Let’s open TheGreekFiles! | DiEM25 | Yanis Varoufakis

Today we’re launching #TheGreekFiles, a targeted campaign on EU transparency, one of the key values of our movement.

Here’s Yanis explaining the campaign in three minutes. Or read on below.

Deep in a vault in the headquarters of the European Central Bank (ECB) lie #TheGreekFiles, a legal opinion about the ECB’s role in snuffing out the Athens Spring in 2015.

If released, these documents could send shockwaves across Europe. And as a European taxpayer, you paid for them. But the ECB’s boss, ex-Goldman Sachs head Mario Draghi, says you can’t see them!

So former Greek Finance Minister Yanis Varoufakis and MEP Fabio de Masi, together with a broad alliance of politicians and academics, have announced they will file a mass freedom of information request to the ECB to uncover #TheGreekFiles once and for all.

If Mario says no, they’ll take the campaign to the next level, and consider all options – including legal action – to make this vital information public.

How can you help?

  1. Sign and share our Change.org petition
  2. Visit #TheGreekFiles campaign page to learn more about this action, including why its success is vital for our Union’s future
  3. Share this campaign with your contacts and through social media using #TheGreekFiles hashtag
  4. Contribute to DiEM25, so that we can continue this fight for as long as it takes.

We must all throw light on the lawfulness and propriety of ECB decision-making – starting with this case – to give European democracy a chance, as well as to make the ECB less vulnerable to power politics.

Will you, Vítor, join this campaign and add your name to our struggle?

YES, I want to help unlock #TheGreekFiles!

Carpe DiEM25!
Luis Martín
DiEM25 Communications Coordinator

Lettre à Trump: que s’est-il passé depuis?

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Chères amies, chers amis,

C’est historique! Partout dans le monde, les citoyens se mobilisent en nombres impressionnants pour répondre à la menace grandissante de Trump et de ses cousins d’Europe — nous avons été plus de 5 millions à signer une lettre ouverte d’Avaaz et à descendre dans les rues pour nous opposer aux politiques de haine:

Une chose est claire: ce mouvement est prêt à relever le défi, et à faire face à Donald Trump et à la vague de dirigeants fascistes d’extrême droite qui déferle sur le monde. D’ores et déjà:

Notre lettre ouverte est devenue virale et a fait la une des médias! Jetez donc un coup d’oeil à cette interview sur CNN (en anglais) et lisez quelques articles ici, ici (en français) et ici (en anglais).

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Citação | Virginia Woolf

virginia-woolf-facebook

Les femmes doivent toujours se souvenir de qui je suis, et de quoi ils sont capables. Ne doivent pas avoir peur de traverser les exterminés champs de l’irrationalité est, ni même de rester suspendues sur les étoiles, la nuit, appuyées au balcon du ciel. Ne doivent pas avoir peur du noir qui engloutit les choses, parce que ce noir libre une multitude de trésors. Ce sombre qui eux, libres, scarmigliate et foires, connaissent comme aucun homme ne saura jamais.
Virginia Woolf

India considers the adoption of Universal Basic Income | Arlindo L. Oliveira in “Digital Minds”

arlindo oliveiraA recent article published in The Economist reports that India is considering the adoption of a Universal Basic Income (UBI) scheme to replace a myriad of existing welfare systems.

Unlike the discussions that are taking place in other countries, this discussion about Universal Basic Income is not motivated by advances in technology and the fear of massive unemployment. The main aim of such a measure would be to replace many existing welfare mechanisms that are expensive, ineffective, and misused.

The scheme would provide every single citizen with a guaranteed basic income of 9 dollars a month ( hardly a vast sum ) and would cost between 6 and 7% of GDP. The 950 existing welfare schemes cost about 5% of GDP. Such a large scale experiment would, at least, contribute to make clear the advantages and disadvantages of UBI as a way to make sure every human being has a minimum wage, independent of any other considerations or the existence of jobs.

Photo by Amal Mongia, available at Multimedia Commons.

Photo by Amal Mongia, available at Multimedia Commons.

https://digitalminds2016.wordpress.com/2017/02/05/india-considers-the-adoption-of-universal-basic-income/

PARIS SEMPRE | NO REGRESSO DE JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS | António Valdemar in Revista “Expresso” e Almanaque Republicano

antonio_valdemar1A França constituiu o paradigma cultural de várias gerações de artistas, escritores, cientistas e políticos portugueses. Muitos jovens, na primeira e segunda década do século XX, dirigiram-se para Paris. Uns, formados nas Escolas de Belas-Artes de Lisboa e do Porto e a usufruir de bolsas de estudo; outros, a beneficiar da generosidade de mecenas; outros, a receber mesadas das famílias; outros, ainda, à sua própria custa. Foi este o caso de Almada Negreiros, durante pouco mais de um ano. Repleto de contrariedades incidentes.

Antes, porém, da viagem que lhe permitiu um contacto direto com artistas, galerias e a realidade quotidiana de Paris e outras cidades, José de Almada Negreiros já se considerava fruto da irradiação da cultura francesa. A 16 de novembro de 1917, em “A Engomadeira”, uma das mais prodigiosas ficções da língua portuguesa, Almada Negreiros afirmou, ao concluir a dedicatória aJosé Pacheko, numa carta prefácio:

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Uma revolução na educação | Arlindo L. Oliveira, Presidente do Instituto Superior Técnico | in Jornal “Público”

arlindo oliveiraDe acordo com uma estimativa muito divulgada, 2/3 dos alunos que agora iniciam a sua formação escolar irão trabalhar em profissões que ainda não existem.

O desenvolvimento da tecnologia, com a primeira e segunda revoluções industriais, criou necessidades de educação que não existiam até então. O rápido crescimento dos sistemas de ensino que acompanhou estas revoluções levou à criação de gerações cada vez mais qualificadas, o que, por seu lado, criou condições para a redistribuição de riqueza que, de outra forma, não existiriam.

Durante os séculos XIX e XX, a educação foi vista como algo que se adquire enquanto se é jovem, sendo o paradigma mais comum a obtenção de um grau, médio ou superior, através da frequência escolar durante um período contínuo e prolongado, antes da entrada no mercado de trabalho. A terceira revolução industrial, com a introdução das tecnologias de comunicação e informação, e o rápido desenvolvimento destas tecnologias, veio colocar em causa este paradigma.

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Historiadores Sem Fronteiras | Erkki Tuomioja, Historiador e ex-Ministro dos Negócios Estrangeiros finlandês | in jornal “Expresso”

HISTORIADOR E POLÍTICO Tuomioja é um social-democrata e veterano da política finlandesa. Foi ministro por três vezes, duas delas como chefe da diplomacia do seu país.

A propósito de uma visita a Lisboa para um seminário no ISCTE sobre o seu projeto “Historiadores Sem Fronteiras”, o historiador e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros finlandês Erkki Tuomioja falou com o Expresso sobre o papel da História, a “pós-verdade”, a Rússia de Putin, o momento que a Europa atravessa e a nova América, onde “se podia dizer tudo durante a campanha, mesmo que não tivesse nada que ver com a verdade”. “E não podemos ser demasiado sérios a criticar os americanos, porque temos o mesmo fenómeno em muitos países europeus”.

Nascido numa família de políticos, Erkki Tuomioja desde cedo ocupou diversos cargos públicos como membro do partido social-democrata finlandês. Conhecido ativista antiguerra, o jovem que em tempos participou na ocupação de parte da Universidade de Helsínquia em protesto viria mais tarde a ter a seu cargo a pasta dos Negócios Estrangeiros por duas vezes (2000-2007 e 2011-2015). Foi também ministro do Comércio e tem mais de 30 anos de experiência como deputado, cargo que ainda exerce. Para o próprio, o facto de vestir o fato de historiador além do de político não é um problema, já que “História e política sempre estiveram interligadas”, diz. Por isso mesmo, Tuomioja decidiu criar a rede “Historiadores Sem Fronteiras”, fundada em maio de 2016.

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Ignacio Morgado Bernal | Razões científicas para ler mais do que lemos

leituraA leitura, além de melhorar a empatia e o entendimento dos demais, é um dos melhores exercícios possíveis para manter em forma o cérebro e as capacidades mentais

O Brasil tem mais leitores a cada ano. Em 2011, eram 50% da população. Em 2015, eram 56%, segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. Contudo, isso também significa que 44% da população não lê. Ainda pior: 30% nunca comprou um livro. Alguns argumentos científicos, em especial da neurociência, podem ajudar a melhorar esses índices.

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