O restaurante carteirista e outras fábulas da demissão do Estado | Fernanda Câncio in Jornal Diário de Notícias

Restaurante assalta turistas com pratos de 250 euros; Meo cobra acima da própria tabela, diz a clientes que não podem rescindir ao balcão e impõe contratos por SMS. Quem diria que há leis?

Foi grande a comoção com a notícia do restaurante da Baixa de Lisboa que assalta turistas com preços absurdos, do tipo 250 euros por um misto de carnes. E maior ainda o escândalo ante a afirmação pelas autoridades – a ASAE, no caso – de nada poderem fazer, alegando que os preços absurdos constam da carta e portanto os enganados são-no por não terem a diligência mínima de a perscrutar de fio a pavio, ou questionar os empregados sobre o valor de cada prato.

Grande coincidência, a de tanto burro ir ao mesmo restaurante. Ou quiçá o problema não resida nos clientes. É que se não está em causa a liberdade de qualquer serviço (não essencial) cobrar valores disparatados, a questão é se isso fica ou não claro para o consumidor. Ora ao percorrer a lista do restaurante constata-se que a generalidade dos preços é normal para um estabelecimento médio; os valores desproporcionados estão numa página recôndita, como “especiais”. Ou seja: a lista, como o aspeto do lugar, induz o cliente a concluir que não pagará mais de x; quando, como afiançam testemunhos publicados online, os empregados sugerem os “especiais”, não há motivo para achar que vai pagar o décuplo do preçário geral.

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Código Deontológico do Jornalista | Rodrigo Sousa e Castro

1. O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre notícia e opinião deve ficar bem clara aos olhos do público.

2. O jornalista deve combater a censura e o sensacionalismo e considerar a acusação sem provas e o plágio como graves faltas profissionais.

3. O jornalista deve lutar contra as restrições no acesso às fontes de informação e as tentativas de limitar a liberdade de expressão e o direito de informar. É obrigação do jornalista divulgar as ofensas a estes direitos.

4. O jornalista deve utilizar meios legais para obter informações, imagens ou documentos e proibir-se de abusar da boa-fé de quem quer que seja. A identificação como jornalista é a regra e outros processos só podem justificar-se por razões de incontestável interesse público.

5. O jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentem a sua consciência.

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Eu, “antidemocrata” me confesso | Nuno Ramos de Almeida in Jornal i

Embora o termo democracia esteja enevoado pelas meninges dos Assizes desta vida, democracia quer dizer “poder do povo”. E este só consegue ter poder quando oitenta por cento dele não está na miséria.

Comecemos com uma pequena história. Era uma vez uma familiar minha que trabalhava numa importante organização internacional. Essa delegação era dirigida por um funcionário da ONU, por mandatos de alguns anos. No início dos anos 80, esse diretor foi substituído. O homem, antes de vir viver para Portugal, mandou um telex a perguntar “se havia comida em Lisboa e produtos nas prateleiras dos supermercados”. Apesar dos esclarecimentos dados de cá, ele que tinha visto, durante anos, horas de notícias sobre a situação de guerra civil em Portugal nas televisões, aterrou no Aeroporto de Lisboa com as bagagens pejadas de latas de comida. Durante os anos da revolução portuguesa, a comunicação social falava que Portugal estava a ferro e fogo, que escasseavam bens de primeira necessidade, que andavam conselheiros cubanos pelas matas a preparar a guerra civil e que o país vivia numa ditadura militar comunista.

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Avec espoir et célébration | Avaaz

Quelque chose de fantastique vient de se produire. Le “Trump” des Pays-Bas, Geert Wilders, vient d’être battu aux élections, alors qu’il était en tête de la course électorale jusqu’au dernier moment!

Wilders avait promis de faire fermer toutes les mosquées, de faire sortir les Pays-Bas de l’Union européenne et d’interdire le Coran. Après Trump et le Brexit, le monde entier avait les yeux rivés sur les Pays-Bas: l’extrême-droite allait-elle poursuivre sa terrifiante trajectoire?

Mais en fin de compte, le peuple néerlandais a voté pour l’espoir au lieu de la haine. La marée de politiques fascisantes commence enfin à refluer! Notre mouvement était au coeur de cet effort: de quelle manière?

20 000 manifestants, 500 km en bus, une vidéo virale visionnée 5 millions de fois, une annonce publicitaire vue par 300 000 personnes, et tout un mouvement uni contre la haine.

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La fin de l’ivoire | Marigona Uka – Avaaz

Nous sommes sur le point d’éradiquer les éléphants de la surface de la Terre. Leur situation est si grave que certains naissent désormais sans défenses, en un ultime coup de poker au grand jeu de l’évolution pour survivre à la cruauté humaine.

Pour la première fois, la Chine, le plus grand importateur d’ivoire au monde, a annoncé une interdiction de l’ivoire. Aujourd’hui, si nous sommes assez nombreux, nous pouvons amener l’Europe, le premier exportateur mondial, à suivre son exemple!
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Lettre à Trump: que s’est-il passé depuis?

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Chères amies, chers amis,

C’est historique! Partout dans le monde, les citoyens se mobilisent en nombres impressionnants pour répondre à la menace grandissante de Trump et de ses cousins d’Europe — nous avons été plus de 5 millions à signer une lettre ouverte d’Avaaz et à descendre dans les rues pour nous opposer aux politiques de haine:

Une chose est claire: ce mouvement est prêt à relever le défi, et à faire face à Donald Trump et à la vague de dirigeants fascistes d’extrême droite qui déferle sur le monde. D’ores et déjà:

Notre lettre ouverte est devenue virale et a fait la une des médias! Jetez donc un coup d’oeil à cette interview sur CNN (en anglais) et lisez quelques articles ici, ici (en français) et ici (en anglais).

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O Zalberto Catarino faz anos | hoje, 08 de Dezembro | Relembrando uma crónica em jeito de “Parabéns a Você” | Autor: Rudolfo Miguez Garcia

Em 27/10/2012 travou-se em Abrantes uma dura batalha contra uns lautos tachos de favas. Um dos valentes guerreiros foi o nosso amigo Zalberto Catarino, que hoje celebra o seu aniversário. Aqui fica a recordação com os desejos de muitos tachos na futura longa vida.

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Nova crónica não anunciada de um almoço anunciado. “Ataque ao Tacho”

27/10/2012 – Parque de São Lourenço – Abantes, por Rudolph Miguezz

“Estamos no ano da desgraça 02, depois de PPC. Toda a Lusitânia foi há muito tempo ocupada pelo invasor oportunista e bárbaro, cujo único desiderato é possuir um tacho.

Um grupo de irredutíveis Lusitanos, oriundos da Aldeia Gaulesa de La Salle, parte para a luta. Deixam o conforto e segurança das suas paliçadas e reúnem-se na região interior da Lusitânia, em AbraAntes. A palavra de ordem é resistir ao invasor, decidida e bravamente convencidos que o modo mais radical de acabar com os tachos, é comê-los e …obrá-los!

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QUE VIVA CUBA! | António Ribeiro, jornalista in “Facebook”

che_guevara_fidel_castroPara quem não sabe, não se lembra, ou não viveu nos anos 50/60 do século XX. Em nome da realidade histórica. E independentemente de simpatias ou antipatias políticas. Mas é bom saber, ler e reflectir. Belo texto!

Parabéns ao jornalista António Ribeiro.

Não me sinto o mais indicado para tecer loas a Fidel Castro. Não é que ele não as merecesse e garanto-vos que merecia mesmo! Liderar um país que era miserável em 1960 contra os interesses da mais agressiva superpotência mundial, e tudo isso a apenas 150 quilómetros de Key West (Miami), que em matéria de valores e de estilo de vida é uma espécie de América ao quadrado, não há-de ter sido nada fácil. É aliás obra de gigante, isso podem crer. Nacionalizar os sectores monopolistas americanos (hotéis de luxo, batota casineira, tráfico de droga, prostituição à escala industrial, banca, produção e distribuição de electricidade e exclusivo das comunicações) sem pagar nada aos donos daquilo tudo foi uma empreitada e pêras! Logo a seguir convém lembrar as tentativas de assassinato, a nojenta aventura da Baía dos Porcos orquestrada pela CIA, a questão irresolvida de Guantánamo e, sobretudo, o escandaloso boicote comercial que deixou o país à míngua de tudo, incluindo os sobressalentes indispensáveis para manter máquinas e equipamentos em estado operacional. Muita gente não sabe, ou já esqueceu, que o embargo não era só anti-Cuba, era também contra todas as companhias do mundo inteiro que teimassem em manter negócios com Cuba, em exportar para Cuba, em voar ou navegar para lá, entidades às quais era automaticamente vedado ter relações comerciais com companhias americanas. Uma chantagem política miserável, inumana e desproporcionada, que pretendia esmagar um povo inteiro e estimulá-lo à insurreição contra os seus dirigentes. De maneira que os EUA transformaram-se eles mesmos, a propósito de Cuba, numa imensa “baía dos porcos”.

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Fidel, bem-me-quer, mal-me-quer | Ferreira Fernandes in “Diário de Notícias”

fidelFidel, um grande homem. Acabou como ditador e é preciso dizer que começou por acabar com um ditador, Fulgencio Batista. Com qualidade rara, a coragem, cortou com a sua própria situação de privilegiado e arriscou a liberdade e a vida. Aqueles que amocharam em situações semelhantes – e em Portugal ainda há gerações em que a escolha foi posta – deveriam não se esquecer de que houve um Fidel que fez o que eles deveriam ter feito e não fizeram. Que os tíbios reconheçam: “Honra aos que souberam dizer não quando o não era necessário e nós não estivemos à altura de o dizer.” E depois podiam, com mais mérito, criticar o Fidel liberticida. Acresce ainda que para lutar contra a ditadura Fidel não pôde contar com o exemplo da admirável América: ela era madrinha de Batista e madrasta de Cuba. Longe de Deus, não sei, mas tão próximo dos Estados Unidos – naqueles tempos, pelo menos – era mais difícil ser democrata. Poder tomado, Fidel tirou partido do seu jeito para o simbólico: caqui, charuto, barbas… Ora, os ícones – que se mostram muito, por definição – têm de função mais própria escamotear. Esse Fidel das fotografias romantizou o que foi; e ajudou a enganar sobre o que aí vinha. Os factos acabaram por ser: o ditador Fidel assassinou muitos e a todos os seus compatriotas tirou a liberdade. Ao combatente de grande causa, honra. Ao tirano, vergonha. E a todos nós, uma lição de história.

Ferreira Fernandes in Diário de Notícias 28-11-2016

Visegrad Group (V4) – Poland, the Czech Republic, Slovakia, and Hungary | “no refugees, no money”

04_ultimatumAs the European Commission is currently reviewing the EU budget, the Greek and Italian Prime Ministers have warned the Visegrad Group (V4) – Poland, the Czech Republic, Slovakia, and Hungary – that they will veto their access to structural funds.

Athens and Rome demand the V4 group to comply with the European Commission’s mandatory refugee relocation plan put forward a year ago.

The plan envisages the relocation of 160,000 asylum seekers from Greece and Italy across the bloc. The European Commissioner for Migration, Dimitris Avramopoulos, told the Polish Rzeczpospolita on Thursday that the European Commission remains committed to the plan.

From Athens, the Prime Minister Alexis Tsipras said on Thursday that “if a member state does not want to adhere to the agreement, it will be a good idea to cut – or at least limit – it’s funding from Brussels.”

Speaking to Italy’s public broadcaster, RAI1, on Tuesday, Matteo Renzi said he would veto EU funds to countries that refuse to comply with the mandatory relocation plan. “We give 20 billion (euros) to Europe so that we can get back 12 — and if Hungary, the Czech Republic, and Slovakia want to preach at us about immigrants, allow Italy to say that the system is no longer working.”

“If you build walls against immigrants, you can forget about seeing Italian money. If the immigrants don’t go there, the money won’t go there either,” Renzi clarified.

The European Commission requested from Italy “clarifications” on its 2017 budget. Italy responded that it will have a higher budget deficit this year to meet the cost of refugees from arriving in Italy via the Mediterranean from North Africa. Up until October 2016 Italy had received 155,000 refugees.

Adonis [Ali Ahmad Said Esber] | Poeta Sírio | in revista do jornal “Expresso”

adonisTambém escreveu muita poesia das ruínas. Poemas sobre Beirute, sobre a cidade como inferno. Cidades onde a guerra e a violência são uma constante.

Isso está ligado também ao monoteísmo. A visão monoteísta do mundo deformou as relações do homem com o homem, do homem com a natureza, do homem com o além da natureza. Deformou tudo. O monoteísmo colonizou o nosso cérebri e não podemos ver a realidade do universo se não nos libertarmos desse fechamento do mono teísmo. É esse actualmente o nosso grande problema, não apenas no mundo árabe mas também no mundo ocidental.

A certa altura diz que o nosso tempo “não sabe ler senão o livro do assassínio”.

Não posso imaginar que o ser humano, que foi criado à imagem de Deus, seja selvagem, e mais selvagem do que os animais selvagens. Mesmo o animal selvagem só mata os outros animais para se alimentar, mas um ser humano mata outro ser humano por maldade.

Essa desumanidade não o desencorajou?

Não, eu acredito no ser humano, acredito no Homem. Mas as culturas monoteístas tornaram-se prisões contra a alegria, contra o corpo, contra a criatividade, contra tudo. O grande combate intelectual do mundo é saber como ultrapassar o monoteísmo e a sua cultura. É esse o nosso problema comum.

http://expresso.sapo.pt

DiEM25 | Coletivo Coordenador e Painel Consultivo

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Temos notícias emocionantes para partilhar contigo hoje. Estamos a divulgar as equipas que vão coordenar e guiar o nosso movimento para democratizar a EU – o nosso Coletivo Coordenador  e Painel Consultivo – na sequência de uma votação por milhares de membros DiEM25 espalhados pela Europa.

Alguns destes nomes já te devem ser familiares enquanto membro DiEM25. Outros não necessitam de apresentação.

Noam Chomsky, Elif Shafak, Brian Eno e Zoe Gardner  estão entre as pessoas que vão coordenar as atividades do DiEM25 a partir de hoje. Juntam-se a iniciadores como Yanis Varoufakis, Srećko Horvat e Lorenzo Marsili no nosso Coletivo Coordenador composto de 12 pessoas.

O nosso forte Painel Consultivo inclui o fundador do Wikileaks, Julian Assange, vencedores da Palme d’Or por duas vezes, Ken Loach, o Chanceler Sombra do RU John McDonnell e o compositor pioneiro Jean-Michel Jarre. Juntam-se a um grupo de pensadores influentes e fazedores que tomaram um papel ativo no DiEM25, juntamente com ativistas pela democracia como Dániel Fehér e o Presidente da Câmara Municipal de Nápoles Luigi de Magistris.

Para a lista completa, confere as páginas dedicadas ao Coletivo Coordenador e Painel Consultivo, que incluem fotos e biografias.

Por fim, fica atento ao nosso site para informação relacionada com  o evento do próximo sábado em Londres, com os nossos amigos de Outra Europa é Possível  (o link para a transmissão direta ainda será anunciado). Eles juntam-se à luta para recuperar a nossa democracia e manter o nosso movimento forte – um dos elementos essenciais da agenda deste evento.

Carpe DiEM!

Luis Martín
Coordenador de Comunicação.

PS: Remember that DiEM25´s Validating Council is now open for nominations. If you would like to be considered for this important body, apply!

Turismo | Análise Hoteleira 1º semestre 2016 | Grupo Moneris

monerisNo primeiro semestre de 2016, a hotelaria registou 23 milhões de dormidas, mais 11,2% face ao mesmo período do ano anterior; o mercado não residente contribuiu com 72,7% e o mercado nacional teve um peso de 27,3%. Registou-se 8,5 milhões de hóspedes o que se traduz num aumento de 13,2% de não residentes e de 7,6% de residentes. Os proveitos globais registaram 1.163 milhões de euros com crescimento de 16,5%, e encontram-se repartidos da seguinte forma; aposento 820,9 milhões de euros e restantes proveitos 342,6 milhões de euros. O RevPar registou um crescimento de 14,2%, situando-se nos 34,6 euros. A nível nacional a taxa de ocupação por quarto atingiu 58,7%, superior ao ano transacto em 3,1 pontos percentuais.

As dormidas de não residentes atingiram 16,7 milhões, que se traduzem num crescimento de 12,4% e representam em valor absoluto mais 1,8 milhões. O Reino Unido com 4 milhões de dormidas continua a manter a liderança, a crescer (14%) e representa 24,2% do total de dormidas de não residentes. Para além do Reino Unido os principais países externos que contribuíram para as dormidas foram a Alemanha (2,5 milhões), a França (1,7 milhões), a Espanha (1,4 milhões) e a Holanda (1,1 milhões). Existe crescimento em praticamente todos os mercados externos em especial dos EUA (20,9%), da França (18,7%) e da Espanha (15,2%). O mercado do Brasil com 612 mil dormidas decresceu (4,8%) face período homólogo.

LER MAIS:  http://www.moneris.pt/uploads/noticias/Moneris_-_Barometro_spreads_7.9_.2016_1.pdf

ASSOCIAÇÃO DE ANTIGOS ALUNOS DE LA SALLE DE PORTUGAL | CONTRATO DE ASSOCIAÇÃO | COMUNICADO

la salle - 200Na sequência da publicação do Despacho Normativo 1-H/2016 e da intenção do Governo em reduzir significativamente o número de turmas das escolas com Contrato de Associação, a Direção da Associação de Antigos Alunos de La Salle, em defesa do projeto educativo do Colégio La Salle de Barcelos, apela a que:

1) – Sejam respeitados os contratos de associação celebrados por um período de 3 anos letivos, e contesta que os mesmos contratos se refiram apenas às turmas em início de ciclo em 2015/2016.

2) – Seja permitida a continuidade do projeto educativo do Colégio, que acolhe crianças de todos os extratos sociais, incluindo crianças desinseridas do meio familiar ou em situação de risco social chegando, na maioria dos anos letivos, aos 60% de alunos com Apoio Social Escolar.

3) – Não se interrompam os acordos e protocolos estabelecidos, no sentido de proporcionar escolaridade assistida de modo particular a jovens institucionalizados do Lar de Acolhimento – Colégio S. Caetano de Braga – tendo em conta que foi o Centro de Segurança Social de Braga a patrocinar esta solução, e que mereceu a autorização da Direcção Regional de Educação do Norte. Desde o início desse protocolo aumentou, significativamente, o sucesso escolar dessas crianças e jovens com a obtenção de diversas licenciaturas.

4) – Igualmente apela-se a que se prossiga o protocolo estabelecido com a Casa do Menino Deus, de Barcelos, pelo qual as crianças institucionalizadas dessa instituição frequentam a escolaridade obrigatória no Colégio La Salle.

5) – Seja respeitada a liberdade de escolha das famílias, em particular as de menor rendimento.

6) – Que seja levado em conta algumas referências históricas:

– O Colégio La Salle começou a funcionar no ano lectivo de 1981-1982, sempre numa basa de gratuitidade. Nessa altura não havia qualquer outra escola pública ou privada nem em Barcelinhos nem em nenhuma freguesia barcelense da  margem esquerda do rio Cávado. Constituiu um regozijo público a instauração do ensino nesta área geográfica.

– Quando o Ministério da Educação decidiu abrir a Escola Preparatória Rosa Ramalho, a pedido do Ministério, os dois primeiros anos funcionaram nas instalações do Colégio La Salle, a título gratuito.

Sendo o Estado uma pessoa de bem e de bom senso, estamos convencidos que honrará este passado de colaboração.

Finalmente:

1) – A Associação de Antigos Alunos de La Salle congratula-se com a Assembleia Municipal de Barcelos, pelo apoio inequívoco prestado ao Colégio La Salle.

2) – Os Antigos Alunos de La Salle estão convencidos, pela sua própria experiência, que os valores cultivados neste colégio imprimem um carácter único e próprio à formação humana e académica dos seus alunos, contribuindo para uma sociedade justa, coesa e desenvolvida.

Barcelos, 5 de Maio de 2016.

Carlos Borrego, Presidente da Direcção da Associação de Antigos Alunos La Salle de Portugal.

Colégio La Salle de Barcelos | Convocatória | 5 Maio 2016, 21 horas

logo - 200Caros Colegas Lassalistas

 

Porque está em causa o futuro do Colégio La Salle de Barcelos, por motivo de não atribuição ao Colégio de novas turmas, quebrando o Contrato de Associação com o Ministério da Educação, venho solicitar a vossa presença para um reunião a realizar na próxima 5ª feira, dia 5, às 21 horas, no Colégio La Salle.

 

Temas para a reunião:

1 – Colaboração a prestar pela AAALaSALLE na defesa do Colégio e no direito à livre escolha.

2 – Preparação do Grande Encontro La Salle de Portugal – na casa mãe-Colégio de Barcelos, a realizar no próximo dia 28 de Maio,sábado.

Colega. Vem defender o La Salle!

Se não puderes estar presente, manda uma mensagem para o meu mail – carlosoliveiraborrego@hotmail.com -, com sugestões.

Abraço Lassalista

Carlos Borrego

(Presidente da Associação dos Antigos Alunos de La Salle)

Former Goldman Sachs president says our economic situation ‘will end in tears’

A view of the Goldman Sachs stall on the floor of the New York Stock Exchange July 16, 2013. Goldman Sachs Group Inc said on Tuesday quarterly profit doubled, beating Wall Street estimates, boosted by returns from investing the bank's own money. REUTERS/Brendan McDermid (UNITED STATES - Tags: BUSINESS) - RTX11OFA

John Thornton, the former president of Goldman Sachs (GS), who likes to take the long view, says he’s “feeling uneasy” about the global economy right now and thinks we’re living on borrowed time. 

Taking the long view is one of those easier-said-than-done propositions, right? For instance, while you might think that the economy has pretty much recovered from

the Great Recession of 2008, one prominent financier thinks the problems that caused that big meltdown have been papered over and will come back to hurt us again. And then there’s the little issue of China’s economy surpassing ours soon. John Thornton, the former president of Goldman Sachs (GS), who likes to take the long view, says he’s “feeling uneasy” about the global economy right now and thinks we’re living on borrowed time.

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Lisboa, Capital, República, Popular | Inês Salvador

O Lisboa, Capital, República, Popular está em distribuição HOJE nas principais celebrações do 25 de Abril.
Quem o quiser também o poderá encontrar nos principais espaços culturais da cidade, no Povo Lisboa e no MUSICBOX LISBOA!

Para hoje deixamos a contribuição de Inês Salvador

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CONVITE | Sessão de Abertura do FATAL – 17º Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa | 20 abril 2016, às 16 horas, na Reitoria da Universidade de Lisboa‏

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O FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa, organizado pela Universidade de Lisboa, trará à capital, uma vez mais, a criatividade e o talento de cerca de 30 espetáculos e projetos de grupos de teatro universitário, nacionais e estrangeiros, entre 20 de Abril e 7 de Maio em diversos locais da cidade de Lisboa: Teatro São Luíz – Sala Mário Viegas, Auditório do Refeitório I, Teatro da Comuna, Teatro do Bairro  e em vários outros espaços da ULisboa.

Neste âmbito, gostaríamos de convidar V.ª Ex.ª para a Apresentação Pública do Festival, que integra a Sessão de Homenagem ao GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra, que se realiza no dia 20 de Abril de 2016, na Reitoria da Universidade de Lisboa, pelas 16H, com a apresentação dos grupos de teatro universitário e de alguns momentos dos espectáculos que integram a programação.

Programa do festival disponível em www.fatal.ulisboa.pt

Húmus | Festival Literário de Guimarães

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Têm início, esta semana, as atividades do primeiro Festival Literário de Guimarães. Húmus celebra a vida e obra de Raul Brandão, no 150.º aniversário do seu nascimento, e levará ao município de Guimarães uma programação recheada de oficinas, exposições, conversas com escritores e outras atividades para todas as idades em vários espaços do município, que vão culminar num festival, a realizar de 7 a 12 de março de 2017. O Húmus é uma iniciativa da Câmara Municipal de Guimarães com produção executiva a cargo da Booktailors.

Para mais informações sobre a programação do festival, contacte: comunicacao@booktailors.com

Alkantara Festival | 14ª edição | 25 de maio a 11 de junho

alkantaraO Alkantara Festival, ponto de encontro bienal e incontornável das artes performativas contemporâneas, regressa entre os dias 25 de maio e 11 de junho para a sua 14ª edição.

A edição deste ano – marcada por um questionamento das ligações entre o passado, a atualidade e o futuro, entre a tradição e a modernidade – apresentará um total de 25 espetáculos de criadores nacionais e internacionais em vários espaços de Lisboa: Espaço Alkantara, Centro Cultural de Belém, Culturgest, Maria Matos Teatro Municipal, Jardim do Torel, São Luiz Teatro Municipal, Cinema São Jorge e Teatro Nacional D. Maria II.

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Guerra e Paz, 10 anos | Manuel S. Fonseca

A Guerra e Paz nasceu a 10 de Abril de 2006. Faz hoje 10 anos anos de vida. Lembrei-me de escrever uma carta aberta à Imprensa. Os jornais e os livros são irmãos de armas. Vivem juntos a mesma crise, a crise da leitura popular prolongada.
Juntos podem criar futuro.

Carta Aberta à Imprensa
de um irmão mais velho

agustinaSena - 200Querida Irmã Imprensa,

Obrigado. Com que outra palavra poderia começar esta carta de amor e respeito? Repito, obrigado.

Eu, Guerra e Paz, já ando de braço dado contigo há dez anos. A 10 de Abril de 2006, na sessão do meu nascimento, na Fundação Gulbenkian, estávamos juntos, jornais, rádios, televisões e livros. Estreámo-nos com um novo livro de Agustina, Fama e Segredo na História de Portugal, que ainda não sabíamos que seria o último da nossa grande autora. E, ao lado de Agustina, estava outro livro, a lição ética, cívica e de sabedoria que é a Correspondência entre Jorge de Sena e Sophia de Mello Breyner.

Continuar a ler aqui:  ESCREVER É TRISTE

SALGUEIRO MAIA E A PUREZA INICIAL | in Notícias do Bloqueio

Captura de ecrã 2016-04-09, às 01.20.45

Uma das exigências que se colocam a um Presidente da República é saber interpretar o sentir colectivo do povo e, fazendo-o, honrar o compromisso com as razões profundas da pátria, naquilo que são os seus grandes momentos da História. Tiro o chapéu ao Presidente Marcelo Rebelo de Sousa que já decidiu ir comemorar o 25 de Abril a Santarém. Quem o diz é O Ribatejo, actualmente o meu jornal, e não deixo de pensar de quanto o que poderia ser apenas uma mera decisão de rotina presidencial, se transforma num acontecimento relevante para a sociedade portuguesa, que marca bem a prática diferenciadora entre a magistratura de Marcelo e a do seu antecessor, o cinzento e medíocre Cavaco.
Santarém, neste caso, não é uma uma coincidência geográfica ou um simples capricho para assinalar “o dia inicial inteiro e limpo” (Sophia), é muito mais: é a afirmação de um tributo de gratidão a Salgueiro Maio, ele, que assumindo-se como anti-herói, foi afinal o rosto central de uma revolução que devolveu a liberdade a Portugal.

continuar a ler aqui: FERNANDO PAULOURO NEVES

A Lição, de Kristina Grozeva e Petar Valchanov

“Parábola de moral social, com ligeiríssimos toques de humor negro e uma realização na órbita do cinema tributário dos irmãos Dardenne.”, El País. A primeira longa-metragem dos realizadores búlgaros KRISTINA GROZEVA e PETAR VALCHANOV, A LIÇÃO, centra-se na história de uma professora confrontada com um dilema moral. Numa pequena cidade búlgara, Nade procura o aluno da turma responsável por um roubo, de modo a ensinar-lhe uma lição sobre o certo e o errado. No entanto, esses dois conceitos ficam em causa para a própria professora quando se confronta com o risco de perder a sua própria casa.

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Fundação José Saramago – o futuro do jornalismo

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A partir de 15 de Abril, o auditório da Fundação José Saramago recebe um ciclo de debates que tem como objetivo discutir o futuro do jornalismo. Trata-se de uma parceria entre a iNova Media Lab, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, o Instituto Cervantes em Lisboa e a Fundação José Saramago que pretende promover um diálogo aberto e construtivo em torno de soluções para os desafios futuros da prática jornalística e dos meios de comunicação.

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