Sombras | Francisco Louçã e Michael Ash | Prefácio de Eduardo Lourenço

Prefácio de Eduardo Lourenço a “Sombras”

Um sonho para a Europa?

À “Maldição de Midas” consagrou, em tempos, Francisco Louçã, político e economista, um ensaio, ao mesmo tempo literário e sociológico, que fez data. À sua óbvia perspectiva de economista associou uma rara preocupação cultural, como se fosse seu propósito converter a famosa “maldição” no romance ocidental do enigma da condição humana biblicamente condenada no papel demoníaco que a humanidade, desde a origem, reservou ao culto idólatra de si mesma no mítico “bezerro de oiro” incarnado.

Vinte anos mais tarde é a versão, hoje em dimensão planetária, do Capitalismo americano (fórmula pleonástica) que suscita a sua pluma, não apenas de economista mas de militante empenhado na defesa de uma sociedade assumidamente utópica. Leitura da mesma civilização ocidental como culto e fascínio não por um “bezerro de oiro” mítico, de natureza e efeitos demoníacos, mas como jogo, de cada vez mais sofisticado, de um ídolo de papel de propriedades mágicas pois tem a função – convencionada mas reverenciada – de substituir “o valor”, qualquer que seja o bem, pelo ficcional que o representa.

De algum modo, com esta revisitação da antiga “maldição de Midas”, Francisco Louçã submete a referência incontornável do universalizado capitalismo a uma espécie de leitura hiper-freudiana da agora não apenas ou só “maldição de Midas”, mas da sua versão quase metafísica que o capitalismo moderno representa, exibindo-se e ocultando-se ao mesmo tempo.

O pélago da mundialização é para Francisco Louçã obscuro e transparente. Isso não impede que o converta em aventura fascinante, como o seu texto o mostra. O seu exercício não é apenas o de um intelectual capaz de distinguir com acuidade rara o que é aceitável ou inaceitável nesta espécie de Guerra de Tróia sem fim que é a da luta entre os que dominam os mecanismos vitoriosos da economia mundial e os que sofrem os seus efeitos devastadores, mas um acto de coragem com o que isso implica de decisão ética e lucidez. Em suma, as armas ideais para defrontar com algum sucesso a, pelo vistos, incontornável “maldição de Midas”.

Eduardo Lourenço

Retirado do Facebook | Mural de Francisco Louçã

Obras de Rita Carvalho apresentadas em Cascais | apresentação dia 5 de outubro, 18 horas, Centro Cultural de Cascais

“Papa Francisco” e “Os Três Pastorinhos”, dois livros da autoria de Rita Carvalho, têm apresentação marcada para 5 de outubro, feriado nacional, em Cascais.
O lançamento das publicações, iniciativa que conta com o apoio da paróquia local, decorre às 18:00 no Centro Cultural de Cascais. Estarão presentes a autora, Rita Carvalho, e o editor, Américo Augusto Areal, da AAA Editores. A apresentação da obra caberá ao pároco de Cascais, padre Nuno Coelho.
Para Rita Carvalho apresentar trabalhos da sua autoria na paróquia onde cresceu e reside, e com a qual mantém uma forte ligação, tem um enorme significado: “Mas estes são livros com potencial para ir muito mais além, pois falam de um fenómeno universal: Fátima, e de uma devoção que não conhece fronteiras. Além de darem a conhecer pessoas fantásticas: os Pastorinhos e o atual Papa”.
“Papa Francisco”, em venda nos principais estabelecimentos comerciais de Fátima e  livrarias católicas do país desde inícios de agosto, e “Os Três Pastorinhos”, agora editado e em breve disponível nos mesmos lugares, são mais do que livros, já que incluem a novidade da tecnologia da realidade aumentada. A realidade aumentada permite, além da leitura, o acesso a outros conteúdos, como vídeos, slideshows e textos, por meio de uma aplicação, gratuita, parasmartphones tablets.

“São livros biográficos, escritos ao estilo jornalístico, uma vez que a minha experiência de trabalho foi como jornalista, têm uma leitura fácil de fazer e ilustrações muito cuidadas, em aguarela, da autoria de Ricardo Drumond”, sintetiza Rita Carvalho, que destaca ainda o facto de ambas as publicações incluírem referência à peregrinação do Papa Francisco a Fátima em maio último, no primeiro livro, e à canonização de Francisco e Jacinta Marto, no segundo.

“Papa Francisco” está editado em português, espanhol, inglês e italiano.
“Os Três Pastorinhos” está editado em   português, espanhol e inglês.

Porto, 26 de setembro de 2017

10 best translated fiction

Alain Mabanckou is a Franco-Congolese author and UCLA professor whose work has earned him the title of “Africa’s Samuel Beckett”. An author whose books, like Beckett’s, often dip into the absurd, his most recent novel follows the life and times of the eponymous hero, a Congolese orphan who finds himself mired in the political violence whipped up by the recently arrived Marxist-Leninists. Following the disappearance of the much-loved Papa Moupelo, the charismatic priest of the orphanage, a reign of terror plays out in microcosm. In the style of Gunter Grass’s The Tin Drum or Salman Rushdie’s Midnight’s Children, Mabanckou’s Black Moses is a tale of one child’s odyssey through his country’s many misfortunes.

Jose Eduardo Agualusa is an Angolan author who has won literary prizes like the English PEN Award and the International Dublin Literary Award. In his most recent work, A General Theory of Oblivion, Agualusa provides the reader with a portrait of one Ludovica (or Ludo, as she’s known for most of the story), a Portuguese woman living in an Angola on the cusp of its independence from Portugal. She lives in the country’s capital of Luanda with her sister and brother-in-law until the war for independence, previously a brutal provincial affair, reaches the city, whereupon her family disappears and she barricades herself in her apartment, living there for some three decades. Agualusa’s novel about Ludo in her urban hermitage is a charming Rip Van Winkle-style story of political upheaval and the passage of time.

Há liberdade na democracia? | John Locke

Há liberdade na democracia? Locke esclarece. Esta semana na colecção Grandes Nomes do Pensamento, Dois Tratados do Governo Civil do inglês John Locke, fundador do liberalismo clássico com o escocês David Hume. Por mais 9,90€ com o jornal Público.

Tradução de Miguel Morgado seguindo a edição da Yale University Press ( Para encomendar este volume ou a colecção completa contacte-nos por esta página).

 #filosofia #locke#colecções #levoir #grandesnomesdopensamento#filósofos #democracia

Capítulo I
“1.-A escravatura é uma condição do homem tão vil e miserável, e tão directamente oposta ao temperamento generoso e à coragem da nossa nação, que dificilmente se concebe que um inglês, e muito menos um gentil-homem, possa advogá-la…” Início do livro Dois Tratados do Governo civil

“Os Dois Tratados do Governo civil, publicados de forma anónima em 1689, expõem as ideias de Locke, que inspirarriam os filósofos iluministas e as revoluções amercianas e francesa, sobre um Estado e uma sociedade legitimados num pacto entre homens e nos seus direitos naturais, pré-civis, iguais.” Sousa Dias, Filósofo.

Retirado do Facebook | Mural de Levoir

Dicionário Sentimental do Adultério | Filipa Melo

«Adultério» significa relação sexual voluntária entre uma pessoa casada e alguém que não é o seu cônjuge – e é a principal causa de divórcio em todo o mundo (em Portugal há 89 casamentos e 82 divórcios por dia). Porém, a história do adultério passa também pelos grandes mitos e histórias consagradas pela literatura, pela religião, pelo cinema, pela música e pela pintura. Da Bíblia (Abraão trai Sara com Agar) às peças de Shakespeare, das cantigas medievais a Madame Bovary ou Os Maias, do Império Romano às tramas políticas da América contemporânea, das histórias dos nossos reis e rainhas aos escândalos de Hollywood e da cultura pop, do Ulisses a O Primo Basílio, das traições dos deuses gregos à vida dos nossos vizinhos – o adultério é um elemento decisivo da história sentimental da Humanidade.

Tem a ver com a traição e com a paixão, a tentação ou a alquimia sexual, o prazer do risco e o desejo sem ordem nem lei – mas também com o amor. E com a sua natureza frágil. Este dicionário não faz «moral» nem «defende o adultério» – é um guia tão erudito como divertido da história do adultério ou das paixões e seus escândalos e transgressões.

Diário dos Infiéis | João Morgado

Nunca fica tudo dito sobre um amor que acaba.

Um romance maduro sobre homens e mulheres, casamento e infidelidade, desejo e amor. A solidão entre duas pessoas e o que ficou por dizer depois do adeus.

Numa viagem ao mundo do erotismo, descobrem que tudo se resume ao desejo ou à falta dele. E num diário de emoções íntimas, quatro casais, oito personagens, falam na primeira pessoa do que sentem dentro de si e em relação aos outros. Concluem que, cada um à sua maneira, todos acabaram por ser infiéis: por actos, pensamentos ou omissões. Um pecado que lhes valeu o castigo de não serem felizes para sempre.

Mas o que os faria felizes? Não sabem. Estão presos aos segredos do passado e aos medos do futuro. Por isso o espelho reflecte homens frágeis, acomodados e instintivos; Mulheres emocionalmente imaturas, reprimidas e artificiais.

Com vidas entrelaçadas, cada um escreve no diário a sua viagem pelo mundo do sexo, do desejo, do pudor, do egoísmo, do amor-próprio, do envelhecimento, do sonho e da morte… enfim, a matéria-prima da qual se faz a vida de gente banal. “Sobre nós ninguém escreverá um romance”, diz um dos personagens.

——

“Por vezes despir um pouco o corpo ajuda a vestir a alma (…) a lingerie tapa sempre demasiado e mostra sempre em demasia. E, entre extremos, levanta o véu da imaginação masculina, o que torna as mulheres mais desejáveis.

Excitar não é excitante?…”

João Morgado 
In: Diário dos Infiéis
Romance, Casa das Letras

Retirao do Facebook | Mural de João Morgado

Rebeldia, o romance mais recente de Cristina Carvalho | por Eduardo Pitta

Hoje na Sábado escrevo sobre Rebeldia, o romance mais recente de Cristina Carvalho (n. 1949), no qual a autora recria o universo de um certo Portugal, nos anos 1950. O detonador da intriga é o desejo de emancipação da protagonista e narradora, alguém que tem um olhar muito crítico sobre o atavismo da sociedade à sua volta. Da modesta pensão de Coimbra, gerida pelos pais, à casa da madrinha, em Lisboa, persiste o desdém por gentes e costumes: «Cavalheiros e mastronças que a única coisa que desejavam era casar as filhas de véu e grinalda, tudo branco e, claro, verdadeiramente virgens.» Ao contrário da vontade da narradora, adepta confessa de «uma valente foda». Em obras anteriores, a autora tem dissecado todo o tipo de comportamentos, dos mais convencionais aos de índole esotérica, mas tem-no feito quase sempre sem recurso ao jargão rude da coloquialidade. Nesse aspecto, Rebeldia marca um ponto de viragem. São recorrentes frases como, «O miúdo masturbava-se e nós fodíamos à noite…» A violência verbal manifesta-se mesmo nas mais prosaicas reflexões sobre a vida portuguesa durante os anos ominosos do Estado Novo. O fio da história é linear. A narradora descreve um casamento frustrado com a tinta forte do realismo sem filtro. O desprendimento familiar é de rigueur. Em compensação, sobreleva um peculiar ‘apego’ aos porcos chafurdando nas pocilgas. Os odores do chiqueiro, tão apreciados pela narradora, arrastam consigo uma forte carga sexual. Leninha tem 24 anos quando desembarca em Santa Apolónia. «Vou ser médica. Está resolvido!», dissera aos pais atónitos. Em Lisboa vai morar para a Ajuda, zona da cidade que não seria o nirvana, mas uma ida à Baixa não altera o estado de espírito: «Umas ruas atrás das outras, prédios escuros, lojas de panos, alfaiates e pastelarias.» A heterodoxia não conhecia limites. Chegou a pensar que invejava «a sorte e o destino das putas da Calçada da Memória.» Mal por mal… Os anos passam, Leninha casa com um homem que desaparece de vez em quando, a vida conjugal roça a abjecção, o filho é um estorvo. A linguagem crua é um dos traços distintivos do romance. Veja-se, logo no primeiro capítulo, o relato da urinação de pé, colada aos arbustos de um muro. Quatro estrelas. Publicou a Planeta.
Eduardo Pitta

Retirado do Facebook | Mural de Cristina Carvalho

http://daliteratura.blogspot.pt/2017/08/cristina-carvalho.html

Renovação do Coletivo Coordenador do DiEM25’s | é tempo de votar!

O mês passado iniciamos o processo de renovação do nosso Coletivo Coordenador (CC). Candidatos da Europa e fora dela colocaram as suas declarações pessoais e vídeos  aqui.

Estes candidatos são todos “DiEMers” empenhados que querem avançar e trabalhar intensivamente para que o nosso movimento progrida e se expanda para atingir os objetivos propostos.

Agora é a tua vez de participares neste processo democrático importante para o DiEM25: vota nos candidatos que sentes que irão guiar da melhor forma os próximos meses.

Podes votar a partir de agora até ao dia 25 de Agosto às 23:59 pm aqui.

Faz com que a tua voz seja ouvida!

Carpe DiEM25!

Luis Martín
Coordenador de Comunicações do >>DiEM25

Esqueça um livro e espalhe conhecimento | POÉTICA EDIÇÕES

Malta,

Precisamos de voluntários de várias zonas de Portugal para “esquecer” livros no dia 25/07/2017.

É o dia do:
“Esqueça um livro e espalhe conhecimento.”

Quem alinha?
Deixe no restaurante, no café, na paragem de autocarro, no metro, no banco, no táxi, enfim… A escolha é livre.
Pode acompanhar um bilhetinho, explicando o projeto e a prenda!
Modelo de Bilhetinho:
Olá, Tu que encontraste este livro!
Agora ele é TEU !
A iniciativa faz parte de um projeto de incentivo à leitura e compartilhamento de conhecimento.
Participe da primeira edição no dia
25 DE JULHO DE 2017.

VAMOS PARTILHAR TAMBÉM ESSA CAMPANHA, É SÓ COPIAR E COLAR.”

O DiEM25 é incrível. Vamos torná-lo extraordinário!

Quando dizemos às pessoas que o nosso movimento chegou tão longe em apenas 16 meses, normalmente não acreditam em nós. Desde o início de 2016 que o DIEM25 funciona sem qualquer tipo de apoio financeiro. Foi incrível até onde chegámos em tão pouco tempo.

No final de 2016 começámos a apelar aos nossos membros para fazerem donativos. Até então, este movimento que pretende transformar a Europa num espaço comum de paz, prosperidade e humanismo era um produto do esforço, dedicação e paixão de um conjunto de membros do DIEM25 provenientes de toda a Europa- alguns a tempo inteiro e sem remuneração.

Agora graças às contribuições dos nossos membros conseguimos pagar algumas despesas e compensar alguns profissionais que contribuem para o nosso movimento. Agora precisamos de aumentar a nossa equipa, implementar mais soluções de carácter tecnológico e melhorar o nosso apoio à nossa rede de voluntários.

Consequentemente, a nossa luta para mudar a Europa e atingir os objetivos do DIEM25 depende em grande parte das doações dos nossos membros.

O conceito-chave do DiEM25 é colocar um movimento de bases à frente do sistema partidário e um projeto político à frente dos grupos de interesse.  Para tal, é necessário que continuemos independentes de qualquer tipo de patrocínio empresarial. Dizer “não” ao dinheiro traz consigo dificuldades e desafios mas estamos dispostos a nunca comprometer os nossos princípios, mantendo a nossa estrutura de movimento popular.

Portanto contamos contigo: como membro que, em connjunto com outros, damos força ao movimento. Até agora, 3000 membros do DIEM25 – de 60.000 – tornaram-se membros contribuintes. Imagina o potencial que o nosso movimento tem!

Vítor, queres  tornar-te um contribuinte mensal para transformar o DIEM25 numa força capaz de mudar a Europa?

A tua doação – independentemente da quantia – vai ajudar-nos a chegar aos milhões de Europeus que presisamos de galvanizar para atingir os nossos objectivos.

E Vítor,  desta forma o scucesso  dos objetivos do DIEM25 não é só possível, como inevitável.

Carpe DiEM25!

Luis Martín
Coordenador de Comunicações do >>DiEM25

Colégio La Salle de Barcelinhos | Movimento Solidário

COLEGAS:

O Colégio La Salle de Barcelinhos precisa da ajuda da comunidade lassalista. Está lançado um movimento pró La Salle de Barcelinhos… tenta ajudar, okay? Nem todos os colégios privados são de capitalistas sem escrúpulos… a Ordem de La Salle tem muito mérito. Se tens conhecimentos no Governo, explica quem somos, o que queremos e tenta sensibilizar o Poder. O Colégio La Salle de Barcelinhos e a Ordem de La Salle têm de ser acarinhados e defendidos. Um abraço solidário de um ex-lassalista.

Vítor Coelho da Silva – 1962/1969 – Abrantes

DiEM25 | Juntos estamos a construir mais do que um movimento – explicamos porquê.

Sempre defendemos que a agenda progressista do DIEM25 merece expressão eleitoral. Nos últimos meses, avançamos com esta ideia em grande. Aqui está um sumário do que foi feito:

  • A 25 de Março em Roma, apresentamos o European New Deal, um plano compreensivo para estabilizar e salvar a nossa União.
  • Fizemos também um an open call a atores políticos, movimentos e redes na Europa para apreentá-lo nas urnas. Porquê? Porque apesar dos modelos políticos atuais estarem desactualizados, são os únicos disponibilizados. Para implementarmos mudanças, podemos e devemos usá-los ao mesmo tempo que trabalhamos para os tornar melhores.
  • A pedido dos nosso membros, mobilizámos os nossos ativistas para determinar que partidos ou candidatos deveriam ser apoiados pelo DIEM25 nas eleições do Reino Unido, França, Itália e Croácia.
  • No nosso evento de Berlim que ocorreu dia 25 de Maio, anunciamos que vamos enfrentar o sistema de frente criando o primeiro partido político transnacional e pedimos aos nossos membros para prosseguirem nas suas deliberações sobre se, como e quando é que isto pode ser uma realidade.
    (Vê este vídeo rápido do nosso evento em Berlim: “Next Stop 2019?”)

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Apresentação Festival Materiais Diversos 2017 | 21 de junho, 18h30 | Museu de Aguarela Roque Gameiro | Minde

 

CONVITE

Festival Materiais Diversos em Transações e Transformações

Apresentação Festival Materiais Diversos 2017

21 de junho, 18h30

Museu de Aguarela Roque Gameiro

Largo Justino Guedes, N. 25-27, Minde – Alcanena

A Associação Materiais Diversos convida-o(a) para o encontro de apresentação da edição de 2017 do Festival Materiais Diversos que se realiza no dia 21 de Junho, pelas 18h30, no Museu de Aguarela Roque Gameiro em Minde, vila onde o projeto nasceu em 2009.

O Festival Materiais Diversos 2017 inspira-se no binómio “Transações/Transformações, processos sobre os quais pretende refletir junto com o público, os profissionais e os artistas participantes na nona edição, que decorrerá entre os dias 14 a 23 de setembro com atividades alargadas às localidades de Minde, Alcanena e Cartaxo.

Jovens e consagrados, portugueses e estrangeiros, o festival estima reunir mais de seis dezenas de artistas em cartaz e nas várias rubricas do programa, que arranca a 14 de setembro com “Gatilho da Felicidade” de Ana Borralho & João Galante, integra a apresentação de mais nove Espetáculos, dois destes em estreia absoluta, a Comunidade Artística Emergente com formação alternativa para estudantes de artes oriundos de várias escolas do país, Aulas Diárias a cargo dos artistas convidados e abertas ao público, encontros profissionais e temáticos com conversas, tertúlias e workshops, e as aguardadas Noites Longas consagradas ao convívio e à música numa parceria com o Festival Bons Sons.

No encontro de apresentação de dia 21 de junho, será possível ficar a conhecer em pormenor e em primeira mão o cartaz, programa e locais onde no mês de setembro o festival volta a apresentar uma cuidada seleção de projetos de dança, teatro e música contemporâneos.

PROGRAMA APRESENTAÇÃO FESTIVAL MATERIAIS DIVERSOS 2017:

18h30    Receção e boas vindas

18h40    Intervenções dos parceiros: Câmara Municipal do Cartaxo, Câmara Municipal de Alcanena, República Portuguesa – Cultura / Direção-geral das Artes

19h10    Apresentação do Festival Materiais Diversos 2017: Elisabete Paiva, diretora artística Materiais Diversos, e intervenções dos artistas participantes

19h40    Cocktail

20h00    Encerramento

Sobre o Festival Materiais Diversos:

O Festival Materiais Diversos é Minderico, nasceu em 2009 na vila de Minde e a partir daí expandiu-se a outras localidades das regiões do Médio Tejo e Lezíria, onde se dedica a explorar a diversidade do território das artes performativas e do próprio país. O festival leva a populações e palcos fora dos grandes centros urbanos uma seleção cuidada de projetos artísticos nas áreas da dança, teatro e música, assinadas por jovens criadores e artistas consagrados, portugueses e estrangeiros. É um projeto pioneiro na promoção do acesso à criação e descentralização artística, afirma-se um cartaz contemporâneo dos territórios onde programa e um festival obrigatório no calendário cultural português, com mais de 120 espetáculos, 790 artistas e 52 mil espectadores envolvidos nas suas oito edições. O Festival Materiais Diversos é membro da EFFE – Europe for Festivals Festivals for Europe e conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Presidente da República.

Sobre a Associação Materiais Diversos:

Associação cultural sem fins lucrativos fundada em 2013 que incentiva a investigação e experimentação artísticas. Tem como missão atrair e sensibilizar múltiplos públicos para as artes performativas, incentivar a investigação e experimentação artísticas, com especial enfoque na dança. Apoia a criação e a difusão de projetos associados dos artistas Filipa Francisco, Marcelo Evelin, Pablo Fidalgo Lareo e Raquel André. Programa e promove em parceria com vários municípios do país Espetáculos, Ações de Formação e de Mediação, Residências Artísticas e Técnicas. Organiza o Festival Materiais Diversos, evento anual dedicado às artes performativas. A Associação Materiais Diversos integra a REDE Associação de Estruturas para a Dança Contemporânea nacional e é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção-geral das Artes, e pelos municípios de Alcanena e Cartaxo.

materiaisdiversos.com

facebook.com/materiaisdiversos

youtube.com/MateriaisDiversos

Nouvelle Librarie Française | R. Pinheiro Chagas 50B, Lisboa (ao Saldanha)

http://nlf-livraria.com 

Ouverte depuis mai 2004 et installée à Lisbonne entre la Fondation Gulbenkian et la place Saldanha (à 50 mètres de son ancienne adresse de l’Institut français du Portugal) la NLF -Nouvelle Librairie Française- est la seule librairie généraliste française au Portugal.

Un lieu unique où vous trouverez une sélection de plus de 10 000 ouvrages privilégiant l’actualité éditoriale de langue française en sciences humaines, littérature, jeunesse ; un choix très diversifié de bandes dessinées et un rayon consacré au monde lusophone.

Argélia | Formação Profissional

Empresas de Formação Credenciadas ou Formadores Diplomados para:

Pedreiros
Canalizadores
Eletricistas
Ladrilhadores
Azulejadores
Carpinteiros de limpos e toscos
Carpinteiros de acabamentos
Pintores de Construção Civil
Técnicos / Condutores de Obra
Técnicos de Topografia
Técnicos de Medições e Orçamentos
Técnicos de Energias Renováveis
Técnicos de Instalações AVAC
Técnicos de Instalações Elétricas

Exige-se domínio da língua francesa – Formação a prestar em Argel, Argélia.

Respostas com CV para: Vítor Coelho da Silva, viplano@hotmail.com

The Digital Mind | How Science is Redefining Humanity | Arlindo Oliveira

Following the release in the US,  The Digital Mind, published by MIT Press,  is now available in Europe, at an Amazon store near you (and possibly in other bookstores). The book covers the evolution of technology, leading towards the expected emergence of digital minds.

Here is a short rundown of the book, kindly provided by yours truly, the author.

New technologies have been introduced in human lives at an ever increasing rate, since the first significant advances took place with the cognitive revolution, some 70.000 years ago. Although electronic computers are recent and have been around for only a few decades, they represent just the latest way to process information and create order out of chaos. Before computers, the job of processing information was done by living organisms, which are nothing more than complex information processing devices, created by billions of years of evolution.

Computers execute algorithms, sequences of small steps that, in the end, perform some desired computation, be it simple or complex. Algorithms are everywhere, and they became an integral part of our lives. Evolution is, in itself, a complex and long- running algorithm that created all species on Earth. The most advanced of these species, Homo sapiens, was endowed with a brain that is the most complex information processing device ever devised. Brains enable humans to process information in a way unparalleled by any other species, living or extinct, or by any machine. They provide humans with intelligence, consciousness and, some believe, even with a soul, a characteristic that makes humans different from all other animals and from any machine in existence.

But brains also enabled humans to develop science and technology to a point where it is possible to design computers with a power comparable to that of the human brain. Artificial intelligence will one day make it possible to create intelligent machines and computational biology will one day enable us to model, simulate and understand biological systems and even complete brains with unprecedented levels of detail. From these efforts, new minds will eventually emerge, minds that will emanate from the execution of programs running in powerful computers. These digital minds may one day rival our own, become our partners and replace humans in many tasks. They may usher in a technological singularity, a revolution in human society unlike any other that happened before. They may make humans obsolete and even a threatened species or they make us super-humans or demi-gods.

How will we create these digital minds? How will they change our daily lives? Will we recognize them as equals or will they forever be our slaves? Will we ever be able to simulate truly human-like minds in computers? Will humans transcend the frontiers of biology and become immortal? Will humans remain, forever, the only known intelligence in the universe?

Arlindo L. Oliveira | Presidente do Instituto Superior Técnico

“Deus-Dará” | Alexandra Lucas Coelho | por André Barata

“Deus-Dará”, da Alexandra Lucas Coelho, é um grande romance, dos melhores que li em alguns anos entre autores de Portugal, tão bom que demorará a entrar, muito além da boa prosa jornalística que imediatamente nos conta uma boa história, muito além da imediatidade, e do circo todo ele cheio de pressa, do reconhecimento, das críticas, dos prémios.

Há grandes romances de várias espécies. O da Alexandra exemplifica aquela espécie de romance que consegue capturar a singularidade de um tempo que foi vivido por muitos de uma geração. Evitarei as comparações, mas o próprio romance trá-las nos seus intertextos. Esta geração, que é bastante a minha, em que tantos se acharam a viajar oportunidades fora, teve muitos no Brasil que se surpreenderam a experiência de não serem aí verdadeiramente estrangeiros, mas aí conhecerem em muitos aspectos a experiência do que trazemos de estrangeiros em nós mesmos, desde logo como portugueses, imperialistas escravistas que pouca memória guardam de o ter sido, como falantes a reencontrarem-se na sua própria língua apesar de quase emigrados nela, e como testemunhas de um país continental de tantas maneiras e a tantas escalas vertiginoso.

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La fin de l’ivoire | Marigona Uka – Avaaz

Nous sommes sur le point d’éradiquer les éléphants de la surface de la Terre. Leur situation est si grave que certains naissent désormais sans défenses, en un ultime coup de poker au grand jeu de l’évolution pour survivre à la cruauté humaine.

Pour la première fois, la Chine, le plus grand importateur d’ivoire au monde, a annoncé une interdiction de l’ivoire. Aujourd’hui, si nous sommes assez nombreux, nous pouvons amener l’Europe, le premier exportateur mondial, à suivre son exemple!
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