE cobra aos bancos a 1% e estes emprestam aos municípios a 5% ou mais para pagar fornecedores. A aprovação desta moção representa uma mudança de paradigma, uma vez que nenhuma administração pública havia declarado antes uma dívida como ilegítima.

O grupo Auditoria Cidadã da Dívida de Badalona interveio ontem na Assembleia Municipal para denunciar a perversão do mecanismo da dívida e identificar o golpe que envolve a dívida ilegítima contraída nas costas dos cidadãos e contra os interesses destes. As instituições financeiras que fizeram empréstimos ao Conselho Municipal de Badalona no âmbito do Plano de Pagamento de “Proveedores” estabeleceram juros de 5,54% em 2012, apesar de terem recebido esse dinheiro com juros inferiores a 1% do Banco Central Europeu (entidade pública). Este empréstimo ICO representa um benefício para as instituições financeiras envolvidas de cerca de 2.098.000 em cada ano. Lembramos que este é dinheiro público que passa para mãos privadas, portanto consideramos e denunciamos que este sistema de financiamento é perverso, injusto e facilita a ditadura financeira e, portanto, exigimos uma Auditoria Cidadã da Dívida para estabelecer que parte é ilegítima e nos recusarmos a pagar. Denunciamos também que a democracia foi sequestrada pelos mercados financeiros, como foi evidenciado com a reforma do artigo 135 da Constituição, realizada em tempo recorde em Agosto de 2011 pelo PSOE e o PP, que estabeleceram a obrigação de pagar dívida acima de qualquer outra intervenção ou gasto social.

 

O Suplente – dia 3 de Julho na FNAC

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Este livro fala-nos da dor da perda. Da dor para a qual não existe um suplente no banco, pronto a entrar para repor o equilíbrio. Este livro não é sobre futebol.

Com um impecável sentido de humor e não menos brilhante sentido de observação, Rui Zink mostra-nos como os portugueses discorrem dobre os fatos fundamentais da sua vida com o recurso a frases feitas. Como se estas frases fossem um arremedo para a nossa falta de cultura. Uma incultura que nos impede de refletir ou de nos expressarmos pelas nossas próprias palavras.

O autor confidencia-nos ser uma pessoa dividida entre a pulsão artística e a intervenção cívica. Este livro é uma proposta assertiva que se mantém pertinente treze anos após a primeira edição.

 

Livraria Centésima Página – Braga

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Dia 4 de Julho pelas 18:30, na LIVRARIA CENTÉSIMA PÁGINA em BRAGA, a escritora Cristina Carvalho vai animar uma sessão com os seus dois livros mais recentes, “Rómulo de Carvalho/António Gedeão – Biografia” publicado por Editorial Estampa em Outubro de 2012 e “MARGINAL” publicado por Planeta Manuscrito em Março 2013.

Apareçam, o espaço é fantástico e o debate será animado.

Parque da Luz Skyscraper Floating

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The rapid increase of population within the major cities around the world has led to poor development and serious urban design problems, including the lack of infrastructure, housing, and recreational areas. In Beijing, a large portion of the historic center has been demolished.

One way to make scarce green and recreation space available to residents of this crowded city is a skyscraper that floats above the land, taking new development to the sky. The Light Park stays afloat thanks to a large, mushroom cap-like helium-filled balloon at its top, and solar-powered propellers directly below. Programmatic platforms that host parks, sports fields, green houses, restaurants, and other uses are suspended from the top of the structure by reinforced steel cables; the platforms fan in different directions around the spherical vessel to balance its weight. These slabs are also staggered to allow for maximum exposure to sunlight on each level.

Translucent solar…

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Depoimento de Fernando Teixeira dos Santos na TVI em 2013.06.26

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1. Fizemos a correcção orçamental de 2005-2007, concluindo-a com êxito um ano antes do acordado com a UE.
2. Respondemos à crise mundial com uma política orçamental expansionista, tal como os restantes países, e em aplicação da decisão tomada pelo Conselho Europeu.
3. Fomos atingidos pela crise grega, pela hesitação europeia em responder-lhe, pela queda da Irlanda e pela mudança de orientação franco-alemã.
4. Preparámos com o apoio explícito da chanceler alemã um programa de consolidação, o PEC-4, que não implicava a perda de soberania associada ao resgate internacional.
5. O chumbo desse PEC pelo Parlamento português, eis o que nos conduziu aos braços da troika e ao resgate.
6. Sim, o primeiro-ministro de então resistiu tanto quanto pôde ao pedido de resgate, porque tinha a plena intuição política do que ele significaria.
7. O erro principal do actual Governo foi ter pretendido ir além do próprio memorando de entendimento com a troika.

Internacionalização da Amazônia | CRISTÓVAM BUARQUE, Brasil

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Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

“Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”

“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA.

Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.

” Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

How Austerity Has Failed by Martin Wolf in “The New York Review of Books”

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Austerity has failed. It turned a nascent recovery into stagnation. That imposes huge and unnecessary costs, not just in the short run, but also in the long term: the costs of investments unmade, of businesses not started, of skills atrophied, and of hopes destroyed.

What is being done here in the UK and also in much of the eurozone is worse than a crime, it is a blunder. If policymakers listened to the arguments put forward by our opponents, the picture, already dark, would become still darker.

How Austerity Aborted Recovery

Austerity came to Europe in the first half of 2010, with the Greek crisis, the coalition government in the UK, and above all, in June of that year, the Toronto summit of the group of twenty leading countries. This meeting prematurely reversed the successful stimulus launched at the previous summits and declared, roundly, that “advanced economies have committed to fiscal plans that will at least halve deficits by 2013.”

Ler mais:

http://www.nybooks.com/articles/archives/2013/jul/11/how-austerity-has-failed/?pagination=false

Cien libros para ordenar el caos in “El País/Cultura”

Expertos de 14 países preparan una lista antes de la entronización del libro digital: un canon de la literatura occidental para las bibliotecas familiares

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…Homero, Woolf, Rulfo…

Orden en el caos. Jerarquización en la anarquía. Boyas en medio de un océano tempestuoso. Semáforos en la imbricación entre los mundos analógico y digital. Ideas satanizadas en los últimos tiempos en nombre de la libertad y la relativización de valores artísticos, pero que ahora quieren reivindicar para la literatura 57 expertos de 14 países. Propondrán una biblioteca de cien obras de ficción y cien de no ficción del mundo occidental que no deben faltar en las familias, en las bibliotecas de las casas. Doscientos libros que serán editados en papel antes de que el mundo digital arrincone el modelo tradicional.

…Platón, Gogol, Faulkner…

De La Biblia a García Márquez. Entre medias, como en toda lista, no sobrará ningún libro, pero sí faltarán algunos, según cada lector, de acuerdo al ejemplo de lista que presenta Miguel Ángel Garrido Gallardo, investigador del CSIC y presidente del Congreso Internacional La biblioteca de Occidente en contexto hispano, que empezó ayer y terminará el sábado en Madrid, con escala el miércoles en San Millán de La Cogolla. Un encuentro organizado por la Universidad Internacional de La Rioja (UNIR), el CSIC y Cilengua; con ponentes como José- Carlos Mainer, crítico literario español y profesor de la Universidad de Zaragoza; José Manuel Sánchez Ron, académico y profesor de la Universidad Autónoma de Madrid; Michel Zink, del Còllege de France en París; y Giovanni Maria Vian, de la Universidad de La Sapienza de Roma.

…Ovidio, Dante, Whitman…

¿Qué cien libros de ficción se deberían conservar en los hogares? ¿Cuáles de ciencia, filosofía, política, historia o economía? El espíritu del congreso, según Garrido Gallardo, no es crear un canon propiamente dicho, sino proponer una serie de títulos esenciales para apreciar, disfrutar y comprender la literatura y el curso de su historia inacabable. Por eso los libros que salgan de ese congreso no serán necesariamente los previsibles de un autor o de un movimiento o de una época concreta. Se trata, según Garrido Gallardo, “de mostrar la diversidad de la creación literaria a lo largo de la historia y de elegir las obras cuya lectura pueda resultar de más fácil acceso a los lectores generales, y en especial a aquellos más reticentes. Buscaremos conquistar lectores”.

…Shakespeare, Byron, Orwell…

No es atrincherarse en la nostalgia o el pasado, aclara José María Vázquez García-Peñuela, rector de la UNIR. Es recordar y aprender que nada viene de la nada, que autores como Sófocles o Lope de Vega o Proust son esenciales en la creación literaria no solo para los lectores sino, especialmente, para otros escritores porque sus lecturas les han permitido la renovación de la literatura.

…Cervantes, Brontë, James…

Es un golpe sobre la mesa en el mundo de la Red y de la sobreinformación donde todo tiende a ser valorado de la misma manera. Para Mainer, es una respuesta a la banalización del contenido de la cultura en todos los ámbitos y “peor en Internet”. Un momento en el cual con cierta frecuencia, advierte Mainer, los temas presentes o novedades creativas adquieren demasiada relevancia. A su vez, afirma, en el campo de la academia ha aumentado un tipo de demagogia a través de la cual los profesores privilegian la novedad literaria para los alumnos sobre las obras tradicionales.

…Bocaccio, Eliot, Tolstói…

Mainer reconoce que el canon es complejo, y por eso mismo esencial: “No es solo el reconocimiento de rango estético superior de una obra, sino que indica cómo ha sido el momento, reflejo de la herencia colectiva”.

…Goethe, Austen, Kafka…

No es seguro que el sábado, una vez concluya el congreso, esté la lista definitiva; lo que sí está claro, según Garrido Gallardo, es que saldrá el elenco de directrices y criterios para dicha selección. Algunas coordenadas podrían ser: una obra por autor, un libro por movimiento literario y solo entrarán títulos que tengan como mínimo 50 años, tiempo suficiente para haber decantado su valor. Para Garrido, por ejemplo, en su propuesta del realismo francés clásico no estarían ni Balzac ni Stendhal, su elección es Gustave Flaubert, y no con Madame Bovarysino con Tres cuentos.

Es la élite deselitizada.

…Plutarco, Andersen, Chéjov…

Uno de los últimos en proponer un canon occidental, y muy polémico, fue Harold Bloom. Era 1994. Bloom cree que ahora más que nunca se requieren de estos puntos de referencia porque, como dijo hace año y medio: “Esa literatura, la canónica, que parece agonizar, es fundamental conocerla si queremos aprender a oír, a ver, a pensar… A sentir…”.

…Garcilaso, Molière, Dostoievski, Ibsen, García Lorca, Guimaraes, Milton, Hamsun, Borges, Beckett, Darío…

http://www.bloglovin.com/frame?post=1189747625&group=0&frame_type=a&blog=2931560&link=

aHR0cDovL2Jsb2d0YWlsb3JzLmNvbS82NzQ1MzMwLmh0bWw&frame=1&click=0&user=0 … (FONTE)

Jantar da Tertúlia Sintrense com Cristina Carvalho | 25 Junho, 20h, Restaurante Apeadeiro

A próxima Tertúlia Sintrense, a 25 de junho, conta com a presença da escritora Cristina Carvalho, filha da também escritora Natália Nunes e do poeta António Gedeão. Entre os seus livros contam-se romances deliciosos e destinados a todas as idades como “O Gato de Uppsala” e “Lusco-Fusco”, e outros como “Nocturno: O Romance de Chopin” e o último “Marginal”, entre muitos outros livros. Cristina Carvalho tem-se dedicado também a preservar e divulgar a obra de seu pai, António Gedeão, tendo publicado recentemente “Rómulo de Carvalho/António Gedeão Príncipe Perfeito”. Conversar com ela é falar de fadas e gatos, de viagens, de palavras, de histórias que se contam como quem respira. É também trazer à baila a figura ímpar do pai, da sua obra e da sua vida como professor de Físico-Química, divulgador de temas científicos, cidadão de raro rigor, poeta nunca por demais cantado. Inscrições: 21 923 85 99 Cristina Carvalho 1

Universidade de Coimbra, Património da Humanidade

Mario.Ruivo Blog

A Unesco reconheceu a Universidade Coimbra e a Alta como Património Mundial da Humanidade certificando o seu incomparável valor histórico, cultural e patrimonial  e assinalando, dessa forma, o contributo da Universidade para a afirmação da nossa língua e cultura no Mundo.
Esta consagração, que agora unanimemente se saúda, deve-se à convicção e ao empenho dos que nela acreditaram, desde a tese de doutoramento de António Pimentel até ao atual Reitor, João Gabriel Silva, sem esquecer Seabra Santos, o arquitecto Nuno Lopes e a autarquia de Coimbra. Mas também os que a ela se associaram, como o maestro Virgílio Caseiro e os Antigos Orfeonistas da Universidade de Coimbra, que divulgaram a candidatura e a nossa mística com uma paixão inesgotável.
Espero que, finalmente, Portugal e Coimbra descubram a importância da Universidade, não se limitando ao mero elogio circunstancial, mas concedendo-lhe os meios necessários à sua missão. E que o momento nos…

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MADUREZAS | José Teófilo Duarte in “BlogOperatório”

O homem foi apresentado como coisa nunca vista. Um professor de primeira linha com créditos internacionais. Até houve quem o achasse mal empregado num governo tão manhoso. Desconfio sempre de super-homens. Prefiro pessoas normais. Com formação eficaz, é claro, mas sem o síndroma da salvação e espírito de sacrificada missão pela Pátria. E não me tenho dado mal com esses cuidados. O professor Maduro tomou o lugar do desfalecido animicamente Relvas e daí para cá não pára. Vai a todo o lado, diz a tudo que sim, que conhece, que resolve, e agora resolveu comunicar como se não houvesse amanhã. Como se o problema do governo fosse o mal diagnosticado por um outro professor, o inefável Marcelo – tudo se resume a problemas de comunicação -. e não às políticas restritivas e ameaçadoras dos cidadãos praticadas por estes políticos de pacotilha. O azougado ministro fala pelos cotovelos. Anda ansioso. Quer sempre falar mais. Tornou-se um fala-barato anunciador de inexistências. Já deve ter percebido que o governo está prestes a cair. De maduro.

http://www.blogoperatorio.blogspot.pt/ … (FONTE)

Mário Soares: somos uma pseudodemocracia

SINFONIAESOL

soaresO antigo Presidente da República Mário Soares considera que a “democracia está em baixa”, porque as pessoas tem “muito medo”, mas, adverte, o desespero é tal que aqueles que têm fome podem zangar-se.

Em entrevista ao jornal “Público”, o histórico socialista afirma que os portugueses não reagem com veemência às dificuldades que estão a atravessar porque “há muito medo na sociedade portuguesa”.

“É por isso que a democracia está em baixa, porque não havia medo e hoje há muito medo. As pessoas têm de pensar duas vezes quando têm filhos. Mas é uma coisa que pode levar a atos de violência”, adverte. Mário Soares ressalva que é uma situação que não quer que suceda. No entanto, “pode acontecer, porque o desespero é tal que
aqueles que têm fome podem zangar-se”.

Fazendo um paralelismo sobre a reação dos portugueses às dificuldades que atravessam e o que se passa no Brasil, afirma…

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Rómulo de Carvalho/António Gedeão – Príncipe Perfeito

Existem homens que são maiores do que o seu tempo e por isso lhes foi reservado a eternidade. Permanecem, lá onde os podemos rever: na sua obra, na sua integridade e no seu exemplo de vida. “…não existe a ausência nem a distância. Nem saudade. Existe vida.” Estão vivos na nossa memória e na forma como entendemos o mundo, a história, a ciência e a arte. Na humanidade acontecem homens assim, mas são raros.

Esta não é uma biografia escrita de uma forma convencional, um conjunto de eventos enumerados por ordem cronológica ou alinhados pela sua relevância. Um objecto de estudo. Esta é uma biografia escrita por quem arrisca, quem arrisca tudo e muito, sem perder a noção do lado simples da vida: “Eu percebo-o. Não porque tenha o mesmo pensamento, mas porque o percebo. Apenas.”

Não existem obras definitivas. Esta biografía escrita por Cristina Carvalho, como é característico da autora, vai para além do cânon imposto a este género literário. Funde, numa dimensão única, a ficção com a memória, o sonho com a vida e celebra a profunda admiração e o amor por esse homem ímpar que também aconteceu ser seu pai.

(ler mais no Acrítico)