Elīna Garanča | SCHUMANN & BRAHMS

Robert Schumann
Frauenliebe und Leben op. 42

Johannes Brahms
Heimweh II: “O wüsst’ ich doch den Weg zurück” op. 63 no. 8
Liebe und Frühling II: “Ich muss hinaus” op. 3 no. 3
Liebestreu op. 3 no. 1 · Mädchenlied op. 107 no. 5
O kühler Wald op. 72 no. 3 · Verzagen op. 72 no. 4
O liebliche Wangen op. 47 no. 4 · Geheimnis op. 71 no. 3
Wir wandelten op. 96 no. 2 · Alte Liebe op. 72 no. 1
Die Mainacht op. 43 no. 2 · Von ewiger Liebe op. 43 no. 1
Elīna Garanča
Malcolm Martineau November 6, 2020

Alex Taylor | a short piece of Music called ‘Natalia’

I have composed a short piece of Music called ‘Natalia.’ I watched my first ballet in Dec 2018 and have been hooked since. I saw Natalia in ‘Pure Dance’ at Sadlers Wells last October and wrote this with her grace, elegance and beauty in mind. If Natalia sees this and wants to choreograph a dance to it? (day dreaming again) !!

Hope you like it.

250 anos do nascimento de Beethoven: a vitória do sublime | in esquerda.net

Quem conseguir ligar-se à música de Beethoven terá o privilégio de enfrentar algumas das maiores proezas criativas, intelectuais e sensíveis do mundo da música.

Por Guilherme de Alencar Pinto.

Tudo estava previsto para que este fosse o ano de Beethoven. Com a pandemia em andamento, os 250 anos do nascimento do pobre Ludwig vão tendo como principal celebração o som de “Para Elisa”, desafinado, nos camiões de distribuição de gás que cruzam as ruas semi-vazias. Contudo, nada nos impede de aproveitar este quarto de milénio (que se cumpre no final do ano) para resumir o que nos trouxe um dos compositores que mais contribuiu para definir o nosso vínculo com a arte.

Ludwig van Beethoven (1770-1827) é talvez o compositor mais influente na história da música. A partir do século XX, a música popular alcançou uma massificação inatingível no seu tempo, mas nesta o influenciador era a interpretação, não a composição, e, além disso, a grande segmentação desse setor impediu que uma figura se destacasse, o que era possível na cultura eurocêntrica do século XIX.

Apenas Wagner (1813-1883) pode fazer-lhe mossa, mas é de notar que a idolatria suscitada por este foi sempre potenciada por uma controvérsia ardente, enquanto o caso de Beethoven é mais parecido com o do seu quase contemporâneo Artigas [NT: militar e político sul-americano, herói das independências argentina e uruguaia], ou seja, tornou-se uma figura quase intocável e reivindicada por todos (na famosa controvérsia entre Wagner e Brahms, ambos fundamentavam as suas posições evocando Beethoven).

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Larry Beckett & Tim Buckley | Song to the Siren

Long afloat on shipless oceans

I did all my best to smile

‘Til your singing eyes and fingers

Drew me loving to your isle

And you sang

Sail to me, sail to me

Let me enfold you

Here I am, here I am

Waiting to hold you

 

Did I dream you dreamed about me ?

Were you hare when I was fox ?

Now my foolish boat is leaning

Broken lovelorn on your rocks

For you sing

‘Touch me not, touch me not

Come back tomorrow

Oh my heart, oh my heart

Shies from the sorrow’

 

I am puzzled as the oyster

I am troubled as the tide

Should I stand amid your breakers ?

Or should I lie with death my bride ?

Hear me sing

‘Swim to me, swim to me

Let me enfold you

Here I am, here I am

Waiting to hold you’

The Rolling Stones | Angie (1973)

Angie, Angie
When will those dark clouds all disappear
Angie, Angie
Where will it lead us from here
With no lovin’ in our souls
And no money in our coats
You can’t say we’re satisfied
Angie, Angie
You can’t say we never tried
Angie, you’re beautiful
But ain’t it time we say goodbye
Angie, I still love you
Remember all those nights we cried
All the dreams were held so close
Seemed to all go up in smoke
Let me whisper in your ear
Angie, Angie
Where will it lead us from here
Oh, Angie, don’t you wish
Oh your kisses still taste sweet
I hate that sadness in your eyes
But Angie
Angie
Ain’t it time we said goodbye
With no lovin’ in our…

Natalia Osipova in Giselle | Leonid Sarafanov as Count Albrecht

No primeiro ato, a aldeã Giselle está apaixonada por Albrecht, um nobre disfarçado de camponês. Quando Giselle descobre a fraude, ela fica inconsolável e morre.

No segundo ato, o amor eterno de Giselle por Albrecht, que vem a noite visitar seu túmulo, o salva de ter seu espírito vital tomado pelas willis espectrai, os fantasmas de garotas noivas que morreram antes do dia do seu casamento, e sua rainha. Sempre que um homem se aproxima, elas obrigam-no a dançar até a morte. Giselle dança no lugar de Albrecht e, dessa forma, impede que ele chegue à exaustão, quebrando o encanto das Willis. No final, ela o perdoa.