As responsabilidades de Rui Rio e António Costa | José Pacheco Pereira in Jornal Público

Tirando Rio e Costa, não há nos partidos quem possa dar corpo a uma alternativa que dê esperança ao país.

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A profundidade do pântano da vida política portuguesa adensa-se todos os dias. Quando Guterres falou de pântano, estava apenas a temer a “coisa” e a ver se não entrava nela. Pode-se considerar que já lá tinha os pés, mas uma parte considerável do corpo ainda se encontrava fora, embora a responsabilidade de Guterres em perder a última oportunidade de sair sem dor do “monstro” seja enorme. Mas se o plano inclinado continuava, a alternância política como mecanismo renovador e dador de esperança ainda existia.

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Citando António Costa | “Não se combate a crise com um país dividido”

antonio-costa-31e9O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa, aproveitou a cerimónia dos 103 anos da Implantação da República, este sábado, para deixar vários recados ao Governo.

Tal como no seu discurso de vitória na noite das eleições autárquicas, há quase uma semana, António Costa falou do estado do país.

“Não se combate a crise com um país dividido, descrente e desconfiado do futuro”, afirmou, defendendo ser hora de construir “uma estratégia nacional que promova a competitividade, construída na cooperação e no diálogo” com os parceiros sociais e todos os agentes económicos.

Aludindo aos vários chumbos do Tribunal Constitucional e às críticas de que o Governo PSD/CDS-PP tem sido alvo, de secundarizar a democracia, o autarca socialista sublinhou que “a crise não se vence vendendo os anéis, mas fortalecendo os dedos”, devendo ser esta “uma ocasião para fazermos o exame à nossa consciência democrática”, “porque todos juntos fazemos Portugal”.

“A crise deve ser combatida com as regras e os instrumentos da democracia, com o esforço e a convicção de todos, com visão estratégica e não com impulsos”, afirmou Costa, reforçando: “A crise tem de ser combatida na convicção de que não há contradição entre democracia e desenvolvimento económico e também não há contradição entre crescimento e consolidação financeira. Pelo contrário: são objectivos complementares, que se reforçam reciprocamente”.

Virando-se depois para a cidade, Lisboa, Costa referiu-se ao processo de reorganização administrativa do território, afirmando que as autarquias foram grandes impulsionadoras da poupança.

“Nós fizemos a nossa parte. As freguesias de Lisboa vão iniciar novos mandatos com novos desafios. Cabe agora ao Estado fazer o que lhe cabe”, afirmou, defendendo o poder dos municípios sobre o policiamento do trânsito e os transportes públicos.

http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=27&did=124609#.UlE3jhvEI5U.facebook (FONTE)

Jogar pelo Seguro: António Costa a PM, por Daniel Deusdado

António Costa

Daniel Deusdado
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Jogar pelo Seguro: António Costa a PM
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Cavaco instalou a derrota final. Esta solução de ‘nem antecipa já nem Governa até ao fim’ é a pior de todas – um Governo de gestão por um ano cuja única missão é reunir com a troika e fazer tudo o que os ‘mercados’ exigirem. Só que a chantagem da “salvação nacional” não basta para unir estes partidos, neste momento, sob coação do presidente.

O problema é o da credibilidade dos líderes. Passos Coelho é apenas o último exemplo desta inconsistência e por isso os portugueses temem tanto António José Seguro. Mas bastaria dois dedos de testa no PS e isto resolvia-se sem se hipotecar o sistema democrático através de uma aliança irrespirável entre PSD, CDS e PS e no qual se entrega o voto de protesto ao PCP e ao Bloco.

Como sair daqui? Seguro foi eleito líder do PS (só Deus sabe porquê…) mas é evidente que o país preferia ter à frente dos socialistas António Costa. Ora, António José Seguro tem uma grande oportunidade de se revelar pela primeira vez um estadista. Basta anunciar que o PS indica António Costa para primeiro-ministro das eleições (sejam elas quando forem).

Se fosse lúcido, Seguro tê-lo-ia feito já na semana passada e acabava de vez com o Governo. Mas o projeto de Seguro não é o país, é o de “Ele” ser primeiro-ministro. Tal como Passos Coelho. Querem entrar na história a todo o custo, apesar dos milhões de vítimas provocadas pela sua ignorância profunda para a função. Seguro pode tentar demonstrar que é competentíssimo no mundo in vitro onde vive, mas há todos os dias alguém a fazer campanha contra o líder do PS: é o líder do PSD. Passos mostra como um jotinha profissional é bom a conquistar distritais e assustador a gerir um Governo real.

Se António José Seguro pusesse o seu ‘ego’ ao largo e por um minuto pensasse nos portugueses, perceberia que António Costa tem mais perfil para o momento que atravessamos. Tem experiência – foi um bom ministro da Justiça, foi um excelente ministro da Administração Interna. Lisboa é uma cidade que ganhou brilho com ele. E tem uma boa rede de ‘inteligência’ capaz de colocar ao seu lado uma equipa séria para pastas essenciais num Governo.

Mais: no contexto em que estamos, seria pacífico e clarificador que o PS não apresentasse Costa à Câmara de Lisboa. Da forma que o PSD está, seria o momento certo para um novo rosto iniciar um ciclo na capital. Aliás, haveria um impulso PS por todo o país com esta credibilização da liderança socialista. Entretanto, António José Seguro poderia liderar o PS neste impasse e depois no Parlamento em apoio ao futuro Governo, ou ficar como vice-primeiro-ministro, ou ser ministro dos Negócios Estrangeiros – enfim, o que quisesse. Com esta decisão os portugueses ficar-lhe-iam gratos e acreditariam que existe algo mais na ambição de Seguro do que, apenas, ligar à família e dizer: “Olá! Já sou primeiro-ministro”.

Um outro ponto essencial de uma estratégia nova: com António Costa o PS poderia ter a ambição de reclamar uma maioria absoluta porque Costa é bem-visto simultaneamente à esquerda e à direita do PS. E com uma provável maioria absoluta do PS terminaria o dogma da “instabilidade”. Um Governo de quatro anos socialista seria melhor do que esta brincadeira a prazo que temos à frente em nome da “estabilidade”. Até os mercados agradeceriam um novo cenário.

Além disso, o risco do regresso às políticas “Sócrates” – a que ficou ligado o PS – ficaria muito mais mitigado porque Costa tem um pensamento próprio enquanto Seguro voga entre os de Costa, os de Sócrates e os que estão a ver para onde as coisas caem.

Insistindo Seguro no seu incontornável “Eu”, as próximas autárquicas podem ter um sentido útil: à exceção de Lisboa, os portugueses que querem votar apenas em protesto (porque não têm certezas sobre os candidatos PS), deveriam votar noutros partidos. É hora de se fazer uma moção de desconfiança a este líder do PS que não percebe a importância do momento que todos estamos a viver e não abre caminho à solução de que os portugueses desesperadamente precisam. Mesmo com austeridade e sacrifícios no futuro, precisaríamos de recomeçar, já, com um Governo decente. Sem Passos, Portas ou Seguro.

http://www.leituras.eu/?p=8024&utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=jogar-pelo-seguro-costa-a-pm

ANTÓNIO COSTA | Pavilhão de Portugal | Apresentação de Candidatura à Câmara Municipal de Lisboa | Quinta-feira, 18 de Julho de 2013, 18 horas

Pala do Pavilhão de Portugal

ANTÓNIO COSTA tem o maior gosto em convidar V. Exa. para a sessão em que apresentará publicamente a sua recandidatura à presidência da Câmara Municipal de Lisboa.
Na mesma sessão serão apresentados os cabeças de lista à Assembleia Municipal de Lisboa e às novas 24 freguesias. Será igualmente apresentado o Mandatário da candidatura JUNTOS FAZEMOS LISBOA.
A apresentação pública da Candidatura à CM de Lisboa de ANTÓNIO COSTA.
A presença de todos é importante para a afirmação de apoio a ANTÓNIO COSTA e à candidatura JUNTOS FAZEMOS LISBOA, na preparação do futuro da nossa cidade.
Não falte, todos são necessários, porque JUNTOS FAZEMOS LISBOA!

António Costa

Citando Eduardo Pitta in “Da Literatura”

ANTÓNIO COSTA E O FUTURO DO PS

O PS reúne hoje a Comissão Política e, no próximo 10 de Fevereiro, a Comissão Nacional que decidirá a data das directas e do congresso do partido. Tudo aponta para o fim de Março. Gostava de ver António Costa avançar nas directas. O PS precisa de alguém com fibra, e um passado de provas dadas, para surgir como alternativa à direita. Só não percebo a parte dos que defendem que eleições internas em Março constituem óbice às autárquicas de Setembro ou Outubro. Não sou militante do partido, mas a liderança do PS é um assunto demasiado sério para ficar entregue a uma clique. António José Seguro assegurou o período de nojo, mas chegou a altura de começar a construir o futuro.

http://daliteratura.blogspot.pt/2013/01/antonio-costa-e-o-futuro-do-ps.html … (FONTE)

António Costa

António Costa

O Economista Português julga que só um governo de união sagrada estará em condições de proceder às reformas de que Portugal necessita para sobreviver. | Luís Salgado de Matos in “O Economista Português”

O governo beneficia de condições políticas que lhe permitam aplicar uma eventual reforma e cortes na despesa da magnitude acima referida (4 mil milhões de Euros)?  O governador do Banco de Portugal, Dr. Carlos Costa, defendeu acordos sociais para pôr os parceiros sociais de acordo quanto a receitas e despesas estatais – o que é uma excelente ideia, mas o governo terá vontade e força para proceder a essa concertação social? O Economista Português julga que só um governo de união sagrada estará em condições de proceder às reformas de que Portugal necessita para sobreviver.

Do autor deste post (Vítor Coelho da Silva):  

Entregar a liderança do PS ao Dr. António Costa e a liderança do PSD ao Dr. Rui Rio, e ambos, com o acordo dos seus Partidos e do Sr. Presidente da República, formarem um Governo Estratégico de União para sair da crise, talvez seja a solução.  Será pedir muito?

Ler mais aqui:

http://oeconomistaport.wordpress.com/2013/01/29/nova-conferencia-dos-4-bilioes-de-euros/ … (FONTE)

Rui Rio

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António Costa

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