História da Oposição à Ditadura 1926-1974 | Irene Flunser Pimentel

ditadura

SINOPSE

Esta é a história da oposição ao regime ditatorial que marcou metade do século XX português. Das várias oposições, dos seus ideais e dos seus conflitos, dos seus feitos e dos seus fracassos. É a história dos homens e das mulheres que resistiram à Ditadura Militar e ao Estado Novo.

Irene Flunser Pimentel licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, em 1984. Conclui o mestrado em História Contemporânea (variante Século XX) pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a tese Contributos para a História (ver mais)

Programme de « la nuit des idées » à Alger

argelUn format de rencontres innovant débarque à Alger en janvier et promet une nuit blanche remplie d’activités culturelles.

« La Nuit des Idées« , c’est le nom de ces rencontres culturelles qui « circulent à travers le monde » et qui feront une halte à Alger du 25 au 27 janvier prochain, à l’initiative de l’Institut français de la ville.

Ouverte à tous les curieux, la Nuit des Idées débutera le 26 janvier à 17h pour se clôre le 27 janvier à 2h du matin, avec à chaque fois et dans chaque lieu, une activité culturelle différente placée sous le thème « un monde commun ».

La cinémathèque algérienne, l’Institut en lui-même, le Centre Diocésain des Glycines sont autant de lieux qui accueilleront la manifestation, et les expositions, conférences et autres projections de prévues pour l’occasion.

Programme de la Nuit des Idées d’Alger

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Apresentação de Nem Todas as Baleias Voam, de Afonso Cruz | 14/12, às 19 h, Bar Rive Rouge | Praça Don Luís I ao Mercado da Ribeira

afonso-cruz

Cláudia Marques Santos conversa com Afonso Cruz sobre o último romance do autor, Nem Todas as Baleias Voam.

“Será possível vencer uma guerra com a música? Em plena Guerra Fria, a CIA engendrou um plano, baptizado Jazz Ambassadors, que tinha como missão cativar a juventude de Leste para a causa americana. Organizando concertos com grandes nomes do jazz nos países do bloco soviético, os americanos acreditam poder seduzir o inimigo e ganhar a guerra.
É neste plano de fundo que conhecemos Erik Gould, pianista de blues, exímio e apaixonado, que vê sons em todo o lado e pinta retratos tocando piano. A música está-lhe tão entranhada no corpo como o amor pela única mulher da sua vida, que desapareceu de um dia para o outro, sem deixar rasto, sem deixar uma carta de despedida.
Erik Gould tentará de tudo para a reencontrar, mas não lhe resta mais esperança do que o acaso. Será o filho de ambos, Tristan, cansado de procurar a mãe entre as páginas de um atlas, que fará a diferença graças a uma caixa de sapatos.”

Lançamento de novo livro de José Adelino Maltez | Do Império por Cumprir

galvaoNão temos política colonial, nem um espírito colonial, nem um método colonial.

Henrique Galvão, em Huíla. Relatório de Governo. 1929, confessa que não temos política colonial, nem um espírito colonial, nem um método colonial. Porque esta falta de uma doutrina colonial resulta em grande parte da ausência de uma Política Colonial, e a falta de uma e outra, eliminam, de entrada, a possibilidade de ideias coloniais práticas e eficientes. Fica sempre tudo à mercê das ideias dos governantes que passam, dado que cada ministro da pasta dispõe de ideia própria para governar as possessões ultramarinas, mas esta não é transmitida aos governadores, uma vez que estes também dispunham de ideias próprias, e o fenómeno vai reproduzindo-se em toda a escala hierárquica até ao mais simples amanuense. Uma situação que permite que tudo seja possível – até bons governos!

Henrique Carlos Mata Galvão (1895-1970).

Participa no golpe dos Fifis (1927). Deportado para Angola.

Governador de Huíla (1929). Organiza a Exposição Colonial Portuguesa no Porto (1934).

Deputado. Diretor da Emissora Nacional (1935). Lança a Exposição Colonial do Mundo Português (1940). Inspetor superior da administração colonial.

Discurso parlamentar (22 de janeiro 1947). Fuga da prisão (1959). Assalto ao paquete Santa Maria e coordenação da operação de desvio de um avião da TAP (1961).

Depoimento na ONU (13 dezembro de 1963).

convite

A Guerra nos Balcãs | General Carlos Branco | texto de Carlos Matos Gomes in “Facebook”

carlosA nudez da realidade. Estive ontem na apresentação deste livro – A Guerra nos Balcãs – do general Carlos Branco. Que diz ele? Que a informação sobre este conflito foi uma mistificação, uma mentira que os media propagaram às opiniões públicas por encomenda dos governos dos países que originaram o conflito e são responsáveis pelos massacres. Exemplos, o genocídio de Sbrenica, não foi um genocídio, mas uma mortandade deliberadamente provocada pelo governo muçulmano da Bósnia, com a cumplicidade dos governos ocidentais. O jiadismo começou na Bósnia, com a criação de um estado islâmico patrocinado pelos países da NATO… É de ler e de arrepiar. Aquilo que se lê neste livro tem duas lições principais: não acreditem no que os grandes meios de comunicação dizem sobre os conflitos, desde a desagregação da Juguslávia ao que acontece hoje na Síria. Não acreditem na liberdade e independência dos grandes meios de informação: são apenas instrumentos da guerra que os seus governos desencadeiam e alimentam. Leiam este livro arrepiante. O autor foi observador militar da ONU na Juguslávia de 1994 a 1996, monitor eleitoral nas eleições na Bósnia, pertenceu à Divisão Militar do secretariado da ONU, foi porta-voz da NATO no Afeganistão, diretor da divisão de segurança e cooperação militar no estado-maior internacional da NATO, sub-diretor do Instituto de Defesa Nacional, entre outros cargos. O livro foi apresentado pelo embaixador Seixas da Costa… Eu tive a satisfação de cumprir um dever de consciência ao dar um modestíssimo contributo para que este livro viesse a público…

Retirado do Facebook | Mural de Carlos Matos Gomes

Rosário Salema de Carvalho | Azulejo em Braga | Lançamento 1 Outubro 2016 | in “Notícias de Castelo de Vide”

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O livro “Azulejo em/in Braga – O Largo Tempo do Barroco/The Baroque Period” da autoria da castelovidense Rosário Salema de Carvalho será apresentado amanhã dia 1 de Outubro em Braga. A sessão decorre pelas 16:30 horas no antigo Paço Arquiepiscopal de Braga.
A obra, com 216 páginas, é bilingue (português e inglês) e está prefaciada pelo Professor Vitor Serrão e teve a “coordenação e fotografia” de Libório Manuel Silva.
Rosário Salema de Carvalho é investigadora do ARTIS – Instituto de História da Arte da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde integra o grupo Az – Rede de Investigação em Azulejo, da qual é também coordenadora executiva.
Actualmente desenvolve um projecto de pós-doutoramento (com bolsa da Fundação para a Ciência e a Tecnologia), dedicado à questão das molduras no azulejo barroco, tendo como instituição de acolhimento o ARTIS (Az) e o Museu Nacional do Azulejo.
É doutorada em História, especialidade em História da Arte, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2012), com a tese intitulada A pintura do azulejo em Portugal [1675-1725]. Autorias e biografias – um novo paradigma. Em 2007 defendeu o Mestrado em Arte, Património e Restauro, na mesma faculdade, com a dissertação “…por amor de Deus. Representação das Obras de Misericórdia, em painéis de azulejo, nos espaços das confrarias da Misericórdia, no Portugal setecentista”.
Tem desenvolvido investigação na área do património e, principalmente, na área da Azulejaria Portuguesa, com vários artigos publicados em revistas científicas nacionais e internacionais.
© NCV | http://noticiasdecastelodevide.blogspot.pt/2016/09/rosario-salema-de-carvalho-lanca-amanha.html

Conferência “O regresso dos intelectuais em tempo de crise”

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Conferência “O regresso dos intelectuais em tempo de crise”
Dia 27 de Setembro, às 18h30, no Restaurante, no Piso 7 do El Corte Inglés.

A conferência de abertura, dirigida pelo Professor Mário Mesquita, contará com o Professor Eduardo Lourenço como principal orador.

Será razoável dizer que, após o tempo do “declínio (ou desaparecimento) dos intelectuais”, estamos na fase do “regresso dos intelectuais”? A admitirmos esse “regresso” do início do século XXI, retomar-se-ão as sucessivas configurações do “intelectual liberal”, do “intelectual orgânico”, do “intelectual comprometido” e do “intelectual específico”? Ou a figura dominante será a dos coletivos – centros de investigação, “think tanks”, organizações não governamentais e outras ? Que lugar desempenha a nova configuração do “intelectual mediático” (ou apenas do “intelectual nos media”)? Qual a sua relação (ou sobreposição) com outros “intermediários culturais”, em especial com os jornalistas? Qual a fronteira, se existe, entre intelectuais e especialistas? Esta sucessão de perguntas estará presente neste ciclo de conferências, num tempo em que o desenvolvimento da sociedade em rede significa, paradoxalmente, multiplicação de atores no espaço público e falta de referências.

Inscrições disponíveis, no Ponto de Informação no piso 0 do El Corte Inglés Lisboa ou através do e-mail relacoespublicas@elcorteingles.pt

Tapada de Mafra | Cristina Carvalho

tapada-200Este livro divide-se em cinco partes distintas,

O Sagrado

O Dia Intervalo

A Noite

O Fogo e o Renascer

Existe um rapaz que um dia conheceu, num passeio de fim de semana, a Tapada de Mafra. Desde então nunca mais deixou de lá ir. Conheceu todas as aves, conversou com muitos animais, trepou às árvores mais altas, viajou na noite acompanhado de um dos seus maiores amigos, o bufo real Elvis; enfrentou os mistérios da floresta nocturna e diurna, percorreu caminhos, cercados, colinas e vales, decifrou e aprendeu a conhecer e a distinguir plantas e flores, os sons dos ribeiros, as vozes da mata. Percebeu as quatro estações, distinguiu o dia da noite, os sinais da noite, as movimentações dos astros, as manhas dos bichos maiores. Compreendeu a complexidade da vida e aproximou-se da morte no dia em que a Tapada de Mafra ardeu quase completamente, no ano de 2003, num dos maiores incêndios jamais vistos até então. Uma sucessão de histórias todas relacionadas com a floresta e seus habitantes, desde o brilho fantástico de uma nuvem de pirilampos à majestade do mais secreto lobo; desde a suave canção do riacho à força do trovão absoluto. O rapaz aprendeu a conhecer e a estimar o planeta Terra, esse ponto de luz que vibra e estremece entre outros milhares de pontos de luz no firmamento visível. Aquele onde nasceu e onde vai morrer.

As fotografias são de Nanã Sousa Dias

Capa e ilustrações de Teodora Boneva

Dia de lançamento a anunciar.

Homens Bons | Arturo Pérez-Reverte

arturoArturo Pérez-Reverte nasceu no ano de 1951 em Cartagena.
Licenciado em Ciências Políticas e Jornalismo, trabalhou durante doze anos no jornal Puebloe nove nos serviços informativos da Televisão Espanhola (TVE), sendo especialista em temas de terrorismo, tráficos ilegais e conflitos armados.
Foram muitos os prémios que ganhou na área da reportagem, nomeadamente o Prémio Astúrias de Jornalismo pela cobertura para a TVE da guerra da ex-Jugoslávia.
Há já alguns anos, este jornalista de profissão dedica-se exclusivamente à literatura.

SINOPSE

Na Europa do século XVIII, dois homens viajam em segredo. A sua missão? Levar para Espanha algo proibido: os 28 volumes da Enciclopédia Francesa de D’Alembert e Diderot. A delicada tarefa está nas mãos do bibliotecário don Hermógenes Molina e do almirante don Pedro Zárate, membros da Real Academia Espanhola. Mas estes dois académicos estão longe de imaginar as peripécias que os aguardam…

Da Madrid de Carlos III à Paris libertina e pré-revolucionária, com os seus cafés e tertúlias filosóficas, don Hermógenes e don Pedro embarcam numa intrépida aventura, repleta de heróis e vilãos, intrigas e incertezas. Com o rigor a que já nos habituou – e baseando-se em acontecimentos e personagens reais, Arturo Pérez-Reverte transporta-nos para a magnífica era do Iluminismo, quando a ânsia de liberdade derrubava a ordem estabelecida, e dá-nos a conhecer os heroicos homens que quiseram mudar o mundo com os livros.

Um romance sobre fé e razão, Teologia e Ciência, sombra e luz.

Turismo | Análise Hoteleira 1º semestre 2016 | Grupo Moneris

monerisNo primeiro semestre de 2016, a hotelaria registou 23 milhões de dormidas, mais 11,2% face ao mesmo período do ano anterior; o mercado não residente contribuiu com 72,7% e o mercado nacional teve um peso de 27,3%. Registou-se 8,5 milhões de hóspedes o que se traduz num aumento de 13,2% de não residentes e de 7,6% de residentes. Os proveitos globais registaram 1.163 milhões de euros com crescimento de 16,5%, e encontram-se repartidos da seguinte forma; aposento 820,9 milhões de euros e restantes proveitos 342,6 milhões de euros. O RevPar registou um crescimento de 14,2%, situando-se nos 34,6 euros. A nível nacional a taxa de ocupação por quarto atingiu 58,7%, superior ao ano transacto em 3,1 pontos percentuais.

As dormidas de não residentes atingiram 16,7 milhões, que se traduzem num crescimento de 12,4% e representam em valor absoluto mais 1,8 milhões. O Reino Unido com 4 milhões de dormidas continua a manter a liderança, a crescer (14%) e representa 24,2% do total de dormidas de não residentes. Para além do Reino Unido os principais países externos que contribuíram para as dormidas foram a Alemanha (2,5 milhões), a França (1,7 milhões), a Espanha (1,4 milhões) e a Holanda (1,1 milhões). Existe crescimento em praticamente todos os mercados externos em especial dos EUA (20,9%), da França (18,7%) e da Espanha (15,2%). O mercado do Brasil com 612 mil dormidas decresceu (4,8%) face período homólogo.

LER MAIS:  http://www.moneris.pt/uploads/noticias/Moneris_-_Barometro_spreads_7.9_.2016_1.pdf

Vila Medieval de Ourém | Comemoração do Dia Mundial do Turismo

No dia 27 de setembro assinala-se o Dia Mundial do Turismo. Como vem sendo hábito, Ourém também dá o seu contributo com atividades várias na Vila Medieval de Ourém. A receção e abertura do evento está prevista para as 17.30 na Pousada de Ourém, seguida da sessão “Contributos Práticos para a Dinamização Turística Sustentável de uma Vila Medieval” e do Jantar “Uma viagem pela serra e pelo mediterrâneo”, às 20.00, na Ucharia do Conde. Faça a sua inscrição para o telefone 911 750 283 ou para o e-mail ourem2020@mail.cm-ourem.pt

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UNESCO, CIDADES DA APRENDIZAGEM | MAÇÃO

O concelho de Mação vai promover a “Quinzena Internacional da Aprendizagem: comunidades, culturas, saberes e ações”, entre os dias 19 de setembro e 1 de outubro. Este é um evento que se realiza no âmbito das Jornadas Europeias do Património 2016 e da integração de Mação na Rede Global de Cidades da Aprendizagem da UNESCO.

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AS FABULOSAS HISTÓRIAS DA TAPADA DE MAFRA | Cristina Carvalho

tapada-200Nas livrarias a partir de 22 de Setembro

(…) Sou a maior ave de rapina nocturna do mundo inteiro! E a mais bela! E a mais silenciosa no voo!
No dia em que nasci, nesse dia em que o ovo estalou e o céu se abriu num todo claro e imenso consegui, por fim, espreitar a medo, cá para fora. Eu vivia, por essa altura, num emaranhado de babas gelatinosas e mal podia ser distinguido. Era um bico, apenas. Um bico aberto à sede e à fome. Neste mesmo dia em que apareci no mundo, nasceu também o meu adorado amigo. Eu fui um pássaro. Ele foi um homem.

(…) Logo que nasci, fiquei ali, meio fora, meio dentro da casca do meu ovo branco a piar, a piar num alvoroço doido de penas e líquidos gelatinosos que bordavam todo o redondo do ninho. E ouvia muito bem o potente som que a minha mãe emitia, aquele Hooooo Hooooo prolongado, suave e, ao mesmo tempo, poderoso e quente. Conseguia ouvir o som da minha mãe ainda que ela estivesse bastante longe, a caçar para me alimentar. Depois, já muito de noite, ela chegava com pequenos ratos pendurados no bico que largava perto de mim. Quando eu ainda era muito pequeno e sem forças, ela segurava o ratico e ali ficávamos, eu a petiscar o bicho e ela a segurá-lo para que eu me alimentasse devidamente.
(…)

Cristina Carvalho – excerto de “AS FABULOSAS HISTÓRIAS DA TAPADA DE MAFRA” – publicado por Sextante / Porto Editora.

One very simple, but radical, idea: to democratise Europe | DiEM25

diem25.2Juntos fundámos o DiEM25 com um objetivo radical mas concretizável: democratizar a UE.

No entanto, a nossa capacidade de desafiar – e em última instância de derrubar – o status quo depende de estarmos organizados nesse sentido.

É por isso que nos últimos três meses temos vindo a realizar o nosso primeiro exercício democrático em grande escala (o primeiro de muitos): recolhendo propostas de todos os membros DiEM25, em toda a Europa, para nos ajudar a enquadrar os nossos Princípios Organizadores.

Este é um documento vital que irá esclarecer as ferramentas, processos e estruturas do DiEM25. Em suma, é o modelo de como vamos funcionar enquanto movimento.

Recebemos de CED’s de todos os cantos da Europa mais de 200 páginas de informações valiosas sobre os nossos Princípios Organizadores. Temos agora tudo reunido num único texto. Tem sido tanto comovente como revigorante ver uma verdadeira democracia em ação.

Agora, pedimos a todos os nossos membros um último esforço. Para tornar este texto uma realidade – e trazer-nos um passo mais perto do derrube do status quovota nele !

Tudo o que tens que fazer, Vítor, é entrar na Área de Membros do DiEM25, com o teu nome de utilizador e senha, ler o documento final e votar nele. (A tua senha temporária foi te enviada num email com o título “Vítor é tempo de agir” – se não a encontraste podes redefini-la). O documento está aberto para a votação a partir de hoje e até à meia-noite de Segunda-feira, 12 de Setembro.

Uma vez votado e tornando-se um documento vivo, pedir-te-emos que te submetas a uma segunda volta de votação: para preencher as posições delineadas nos Princípios Organizadores.

Estaremos então bem posicionados para avançar para a próxima fase: montar, com todos os nossos membros, a Agenda Progressista do DiEM25 para a Europa. Mais informações acerca disto já no final do mês.

Obrigado por ajudar a colocar a Europa no caminho certo.

Carpe DiEM25!
Luis Martín

PS Um novo artigo de Yanis com uma explicação sobre o DIEM num mundo pós-Brexit será brevemente publicado em vários meios de comunicação e línguas na Europa. Fica atentos às nossas contas nas redes sociais para que possas ler e partilhar!

Ordem dos Engenheiros promove Engenharia portuguesa nos Países Árabes

mineiro aires arabeProtocolo assinado hoje entre a Ordem dos Engenheiros de Portugal e o Instituto Luso-Árabe para a Cooperação é o primeiro passo para o reconhecimento dos engenheiros nacionais em território árabe.

A Ordem dos Engenheiros de Portugal     (OE) e o Instituto Luso-Árabe para a   Cooperação (ILAC) celebraram hoje, dia  1 de setembro, a assinatura de um protocolo de cooperação com vista ao  desenvolvimento de actividades que concorram para o fortalecimento de  relações e cooperação entre a OE e as associações representativas dos engenheiros nos Países Árabes.

O ILAC promoverá todas as iniciativas consideradas adequadas de modo a facilitar o estabelecimento de relações entre a OE e as associações congéneres representativas de engenheiros nos territórios de origem árabe, nomeadamente com a Região do Médio Oriente e do Norte de África (MENA/Magreb), com vista ao reconhecimento das qualificações profissionais dos engenheiros portugueses nesses países, tendo em consideração a reciprocidade do exercício profissional.

A OE reunirá com a sua congénere em cada país, com o objetivo de estabelecer acordos que fixem as condições para a admissão de profissionais engenheiros registados, garantindo assim o livre exercício da atividade de engenheiro em ambos os países, sob as jurisdições de supervisão de cada instituição, respeitando a legislação em vigor. A reciprocidade e as condições em que as mesmas serão definidas implicam a discussão entre as partes, atendendo às legítimas expectativas que ambas mantenham sobre os direitos e deveres do uso do título de engenheiro.

A relevância deste protocolo de cooperação decorre sobretudo das oportunidades que estas geografias já hoje representam e poderão representar para as empresas e profissionais portugueses.

A Ordem dos Engenheiros prossegue, com a assunção de mais este compromisso internacional, a sua estratégia de apoio à internacionalização da Engenharia portuguesa e a afirmação da sua qualidade além-fronteiras.

1 de Setembro de 2016

http://www.ordemengenheiros.pt/pt/atualidade/noticias/ordem-dos-engenheiros-promove-engenharia-portuguesa-nos-paises-arabes/

Discurso da Presidenta Dilma no Senado Federal

dilmaExcelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski

Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal Renan Calheiros,

Excelentíssimas Senhoras Senadoras e Excelentíssimos Senhores Senadores,

Cidadãs e Cidadãos de meu amado Brasil,

No dia 1o de janeiro de 2015 assumi meu segundo mandato à Presidência da República Federativa do Brasil. Fui eleita por mais 54 milhões de votos.

Na minha posse, assumi o compromisso de manter, defender e cumprir a Constituição, bem como o de observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil.

Ao exercer a Presidência da República respeitei fielmente o compromisso que assumi perante a nação e aos que me elegeram. E me orgulho disso. Sempre acreditei na democracia e no Estado de direito, e sempre vi na Constituição de 1988 uma das grandes conquistas do nosso povo.

Jamais atentaria contra o que acredito ou praticaria atos contrários aos interesses daqueles que me elegeram.

Nesta jornada para me defender do impeachment me aproximei mais do povo, tive oportunidade de ouvir seu reconhecimento, de receber seu carinho. Ouvi também críticas duras ao meu governo, a erros que foram cometidos e a medidas e políticas que não foram adotadas. Acolho essas críticas com humildade.

Até porque, como todos, tenho defeitos e cometo erros.

Entre os meus defeitos não está a deslealdade e a covardia. Não traio os compromissos que assumo, os princípios que defendo ou os que lutam ao meu lado. Na luta contra a ditadura, recebi no meu corpo as marcas da tortura. Amarguei por anos o sofrimento da prisão. Vi companheiros e companheiras sendo violentados, e até assassinados.

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