ROBERT F. KENNEDY JR., SOBRINHO DO ASSASSINADO PR DOS EUA EM 1963, JOHN KENNEDY:«MATAMOS 300 MIL UCRANIANOS»

O candidato à nomeação democrata para as eleições presidenciais norte-americanas de 2024 disse numa entrevista que Washington está a “SACRIFICAR O POVO UCRANIANO”.

Em conversa com o apresentador da Fox News, Sean Hannity, o membro da família Kennedy voltou a ser muito crítico do papel dos Estados Unidos no conflito na Ucrânia, e até relacionou a atitude da Administração do Presidente Joe Biden em relação a esta questão com a sua decisão de ser candidato presidencial.

“A razão pela qual estou concorrendo é que não gosto do que Joe Biden está fazendo com este país [Ucrânia]”, disse Kennedy Jr. nesta segunda-feira (8). em frente à televisão americana.

O democrata explicou que os EUA só estão apoiando a Ucrânia porque o confronto de Kiev com Moscou avança sua própria agenda geopolítica, algo semelhante ao que o pensador Noam Chomsky havia dito. em entrevista ao New Statesman na semana passada assegurando que Washington prossegue os seus próprios interesses no país europeu.

“O que estamos fazendo na Ucrânia não é bom para o povo ucraniano.

Obrigamos a Zelensky a mandar para a frente milhares de soldados, sem qualquer hipótese de sucesso e daí já ressultou a morte de 300 MIL soldados ucranianos”, disse Kennedy Jr., acrescentando que os EUA também mataram dezenas de milhares de civis.
Em sua opinião, Washington está “sacrificando o povo ucraniano” porque quer se livrar do presidente russo, Vladimir Putin, porque este põe em causa o domínio unipolar dos EUA no Mundo.

Além disso, Kennedy Jr. questionou o envio de MILHARES DE MILHÕES de dólares em ajuda à Ucrânia quando A SITUAÇÃO ECONÓMICA NOS EUA É DRAMÁTICA PARA MILHÕES DE CIDADÃOS NORTE-AMERICANOS.

«Washington já enviou US$ 113 mil milhões de dólares para lá [para a Ucrânia]”, disse o democrata, quando UM QUARTO DOS AMERICANOS VAI PARA A CAMA COM FOME», disse.

Há poucos dias, entrevistado pelo All In Podcast, Kennedy Jr. havia dito que o conflito na Ucrânia havia começado em 2014, quando as autoridades americanas participaram de um golpe de Estado contra o governo democraticamente eleito do presidente Viktor Yanukovych, para colocar em seu lugar outro, totalmente anti-russo.

O pré-candidato acrescentou nessa entrevista que, se eleito presidente dos EUA, promoveria um cessar-fogo imediato porque o governo de Zelensky é totalmente controlado por Washington.

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