12 de Setembro de 1940 | São descobertas as pinturas rupestres das grutas francesas de Lascaux

Graças ao seu cão, que se meteu por uma estreita passagem de uma caverna, quatro jovens da região descobrem em 12 de Setembro de 1940 a gruta de Lascaux, perto de Montignac. Estupefactos ao encontrar pinturas sobre a parede rochosa, avisam o seu professor Léon Laval.

Alguns dias mais tarde, o historiador e arqueólogo, Henri Breuil, especialista em pré-história, após um estudo aprofundado, certificou cientificamente que se tratava de pinturas rupestres.

As pinturas, datadas provavelmente de 15 a 17 mil anos, consistiam principalmente em representações de animais e actualmente são consideradas os mais relevantes exemplares de arte da Era do Alto Paleolítico. No dia 27 de Dezembro do mesmo ano, o sítio, que também ficou conhecido como “A Capela Sistina do Perigord” (Perigord, departamento da Dordonha, França), é declarado monumento histórico.

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L’art athée de van Gogh | LA COMPAGNIE DES OEUVRES | in France Culture

Van Gogh, ou le peintre qui voulut soustraire son art aux modes et aux courants. Cette émission termine le portrait d’un artiste inclassable, d’un réaliste pas comme les autres qui, dans sa vie et dans sa peinture, ne connut ni Dieu, ni maître.

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The Art of Jack Vettriano ( Scottish painter, born 1951 ) | The Singing Butler, 1992.

The Art of Jack Vettriano ( Scottish painter, born 1951 ) – The Singing Butler, 1992.

The Singing Butler is an oil-on-canvas painting made by Scottish artist Jack Vettriano in 1992. It sold at auction in 2004 for £744,800, which was the record at the time for any Scottish painting, and for any painting ever sold in Scotland. Reproductions of The Singing Butler make it the best-selling art print in the UK.

The painting measures 28 inches (710 mm) by 36 inches (910 mm). It depicts a couple dancing on the damp sand of a beach on the coast of Fife, with grey skies above a low horizon. To the left and right, a maid and a man hold up umbrellas against the weather. The dancers wear evening dress: a dinner jacket and a red ball gown; the woman also wears long red gloves but appears to have bare feet. The butler is also formally dressed, while the maid wears a white apron and clutches her hat.

As a contemporary cultural icon, The Singing Butler has been compared to Grant Wood’s American Gothic. Vettriano has described the painting as an “uplifting fantasy” and chose the subject after being complimented on his paintings of beaches. He added the servants to balance the composition.

His work has been widely criticised by art critics, but is popular with the public. The Singing Butler has been criticised for its uneven finishing, inconsistent lighting and treatment of wind, and for the odd position of the dancers. The dancers’ pose is reversed from a normal closed dance hold. Usually, with the man leading, his left hand would hold the woman’s right hand, and he would place his right hand on or below the woman’s left shoulder blade, while she places her left hand on his right arm, just below the shoulder.

The original painting was sold at auction in August 2003 for £90,000, and then sold to a private collector in April 2004 for £744,800, a Scottish record at that time. After the painting was sold, it was reported that Vettriano had used an artists’ reference manual, The Illustrator’s Figure Reference Manual, as a basis for the figures (the female figure in the reference work is actress Orla Brady). Vettriano retorts that Francis Bacon had the same book in his studio, and that Picasso said that some artists borrowed but he stole.

Another version of the painting, Dancer in Emerald, omits the maid, while the female dancer wears a green dress. Both were included in Vettriano’s first London exhibition, God’s Children, at the Mall Galleries in October 1992.

The original painting of The Singing Butler was displayed at Aberdeen Art Gallery in February 2012, the first public exhibition for 20 years.

Courtesy Jack Vettriano https://www.jackvettriano.com/biography/

Retirado do Facebook | Mural de Francisco Filipe Cruz

Rembrandt e “A Lição de Anatomia do Dr. Tulp” | Estórias da História

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp é uma pintura a óleo sobre tela de Rembrandt, pintada em 1632. É uma de suas obras mais famosas e revolucionárias.
A obra retrata uma aula de anatomia do doutor Nicolaes Tulp. O corpo que aparece no quadro é de um marginal que havia sido condenado à morte por assalto a mão armada no dia anterior à lição. Lições de anatomia realmente existiam e aconteciam em anfiteatros, dadas por doutores anatomistas.

Algumas curiosidades sobre esta obra:

O nome do pintor e a data da conclusão da pintura podem ser vistos num quadro de avisos pendurado na parede ao fundo do laboratório de anatomia. Rembrandt, para não macular sua bela obra, preferiu não colocar sua assinatura como se faz usualmente.
O aluno mais próximo do Dr Tulp tem à mão uma folha de papel, na qual imaginava-se que estavam escritos os nomes dos músculos do antebraço que estão a ser mostrados, impressão que se desfaz quando se percebe que, imediatamente acima do chapéu do Dr. Tulp, há uma pincelada com o número 1. Assim, o primeiro nome da lista é o do Dr. Tulp, os outros sete números correspondem ao nome dos alunos presentes na aula.

O corpo dissecado pertencia a Adriaan Adriaans, também conhecido por Aris Kint, um ladrão que havia sido enforcado por roubo. Estudiosos da pintura acreditam que o braço esquerdo pintado não é o braço de Aris Kint, mas de um outro cadáver previamente dissecado por Tulp (É bastante perceptível que o antebraço esquerdo é maior que o direito).Segundo mostrou o raio X da pintura, inicialmente a mão direita do cadáver não tinha dedos. Rembrandt pintou-a posteriormente com base na mão de outra pessoa (É uma mão delicada, com unhas bem cortadas, nada lembrando a de um ladrão). Considera-se a possibilidade de Aris Kint ter tido a mão cortada quando ainda vivo, pois no século XVII, em algumas situações, havia na Holanda a prática jurídica de se amputar a mão do ladrão como pena prévia à pena capital.

A Lição de Anatomia do Dr. Tulp está exposta no Museu Mauritshuis, em Haia, na Holanda. A casa onde funciona o Museu pertenceu ao colonizador Maurício de Nassau.

https://estoriasdahistoria12.blogspot.com/2012/04/rembrandt-e-licao-de-anatomia-do-dr.html?spref=fb&fbclid=IwAR0Dx-iNg7UB-TsPnUM9d0uZh4BY6pES–3_ygMHFEXGJTVebvgAek4KOoE

OS TEUS SEIOS | UM POEMA INÉDITO ILUSTRAÇÃO DE MANET | CASIMIRO DE BRITO

Os teus seios parecem oh não
os teus seios são uma caixa
de música deixas-me
ouvi-la?

Pássaros matinais os teus seios
e parece que vão voar
deixas-me voar com eles?

Aves macias a caminho
do céu azul da noite clara posso
aninhar-me neles?

Aves sagradas de bico terroso
posso beijá-los?

Os teus seios são raizes
que nos separam e unem quando
nos amamos e num só
nos transformamos

FORA DO MEU LUGAR | Maria Helena Ventura

É mais do que um movimento
de arrotear velas nas palavras
este enrolar-desenrolar de sons
nas páginas do silêncio.
Um barco anima o mar
espraiado por monossílabos
num movimento obsessivo
por dentro da insónia
sem que o fascínio de punhal tangente
se aventure ao rés das sombras.

Como limitar esta agonia
ao espaço limitado do meu peito?
Fora ela um animal sadio
em tropel livre
em vez de um vírus cego
por montes de papel
e eu venceria as cicatrizes todas
que riscam céu e mar nas minhas veias.
Como limitar esta agonia
pergunto de novo à voz esparsa
que me sopra a força adormecida.
Chegaria cortar as raízes flutuantes
das palavras magoadas
curá-las com o penso da canção
perdida no eco das lembranças?

Alguém me reinvente a melodia biográfica
e me ensine uma expressão dizível.
Em breve o fluir do pensamento
num grito em aluvião
desfará em estilhaços a luminosidade.

Por que me embala a voz
que já não me pertence
e não a mando calar?

Maria Helena Ventura – INTERTEXTO SUBMERSO

PINTURA | D. QUIXOTE – AMADEO DE SOUZA-CARDOSO

As mulheres | Quadro de Pablo Picasso | 8 de Março, Dia Internacional da Mulher | Paulo Fonseca

Pensamento do dia : Com << As mulheres>> de Picasso e com os números de mortas como punhais que envergonham, declamo sangrando às mulheres do mundo, em celebração do seu (nosso) dia …


Voo de pássaro rasante,
epopeia heróica
hino de glória
canto de boa memória
seiva de vida
estóica.
Louca acendalha de fogo
és a ópera da boa esperança…
Bojadora,
que enfrenta as tormentas
e todas as horas de pranto….
fogueira que aquece os famintos….
Graça que abraça…
os enfermos
instintos….
Esperteza que desperta os amados…
musa que inspira os fados
diferentes….
Mulher,
dia como outro qualquer…
canto-te devoto
À mãe, à filha, à mulher….
a outra mãe qualquer,
em respeito….
pra alavancar o efeito
tão leve…
tão breve….
Saúdo as Mulheres,
em gratidão,
Sou um homem que olha de igual…
para cima,
para a dimensão….
para dentro,
para o coração…
para a mulher,
a revolução…..
Sempre desperta,
sempre em alerta….
almofada
humanidade
fada
humidade
desejo
alvor de caridade….
colo que encanta
de vida….
Mulher,
a quem devo quem sou,
altar
da eternidade…
bombom….
Deusa do amor
coragem,….
intrépida ternura
Esplendor !….

Paulo Fonseca

Retirado do Facebook | Mural de Paulo Fonseca

Catherine Marie Colon

Biographie de Catherine Marie Colon

Je me suis mise à la peinture en mai 2016 et ce fut comme une révélation, un besoin immense de m’exprimer.

Je crée mes tableaux dans l’impulsion de mes émotions, de mes ressentis et de mes réflexions intérieures. Devant mes toiles vierges, jouant avec l’acrylique, l’huile et les matériaux qui m’interpellent, je laisse mes mains, mes pinceaux, mes couteaux et spatules et les couleurs se mêler, se superposer, se confondre ou se compléter pour suggérer des sujets à ceux qui regardent mes créations.

Dans mes abstractions intenses, pleines de forces contenues, ma constante dualité s’exprime dans une unité d’expression qui dévoile ma profession, thérapeute énergéticienne. Je me suis révélée au fil d’années de pratique et d’écoute axées sur l’amour de l’humanité, vers les âmes meurtries et les cœurs en souffrance.

Après de longues années en Suisse, je viens de choisir le Thoronet pour vivre mes passions.
A ce jour, plusieurs expositions privées et 2 tableaux primés à l’International Prize Caravaggio le 07/12/2018 et un tableau primé à l’International Prize Botticelli le 09/02/2019.

Actuellement une cinquantaine de mes œuvres est exposée au Casino Barrière à Sainte Maxime (France)

Run for the life

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COURS D’ART 2019 | Artemisia Atelier | Faiza Bayou

L’atelier Artemisia vous propose une formation artistique à Alger Draria. Pour adultes et adolescents .Que vous soyez artistes peintre confirmés, amateurs ou débutants, étudiants ou en préparation pour une école d’art. Les inscriptions sont ouvertes pour le mois de février. 0555790553

 

Bernini, Pluto et Proserpina | Gian Lorenzo Bernini

Gian Lorenzo Bernini, Pluton et Proserpine (Persephone), 1621-22, marbre de Carrare, 225 cm de hauteur (Galleria Borghese, Rome) Entretien entre les docteurs Beth Harris et Steven Zucker. Proserpine est la variante latine du mythique Perséphone grec. Créé par Beth Harris et Steven Zucker.

Zoubida Belkacem

Dis moi si c’est toi
Qui brille là-haut, de mille éclats
Qui éclaire cette obscurité qui m’entoure
Depuis ce jour fatidique, où tu m’as quitté sans retour.

Dis moi si c’est toi
Qui hante mes nuits, bercées du son de ta voix
Remplie de ton visage qui se rappelle à moi.
Te souviens-tu de ces nombreuses fois ?
Guidés par nos espérances de foi

Dis moi si c’est toi
Qui m’inssuffle la vie
Qui me fais battre ce cœur qui ne bat plus.
Tu ne franchira plus le seuil de la porte
Depuis ce jour tragique où tu es morte

Dis moi si c’est toi
Qui me fais pousser des ailes
Pour défier cette vie éternelle
Je te retrouve partout où je suis
Même si j’ai l’impression que tu me fuis

Dis moi si c’est toi
Qui chante encore des berceuses pour nos enfants
D’une voix céleste, même si maintenant, ils sont grands.
Tu remplies encore de ta chaleur, notre maison
Depuis ton départ, depuis notre séparation.

Je continu à croire que tu es toujours là
Que tu demeure encore à cet endroit
Ta présence illumine les lieux
Les jours s’égrènent comme les feuilles mortes.
Même si je me surprends à t’attendre encore au pas de la porte.

Zoubida Belkacem
Droits protégés
Constantine 19/12/2018

Pela frente ou por trás? | Manuel S. Fonseca in “A Página Negra”

(…) mas umas costas nuas! Nada se com­para ao ves­tido de finas alças nos ombros, estuá­rio aberto que se vem fechar sobre as cinco fun­di­das vér­te­bras do sacro – incom­pa­rá­vel é a geo­gra­fia de umas cos­tas nuas. (…)

(…) se há prazer que merece ser celebrado, é o das costas nuas. À frente, há uma planície venu­si­ana, certo? Mas atrás! Espa­ços aber­tos, duas rasas margens de um vale com um rio de vértebras ao meio. Ebúrneas e delicadas, castanhas e bronzeadas, de acetinado ébano, cantemos, de uma mulher, e logo desta mulher, as costas nuas. (…)

(…) Mas as cos­tas nuas! As cos­tas nuas pedem a didác­tica tensão de um Oví­dio, a per­sis­tên­cia do lento apren­diz de uma “Ars Amatoria”. (…)

Manuel S. Fonseca

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Pela frente ou por trás?