Com Um Sonho na Bagagem, de Maria José de Lancastre

Com um Sonho na BagagemCom um Sonho na Bagagem é em primeiro lugar o relato de uma viagem que Luigi Pirandello fez a Portugal em Setembro de 1931. O pretexto foi o convite para participar, na qualidade de hóspede de honra, no V Congresso da Crítica Dramática e Musical que António Ferro organizou em Lisboa com a extravagante e engenhosa ideia de o tornar «itinerante», de modo a destacar Portugal na ribalta da imprensa internacional.

O livro de Maria José de Lancastre, fruto de cuidadosas pesquisas em arquivos públicos e privados e rico em documentos inéditos, relata um importante acontecimento cultural hoje esquecido onde, paradoxalmente, se debateu a liberdade de opinião e a independência da crítica num país que estava à beira da ditadura. A viagem de Pirandello, aparentemente ocasional, torna-se assim um acontecimento relevante e, para além de um encontro entre duas culturas, é também motivo de uma análise comparada entre duas poéticas e duas visões da vida geograficamente e linguisticamente distantes, mas substancialmente e intrinsecamente contíguas.

Praça da Canção, de Manuel Alegre

Praça da CançãoPublicado pela primeira vez em Janeiro de 1965, Praça da Canção, o primeiro livro de Manuel Alegre, escrito no exílio, marcou várias gerações de leitores e, para além disso, contribuiu de forma decisiva para o derrube da ditadura, sendo considerado, portanto, um símbolo da luta pela liberdade.

50 anos depois, a Dom Quixote assinala esta efeméride com a publicação de um livro emblemático, prefaciado por José Carlos de Vasconcelos, que o descreve assim: “Praça da Canção, de Manuel Alegre, há muito ultrapassou as fronteiras da literatura para assumir uma dimensão simbólica ou mesmo mítica (…) Os versos de Praça da Canção andaram, desde sempre, de boca em boca, de mão em mão, de coração em coração, em simultâneo singular expressão individual de um poeta e vigorosa voz coletiva de um povo.”

Grécia – “A revolta da classe média” – por Carlos de Matos Gomes in “A Viagem dos Argonautas”

Carlos de Matos GomesA crise financeira que começou em 2008 nos Estados Unidos com o subprime e que o sistema financeiro americano fez alastrar como um cancro para as dívidas soberanas da Europa, atacou principalmente aquilo que se designa por classe média e, em particular, as mais vulneráveis, as do sul da Europa, dos países que menos parcelas de produtos transaccionáveis de alto valor acrescentado colocavam (e colocam) no mercado global, os menos industrializados. Era pois natural que fosse esta “classe média” desprotegida e frágil a pagar as favas.

Classe média é um conceito pouco rigoroso, mas contém a ambiguidade que acabou por ser o fermento da revolta que teve a sua expressão nas eleições da Grécia e na vitória do Syriza. Classe média inclui os que têm rendimentos que lhe permitem aceder a um “certo” estatuto, ou que ganharam hábitos de consumo que os fazem julgar que pertencem a essa classe, ou que se sentem com direito a viver como se pertencessem. É um conceito diferente de ser rico, ou pobre, porque para a classe média não existe grande distinção entre o ter e o parecer. A crise destruiu essa ilusão. Quem deixou de ter, deixou de poder parecer que tinha. Passou da classe média à pobreza indisfarçável.

Continuar a ler

O Último Europeu, de Miguel Real

O Último EuropeuEm 2284, a Europa é maioritariamente composta por Baldios governados por clãs guerreiros que escravizam as populações esfomeadas; subsiste, porém, um território isolado por um cordão de segurança com uma sociedade que, por via da ciência e da tecnologia, atingiu um nível altíssimo de felicidade individual, pois todos os desejos podem ser consumados, ainda que mentalmente.

Nesta Nova Europa, as relações sexuais são livres e não se destinam à procriação: as crianças, desconhecendo os pais, nascem nos Criatórios em placentas sintéticas e seguem para Colégios onde, sem a ajuda de livros, andróides especializados incrementam as suas competências como futuros Cidadãos Dourados. As famílias reúnem-se por afinidades, ninguém trabalha e nem sequer existem nomes, para que ninguém se distinga, já que todas as conquistas se fazem em nome da comunidade.

Vinte e cinco anos depois da queda do Muro de Berlim, Miguel Real constrói uma utopia sublime no contexto de um novo paradigma civilizacional, revelando o seu talento de escritor e filósofo e, ao mesmo tempo, chamando a atenção para o esgotamento da Europa actual.

Trova do vento que passa | Manuel Alegre

Pergunto ao vento que passa
notícias do meu país
e o vento cala a desgraça
o vento nada me diz.

Pergunto aos rios que levam
tanto sonho à flor das águas
e os rios não me sossegam
levam sonhos deixam mágoas.

Levam sonhos deixam mágoas
ai rios do meu país
minha pátria à flor das águas
para onde vais? Ninguém diz.

Se o verde trevo desfolhas
pede notícias e diz
ao trevo de quatro folhas
que morro por meu país.

Pergunto à gente que passa
por que vai de olhos no chão.
Silêncio – é tudo o que tem
quem vive na servidão.

Vi florir os verdes ramos
direitos e ao céu voltados.
E a quem gosta de ter amos
vi sempre os ombros curvados.

E o vento não me diz nada
ninguém diz nada de novo.
Vi minha pátria pregada
nos braços em cruz do povo.

Vi meu poema na margem
dos rios que vão pró mar
como quem ama a viagem
mas tem sempre de ficar.

Vi navios a partir
(Portugal à flor das águas)
vi minha trova florir
(verdes folhas verdes mágoas).

Há quem te queira ignorada
e fale pátria em teu nome.
Eu vi-te crucificada
nos braços negros da fome.

E o vento não me diz nada
só o silêncio persiste.
Vi minha pátria parada
à beira de um rio triste.

Ninguém diz nada de novo
se notícias vou pedindo
nas mãos vazias do povo
vi minha pátria florindo.

E a noite cresce por dentro
dos homens do meu país.
Peço notícias ao vento
e o vento nada me diz.

Mas há sempre uma candeia
dentro da própria desgraça
há sempre alguém que semeia
canções no vento que passa.

Mesmo na noite mais triste
em tempo de servidão
há sempre alguém que resiste
há sempre alguém que diz não.

Versão integral do poema escrito em 1963 e incluído no livro Praça da Canção (1965). A versão musicada por António Portugal e cantada por Adriano Correia de Oliveira é um excerto, com a primeira e as duas últimas quadras.

Desamparo, de Inês Pedrosa

desamparo_IPA saga de uma mulher que foi levada do colo da mãe para o Brasil aos três anos de idade e regressa para a conhecer mais de cinquenta anos depois é o ponto de partida deste extraordinário romance de Inês Pedrosa.
Numa escrita inteligente, límpida e plena de humor, a autora cria um universo singular, uma aldeia em que se cruzam personagens e histórias de vários continentes. Emigrações e imigrações de ontem e de hoje, seres solitários e escorraçados que procuram novas formas de vida, enquanto tentam sobreviver à maior depressão económica das últimas décadas.
O amor, a traição, o poder, a inveja, o ciúme, a amizade, o crime, o medo, a vingança e sobretudo a morte atravessam este livro que faz a radiografia do Portugal contemporâneo, num enredo cheio de força e originalidade.

Um Crime na Exposição, de Francisco José Viegas

Crime_expo_FJVPorto Editora publica nova edição do romance de Francisco José Viegas passado na Expo’98.

No dia 23 de janeiro, chega às livrarias a nova edição de Um Crime na Exposição, o romance de Francisco José Viegas que tem como cenário a Expo’98. Esta trama policial, protagonizada pela famosa dupla de detetives Jaime Ramos e Filipe Castanheira, foi inicialmente publicada em folhetim semanal nas páginas do Diário de Notícias, e viu a sua primeira publicação integral ainda em 1998.

Francisco José Viegas é autor de uma vasta obra, de diferentes géneros, tendo sido agraciado em 2005 com o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores pelo romance Longe de Manaus, já publicado pela Porto Editora.

Continuar a ler

Cristiano Ronaldo CR30, de Luís Aguilar

CR_final30 Anos, 30 grandes momentos na carreira de Cristiano.

Poucos dias após Cristiano Ronaldo ter conquistado a sua terceira Bola de Ouro e quase a celebrar o trigésimo aniversário, chega às livrarias CR30, o livro em que o jornalista Luís Aguilar revisita os momentos mais marcantes de uma carreira que parece não ter limites.

A 5 de fevereiro de 1985 nascia em Santo António, freguesia do Funchal, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro, um dos mais reconhecidos futebolistas da atualidade, uma figura de alcance planetário e uma das marcas mais poderosas do mundo.

Em 30 episódios, este livro oferece-nos uma retrospetiva do percurso ascendente daquele que já é considerado um dos melhores jogadores da história do futebol. Profusamente ilustrado e rico em informação, permite ao leitor ficar a conhecer melhor o percurso de um jogador que com a terceira distinção da FIFA viu reforçado o seu lugar entre as maiores lendas do desporto.

Continuar a ler

A ridícula ideia de não voltar a ver-te, de Rosa Montero

A_Ridicula_RMA ridícula ideia de não voltar a ver-te é «um livro sobre a vida, apaixonado e alegre, sentimental e brincalhão», diz a autora O mais recente livro de Rosa Montero nasceu durante o luto pelo seu marido, após ler o diário de Marie Curie, que havia passado por um processo semelhante. Contudo, A ridícula ideia de não voltar a ver-te está longe de ser sombrio – é antes uma celebração à vida, e é publicado pela Porto Editora no dia 23 de janeiro.

Aclamado pela crítica e pelos seus pares, A ridícula ideia de não voltar a ver-te foi considerado o melhor livro de memórias pelos leitores do jornal El País, apesar de ser um livro desprendido de género: não é um romance, nem ensaio, nem biografia, embora englobe a visão mais íntima e pessoal da escritora. Original e autêntico, reúne histórias, lembranças, fotografias e hashtags.

Rosa Montero vai estar em Lisboa de 28 a 30 de janeiro para contactos com a comunicação social.

 

Gente Muito Cá de Casa – por José Teófilo Duarte

Gente_muito_casa_JT“Somos as pessoas que conhecemos, os lugares que visitamos, os livros que lemos”
[Jorge Luís Borges]

MEMÓRIA DESCRITIVA | As fotografias que representam os convidados Muito cá de casa estão penduradas na Galeria da Casa Da Cultura | Setúbal. Resultam de um projecto proposto por mim a António Correia que, por gentileza e amizade, concordou em desenvolver. A ideia é retratar todos os participantes nas sessões, em visual depurado, de maneira a possibilitar a captação do instante decisivo. Não na concepção que referia Henry Cartier Bresson. Os convidados pousam para o fotógrafo. Foram encontrados os meios mínimos possíveis para o desenvolvimento do trabalho. O instante decisivo é procurado pela objectiva que se revela na captação do à-vontade e no olhar que a visão do fotógrafo — obtida pelo seu próprio silêncio interior — regista e revela.

Continuar a ler

A grande festa de ver gente a morrer | Manuela Gonzaga

sambenitos_jpegA propósito de civilizações e barbárie, nunca é demais recordar um passado europeu não tão remoto quanto isso. É que houve um tempo em que se morria no decorrer de espectáculos públicos, muito festivos e altamente concorridos, sob a acusação de cultuar outro deus. Ou de ironizar a seu respeito, pois a sátira levava gente à fogueira. Aqui. Em espaço europeu. Na Península Ibérica. Em Portugal. Quase que se pode dizer que foi anteontem. Ou ontem. Afinal, dois séculos, um século e meio, são pouca coisa na história dos povos com muita história escrita.

Recorde-se.

De 1480 a 1834 (Espanha) 1534 a 1821 (Portugal) funcionou uma instituição tida por modelar, responsável pela morte ritualizada de milhares e milhares de pessoas, pelo desaparecimento de muitas outras e pela conversão forçada ou expulsão dos reinos ibéricos de povos em massa. Mouros judeus ou gentios, estes sobretudo nos territórios ultramarinos, ou praticantes de outras fés, como os protestantes. Chamava-se Inquisição e com o tempo veio a tornar-se num verdadeiro Estado dentro do Estado, na asserção de que cumpriria desígnios divinos, utilizando todas as armas ao seu alcance para maior glória de Deus. Desde a oratória, à tortura nos cárceres ao público auto-de-fé. Mas sobre os procedimentos, todos os intervenientes eram compelidos a jurar segredo, dos réus aos executantes, passando por médicos, carpinteiros, parteiras, e todos os que tinham acesso aos cárceres, aos presos, aos processos. Quebrar tal segredo, pronunciado sobre os Evangelhos equivalia a cair sob a alçada do Santo Oficio.

O funcionamento da máquina era minuciosamente concebido. Exemplo: a primeira sessão, de genealogia, não elucida em nada o réu, posto que este não sabe de que é acusado, nem por quem. Pede-se-lhe que esquadrinhe a consciência e encontre as razões que o levaram aquela situação. É-lhe feito saber que o tribunal tem contra si provas eloquentes. Segue-se o total isolamento – o réu não fala com ninguém nem ninguém lhe dirige a palavra. E este indizível tormento moral e psicológico em breve dá lugar a outros procedimentos. A tortura física, que quebra corpos e consciências, e que nos cárceres do Santo Ofício complementa, com frequência, as sessões de interrogatório.

LER MAIS: http://gonzagamanuela.blogspot.pt/2015/01/a-grande-festa-de-ver-gente-morrer.html

Maria Isabel Fidalgo

Maria-Isabel-FidalgoE Deus criou o homem e inquietou-lhe os olhos. E Deus criou a mulher e deu-lhe a extensão da água e uma fiada de violetas na bainha do azul. E Deus criou o dia que fosse três vezes três. Depois Deus escondeu-se onde O procurasses. E foi maravilhoso!

Maria Isabel Fidalgo, dando os parabéns a uma grande amiga, in Facebook

ALISON BALSOM | Sound the Trumpet (Royal Music of Purcell & Handel)

In the year of Queen Elizabeth II’s Diamond Jubilee, Alison Balsom celebrates the heroic era of the Baroque trumpet in works by George Frideric Handel (1685-1759) and Henry Purcell (1658 or 1659-1695), whose anthems, odes, sinfonias and operas have provided the music for numerous royal celebrations from their own day to the present.

Joining forces with Trevor Pinnock, harpsichordist, conductor and pioneer of historical performance, and with the English Concert orchestra that he founded, Balsom demonstrates the versatility and expressive power of her valve-less instrument in original works and new arrangements. These include Purcell’s Sound the trumpet and Handel’s Eternal Source of light divine in duet with countertenor Iestyn Davies and Purcell’s The Plaint from The Fairy Queen in duet with soprano Lucy Crowe. Further repertoire includes suites from Purcell’s semi-operas King Arthur (1691) and The Fairy Queen (1692) in new arrangements by Balsom and Pinnock, Handel’s Water Piece in D Major HWV 341 and his Oboe Concerto No. 1 in B-flat Major HWV 301 transposed into C Major.

Alison Balsom is one of today’s most popular classical musicians. Having managed to break through to the mainstream without abandoning her musical integrity, she continues to draw ever-wider audiences for her performances and recordings of diverse repertoire.

Gente muito cá de casa – Setúbal

muito_ca_casa_AC

GENTE MUITO CÁ DE CASA | São escritores, artistas visuais, músicos, editores, autores das mais variadas disciplinas que se encontraram connosco na Casa Da Cultura | Setúbal. Baptizámos estes encontros com um nome que alude à própria convivência neste espaço de encontro da cidade: Muito cá de casa. Pretendemos conviver com quem insiste em conceber projectos pessoais de qualidade. Apresentámos livros, mostrámos ilustrações, montámos exposições, falámos de apoios à cultura e da falta deles. Estivemos sempre com os protagonistas por perto. Gente muito cá de casa que dá cartas e ganha apostas nesta nossa casa colectiva. Também as fotografias são um trabalho de autor. Um olhar pessoal sobre este pessoal. Antonio Correia pôs mãos à obra. Ou seja, pôs as mãos na máquina e captou estes olhares mostrando-os com um à-vontade que os torna muito cá de casa mesmo. Muitos destes autores vão estar na abertura da exposição. Abre sábado e fica por cá até ao fim do mês. Convidados. Apareçam.
José Teófilo Duarte www.blogoperatorio.blogspot.com

António Dacosta no CAM

A exposição do centenário do nascimento de António Dacosta (Angra do Heroísmo, 1914 – Paris, 1990) acompanha a publicação do catálogo raisonné digital do artista – primeiro catálogo digital produzido sobre um artista português e iniciativa pioneira na área da investigação artística e das novas plataformas digitais. Visitar aqui: www.dacosta.gulbenkian.pt

  Continuar a ler

Alegria Breve, de Vergílio Ferreira

k_Alegria_breve_vergilio_ferreira_final

No ano em que se comemoram os 50 anos sobre a primeira publicação de Alegria Breve, a Quetzal disponibiliza uma nova edição deste importante marco da narrativa vergiliana.

«Ganharei o jogo? Perco sempre. Porque tentar ainda? Ganhar uma vez. Uma vez só. Às vezes penso: ganhar uma vez e não jogar mais. Esqueceria as derrotas, a memória do homem é curta. E no entanto… Começo a sentir-me bem, perdendo. Quer dizer: começo a não sentir-me mal. A capela de S. Silvestre já não brilha. Mas ainda se vê bem. É triste o entardecer, boiam coisas mortas na lembrança, como afogados. Uma nuvem clara passa agora não sobre o monte de S. Silvestre, mas sobre o outro, o pico d’El-Rei. É um pico menos aguçado, forma um redondo de uma cabeça. Há quanto tempo já lá não vais? Para o lado de trás, vê-se o sinal de uma aldeia (aldeia?), um sinal breve, trémulo, branco. Quando se olha, o tempo é imenso, e a distância — a vida é frágil e temos medo. Dou xeque duplo, vou-te comer a torre, Padre.»

Nas livrarias a 16 de Janeiro.

Continuar a ler

António Gedeão no AJA

Gedeao_AJA_JTAja Lisboa vai evocar António Gedeão. Uma exposição elaborada para a Galeria da Casa Da Cultura | Setúbal, e mostrada por lá no segundo mês de vida da Casa, vai agora estar nas bonitas instalações da Associação José Afonso em Lisboa. Vão lá estar também a escritora Cristina Carvalho, a declamadora Eugénia Alves e o cantor Samuel Quedas. É no próximo domingo, dia 11. Apareçam.
José Teófilo Duarte www.blogoperatorio.blogspot.com

Cuidar do Cão da Estrela – de Manuela Paraíso

Cao_Serra_Estrela_JTO livro é assinado por Manuela Paraíso. Estamos mais habituados a associar o seu nome à divulgação musical na rádio e na imprensa escrita. Agora resolveu escrever um livro sobre o cão da Serra da Estrela. São dicas para cuidar do bicho. Como criadora sabe bem o que lhe faz falta. Para a ajudar na apresentação vão estar Fátima Rolo Duarte, artista visual, e Sérgio Cardeira, director clínico do Hospital Veterinário de Setúbal. É na próxima sexta-feira, dia 9, às 22 horas, na Casa Da Cultura | Setúbal. Convidados. Apareçam.
José Téofilo Duarte – www.blogoperatorio.blogspot.com