Alfred Cheney Johnston American photographer | Ziegfeld Follies showgirls | 13 photos

Alfred Cheney Johnston (1885-1971) was an American photographer🎨, known for his portraits of Ziegfeld Follies showgirls

Alfred Cheney Johnston (1885-1971) was an American photographer🎨, known for his portraits of Ziegfeld Follies showgirls as well as of 1920s and 1930s actors and actresses.The only book known to have been published by Alfred Cheney Johnston during his lifetime devoted to his glamour photography is the 1937 spiral-bound softcover “Enchanting Beauty“, which contains 94 black-and-white photos, mostly about 7×9 inches, centered on a 9×12-inch page, although a number are cropped circular or in other designs.

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29 de Agosto de 1915 | Nasce a actriz sueca Ingrid Bergman

Actriz sueca, nasceu em 29 de agosto de 1915, em Estocolmo, e faleceu em Londres a 29 de agosto de 1982, vitimada por um linfoma.

Foi uma das actrizes mais conceituadas do Mundo, especialmente durante os anos 40, quando estava no auge da sua beleza natural. Órfã de mãe com apenas dois anos, foi graças à herança deixada pela sua progenitora que se inscreveu no curso de Interpretação da Academia Real Dramática de Estocolmo. Depois dum início de carreira no teatro, interpretou o seu primeiro papel cinematográfico com uma figuração em Landskamp (1932).

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Golfinhos | Enzo Maiorca, mergulhador italiano

O famoso mergulhador italiano, Enzo Maiorca,  nadava nas águas quentes do mar de Siracusa e conversava com sua filha Rossana que ficara no barco.

Pronto para submergir, sentiu algo bater ligeiramente nas costas. Virou-se e viu um golfinho. Percebeu então que ele não queria brincar, mas expressar alguma coisa.

O animal mergulhou e Enzo o seguiu.

A cerca de 12 metros de profundidade, preso em uma rede abandonada, havia outro golfinho.

Maiorca rapidamente pediu à filha que apanhasse suas facas de mergulho. Em poucos minutos os dois conseguiram libertar o golfinho que, no limite das forças conseguiu emergir, emitindo um “grito quase humano” (assim descreveu Maiorca).

Um golfinho pode resistir debaixo d’água até 10 minutos, depois afoga-se.

O golfinho liberto, ainda atordoado, foi controlado por Enzo, Rossana e o outro golfinho. Depois veio a surpresa: Era uma delfina, que logo deu à luz um filhote.

O macho circulou-os e, parando à frente de Enzo, lhe tocou na bochecha (como se fosse um beijo), num gesto de gratidão… e se afastaram.

Enzo Maiorca terminou sua intervenção dizendo: “até que o homem aprenda a respeitar e a dialogar com o mundo animal, nunca poderá conhecer o seu verdadeiro papel nesta Terra.”

Retirado do Facebook | Mural de José Silva Pinto

Frederico Varandas | Médico | Presidente do Sporting Clube de Portugal

Frederico Nuno Faro Varandas, é um médico militar português, presidente do Sporting Clube de Portugal desde 9 de Setembro de 2018, quando ganhou as eleições do clube após a destituição do anterior presidente, Bruno de Carvalho.

Nascimento: 19 de setembro de 1979 (idade 41 anos), Lisboa, Portugal

Nome completo: Frederico Nuno Faro Varandas

Formação: NOVA Medical School – Faculdade de Ciências Médicas (2005), Academia Militar – Lisboa

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Wikipédia

Galáxia Sombrero

A Galáxia Sombrero Simplesmente perfeita (também conhecida como Messier Object 104, M104 ou NGC 4594)

A Galáxia Sombrero é uma galáxia espiral na constelação de Virgo e Corvus, a cerca de 9.55 megaparsecs (31.1 milhões de anos luz) da nossa galáxia, dentro do superaglomerado local.

Tem um diâmetro de aproximadamente 15 quiloparsecs (49,000 anos luz), 0.3 x vezes o tamanho da Via Láctea.

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J’ai des rides | MARINELLA CANU | placé par Samia Cherradi

J’ai des rides.

Je me suis regardée dans le miroir et j’ai découvert que j’avais beaucoup de rides autour des yeux, de la bouche, du front.

J’ai des rides parce que j’ai eu des amis, et on a ri, on a ri souvent, jusqu’aux larmes, et puis j’ai rencontré l’amour, qui m’a fait essorer les yeux de joie.

J’ai des rides parce que j’ai eu des enfants, et je me suis inquiétée pour eux dès la conception, j’ai souri à toutes leurs nouvelles découvertes et j’ai passé des nuits à les attendre.

Et puis j’ai pleuré.

J’ai pleuré pour les personnes que j’ai aimées et qui sont parties, pour un peu de temps ou pour toujours, ou sans savoir pourquoi. J’ai veillé aussi, j’ai passé des heures sans sommeil pour des beaux projets pourtant pas toujours aboutis , pour la fièvre des enfants, pour lire un livre,j’ai veillé aussi pour me lover dans des bras aimants.J’ai vu des endroits magnifiques, de nouveaux endroits qui ont eu tous mes sourires et mes étonnements, et j’ai revu également d’anciens endroits qui m’ont fait pleurer.

Dans chaque sillon sur mon visage, sur mon corps, se cache mon histoire, les émotions que j’ai vécues et ma beauté plus intime, ….. et si je devais enlever tout ceci …. je m’effacerais moi-même.

Chaque ride est une anecdote de ma vie, un battement de coeur, c’est l’album photo de mes souvenirs les plus importants.

“MARINELLA CANU

Très bon week-end à vous tous et toutes

Retirado do Facebook | Mural de Samia Cherradi

Kamala Harris | Vice-Présidente des États-Unis

Kamala Harris, sénatrice de Californie est désormais la première femme vice-présidente des États-Unis✌️
Joie Biden lui doit incontestablement sa victoire en mobilisant sans relâche,les jeunes, les femmes et les minorités.
Sa pugnacité et son dynamisme la mèneront sans aucun doute en 2024 à être première femme noire présidente des États-Unis! Et que vive la diversité.

Nadia Bensmaia | Facebook

Elīna Garanča | SCHUMANN & BRAHMS

Robert Schumann
Frauenliebe und Leben op. 42

Johannes Brahms
Heimweh II: “O wüsst’ ich doch den Weg zurück” op. 63 no. 8
Liebe und Frühling II: “Ich muss hinaus” op. 3 no. 3
Liebestreu op. 3 no. 1 · Mädchenlied op. 107 no. 5
O kühler Wald op. 72 no. 3 · Verzagen op. 72 no. 4
O liebliche Wangen op. 47 no. 4 · Geheimnis op. 71 no. 3
Wir wandelten op. 96 no. 2 · Alte Liebe op. 72 no. 1
Die Mainacht op. 43 no. 2 · Von ewiger Liebe op. 43 no. 1
Elīna Garanča
Malcolm Martineau November 6, 2020

“Somos índios, resistimos há 500 anos. Fico preocupado é se os brancos vão resistir” | Ailton Krenak in Jornal Expresso

Há 30 anos, em plena Assembleia Constituinte, pintou o rosto de negro, declarou guerra aos políticos brasileiros e venceu. Ailton Krenak tem agora 65 anos, já viu muito e o que não viu, recorda-se, numa memória que lhe foi legada pelos antepassados. Líder indígena, assume-se e ao seu povo como sobreviventes de um genocídio. Mas teme pelo futuro dos brancos, aqueles que nunca aprenderam a pisar com leveza a “Mãe Terra” e que por isso poderão acabar “enterrados no próprio vómito”.

Quando uma criança krenak nasce, não vai para a creche, fica com a mãe, as avós e as tias. Partilham um quotidiano e um modo de estar na vida. As crianças indígenas não são educadas, mas orientadas. Não aprendem a ser vencedores, porque, para uns vencerem, outros têm de perder. Aprendem a partilhar o lugar onde vivem e o que têm para comer. Têm o exemplo de uma vida onde o indivíduo conta menos do que o coletivo. Este é o mistério indígena, um legado que passa de geração para geração. Ailton carrega no apelido a pertença à sua gente, o povo krenak. E a sua memória mais antiga é muito simples: “Eu não sei viver sozinho.”

Esteve esta semana em Portugal para participar no Fórum Internacional de Festivais de Cinema de Ambiente, em Seia, onde realizadores de mais de 30 países estiveram reunidos e demonstraram preocupação com o rumo político do Brasil e as consequências das eleições presidenciais na preservação da floresta amazónica. Antes de regressar a casa, Ailton Krenak conversou com o Expresso.

Que povo é o seu?
Krenak.

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