Uma visita que não vai acontecer… e um silêncio que pesa na política internacional.

O Papa León XIV não visitaria os EUA durante as comemorações do 250o aniversário do país 🇺🇸, ausência que chamou a atenção pelo contexto político atual e pela relação entre o Vaticano e a administração de Donald Trump.

Segundo relatos internacionais 📰, o Vaticano teria descartado uma visita papal a território americano em 2026. A decisão é interpretada como um gesto diplomático de alto impacto, especialmente por ser o primeiro pontífice nascido nos EUA e pelo simbolismo que teria a sua presença numa data histórica para a nação.

Além do ato protocolar, essa ausência marca distância em um momento de tensões políticas, debates migratórios e desafios globais 🕊️. A mensagem parece clara: o papel do Papa transcende as fronteiras nacionais e procura permanecer acima de qualquer agenda política.

O trabalho social e as prestações sociais, por Raquel Varela

Creio que posso explicar num segundo o que significa a prestação social única deste Governo, e como ela pode fazer ajudar a garantir os juros dos investimentos de alguém como Palma Ramalho, Ministra do Trabalho, ou da venda e compra de imobiliário de Montenegro, sem que ambos tenham de trabalhar um único dia da vida deles. 

Nas sociedades saudáveis só os velhos, crianças, e doentes não trabalham. Porque o trabalho deve ser dividido por todos. Era assim, mais ou menos, até ao capitalismo, quando surgiu a figura do “desempregado”, esse desconhecido até ao século XIX. O desempregado é aquele que garante que o empregado tem medo de perder o emprego, e por isso aceita piores salários. Também, nas nalgumas sociedades, antes do capitalismo, havia o cuidado com os doentes, idosos. Quanto mais idoso mais bem tratado era. No capitalismo quando mais doente ou idoso – já não é “produtivo” – mais abandonado deve ficar, se for das classes trabalhadoras. Os idosos ricos têm trabalho social especializado. 

Ora, aqui vai telegraficamente:

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O AGRESSOR NÃO É NEM NUNCA FOI A RÚSSIA!!, por Emmanuel Todd

“A guerra na Ucrânia é percebida no Ocidente como uma invasão russa, e admito que é efetivamente o exército russo que entrou na Ucrânia. Mas a realidade histórica é que a verdadeira causa do conflito é a expansão da NATO em direção à Rússia, através da Ucrânia, e a guerra travada pelos próprios ucranianos, impulsionados pelo Ocidente, contra os russos no Donbass.

É absolutamente verdade que, para os russos, esta guerra é defensiva. Para mim, é evidente que os americanos e os europeus são os agressores, já que se aproximaram a menos de mil quilómetros de Moscovo. Essa é a situação objetiva. O que é fascinante é que estes agressores acreditam que são eles os atacados e obrigados a defender-se. Há uma parte de loucura na nossa situação na Europa.”

(Emmanuel Todd é um cientista político, demógrafo, historiador, sociólogo e ensaísta francês) Via Fidelista por Siempre

União Europeia e Rússia, por Pepe Escobar, Analista Internacional

A União Europeia e a Rússia estão caminhando abertamente para um cenário de confrontação militar directa. Não poderia ser mais perigoso. Mas é o que as elites europeias , muitas delas neo-nazis, literalmente, é no que estão apostando .

   A escalada militar na Ucrânia demonstra que elas não querem nenhum tipo , nem de começar , sobre a possibilidade de paz na Ucrânia com a Rússia. E evidentemente, isso nos leva directamente a uma horrível possibilidade de que a gente está nos primeiros estágios do que pode ser o início da III Guerra Mundial, ou IV, se a gente considerar a Guerra Fria como a III Guerra Mundial. E isso nos próximos meses . É uma manipulação da história horrenda, vindo de elites que sabem que estão perdendo o jogo.

   Então, é uma guerra mais uma vez, desmembrada contra o Irão, contra a Rússia e, em última análise, contra a China. Os três sabem muito bem disso, os três BRICS, e depende deles três, salvar-nos todos, no Sul Global, do que pode ser uma IV Guerra Mundial.

(Pepe Escobar -Analista Internacional)