Desenhos da Prisão | Álvaro Cunhal

Desenhos da Prisão foram publicados pela primeira vez pelas Edições «Avante!» em 1975 no quadro das iniciativas de recolha de fundos para o Partido Comunista Português. Foram executados de 1951 a 1959 nas cadeias da Penitenciária de Lisboa, onde Álvaro Cunhal passou sete anos de rigoroso isolamento e do Forte de Peniche, de onde se evadiu em 3 de Janeiro de 1960.Há muito esgotada – foi entretanto publicada em 1989 uma II série de desenhos -, de novo se coloca à disposição do público a colecção editada em 1975.

Apoie esta Petição | Constituição da COMISSÃO PARLAMENTAR PARA AS POLÍTICAS DO MAR (Legislatura 2022/26)

Presidente da Assembleia da República e Líderes dos Grupos Parlamentares

A Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República,
Aos Líderes dos Grupos Parlamentares,
À Conferência de Líderes da Assembleia da República,

Tem vindo a despertar em Portugal, desde a viragem do século, uma renovada consciência nacional sobre a importância da geografia e do mar. O mar, enquanto recurso natural, impõe-se-nos como tema incontornável. Para Portugal, na verdade, o mar não é apenas o passado. O mar é, mais do que tudo, o futuro.

É sabido, até por constatação empírica, que o mar é ancestralmente um dos principais recursos naturais de Portugal. É impressiva e extraordinariamente relevante a centralidade oceânica do país e do nosso território marítimo, colocando-nos no centro da logística da navegação do hemisfério ocidental.

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Cavalos Selvagens | uma obra imaginativa | Silas Corrêa Leite | por Adelto Gonçalves

Depois de publicar, em 2018, Ele está no meio de nós (Curitiba, Kotter Editorial) e, em 2019, O Marceneiro: a última tentativa de Cristo (Maringá-PR, Editora Viseu), Silas Corrêa Leite (1952) acaba de lançar o romance Cavalos Selvagens, publicação que marca o início de uma parceria entre as editoras Letra Selvagem, de Taubaté-SP, e Kotter Editorial, de Curitiba-PR. Este romance, escrito há 15 anos, porém, não faz parte da projetada trilogia aberta pelas duas obras anteriores. Segundo o autor, o último livro da trilogia está praticamente concluído e deverá vir a público em 2023. 

A nova obra do romancista e poeta, a exemplo das anteriores, pode ser definida como mística, ecumênica e religiosa, mas vai além, partindo do título inspirado numa canção dos roqueiros ingleses Keith Richards e Mick Jagger, em que a expressão “cavalos selvagens” pode ser apenas uma metáfora de tudo o que o ser humano é, como se lê em Hamlet, tragédia do poeta, dramaturgo e ator inglês William Shakespeare (1564-1616), escrita entre 1599 e 1601 e que explora temas como traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.   

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Fernão de Magalhães | um herói de Portugal para o mundo | A Era dos Descobrimentos | in Ncultura

A Era dos Descobrimentos tornou Portugal num país poderoso. Outro país, Espanha, também se revelou influente. Um nome tornou-se numa referência, Fernão de Magalhães.

Ao longo da nossa história, com quase 900 anos, foram vários os momentos marcantes. No entanto, poucos momentos terão sido tão notáveis como a Era dos Descobrimentos.

Fernão de Magalhães (1480-1521)

Fernão de Magalhães foi um fidalgo da pequena nobreza, existindo diferentes versões que identificam locais de nascimento distintos. Uns defendem Trás-os-Montes, enquanto outros historiadores defendem que ele terá nascido no Porto.

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A decadência do SNS é uma estratégia económica | Francisco Louçã | in Jornal Expresso

O acidente do Hospital de S. João é um acidente. Terrível, um morto e vários feridos, mas nada sugere que houvesse como evitar algum comportamento problemático que tenha provocado o incêndio. Saber-se-à se o serviço tinha um atendimento adequado para acompanhar os doentes internados, em particular os que possam não seguir regras de proteção, e como é que o serviço reagiu à emergência, no que parece ter sido rápido. Em qualquer circunstância, o conselho de administração do hospital, merecidamente elogiado pelo bom desempenho durante a pandemia e pela inauguração da ala pediátrica, decidiu demitir-se, numa atitude digna, é sua a responsabilidade última pelo hospital. Fê-lo no tempo próprio, contrastando com o exemplo recente de um ministro, coisas do governo.

 O que não é acidente é o tormento que vivem os serviços de saúde. É o resultado de uma incapacidade reforçada por uma estratégia. O governo desistiu de um SNS que garante a universalidade e a qualidade do acesso à saúde e dá por certo que o setor privado determinará a nossa vida.

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Il paraît que c’était la journée, ou c’est la nuit de l’orgasme, je ne sais pas vraiment | Hanane Trinel

Il paraît que c’était la journée, ou c’est la nuit de l’orgasme, je ne sais pas vraiment 🙃

J’ai fouillé chez mon héroïne la plus flamboyante , la plus sensuelle Amira, et voilà ce qu’elle écrit à son amoureux

MON AMOUR…

Je ne m’endormirai pas, ce soir, lovée au creux de toi ?

Ce lieu paradisiaque me fait furieusement fantasmer, tu le sais, depuis l’aube de Nous.

Tel ce symbole désuet de l’éternel féminin, victime consentante, me voici devenue, de mon plein gré, ta Juliette Drouet, indéfectiblement fidèle à son séducteur de Victor.

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VOLT PORTUGAL | DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS

Um partido eurofederalista, progressista, ecologista e pragmático com um projeto de futuro para Portugal

Porque acreditamos numa sociedade mais aberta, inclusiva, justa, solidária, assente na dignidade da pessoa humana e na defesa da paz.

Porque defendemos a Constituição Portuguesa, o Estado de Direito, o respeito pelos direitos e liberdades fundamentais e a igualdade de oportunidades.

Porque almejamos um desenvolvimento social e económico democrático plural e responsável.

Porque lutamos pela defesa do meio ambiente, pela preservação da natureza e por um futuro mais sustentável.

Porque ambicionamos um país que faça parte na construção de uma Europa mais unida, mais democrática, mais inclusiva e mais solidária.

Afirmamos como nossos princípios:

– Basear a nossa ação com base nos valores da liberdade, da igualdade de oportunidades, da solidariedade e da justiça.

– Advogar uma sociedade aberta à diversidade, à iniciativa, à inovação e ao progresso.

– Defender uma maior participação dos cidadãos e da sua capacidade de tomar decisões políticas informadas, de serem capazes de influenciar a política além das eleições e de exercerem os seus direitos democráticos em democracias vibrantes, resistentes e plurais.

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FELIZ NATAL | 24.12.2021

Eu queria mais altas as estrelas,
Mais largo o espaço, o Sol mais criador,
Mais refulgente a Lua, o mar maior,
Mais cavadas as ondas e mais belas;

Mais amplas, mais rasgadas as janelas
Das almas, mais rosais a abrir em flor,
Mais montanhas, mais asas de condor,
Mais sangue sobre a cruz das caravelas!

E abrir os braços e viver a vida:
– Quanto mais funda e lúgubre a descida,
Mais alta é a ladeira que não cansa!

E, acabada a tarefa… em paz, contente,
Um dia adormecer, serenamente,
Como dorme no berço uma criança!

FLORBELA ESPANCA

Se lhe oferecem uma magia antissistema, desconfie | Francisco Louçã | in Jornal Expresso

A frase trumpista de Rui Rio pode resultar simplesmente de uma sobre-representação num mundo em que não há coincidências mas sobram poses, ou pode até constituir uma revelação da sua metade obscura, o indizível de uma apetência radical, ambas as interpretações correram ontem pela tinta das gazetas e das redes sociais. Tudo ligeiramente ridículo: a “América grande” era o discurso imperial na maior potência militar e financeira do mundo, ao passo que a promessa de “Portugal grande” é assim um arremedo de coisa pouca, sem projeto económico que não seja a obediência a Bruxelas e, quando muito, a Frankfurt. Em qualquer caso, foi o suficiente para Ventura se entusiasmar: “Rui Rio aproximou-se mais do discurso antissistema – aliás ele próprio usou a expressão antissistema – do que fez durante todo o seu mandato”, disse o chefe da extrema direita, para depois concluir que “já temos um caminho para andar. Agora, vamos ver se andamos ou se não andamos”. Andando por aí fora, “Rui Rio pode ter dado o primeiro passo para conseguirmos um governo de direita em Portugal”, concluiu ele, com um brilhozinho nos olhos.

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“Safoda a porta, vou pela window” | Anabela Mota Ribeiro

Umas semanas mais tarde, continuo boquiaberta com este verso da Nenny: “Safoda a porta, vou pela window”. Diz tanta coisa.

Umas semanas antes, um pedaço antes, eu não conhecia a Nenny. Estava à procura de uma pessoa nascida já nos anos 2000 para os 25 Filhos da Madrugada, alguém que pudesse trazer as coisas que vieram nestes anos e que são específicas desta geração.

Nenny nasceu já depois da queda das Torres Gémeas, aquele tempo em que o mundo mudou de lugar. Nasceu num bairro apelidado de problemático, o Vialonga, nos arredores de Lisboa, e emigrou com a mãe em 2014, primeiro para França, depois para o Luxemburgo. Continua a viver entre o Vialonga e o Luxemburgo, apesar dos milhões de visualizações no YouTube. Na sua fala incorpora o crioulo, o calão, o inglês, o português, encarna uma nova Lisboa, grande Lisboa, mixada, que celebra a negritude. As suas letras têm um lado áspero e bruto da paisagem urbana. Traduzem desigualdade social, exprimem ansiedade. É de origem cabo-verdiana, tem 18 anos, é a mais jovem destes 25. Algures, esta rapper que não é só rapper, porque dizer rapper não chega, esta artista compreendeu que tinha de se safar. Safoda a porta, vou pela window.

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Reforma Protestante 500 Anos | A Verdadeira História de Martinho Lutero

Um Documentário sobre os Passos de Martinho Lutero para estabelecer a Reforma Protestante. Neste filme Gláucia Rosane te conduz, na Alemanha, pelas Principais Cidades que marcaram a História da Reforma. A Vida completa de Lutero: Seu Nascimento, Sua Universidade, A Igreja, Os 5 Solas, As 95 Teses, A Tradução da Bíblia, Sua Biblioteca, Katharina Von Bora, Sua Casa, Sua Morte e muito mais. Aqui estão as verdades estabelecidas a partir da Reforma e um pequeno resumo sobre a vida dos Pré-Reformistas até Lutero: Wycliffe, John Huss, Lutero, Comenius e Zinzendorf.

CARLOS FINO | “PORTUGAL-BRASIL: RAÍZES DO ESTRANHAMENTO” | APRESENTAÇÃO DO LIVRO in Jornal Público

Apresentação

“ouro preto. chego pela primeira vez aonde

sempre estive.”                                              

José Luís Peixoto

Apesar da língua partilhada, dos laços de sangue e de um fundo histórico-cultural comum de mais de três séculos, as relações entre Portugal e o Brasil têm sido reconhecidamente permeadas por um sentimento de estranheza ou desconforto mútuo, mesmo quando no plano estatal – sobretudo em períodos de coincidência ideológica e política dos regimes que os governam – se registam avanços em termos de acordos e tratados celebrados em diversas áreas.

Esse estranho estranhamento opera como fator inibitório do aprofundamento das relações, que estão aquém da intensidade registada noutros casos de relacionamento entre a ex-potência colonial e as ex-colónias, designadamente a Inglaterra com os Estados Unidos e a Espanha com os países latino-americanos.

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Os 13 Reis Suevos que governaram Portugal antes de D. Afonso Henriques | in VortexMag

A história que aprendemos na escola é que o nosso país começou por ser um condado pertencente a Castela, o Condado Portucalense, governado por D. Henrique, pai de D. Afonso Henriques, que viria a ser o primeiro Rei de Portugal. Mas se recuarmos uns séculos, há muito ainda por contar. Portugal começou por ser a Lusitânia, que depois foi anexada pelos Romanos. Após alguns séculos de domínio Romano, a zona que hoje corresponde a Portugal foi invadida por tribos germânicas, os Suevos e os Visigodos.

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Última Aula do Professor Fernando Branco FUNDEC – DECivil

A Última Aula do Professor Fernando Branco, Distinguished Professor do Instituto Superior Técnico (IST),  irá realizar-se no próximo dia 16 de Dezembro, às 18h00, no Grande Auditório do Centro de Congressos do Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Georrecursos do IST.

Nesta cerimónia assistir-se-á ainda ao lançamento do livro “A Última Aula – 50 Anos a Resolver Problemas de Engenharia”, editado pela IST Press.

Em cumprimento das novas regras do estado de calamidade, a organização informa:

• À entrada do Grande Auditório será requerida a apresentação do Certificado de Vacinação Digital Covid da União Europeia (ou teste negativo: teste rápido de antigénio até 48 horas antes, ou teste PCR até 72 horas antes) e indicação de contactos pessoais para posterior controlo/aviso de eventual infecção (formulário em https://lnkd.in/dAwMrAjk).

• O uso de máscara durante a sessão é igualmente obrigatório.
Quem estiver interessado na compra do livro poderá fazê-lo no local, mediante pagamento por cartão.
Para mais informações sobre o livro, visite: https://lnkd.in/dk3K6yXu
Esperamos por si.

A comunicadora de Ciência Joana Lobo Antunes, em entrevista à VISÃO | Vânia Maia, jornalista in Revista Visão

“A EVIDÊNCIA A FAVOR DAS VACINAS É TÃO AVASSALADORA QUE A COMUNIDADE CIENTÍFICA ACHOU QUE OS ANTIVACINAS ACABARIAM POR SE CALAR. O QUE NÃO SE PREVIU É QUE A VERDADE NÃO INTERESSA NADA”

Quase no final da conversa, Joana Lobo Antunes haveria de confessar que o seu primeiro instinto foi recusar dar esta entrevista. No entanto, tinha acabado de dizer a várias cientistas do sexo feminino que, mesmo se estivessem assoberbadas, deviam aceitar falar com jornalistas. Afinal, ainda são precisas mais investigadoras na esfera pública, até para motivar as jovens aspirantes. Além de dar aulas de Comunicação de Ciência na Universidade Nova de Lisboa, Joana Lobo Antunes é também coordenadora da área de Comunicação, Imagem e Marketing do Instituto Superior Técnico. O programa radiofónico 90 Segundos de Ciência (Antena 1), do qual é cocriadora, conquistou o Prémio Gulbenkian de Conhecimento de 2019. Filha do escritor António Lobo Antunes, revela que a influência do avô paterno, João Alfredo Lobo Antunes, foi determinante na sua paixão pela Ciência, que a levou a doutorar-se em Química. Aos 47 anos, a ainda fundadora da Rede de Comunicação de Ciência e Tecnologia de Portugal explica como se pode combater a desinformação, admite as dificuldades de dialogar com quem nega evidências científicas e aponta os principais erros de comunicação cometidos durante a pandemia. Sempre sem o jargão científico, do qual ajuda os cientistas a libertar-se.

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Estoicismo | A Filosofia da Resiliência e Serenidade Inabaláveis | Diouglas Hoppe

O estoicismo foi uma escola de Filosofia que, apesar de ter surgido há mais de 2.000 anos, apresenta ensinamentos valiosos e incrivelmente atuais para quem busca uma vida com mais Resiliência e Serenidade. Os Estoicos ficaram conhecidos como aqueles capazes de suportar as maiores adversidades da vida com total Serenidade.

La mécanique quantique en 7 idées | David Louapre

Vous avez toujours rêvé de comprendre les mystères de la mécanique quantique ? Cette vidéo est faite pour vous ! Au menu, principe de superposition, mesure quantique, réduction du paquet d’onde, dualité onde-corpuscule, quantification et principe d’incertitude de Heisenberg ! Écrit et réalisé par David Louapre © Science étonnante

DIMITRIS PAPAIOANNOU | TRANSVERSE ORIENTATION

Part of Dance Umbrella Festival 2021 | 21-23 October, Sadler’s Wells, London Dimitris Papaioannou returns to Dance Umbrella for the third time following his sold-out debut in 2016 and 2018’s sold-out and Olivier-nominated production The Great Tamer. Summoning an entirely distinctive universe once more for his latest work, Transverse Orientation is co-commissioned by Dance Umbrella and Sadler’s Wells. A true master of visual spectacle, the Greek artist explores existential themes, mining mythology and art history to conjure vivid and often humorous imagery. Taking inspiration from the natural behaviour of moths to seek light, Transverse Orientation follows the human compulsion to find meaning on the journey of life.

AS TENTAÇÕES DE CRISTO Anselmo Borges

Poder e autoridade

11 Dezembro 2021 — DN

Anselmo Borges

No Evangelho, as três tentações de Jesus estão todas relacionadas com o poder. Antes de iniciar a sua vida pública, Jesus teve de decidir se queria ser um Messias político, do poder, ou um Messias do amor, do serviço. Foi por esta segunda via que seguiu: “Eu não vim para ser servido, mas para servir”, e servir até dar a vida, dar a vida para testemunhar a verdade e o amor. A verdadeira tentação, segundo o Evangelho, é a do poder, no sentido da dominação.

Evidentemente, em qualquer sociedade o poder é inevitável, tem de haver instâncias de poder. Toda a questão consiste em saber como é que ele é exercido e com que finalidade. Quantos se lembram de que Ministro, etimologicamente, significa pura e simplesmente servente, aquele que serve? Primeiro-Ministro é o que está à frente no serviço. Por isso, Jesus disse aos discípulos, também ao Papa, bispos, cardeais, padres: “Sabeis que os chefes das nações governam-nas como seus senhores. Não seja assim entre vós; pelo contrário, quem quiser fazer-se grande entre vós seja vosso servo”.

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Diana Vishneva | Bailarina

Diana Viktorovna Vishneva é uma bailarina russa que atua como dançarina principal no Mariinsky Ballet. Wikipedia (inglês)

Nascimento: 13 de julho de 1976 (idade 45 anos), São Petersburgo, Rússia | Altura: 1,68 m

CônjugeKonstantin Selinevich (desde 2013) | FilhosRudolf-Viktor

PaisGuzal Fagimovna VishnevaViktor Gennadyevich Vishnev

FormaçãoTeatro MariinskiVaganova Academy of Russian Ballet

Sergei Rachmaninoff | ‘Left behind’, Natalia Osipova & Jason Kittelberger | Choreography of Jason Kittelberger … and CARMEN of Georges Bizet by Natalia Osipova, in Edinburgh International Conference Centre

In December UK audiences will be treated to the unique opportunity of seeing the thrilling Russian ballerina, Natalia Osipova, Principal of the Royal Ballet, in a brand new, contemporary dance production of ‘CARMEN’ (Georges Bizet). The show will perform at the Edinburgh International Conference Centre on the 17th and the 18th December | photo by Rick Guest

EDSON ARANTES DO NASCIMENTO | PELÉ “Não posso ser um novo Pelé. Ele é o único que ultrapassa os limites da lógica” | by Johan Cruyff

Tal como Messi, CR7 e Neymar nos dias de hoje, Johan Cruyff, que faleceu em 24/3/2016, aos 68 anos, também foi um dos muitos gênios do futebol que ao longo da história foi comparado a Pelé, e tal como nos dias de hoje, naquela época muitos diziam que Cruyff era “melhor que Pelé”, “o melhor de todos os tempos”, “o melhor da história” e etc, etc, etc,…

Realmente Cruyff foi um dos melhores da história do futebol, melhor jogador europeu do século XX, mas tal como Maradona, Eusébio, Di Stéfano, Romário e tantos outros, foram comparados ao Rei mas nunca conseguiram pelo menos chegar perto do patamar de Pelé.

A única vez em que se enfrentaram, foi no dia 1 de setembro de 1974 em Cadiz na Espanha, em jogo válido pelo troféu Ramon de Carranza, um mês antes do jogo de despedida de Pelé do futebol brasileiro. O Barcelona venceu o Santos FC por 4 x 1.

Cruyff, tal como outros gênios do futebo como Zico, Puskas ou Di Stéfano, nunca teve a sorte de vencer uma Copa do Mundo, mas escreveu seu nome na história do futebol com letras de ouro.

What is Spinoza’s God?

Spinoza is one of the most controversial and debated philosophers in the last few centuries. This video attempts to give a very general overview of his perspective on God as well as some ways that it can be interpreted.

The video is a collaboration with the lovely channel “Seekers of Unity”, which you can find here: https://www.youtube.com/channel/UCL9A…

Maria Callas | Cesare Valletti | La Traviata (1958 London live, remastered)

La traviata by Giuseppe Verdi performed in Italian Conductor Nicola Rescigno – 1958(LI) Orchestra – Covent Garden Chorus – Covent Garden Violetta Valery – Maria Callas Flora Bervoix – Marie Collier Annina – Leah Roberts Alfredo Germont – Cesare Valletti Giorgio Germont – Mario Zanasi Gastone – Dermot Troy Dottore Grenvil – David Kelly Barone Douphol – Forbes Robinson Marchese d’Obigny – Ronald Lewis

O enigma do tempo e a eternidade no instante | Anselmo Borges | in Diário de Notícias

1- Uma característica essencial do ser humano é que conjugamos os verbos no passado, no presente e no futuro.

Há quem julgue que a salvação está no passado. Há sempre os saudosistas do passado: antigamente é que era bom. É a saudade do Paraíso perdido. Também há aqueles que não querem preocupar-se nem com o passado nem com o futuro. O que há é o presente, o aqui e agora, o agora a que se segue outro agora: a salvação consiste no amor e fruição do presente. Depois, há os sonhadores e os ascetas. Fogem do agora, para refugiar-se no amanhã. Nunca estão no presente, pois a sua morada é só o futuro…

Ora, pensando bem, se, por um lado, não podemos instalar-nos no passado, por outro, ninguém pode abandonar o passado, como se fosse sempre e só o ultrapassado. De facto, quando damos por nós, já lá estamos, o que significa que vimos de um passado que nem sequer dominamos. E temos de aprender com o passado, para, a partir dele, nos decidirmos no presente.

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Natalia Osipova “In Her Hands” « Dans ses Mains » (2019)

Dans ce mini ballet, le rôle de Camilla est joué par Natalia Osipova. Plus précisément, la ballerine a ici deux rôles: Camilla dans la vie et Camilla dans son monde spirituel. Dans la vraie vie, elle sculpte un portrait de son ami (également sculpteur et élève de Rodin) Jesse Limbscombe (ce rôle ultra-court est joué par Léa Jackson) et après son départ, elle parle de son passé (la voix de Camille a été donnée à Agnes Letestu , et la voix de Rodin a été exprimée par un autre acteur). La conversation est vaste, nerveuse, tragique. Et un épisode aussi dramatique dans l’atelier de Camilla est entrecoupé d’une danse de deux sculptures – Camilla elle-même (Rodin l’a sculptée, et ici Osipova représente étonnamment) et la sculpture qu’elle a créée (ou surgit dans son imagination) interprétée par Matthew Ball. sur la musique de Gabriel Fauré: Élégie en ut mineur op 24.

Música | Élégie in C minor, Op. 24 – Molto adagio | Artista | Daria Hovora & Aleth Lamasse

Álbum | Gabriel Fauré, Élégie In C Minor, Op. 24 | Licenciado ao YouTube por

The Orchard Music (em nome de Classical.com Music)

Marilyn Monroe and Jane Russell

While it is true that Hawks’s camera often objectifies Monroe and Russell’s bodies, there is power in their characters’ frank sexuality. These women are very much in control of their bodies and obviously take care in how they present themselves. (The scene where they stride through the ship’s dining room, happily aware that all eyes are on them, comes to mind.) Dorothy and Lorelei are also unafraid to hide their lust, sexual or materialistic. It isn’t a secret that Dorothy loves men, just like it isn’t difficult to tell that Lorelei likes the finer things in life. One of the film’s best moments is when she outright admits to Gus’s father that she wants Gus for his fortune. It isn’t malicious — it’s survival.

At a casual glance, these two showgirls couldn’t be more different. Dorothy, a brunette, is the sardonic, practical one who enjoys chasing good-looking men. Lorelei, meanwhile, is a naive, supposedly dumb blonde who enjoys chasing good-looking diamonds. However, as the film goes on, we see that both women possess an intelligence that goes largely overlooked by the other characters. Fiercely loyal to one another, it becomes clear that Lorelei and Dorothy are the only ones who truly appreciate and understand each other. Dorothy knows that her best friend isn’t stupid, just like Lorelei knows Dorothy isn’t the hard-bitten cynic she pretends to be.

O erótico na literatura portuguesa | Manuel Frias Martins | in Companhia dos Livros

O professor universitário, ensaísta e crítico Manuel Frias Martins analisa a literatura erótica portuguesa num artigo em que passa também em revista o impacto dos fatores sociais, políticos e religiosos na nossa perceção sobre os valores morais dominantes em cada época.

As práticas censórias da ditadura salazarista, amparadas pela norma clerical que moldou a cultura moral portuguesa, e que continua subterraneamente presente em vários recantos do inconsciente da nação, sufocaram a imaginação erótica e muitas das suas expressões literárias possíveis. Cidadãos “virtuosos”, porque inimigos de representações artísticas do corpo, do desejo e do sexo, ocuparam lugares-chave da cultura oficial ou a ela ligados, e a partir dos quais expulsaram a experiência de Eros, denegando em consequência os múltiplos aspetos e possibilidades artísticas do sexo. Esta é a explicação mais simples, mas também a mais adequada, para a escassez de cultores literários do erotismo em Portugal.

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