Alberto João Jardim, amigo de Marques Mendes, apoia Gouveia e Melo por não estar “misturado com os partidos”, in LUSA

O antigo presidente do Governo Regional da Madeira diz ser amigo de Marques Mendes mas vai apoiar a candidatura do almirante porque não está “misturado com os partidos”. PSD, ao ter decidido escolher um candidato próprio, veio vincar o seu caráter partidocrático, diz Alberto João

O antigo presidente do Governo Regional da Madeira Alberto João Jardim disse este sábado apoiar a candidatura de Henrique Gouveia e Melo à Presidência da República. Alberto João Jardim justifica a opção com o facto de o almirante não estar “misturado com os partidos”.

“Vou apoiar uma pessoa que está fora de um sistema que vem cansando os portugueses e quem disser que não está cansando é hipócrita, basta falar com as pessoas dia a dia na rua”, afirmou. Alberto João Jardim, que liderou o executivo social-democrata madeirense entre 1978 e 2015, falava antes de um jantar com o almirante, em Câmara de Lobos, na zona oeste da ilha, que reuniu um pequeno grupo de apoiantes da sua candidatura.

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Apoiantes de Trump elogiam pausa na entrega de armas a Kiev após criticarem ataque ao Irão, in LUSA e RTP

O presidente norte-americano, Donald Trump, está a ser elogiado pelos seus apoiantes mais fervorosos por reter algumas armas prometidas a Kiev, após terem questionado recentemente o compromisso do líder republicano em manter os EUA fora dos conflitos estrangeiros.

O anúncio desta semana de suspender o fornecimento de mísseis de defesa aérea, artilharia guiada de precisão e outros equipamentos à Ucrânia surge poucas semanas depois de Trump ter ordenado aos militares norte-americanos que realizassem ataques a instalações nucleares iranianas.

O bombardeamento destes locais no Irão fez com que alguns apoiantes acérrimos do movimento MAGA [“Make America Great Again”, “Engrandecer de Novo a América”, o principal `slogan` do republicano] questionassem abertamente se Trump estaria a trair a sua promessa de manter os Estados Unidos fora das “guerras estúpidas” ao lançar os militares norte-americanos no conflito de Israel com Teerão.

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A ESPINGARDA DE HEMINGWAY, por Manuel S. Fonseca, in Facebook

Mas que coisa é essa, intrigante, confusa, perplexa, de ser-se escritor?! Como se eu pudesse saber…

A vocação está na ponta de uma espingarda. Pelo menos para Ernest Hemingway. Mario Vargas Llosa cujo espírito paira agora por aí como uma erótica máquina lírica, descobriu que queria ser escritor – essa pulsão que se diz rasgar as entranhas –, ao ler «Madame Bovary», romance de um senhor francês, dado a crises nervosas, chamado Flaubert. O polaco Joseph Conrad alistou-se na então gloriosa Marinha britânica e aprendeu inglês, língua que foi sua musa inspiradora. 

Mas que rumor é esse que faz os escritores estarem de bem connosco e de mal consigo? Poetas e romancistas serão inspirados por um demónio ou eleitos de Deus? E existirá essa chusma de musas, que imagino de maminhas veladas por tules a roçarem-se pelas meninges dos escritores? No caso das escritoras, serão faunos de infantis pilinhas divertidamente erectas e que quando dedilhadas fazem dó, ré, mi?

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Carneiro tenta “diversidade” e grupo de conselheiros, in Observador, 5 junho 2025

O novo líder do PS queria manter alguns membros da anterior direção do PS na sua equipa para dar um sinal interno de unidade, mas teve dificuldades. Nos convites para a nova direção, José Luís Carneiro deparou-se com negas, mas sobretudo indisponibilidades manifestadas logo à partida. A maioria dos socialistas que tinha feito parte da equipa mais próxima de Pedro Nuno Santos não esteve disponível para ficar, alguns preferindo manter-se apenas na direção da bancada parlamentar. Carneiro foi à procura de pontes por outros lados para garantir “diversidade”.

Este sábado, depois de aprovar o novo secretariado na Comissão Nacional do PS, vai também anunciar que pretende criar um Conselho Estratégico que junte notáveis do partido e figuras que representem várias áreas da sociedade civil. A ideia de Carneiro é que esta estrutura possa reunir-se a cada três meses e que seja um “espaço de aconselhamento do secretário-geral”, explica fonte do partido.

Este Conselho vai, depois, coordenar-se com o gabinete de estudos do PS para o qual Carneiro ainda procura um diretor. Um dos nomes que tentou ter à frente desta estrutura foi o de Ascenso Simões. mas o antigo deputado e secretário de Estado (que tem sido uma voz socialista presente na opinião publicada, com críticas a várias lideranças) não aceitou, segundo apurou o Observador. O gabinete ganha especial importância numa altura em que o partido estão não só na oposição, como tem a necessidade de promover uma reflexão interna depois do desastre eleitoral nas legislativas.

Health Care: Jonathan Gruber, “A key founding father of Obamacare” on what comes next, by Paul Krugman

No economist played as large a role in devising and pushing forward the Affordable Care Act as Jon Gruber, one of my former MIT colleagues. He gets a lot of the credit for the 10-year stretch when America, like every other advanced country, guaranteed adequate health care to the great majority of its citizens.

But MAGA is putting an end to all that. So I talked with Jon about how the ACA came to be, what happens now, cuts to medical research and more. It’s not as depressing a conversation as you might think!

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Petição à Assembleia da República sobre o reconhecimento do Estado da Palestina, in Blog “emCausa”.

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República,

Os abaixo-assinados vêm seguindo com crescente preocupação o agravamento das violações de direitos humanos e da lei humanitária internacional, os crimes de guerra e a escalada de violência sobre civis em Gaza e na Cisjordânia. O bloqueio à ajuda humanitária e à entrada de alimentos, medicamentos, combustível e outros bens essenciais, as ordens de evacuação de populações de Gaza e da Cisjordânia, bem como a destruição sistemática e deliberada de infraestruturas essenciais à vida naqueles territórios pelo exército de Israel já nada tem a ver com o direito à autodefesa invocado por Israel, na sequência do condenável ataque terrorista de outubro de 2023.
Sucessivos relatórios das Nações Unidas e de um número crescente de organizações humanitárias e de direitos humanos internacionais, incluindo israelitas, reconhecem neles uma intenção de limpeza étnica. A Amnistia Internacional, bem como os Relatores Especiais para os Direitos Humanos das Nações Unidas descrevem um genocídio em curso. Esta é também a posição dos países que apoiam a África do Sul, como Espanha e Irlanda, no processo para a ‘Aplicação da Convenção sobre a Prevenção e Penalização do Crime de Genocídio na Faixa de Gaza’, que moveu contra Israel no Tribunal Internacional de Justiça.

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“Tudo aquilo que Trump possa dizer não vale nada”. Já nem Zelensky “acredita nos EUA”, in CNN Portugal

O major-general Agostinho Costa defende que as negociações entre os EUA, Ucrânia e Rússia “não passam de uma coreografia onde todos alinham, mas ninguém acredita em ninguém”.

“Nem os russos acreditam nos americanos, nem os americanos acreditam nos russos”, refere ainda.