Djamila Bouhired (née en 1935) | Nationaliste Algérienne | L’ALGERIE, A TRAVERS SES ANCIENNES PHOTOS

Djamila Bouhired (née en 1935) est une nationaliste algérienne, considérée comme une héroïne de la guerre d’indépendance.
Née dans une famille de classe moyenne, elle est scolarisée à l’école française (il n’y en avait pas d’autres). Elle rejoint le Front de libération nationale durant ses années étudiantes. Elle travaillera plus tard comme officier de liaison et assistante personnelle de Yacef Saadi à Alger.

En avril 1957, elle est blessée dans une fusillade et capturée par l’armée française (la force coloniale). Elle est soupçonnée d’être une poseuse de bombe, inculpée pour ses actes, torturée et condamnée à mort. Son exécution est stoppée par une campagne médiatique menée par Jacques Vergès et Georges Arnaud. Ils écrivent un manifeste, publié la même année aux Éditions de Minuit, Pour Djamila Bouhired. C’est, avec le livre d’Henri Alleg La Question, l’un des manifestes qui alerteront l’opinion publique sur les mauvais traitements et les tortures infligés par l’armée aux indépendantistes algériens. Devant le tollé international soulevé par sa condamnation, elle est finalement graciée et libérée en 1962.

Elle travaille après sa libération avec Jacques Vergès, qu’elle épousera en 1965, sur Révolution africaine, un magazine centré sur les révolutions nationalistes africaines. Elle a eu 2 enfants de son mariage avec Vergès.

Sa vie a été adaptée au cinéma par Youssef Chahine, Djamilah sorti en 1958. Son parcours est aussi évoqué dans la première partie du film L’Avocat de la terreur consacré à Jacques Vergès.

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Retirado do Facebook | Mural de Hamdane Ouali  

Diez años bastan | En este decenio se ha producido la mayor intervención pública para salvar el capitalismo y la democracia tal y como los conocíamos | EL PAÍS | Introdução de Carlos Matos Gomes

Passam por agora 10 anos sobre a chamada crise do subprime e da falência do banco Lehman Brothers (18 Setembro)

O jornal EL PAÍS recolhe elementos de 10 livros sobre a crise que ajudam a perceber a tempestade que se levantou e as consequências que ela provocou e que ainda vivemos.

A crise de 2008: “Não foi um acidente pontual, mas uma mudança global: trouxe populismo, autoritarismo e Brexit.”

“Nesta década houve a maior intervenção pública para salvar o capitalismo e a democracia como os conhecíamos” – quanto a princípios e competências dos economistas neoconservadores e neoliberais (o diabo que os distinga), estamos conversados.

“A recessão foi muito pior do que teria sido sem a intervenção de economistas ortodoxos”

Após o colapso do banco de investimento Lehman Brothers, após fracassarem todas as tentativas por parte das autoridades dos EUA para vendê-lo a alguém, o Tesouro Americano (FED) injetou cerca de 105 bilhões de dólares no sistema, mas logo percebeu que não poderia deter a maré de retirada de dinheiro. As autoridades financeiras americanas (FED presidido por Alan Greenspan, um radical neoliberal) decidiram suspender a operação, fechar as contas monetárias e anunciar garantias de US $ 250.000 por conta, para que não houvesse mais pânico. Se não o tivessem feito, estimaram que 5,5 bilhões de dólares do sistema de mercado monetário dos EUA teriam sido retirados às duas horas daquela tarde, e isso teria destruído a economia mundial.
Teria sido o fim do nosso sistema económico e do nosso sistema político, como o conhecemos.

No dia seguinte à queda do Lehman, os mercados financeiros ficaram paralisados, o governo republicano de Bush nacionalizou a AIG, uma das maiores seguradoras do mundo, e começaram as primeiras injeções de centenas de bilhões de dólares (capitais públicos) para salvar Wall Street!
Alguns textos (10 anos de crise, Rumo ao controle cidadão das finanças, publicados pelo ATTAC) defendem que a Grande Recessão ainda não acabou, embora o mundo tenha retornado a um estágio de crescimento económico e redução das taxas de desemprego, mas houve uma mutação silenciosa e uma metástase de seus efeitos negativos mais estruturais, como a precariedade da vida, dos mercados de trabalho e o aumento da desigualdade.
Durante as três décadas anteriores, a revolução conservadora havia ensinado ao mundo que “o mercado resolveria tudo”. Mas Wall Street caiu e a solução foi renegar todos os princípios e sacar dinheiro público para a maior intervenção com dinheiro público de que havia memória.
O famoso “consenso de Washington” (disciplina fiscal e monetária) foi nada mais e nada menos que uma ejaculação piedosa dos teóricos necons sem contato com a realidade. O problema não era, como eles haviam dito, dos grandes governos, dos ogros filantrópicos, mas dos executivos fracos, de menos Estado, que haviam destruído, ou enfraquecido os instrumentos regulatórios adequados para enfrentar os desafios do mercado entregue à lei da selva.

O texto introdutório foi feito a partir de uma tradução automática do espanhol para o português do Brasil.

LER TEXTO DO EL PAÍS AQUI: 

https://elpais.com/cultura/2018/09/07/babelia/1536338430_931760.html?id_externo_rsoc=FB_CC

The Ancient Origins of Consciousness | How the Brain Created Experience | by Todd E. Feinberg and Jon M. Mallatt

How consciousness appeared much earlier in evolutionary history than is commonly assumed, and why all vertebrates and perhaps even some invertebrates are conscious.

Summary

How consciousness appeared much earlier in evolutionary history than is commonly assumed, and why all vertebrates and perhaps even some invertebrates are conscious.

How is consciousness created? When did it first appear on Earth, and how did it evolve? What constitutes consciousness, and which animals can be said to be sentient? In this book, Todd Feinberg and Jon Mallatt draw on recent scientific findings to answer these questions—and to tackle the most fundamental question about the nature of consciousness: how does the material brain create subjective experience?

After assembling a list of the biological and neurobiological features that seem responsible for consciousness, and considering the fossil record of evolution, Feinberg and Mallatt argue that consciousness appeared much earlier in evolutionary history than is commonly assumed. About 520 to 560 million years ago, they explain, the great “Cambrian explosion” of animal diversity produced the first complex brains, which were accompanied by the first appearance of consciousness; simple reflexive behaviors evolved into a unified inner world of subjective experiences. From this they deduce that all vertebrates are and have always been conscious—not just humans and other mammals, but also every fish, reptile, amphibian, and bird. Considering invertebrates, they find that arthropods (including insects and probably crustaceans) and cephalopods (including the octopus) meet many of the criteria for consciousness. The obvious and conventional wisdom–shattering implication is that consciousness evolved simultaneously but independently in the first vertebrates and possibly arthropods more than half a billion years ago. Combining evolutionary, neurobiological, and philosophical approaches allows Feinberg and Mallatt to offer an original solution to the “hard problem” of consciousness.

Citando | Agostinho da Silva

“Les plus faibles courent devant leurs émotions une porte ondulée d’ironie. Les plus forts, cependant, et je désire que tu sois du plus fort, sont enfermés dans un palais de silence. ”

“Chaque fois que je ressens plus que si je ne peux pas percevoir ce qu’il serait essentiel de percevoir, mais j’agis toujours comme si j’étais convaincu du contraire, ou, en d’autres termes, je ne renonce pas.”

“Voici un conseil qui peut servir votre philosophie: ne vous forcez pas; soyez un pêcheur patient dans cette rivière d’existence. Ne forcez pas l’art, ne forcez pas la vie, l’amour, ou la mort. Que tout se passe comme un fruit mûr qui s’ouvre et jette les graines fructueuses sur le sol. Qu’il n’y ait aucun geste qui perturbe votre vie dans le désir de vivre. ”

Agostinho da Silva, “Sept lettres à un jeune philosophe”

Caminante no hay camino | Antonio Machado Ruiz

Todo pasa y todo queda
Pero lo nuestro es pasar
Pasar haciendo caminos
Caminos sobre la mar

Nunca perseguí la gloria
Ni dejar en la memoria
De los hombres mi canción
Yo amo los mundos sutiles
Ingrávidos y gentiles
Como pompas de jabón

Me gusta verlos pintarse de sol y grana
Volar bajo el cielo azul
Temblar súbitamente y quebrarse
Nunca perseguí la gloria
Caminante son tus huellas el camino y nada más
Caminante, no hay camino se hace camino al andar

Al andar se hace camino
Y al volver la vista atrás
Se ve la senda que nunca
Se ha de volver a pisar
Caminante no hay camino sino estelas en la mar

Hace algún tiempo en ese lugar
Donde hoy los bosques se visten de espinos
Se oyó la voz de un poeta gritar
Caminante no hay camino, se hace camino al andar

Golpe a golpe, verso a verso
Murió el poeta lejos del hogar
Le cubre el polvo de un país vecino
Al alejarse, le vieron llorar
“Caminante, no hay camino, se hace camino al andar”

Golpe a golpe, verso a verso
Cuando el jilguero no puede cantar
Cuando el poeta es un peregrino
Cuando de nada nos sirve rezar
Caminante no hay camino, se hace camino al andar

Golpe a golpe, verso a verso

 

Antonio Machado, Cantares

Retirado do Facebook | Mural de Sónia Soares Coelho

Perigiali [George Seferis] | Mikis Theodorakis | “On the seashore” | Singer: Maria Farantouri

“On the seashore” is a song by Mikis Theodorakis made on a poem by the great Greek poet George Seferis. It is a poem about inevitable changes in our lives where we have to let go of things we love and cherish and move on. The song was written in 1962 . It is a song that carries many of the distinct colours, phrases and sesnsations that make up what is Greece and I tried to couple those with photos that carry these feelings as well. Here it is performed by Maria Farantouri.

Denial In a hidden seashore white as a dove we found ourselves in midday, thirsty, but the water undrinkable. On the golden sand we wrote her name, how beautifully the breeze came and erased the writing. We started our life with all our heart, all our breath, all our passion — a mistake! and we changed our life. George Seferis was the pen name of Georgios Seferiadis (1900 — 1971). He was one of the most important Greek poets of the 20th century, and a Nobel laureate. He was also a career diplomat in the Greek Foreign Service, culminating in his appointment as Ambassador to the UK, a post which he held from 1957 to 1962. Mikis Theodorakis , born July 29, 1925, is one of the most renowned Greek songwriters and composers. Internationally, he is probably best known for his songs and for his scores for the films Zorba the Greek), and Serpico. Politically, he identified with the left until the late 1980s and has consistently opposed oppressive regimes and was the key voice against the Greek Junta 1967-1974, which imprisoned him. Maria Farantouri ,born in 28 November 1947, is a Greek singer and also a political and cultural activist. She has collaborated with prominent Greek composers such as Mikis Theodorakis

The Ignorant Do Not Have a Right to an Audience | By Bryan W. Van Norden, professor of philosophy | in New York Times

On June 17, the political commentator Ann Coulter, appearing as a guest on Fox News, asserted that crying migrant children separated from their parents are “child actors.” Does this groundless claim deserve as much airtime as, for example, a historically informed argument from Ta-Nehisi Coates that structural racism makes the American dream possible?

Jordan Peterson, a professor of psychology at the University of Toronto, has complained that men can’t “control crazy women” because men “have absolutely no respect” for someone they cannot physically fight. Does this adolescent opinion deserve as much of an audience as the nuanced thoughts of Kate Manne, a professor of philosophy at Cornell University, about the role of “himpathy” in supporting misogyny?

We may feel certain that Coulter and Peterson are wrong, but some people feel the same way about Coates and Manne. And everyone once felt certain that the Earth was the center of the solar system. Even if Coulter and Peterson are wrong, won’t we have a deeper understanding of why racism and sexism are mistaken if we have to think for ourselves about their claims? And “who’s to say” that there isn’t some small fragment of truth in what they say?

If this specious line of thought seems at all plausible to you, it is because of the influence of “On Liberty,” published in 1859 by the English philosopher John Stuart Mill. Mill’s argument for near-absolute freedom of speech is seductively simple. Any given opinion that someone expresses is either wholly true, partly true or false.

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Toi … moi … Quand la nuit tombe … | Malika Mellal

Arrive le temps des regrets , la mise à nue
Implacable sentiment quand on a perdu
Mysterieux moments de doutes
Évaluer le chemin , les routes
Refaire le trajet à l’envers
Se rappeller où l’on s’est croisés
À l’ombre du cadran solaire
Noter où les aiguilles se sont inversées
Sentir quand la nuit est tombée
Hululer la chouette de la destinée
Oracle de la nuit raccroche tes étoiles
Ne les caches pas derrière ce voile
Trace moi les lignes d’une constellation
Enchante ma nuit de sa belle vision
Si juste un soir je pouvais le voir
Au clair de ta lune ivoire
Ne serait ce que pour me donner espoir
Sentir encore une fois sa passion
Ses ensorceleuses vibrations
Coucher ma tête sur son épaule
Retenir mon souffle quand il me frôle
Utiliser la magie des mots pour un sourire
Poser un baiser sur ses lèvres qui soupirent
User de mon esprit pour le faire rire
Le graver dans ma mémoire , le saisir
Emporter mon chef d’oeuvre d’amour
Suivre ses pas l’empêcher de quitter le jour.

Malika Mellal 10 juillet 2018
@tout court tout simplement

Ne tombe pas amoureux | Martha Rivera-Garrido

Ne tombe pas amoureux d’une femme qui lit, d’une femme qui ressent trop, d’une femme qui écrit…
Ne tombe pas amoureux d’une femme cultivée, magicienne, délirante, folle.
Ne tombe pas amoureux d’une femme qui pense, qui sait ce qu’elle sait et qui, en plus, sait voler ; une femme sûre d’elle-même.

Ne tombe pas amoureux d’une femme qui rit ou qui pleure en faisant l’amour, qui sait convertir sa chair en esprit ; et encore moins d’une qui aime la poésie (celles-là sont les plus dangereuses), ou qui s’attarde une demie heure en fixant un tableau, ou qui ne sait pas comment vivre sans musique.

Ne tombe pas amoureux d’une femme qui s’intéresse à la politique, qui soit rebelle et qui a le vertige devant l’immense horreur des injustices. Une qui aime les jeux de foot et de baseball et qui n’aime absolument pas regarder la télévision. Ni d’une femme qui est belle peu importe les traits de son visage ou les caractéristiques de son corps.

Ne tombe pas amoureux d’une femme ardente, ludique, lucide et irrévérencieuse.

Ne t’imagine pas tomber amoureux de ce genre de femme.

Car, si d’aventure tu tombes amoureux d’une femme pareille, qu’elle reste ou pas avec toi, qu’elle t’aime ou pas, d’elle, d’une telle femme, JAMAIS on ne revient.

Martha Rivera-Garrido

Retirado do Facebook | Mural de Malika Mellal

The Waste Land | BY T. S. ELIOT …… A TERRA DESOLADA 1922 (tradução: Ivan Junqueira)

FOR EZRA POUND
IL MIGLIOR FABBRO

I. The Burial of the Dead

April is the cruellest month, breeding
Lilacs out of the dead land, mixing
Memory and desire, stirring
Dull roots with spring rain.
Winter kept us warm, covering
Earth in forgetful snow, feeding
A little life with dried tubers.
Summer surprised us, coming over the Starnbergersee
With a shower of rain; we stopped in the colonnade,
And went on in sunlight, into the Hofgarten,
And drank coffee, and talked for an hour.
Bin gar keine Russin, stamm’ aus Litauen, echt deutsch.
And when we were children, staying at the arch-duke’s,
My cousin’s, he took me out on a sled,
And I was frightened. He said, Marie,
Marie, hold on tight. And down we went.
In the mountains, there you feel free.
I read, much of the night, and go south in the winter.

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Les éclipses du clitoris | France Culture

Un manuel de SVT vient d’ajouter une description fidèle de l’organe de plaisir féminin. Longtemps resté dans l’ombre de la science et de la société, le clitoris a subi les assauts répétés de l’Eglise et du freudisme, voyant dans ce monticule du plaisir une menace pour la domination masculine.

L’éducation sexuelle a connu une véritable révolution à la rentrée dernière, avec la représentation dans un manuel de SVT du clitoris de manière anatomiquement correcte, et non plus comme une vague protubérance minuscule aux portes de l’appareil reproducteur féminin.

Il faut dire que cet appendice érectile, riche de plus de 7500 terminaisons nerveuses -soit bien plus que le pénis- est resté largement à la marge des représentations et des enseignements, perçu comme un organe superflu, n’ayant pas de fonction pratique dans la mécanique reproductrice. Le clitoris, qui s’étend tout de même sur près de 11 cm, souffre donc d’une invisibilité qui ne doit rien aux hasards de la chair. C’est ce que la philosophe Nancy Tuana appelle l’épistémologie de l’ignorance, soit l’étude des stratégies d’oubli, programmées à des fins de pouvoir.

On retrouve ainsi, dès le milieu du 16e siècle, des représentations complètes et détaillées du clitoris. La Renaissance triomphante ouvre les portes de l’organe du plaisir féminin, après la relative ignorance lors des périodes antiques et du Moyen-Âge.

Un usage encouragé l’Eglise

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Quand les Musulmans fondèrent Madrid | Fernando Valdés Fernández

La capitale espagnole a été fondée par les musulmans et portait à l’origine un nom arabe. Plusieurs indices permettent de décrypter le passé islamique de la ville, comme l’architecture où le système d’acheminement de l’eau.

Peu de gens savent que la capitale espagnole est la seule ville de sa catégorie à avoir été fondée par les Arabes. Madrid commença par s’appeler Maˆyrit, en arabe, et ses origines furent pendant longtemps discutées. Jusqu’aux années 1930, nous manquions de précisions sur ses origines. En effet, depuis le XVe siècle au moins, les chroniqueurs castillans et espagnols n’acceptaient pas de bon gré que cette ville doive son existence à des musulmans infidèles. Ils déployèrent toute sorte d’arguments pour démontrer son origine romaine et chrétienne.

Romains vs musulmans

Cependant, ce phénomène de recherche de racines romaines, ou plutôt romano-chrétiennes, n’était pas propre à Madrid. La Renaissance et le goût pour les racines classiques de la culture occidentale affecta les autres villes et provoqua en Espagne une tentative généralisée de trouver des origines classiques à de nombreuses localités. Cette tendance générale s’accompagnait de propos politiques. La riche historiographie locale espagnole, dont une grande partie est due aux clercs, qui possédaient la plus vaste culture, atteste de cela. Et Madrid ne fut pas une exception, surtout à partir du moment où le roi Philippe II (1527- 1598) l’éleva de sa condition de ville de deuxième catégorie, dans le royaume de Castille, pour en faire le centre politique de son vaste domaine qui, à ce moment-là, s’étendait sur cinq continents.

L’acharnement fut vain. L’édition de la Chronique arabe d’Al Himayi, qui recueillait les témoignages d’auteurs andalous antérieurs, démontra que la ville devait sa fondation a l’émir omeyyade de Cordoue, Muhammad Ier Ibn Abd Al Rahman (852-886), et que cela avait eu lieu pendant le troisième tiers du IXe siècle. La date exacte est inconnue. A ce moment et depuis un certain nombre d’années, la dynastie omeyyade d’Occident menait à bien une politique de création de points fortifiés dans des lieux stratégiques, spécialement là où se croisaient des rivières. Dans le cas de Madrid, il s’agit de la rivière Manzanares, qui était à l’époque un peu plus importante que le triste ruisseau d’aujourd’hui.

La suite de l’article dans Zamane N°20

Par Fernando Valdés Fernández

Retirado do Facebook | Mural de Alexandre Noble

Régis Debray, le monde expliqué à mon fils | in France Culture

Régis Debray, philosophe et écrivain, inventeur de la médiologie, revient avec nous sur les mutations de notre histoire politique qu’il a observées ces 50 dernières années à l’occasion de la sortie de son “Bilan de faillite” (Gallimard, mai 2018).

Il y a une bascule qui s’est faite de l’intellectuel vers l’émotif, du projet vers l’optique, de la réflexion aux images. L’heure est aux publicitaires, aux spin doctors, aux photographes et aux cinéastes, plus aux écrivains ou aux philosophes.” Régis Debray

La faillite dont il fait le bilan est à la fois collective et personnelle. Après un demi-siècle de combats révolutionnaires pour changer le monde, que reste-t-il de sa génération et ses espoirs? Croire en qui et en quoi? Croire encore?

Appelons-le « figure de la vie intellectuelle française », un pedigree dont il se moque avec humour…  Dans cette lettre à son fils, celle d’un homme de 76 ans à un garçon de 16 ans, il dit renoncer « à toute ambition d’influence». «Entre le tout-économie et le tout-image, les gens de mon espèce ne peuvent plus faire, avec leurs gribouillis, que des ronds de fumée.»

Dans Civilisation, Comment nous sommes devenus américains, (Gallimard, 2017) qui reparaît ce mois-ci en Folio,  il avait décrit le « changement de civilisation » qu’a connu la France sous l’influence de l’hégémonie culturelle américaine. Dans Le nouveau Pouvoir (Cerf, Septembre 2017) il montrait comment l’apparent changement politique que constitue l’arrivée au pouvoir de Macron marque une profonde mutation culturelle inscrivant la France, pourtant catholique et républicaine, dans l’avènement planétaire de la civilisation issue du néo-protestantisme. Des réflexions qui ont aussi produit une série d’émission l’été dernier sur France Culture devenue livre avec les éditions Autrement : «France-Amérique : un échange de bons procédés» est paru en février dernier.

La disparition de l’avenir est une chose notable. Il n’y a plus de parti idéologiquement structuré avec une vision de l’avenir, avec une vision de ce qui est à accomplir. Nous vivons dans le marketing de l’instant, dans le ‘présentisme’ du chiffre. »

Régis Debray, in France Culture

Nagasaki, before and after

 

On August 9, 1945, when a plutonium bomb was detonated over the city of Nagasaki, between 39,000 and 80,000 people were killed. The photograph above shows the absolute devastation wreaked by the bomb. The bomb itself was more powerful than that used to destroy Hiroshima, but Nagasaki’s topography resulted in less net damage. While the nuclear detonation above Nagasaki is a well-known chapter in history, it is less well known that the nuke was preceded by a full year of smaller-scale bombing of the city.

Bombing of Kobe, Japan


The Bombing of Kobe in World War II on March 16 and 17, 1945 was part of the strategic bombing campaign waged by the United States of America against military and civilian targets and population centers during the Japan home islands campaign in the closing stages of World War II. During later months of the war, the city was bombed for a second time. It was targeted because at the time, it was the sixth largest population center in Japan, with a population of about a million people. Most structures in the city were made of wood, making them vulnerable targets for firebombing. Conservative estimates claim 333,000 killed and 473,000 wounded, though other estimates place the fatalities at up to 900,000 people.

The 50 Greatest Books | Dia Mundial do Livro

This list is generated from 116 “best of” book lists from a variety of great sources. An algorithm is used to create a master list based on how many lists a particular book appears on. Some lists count more than others. I generally trust “best of all time” lists voted by authors and experts over user-generated lists. On the lists that are actually ranked, the book that is 1st counts a lot more than the book that’s 100th. 

http://thegreatestbooks.org

1 . In Search of Lost Time by Marcel Proust

Image of In Search of Lost Time

Swann’s Way, the first part of A la recherche de temps perdu, Marcel Proust’s seven-part cycle, was published in 1913. In it, Proust introduces the themes that run through the entire work. The narr…

2 . Don Quixote by Miguel de Cervantes

Image of Don Quixote

Alonso Quixano, a retired country gentleman in his fifties, lives in an unnamed section of La Mancha with his niece and a housekeeper. He has become obsessed with books of chivalry, and believes th…

3 . Ulysses by James Joyce

Image of Ulysses

Ulysses chronicles the passage of Leopold Bloom through Dublin during an ordinary day, June 16, 1904. The title parallels and alludes to Odysseus (Latinised into Ulysses), the hero of Homer’s Odyss…

4 . The Great Gatsby by F. Scott Fitzgerald

Image of The Great Gatsby

The novel chronicles an era that Fitzgerald himself dubbed the “Jazz Age”. Following the shock and chaos of World War I, American society enjoyed unprecedented levels of prosperity during the “roar…

5 . Moby Dick by Herman Melville

Image of Moby Dick

First published in 1851, Melville’s masterpiece is, in Elizabeth Hardwick’s words, “the greatest novel in American literature.” The saga of Captain Ahab and his monomaniacal pursuit of the white wh…

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Ma cage | Malika Mellal

Tu dessinais autour de moi
Des paysages où tout flamboie.
Tu traçais des chemins divins
Où chaque pas mène à un écrin.
Tu peignais de toutes les couleurs
Le vide qui régnait dans mon cœur.
J’écoutais ta voix chaque matin
Me délivrer des mots câlins.
Tu caressais du bout des doigts
Mon corps offrant ses beaux émois.
Tu me menais doucement par la main
Vers cet abîme , mon quotidien.
Cette cage où tu m’as enfermée,
Ma vie que tu as désertée,
Sans mot et sang froid,
Du jour au lendemain, comme ça.
Tu me fais grâce parfois
D’une belle rose sans éclat.
Tu dresses plus haut chaque jour
Ce mur entre nous et notre amour.
J’attends et nourris l’espoir
Que tu reviennes un soir
Me délivrer de cette jolie cage
Où tu m’as oubliée dans ton sillage.

Malika Mellal février 2018

Copyright @mellalmalika

Illustration Avogado6

La trahison | Malika Mellal

La trahison ce vilain mot même au son
Quand elle arrive au plus profond
Par l’être aimé celui que nous chérissons
Si cruellement qu’il n’existe aucun pardon.

Sans crier gare , c’est le top départ
D’une diabolique machination
Une douleur vous submerge , vous empare
Vous souffrez jusqu’à la déraison

Que tire-t-il de cette manipulation ?
Faire souffrir apporte autant de satisfaction ?
Il faut croire que c’est bon
D’orchestrer une destruction.

Cet être qui n’a plus rien d’humain
Hier encore on se tenait la main
Un amour plein de lendemains
De nous il avait faim.

Comment comprendre et accepter
Cet être qui vous a piégé
Sans rien vous épargner
L’erreur de l’avoir aimé.

Un cœur détruit anéanti
Plus rien ne lui fait envie
Sauf un besoin d’oubli
Pour tenter un retour à la vie.

Malika Mellal 14 avril 2018
Illustration de avogado6

NASA Scientists with their calculations board in 1961

This impressive image was taken by photographer J. R. Eyerman and was featured in LIFE magazine. It depicted a chalk board full of calculations that the NASA Scientists were working on. People believe that the equations on the chalk board were only written on for the picture as the equations are general ones rather than equations the Scientists would have been working on at the time. The Scientists in this photo were known as Computers. This name was given to people whose job was to solve mathematical equations, hence how the name Computer was then given to the electronic device which could do their job years later.

Photo credit: Blogspot | http://knowledgedish.com/rare-historical-photos-fb/32/

Migrant Mother in 1936

This image was taken by photographer Dorothy Lange during the Great Depression. She stumbled upon a camp in Hoboken where she searched through the crowds of starving workers until she found the lady in this image, Frances Owens. She took 6 images of Frances with her children, and you can really see from this image how a picture speaks a thousand words. You can see from her face the stress and worry that she faced. Dorothy Lange informed the authorities of the starving workers in the camp and they sent 20,000 pounds of food to them.

http://knowledgedish.com/rare-historical-photos-fb/3/ | Photo credit: Mashable

“La Reine de Saba” | Malika Mellal | toile de Hocine Ziani

Amour de Reine

Mon voyage vers toi , mon roi
Moi la grande reine de Saba
Simple femme devant toi
Mon cœur loin du tiens est aux abois

Je te porte myrrhe , encens et élixirs
Pour parfumer tes nuits de mille désirs
Caravanes pleines d’or et de trésors
Dignes d’un roi au palais d’or.

Oiseaux de paradis et génies
Offrandes au roi au bel esprit
Contes et légendes pour t’éblouir
J’aime éveiller les sens de mon Sire.

Étoffes précieuses des plus belles soies
Pour accueillir nos beaux émois
Des huiles rares et précieuses
Sercrets de caresses délicieuses.

Ma beauté digne des houris
Sera tienne toutes les nuits
Tes bras dont je me languis
Me font traverser tous ces pays.

Amour Royal et majestueux
Plaisirs infinis et savoureux
Lien fabuleux et mystérieux
Amour légendaire béni des cieux.

Deuxième version (Le roi Salomon)

Ma reine arrive

Elle arrive ma belle et sa caravelle
Bel ange descendu du ciel
Je ferai taire les langues infidèles
Qui doutent de sa beauté éternelle

Sur ce sol façonné tel un miroir
J’ai fondé tout mes espoirs
Démontrer à jamais , graver l’histoire
D’un reflet divin à ma gloire
Je les ferai tous choir.

Ma belle reine attendrie
Pardonne mon acte de duperie
N’y vois aucunes fourberies
Seul une preuve d’amour, un démenti

Ma reine d’amour aux feux ardents
Ils t’imaginent velues aux sabots d’argent
Ta crainte de tremper tes beaux habits
Te fera lever le bas de tes soies serties
Apparaîtra tes chevilles d’une peau éblouie.

Moi qui sait ton corps d’une beauté innouie
Je serai roi d’amour d’un cœur embelli
Pour ma maîtresse reine aux charmes de vie
Tu ensorceles mon âme et mon esprit
Je suis glorieux par ton corps soumis
À mes rêves d’amour infini.

Malika Mellal 03/04/2018
malika mellal@copyright

D’après la toile de Hocine Ziani ” La reine de Saba ”

Les Almoravides | Alexandre Noble

“Par contre, les femmes almoravides ne portent pas de voile. Elles jouissent d’une liberté d’allure qui atteste la persistance des vieilles mœurs bédouines. Au surplus, elles paraissent jouer un rôle important dans les affaires publiques. La possession de la belle Zaynab al-Nafzawiyya, surnommé « la Magicienne », semble, au début de la secte almoravide, une condition nécessaire à l’exercice du commandement. Après la conquête du pouvoir, les Almoravides associent les femmes à la vie politique, voire militaire de l’ensemble de l’Empire et les laissent vivre comme avant dans les campements sahariens”

Les Almoravides

sont des tribus berbères du groupe des Sanhadjas, apparentés aux Touareg. Pasteurs nomades, ils se lancent au milieu du XIe s., à partir de leur désert, à la conquête de terres plus riches et parviennent à constituer un immense empire, englobant un double domaine africain et européen. Ce mouvement, qui traduit un épisode de lutte pour la vie que mènent constamment, au Maghreb, les nomades contre les sédentaires, s’expriment en termes religieux. En effet, les Almoravides sont en même temps qu’une confédération de tribus, une confrérie religieuse. Tout comme les Arabes au début de l’islam, ils se mettent en marche pour occuper des territoires et propager une doctrine.

Toutefois, cette doctrine n’a rien d’original et ne fait que reprendre les principes du rite malékite, hérités des grands docteurs de Kairouan. En 1035, des chefs de la tribu des Lamtunas, de retour de pèlerinage, s’arrêtent à Kairouan, où ils entendent Abu Imran, savant originaire de Fès. Pris d’admiration pour ce maître, ils lui demandent d’envoyer parmi eux, dans le désert, l’un de ses disciples. Ce sera Abd Allah ibn Yasin, fondateur du mouvement almoravide. Réformateur rigoureux, ibn Yasin invite les nomades à respecter scrupuleusement les prescriptions de l’islam et, par conséquent, à ne plus épouser plus de quatre femmes et à payer l’impôt rituel.

Trouvant ces obligations insupportables, les nomades ne répondent pas à son appel. Ibn Yasin les abandonne alors et se rend, en compagnie de l’un de leurs chefs, dans une île du cours inférieur du Sénégal. Très vite, quelques chefs de tribus les suivent, encourageant par leur exemple beaucoup de nomades à faire de même. C’est ainsi que le ribat fondé par ibn Yasin essaime et compte, en peu de temps, de nombreux fidèles.

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L’histoire des Arabes en Algérie | Ibn Khaldoun

algerie_0-png-200L’Algérie n’a pas subi de conquête ou de colonie de peuplement arabe, et que, les Algériens, même ceux parlant l’arabe algérien ( en réalité un mélange de l’arabe classique et du berbère), sont dans leur totalité des Berbères.

(Ce texte est inspiré du volume N° 5 de l’histoire des Berbères par l’auteur Ibn Khaldoun. l’histoire des Berbères a été écrit en 13 volumes (29.000 pages) par le même auteur).
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Le débat secouant la société algérienne sur la question cruciale de l’identité arabe ou berbère de l’Algérie nécessite un retour à la source de ce clivage. L’origine en est, bien entendu, l’expansion arabe en Afrique du nord. Certains affirment que les Arabes n’ont jamais conquis l’Algérie, d’autres se revendiquent une origine arabe justifiant ainsi l’identité arabe de l’Algérie. Qu’en est-il en réalité? Afin de répondre à cette question, deux périodes, marquées par deux mouvements d’expansion majeurs, doivent être prises en considération : La période de la première expansion et celle ayant trait à la seconde, celle les Béni-hillals

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Programme de « la nuit des idées » à Alger

argelUn format de rencontres innovant débarque à Alger en janvier et promet une nuit blanche remplie d’activités culturelles.

« La Nuit des Idées« , c’est le nom de ces rencontres culturelles qui « circulent à travers le monde » et qui feront une halte à Alger du 25 au 27 janvier prochain, à l’initiative de l’Institut français de la ville.

Ouverte à tous les curieux, la Nuit des Idées débutera le 26 janvier à 17h pour se clôre le 27 janvier à 2h du matin, avec à chaque fois et dans chaque lieu, une activité culturelle différente placée sous le thème « un monde commun ».

La cinémathèque algérienne, l’Institut en lui-même, le Centre Diocésain des Glycines sont autant de lieux qui accueilleront la manifestation, et les expositions, conférences et autres projections de prévues pour l’occasion.

Programme de la Nuit des Idées d’Alger

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Pablo Neruda | J’aime la mansuétude

J’aime la mansuétude et lorsque j’entre
sur le seuil d’une solitude
j’ouvre les yeux et les remplis
de la douceur de sa paix.

J’aime la mansuétude par-dessus toutes
les choses de ce monde.

Je trouve dans la quiétude des choses
un chant immense et muet.
Et tournant les yeux vers le ciel
je trouve dans les tremblements des nuages,
dans l’oiseau qui passe et le vent
la grande douceur de la mansuétude.

Modotti 052 - 545

Une guerre mondiale a commencé | Brisez le silence (par John Pilger)

Pilger - 200John Pilger est un journaliste de nationalité Australienne, né à Sydney le 9 Octobre 1939, parti vivre au Royaume-Uni depuis 1962. Il est aujourd’hui basé à Londres et travaille comme correspondant pour nombre de journaux, comme The Guardian ou le New Statesman.

Il a reçu deux fois le prix de meilleur journaliste de l’année au Royaume-Uni (Britain’s Journalist of the Year Award). Ses documentaires, diffusés dans le monde entier, ont reçu de multiples récompenses au Royaume-Uni et dans d’autres pays.

John Pilger est membre, à l’instar de Vandana Shiva et de Noam Chomsky, de l’IOPS (International Organization for a Participatory Society), une organisation internationale et non-gouvernementale créée (mais encore en phase de création) dans le but de soutenir l’activisme en faveur d’un monde meilleur, prônant des valeurs ou des principes comme l’autogestion, l’équité et la justice, la solidarité, l’anarchie et l’écologie.

Article initialement publié le 20 mars 2016 en anglais, sur le site officiel de John Pilger, à cette adresse.

LER TEXTO INTEGRAL AQUI:  LE PARTAGE

 

Lettre de Victor Hugo à Lamartine

victor hugo - 200Victor Hugo (26 février 1802 – 22 mai 1885 ), géant de la littérature française et universelle, symbole de la modernité dans la littérature du XIXème siècle, esprit visionnaire et écrivain engagé avant l’heure, est l’auteur, entre autres, des Misérables. Roman historique, social et philosophique teinté des idéaux du romantisme et des exigences du socialisme, œuvre totale, maintes fois adaptée au cinéma, l’histoire de Jean Valjean et de Cosette est entrée dans la mythologie universelle. Dans cette missive adressée à son ami Alphonse de Lamartine, l’homme de lettres énonce haut et fort à son tour l’origine radicale de cette oeuvre, à hauteur des idéaux et des rêves de la nature humaine. Une lettre-coup de poing du père de la littérature française!

Mon illustre ami,

Si le radical, c’est l’idéal, oui, je suis radical. Oui, à tous les points de vue, je comprends, je veux et j’appelle le mieux ; le mieux, quoique dénoncé par le proverbe, n’est pas ennemi du bien, car cela reviendrait à dire : le mieux est l’ami du mal. Oui, une société qui admet la misère, oui, une religion qui admet l’enfer, oui, une humanité qui admet la guerre, me semblent une société, une religion et une humanité inférieures, et c’est vers la société d’en haut, vers l’humanité d’en haut et vers la religion d’en haut que je tends : société sans roi, humanité sans frontières, religion sans livre. Oui, je combats le prêtre qui vend le mensonge et le juge qui rend l’injustice. Universaliser la propriété (ce qui est le contraire de l’abolir) en supprimant le parasitisme, c’est-à-dire arriver à ce but : tout homme propriétaire et aucun homme maître, voilà pour moi la véritable économie sociale et politique. Le but est éloigné. Est-ce une raison pour n’y pas marcher ? J’abrège et je me résume. Oui, autant qu’il est permis à l’homme de vouloir, je veux détruire la fatalité humaine ; je condamne l’esclavage, je chasse la misère, j’enseigne l’ignorance, je traite la maladie, j’éclaire la nuit, je hais la haine.
Voilà ce que je suis, et voilà pourquoi j’ai fait Les Misérables.
Dans ma pensée, Les Misérables ne sont autre chose qu’un livre ayant la fraternité pour base et le progrès pour cime.
Maintenant jugez-moi. […]

VER AQUI: Des Lettres

Morgan Freeman Travels to Uncover the Mysteries of Creation in ‘Story of God’

Quem é Deus? De onde vimos? Por que é que o mal existe? O que acontece quando morremos? Estas são alguma das questões às quais anova série do National Geographic, A História de Deus, pretende responder. O primeiro episódio estreia este domingo em Portugal.

Produzida pelo ator Morgan Freeman e por Lori McCreary e James Younger, da Revelation Entertainment, a série A História de Deus, composta por seis episódios, é uma viagem à volta do mundo e uma exploração de diferentes culturas e religiões à procura do significado da vida e de Deus. Cada episódio, apresentado por Freeman, centra-se numa questão sobre o divino, que vai desde o mistério da Criação ao poder dos milagres e à ressurreição.

No primeiro episódio, “Depois da Morte”, que irá estrear este domingo no canal National Geographic, às 22h30, o ator norte-americano irá partir em busca de uma explicação para a obsessão humana com o que acontece depois da morte. No próximo domingo, dia 10 de abril, será a vez de “Apocalipse”, sobre as crenças populares que procuram descrever como será o fim do mundo.

VER AQUI: OBSERVADOR

DESCOBERTA EXTRAORDINÁRIA | Sonified Higgs data show a surprising result | by Harriet Jarlett

Serão os grandes músicos excepcionais sensitivos e descodificadores das mais ténues vibrações do mundo físico? Porque nos toca a “alma” a música dos grandes clássicos? Sintonia (sinfonia) universal?

(José Filipe da Silva)

Scientists at CERN have been using new techniques to try and learn more about the tiniest particles in our universe. One unusual method they’ve utilised is to turn data from the Large Hadron Collider (LHC) into sounds – using music as a language to translate what they find.

Physics data and music share many similar connections, from resonances and vibrations, to patterns and frequency. By sonifying the data, comparing it to a musical score and then applying what we know about music theory it can give researchers a different perspective on the data, and throw up unusual insights.

This is exactly what happened this week when physicists at CERN sonified the Higgs boson data. They were shocked when, after listening to random notes as the data played its random tune, a bump in the graph translated into a well-known pattern of recognisable notes.

“It’s surprising that such an awful piece of music would be found in such important data,” said Wilhelm Richard Wagner, a CERN physicist who works on the Valkyries theory. “I’d have expected the universe to sound even more dramatic, more like a film score…’

The team are now working on sonifying as much data as possible to see if further musical patterns can be recognised. The next step is to see if other physics theories, not just the Standard Model, have music in their background noise.

You can listen to the sonified Higgs boson in the video below

VER AQUI:  CERN

Portables : raccrochez, c’est une horreur !

portateis - 250Et si nous étions à l’aube d’un scandale sanitaire majeur ? Electrosensibilité, cancers, plusieurs travaux scientifiques démontrent la nocivité des radiofréquences sur la santé. Une étude de l’Inserm confirme  le lien entre l’utilisation intensive du téléphone ­portable et apparition  de tumeurs cérébrales. 

Inquiétant.

LER AQUI: TV5 MONDE