Medvedev acusa Alemanha de “declarar uma guerra híbrida” à Rússia

Para Medvedev, a Alemanha é “um país hostil”, que “impôs sanções contra toda a economia da Rússia e seus cidadãos” e que “fornece armas letais à Ucrânia”.

“Noutras palavras, a Alemanha declarou uma guerra híbrida à Rússia. Consequentemente, a Alemanha atua como inimigo da Rússia”,

A propósito, para quando a paz, para quando a amizade entre os povos da Europa e do Mundo?

https://www.noticiasaominuto.com/mundo/2066261/ao-minuto-zaporijia-e-preocupacao-soldados-russos-sem-condicoes

A paz antes da justiça | Viriato Soromenho Marques | in Diário de Notícias

Sobre as razões da desordem do mundo, o nosso Padre António Vieira (1608-1697) soube definir com clareza, não só as duas categorias principais que permitiriam substituir o caos pela ordem como também a respetiva prioridade entre elas: “Abraçaram-se a justiça e a paz, e foi a justiça a primeira que concorreu para este abraço. Porque não é a justiça que depende da paz (como alguns tomam por escusa) senão a paz da justiça” (Sermão ao Enterro dos Ossos dos Enforcados).

A tese de que é à justiça que cabe criar as condições para a paz, parece ser confirmada tanto pela razão como pela longa experiência da história doméstica dos povos. A injustiça praticada por classes e fações sobre outras pode conviver, temporariamente, numa aparente ausência de conflito, mas nunca como uma paz solidamente ancorada. Contudo, já no plano internacional essa regra não se aplica universalmente. Vejamos o caso da guerra que nos tira o sono. A invasão russa da Ucrânia configura o crime de agressão de um Estado a outro, curiosamente, introduzido no direito internacional depois da II guerra mundial pela ação do jurista soviético Aron Trainin (1883-1957).

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28/04/2022 | GUERRA NO LESTE DA EUROPA | Nota do Coordenador, Vítor Coelho da Silva

Após a visita do Secretário Geral da ONU, Engº António Guterres, a Moscovo e Kiev, torna-se evidente que os diversos intervenientes neste lamentável e inaceitável conflito, se mostram muito pouco empenhados num cessar-fogo imediato com consequente negociação para um acordo de PAZ, definitivo e duradouro. Deixando um apelo público à Rússia, Ucrânia, USA, NATO, UE e ONU e demais políticos mundiais empenhados numa solução urgente, clara e definitiva, informo que não serão colocados mais artigos visando este tema no Blogue das Culturas. Haja Paz, Concórdia e Visão Humanista do Futuro da Humanidade. (vcs)

PINTURA | PICASSO E AS POMBAS DA PAZ

A Paz não vende ? | por Joffre António Justino

É curioso, desde que se sente que a prioridade está nas negociações de paz na Ucrânia (ainda com curtas chamadas de primeira página) a guerra passou para páginas menores dos media e nas têvês, o futebol reganhou o espaço dominante (nem se fala já da estátua da sra de Fátima…).

No entanto no recuo de Zelinsky está o jogo da perda de autonomia da Ucrânia que passa a ser um Protetorado de 9 países, 5 dos quais do Conselho de Segurança da ONU (Rússia incluída), para aceitar não entrar na Nato que na verdade entra pela porta das traseiras com a entrega de armas e gerar a exclusão aérea.

Mais ainda lá se vão a prazo de 15 anos Donetz e Lugansk como já foi a Crimeia enquanto que a guerra continua em Mariupol (desnazificar a Ucrânia enfim).

Como não se sabem os reais objetivos militares da invasão russa, o certo é que Stoltenberg e Biden em particular, deveriam apresentar a demissão dos seus cargos, pois a sua aposta guerreira foi à vida tendo significado somente o desastre ucraniano em vidas e edificado enquanto que a Nato pouco valor mostrou ter (se formou o exército ucraniano o resultado não foi brilhante por muito que se queira dizer o contrário pois a Ucrânia tem uma forte e antiga presença militar no mundo sob formação soviética).

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