HISTÓRIAS EM PONTO DE CONTAR | MARIA ALBERTA MENÉRES e ANTÓNIO TORRADO | AMADEO DE SOUZA – CARDOSO

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HISTÓRIAS EM PONTO DE CONTAR – 20 desenhos de AMADEO DE SOUZA – CARDOSO

MARIA ALBERTA MENÉRES e ANTÓNIO TORRADO escreveram este livro, lançado em Portugal pela editora ASSÍRIO E ALVIM

Se na maior parte dos casos as ilustrações servem de complemento ao texto, nestas Histórias em Ponto de Contar a situação é a inversa. Assim, o ponto de partida para a narrativa são os vinte desenhos de Amadeo de Souza – Cardoso, ligados pelo texto que, como se adverte desde o início, não quer limitar aquilo que vemos, mas apenas fornecer uma interpretação possível. Para saborear tantas vezes quantas a imaginação quiser.

UM LIVRO ABSOLUTAMENTE LINDO !

 

Ombres portées | Leur représentation dans l’art occidental | E. H. Gombrich

ombres 200Art et Artistes – Gallimard

Ombres portées. Leur représentation dans l’art occidental – E. H. Gombrich. Alors que les ombres portées sont, en général, utilisées pour attirer l’attention du spectateur, l’historien de l’art souligne et analyse ici leur relative rareté dans l’art occidental.

Traduit de l’anglais par Jeanne Bouniort. Préface de Neil Mac Gregor, introduction de Nicholas Penny. Première parution en 1996.

Il s’agit de regarder autour de soi pour remarquer les ombres projetées par les objets sur les surfaces environnantes, aussi bien en plein jour qu’à la lumière artificielle. Les artistes se servent des ombres portées pour attirer l’attention sur l’éclairage du tableau et pour donner plus de solidité aux objets qui interceptent la lumière. Ces ombres peuvent révéler la présence de quelqu’un ou de quelque chose en dehors de l’espace du tableau. Pourtant, comme le souligne E. H. Gombrich, elles n’apparaissent que çà et là dans l’art occidental, qui a plutôt tendance à les oublier ou à les éliminer.

Mapa Mudo – labirinto poético

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Um devaneio alimentado durante trinta anos. O intricado credível de cidades imaginadas num planeta possível. Sem legendas ou sinalética, não existem vetores que conduzam o visitante recém-chegado. Todas as direções lhe estão abertas: a descoberta transforma-se uma experiência pessoalíssima. O tricotado destas cidades, onde podemos reconhecer ruas, bairros, zonas agrícolas, marinas, aeroportos, estádios de futebol e até uma base militar, não seguiu um plano premeditado. Como todas as cidades, o seu traçado foi crescendo, evoluindo de acordo com o gosto dos tempos. Zonas históricas foram arrasadas para dar lugar a novas e largas avenidas. Em exposição na galeria Abysmo. O autor considera a possibilidade de organizar visitas guiadas. A não perder.

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JOSÉ RUY — 70 ANOS A DESENHAR – Setúbal

José Ruy_CasDaCult_SetJOSÉ RUY — 70 ANOS A DESENHAR | José Ruy começou a publicar desenhos regularmente na imprensa há setenta anos. Assinalam-se hoje19 dia 19. Publicou o seu primeiro desenho no semanário O Mosquito. Publicação muito popular na altura, que mostrava histórias em capítulos, assinadas por vários autores. José Ruy nunca mais parou. Passeou o seu talento pelas mais prestigiadas páginas da imprensa ilustrada. Mas não ficou por aí. Desenvolveu intenso trabalho pessoal. Desenhou inúmeros álbuns, contando as histórias da História de Portugal.
Em Fevereiro e Março deste ano andou por Setúbal. Fez uma exposição de um seu trabalho a reeditar — Fernão Mendes Pinto e a sua Peregrinação —, na galeria da Casa Da Cultura | Setúbal, e foram promovidos vários encontros com todos os que o quiseram ouvir. Convívios memoráveis.

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