O discurso da normalidade dita democrática: a contra-reforma nazi | por Carlos Matos Gomes

Há novo governo, mas as ideias e os pensamentos são velhíssimos. Do que li e ouvi de Paulo Rangel, o único ministro que tem um discurso público ideológico, o ideólogo do governo entre um grupo de comissionistas a aproveitarem uma oportunidade de negócio fácil e rápido, encontramos três ideias base que fundamentam uma ideologia e as ideias força que ele irá expor junto da “comunidade internacional” como a doutrina professada pelos portugueses, sermonando em nosso nome:

– A primeira, a Ucrânia de Zelenski, do batalhão de Azov e dos nazis que a operação dirigida por Victoria Nuland, a agente da CIA e atual subsecretária dos negócios estrangeiros dos Estados Unidos, colocou no poder com o golpe da Praça Maidan, é uma democracia e defende os nossos valores, os do humanismo Ocidental;

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