Palavras a Preto e Branco – Fundação José Saramago


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“Sobre o negro, uma escrita a luz.
Liberta-se em poesia o que se fixou no olhar.”

Com fotografias de José Luís Outono e o discorrer poético dos pensamentos de José Gabriel Duarte é lançado este sábado, na Fundação José Saramago, este “Palavras a Preto e Branco”.

É às 16:00 horas, sintam-se convidados.

A frase em citação é da minha autoria e encontra-se nas badanas deste livro.

 

Michelangelo Caravaggio, “The Crowning with Thorns”

Crown of Thorns attributed to Michelangelo Merisi, Caravaggio (1602)

  • Michelangelo Merisi da Caravaggio foi um pintor italiano atuante em Roma, Nápoles, Malta e Sicília, entre 1593 e 1610. É normalmente identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Wikipédia

Leon Trotsky por Robert Capa

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O fotógrafo húngaro nascido em Budapeste, Robert Capa, tornou-se famoso ao fotografar Leon Trotsky durante um congresso do Partido Comunista em Copenhagem, em 1931. O fato de ser judeu obrigou Capa a deixar a Alemanha, onde ele trabalhava como fotojornalista na maior agência de fotografia da época, a “Dephot”, e mudar-se para Paris em 1932 por causa do surgimento do nazismo. Capa é reconhecido como o mais importante fotógrafo de guerra da primeira metade do século 20. Documentou a Guerra Civil Espanhola, a Segunda Guerra Sino-Japonesa, a Segunda Guerra Mundial na Europa (em Londres, na Itália, a Batalha da Normandia em Omaha Beach – Dia D, e a libertação de Paris), a Segunda Guerra no Norte da África, a Guerra árabe-israelense de 1948 e a Primeira Guerra da Indochina. Morreu ali, na Guerra da Indochina, em 1954, ao pisar sobre uma mina terrestre. Robert Capa era um pseudônimo que o fotógrafo, cujo nome verdadeiro era Endre Ernő Friedmann, criou com Gerda Taro, sua primeira namorada e também fotógrafa-produtora, em 1934.

Explosão de alegria (1973)

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Fotografia feita em 17 de Março de 1973. Mostra o reencontro do Tenente-Coronel Robert L. Stirm com sua família, na base aérea de Travis, na Califórnia, três dias após ter sido libertado. Stirm tinha sido capturado pelos vietnamitas do Norte seis anos antes, em 27 de Outubro de 1967, depois do caça-bombardeiro que pilotava ter sido abatido sobre Hanói. A fotografia, batizada como “Explosao de Alegria”, comoveu os norte-americanos e venceu o Prêmio Pulitzer de 1974. Fotografia: Sal Veder

Marilyn Monroe na Pacific Coast Highway (1945)

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Fotografia feita em novembro de 1945 mostra Marilyn Monroe, aos 19 anos, sentada no meio da Pacific Coast Highway, Califórnia, Estados Unidos. Foi o primeiro ensaio da futura diva e atriz Marilyn Monroe. Na fotografia, Marilyn sorri para o fotógrafo André de Dienes, com que viveria um breve romance. “Conforme os minutos passavam, eu me apaixonava mais e mais por Norma Jeane [verdadeiro nome de Marilyn Monroe]”, relata André de Dienes no livro “André de Dienes, Marilyn” — publicado pela Taschen.Fotografia: André de Dienes

 

Dresden | II Guerra Mundial

 

A view taken from Dresden’s town hall of the destroyed Old Town after the allied bombings between February 13 and 15, 1945. Some 3,600 aircraft dropped more than 3,900 tons of high-explosive bombs and incendiary devices on the German city. The resulting firestorm destroyed 15 square miles of the city center, and killed more than 22,000. (Walter Hahn/AFP/Getty Images).

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Internacionalização da Amazônia | CRISTÓVAM BUARQUE, Brasil

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Durante debate em uma universidade, nos Estados Unidos,o ex-governador do DF, ex-ministro da educação e atual senador CRISTÓVAM BUARQUE, foi questionado
sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia.

O jovem americano introduziu sua pergunta dizendo que esperava a resposta de um Humanista e não de um brasileiro.

Esta foi a resposta do Sr.Cristóvam Buarque:

“De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso.

“Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade.

“Se a Amazônia, sob uma ética humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou
diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço.”

“Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país.

Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação.

“Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França.
Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural Amazônico, seja manipulado e instruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Não faz muito tempo, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele, um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado.

“Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua historia do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.

“Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA.

Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maiores do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil.

“Defendo a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do Mundo tenha possibilidade de COMER e de ir à escola.
Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como património que merece cuidados do mundo inteiro.

” Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!

Lisboa eleita a quarta cidade mais bela do mundo

Lisboa foi considerada a quarta cidade mais bonita do mundo. A capital portuguesa está no top 10 das cidades mais belas do planeta, elaborado pelo site de viagens “Urban City Guides”.

A liderar a tabela está Veneza, seguindo-se Paris e Praga. Lisboa surge no quarto posto, sendo destacada como uma das cidades mais cénicas do mundo, com os seus miradouros, colinas e ruas pitorescas. Uma cidade de “uma beleza sem esforço com detalhes cativantes”, define o site.

O Rio de Janeiro aparece em quinto lugar, seguido de Amesterdão, Florença e Roma. Os nono e décimo postos são ocupados por Budapeste e Bruges, respectivamente.

No mesmo site, Portugal também aparece no top dos 10 países mais bonitos, conquistando o sexto lugar, atrás da Itália, que lidera a lista, da Espanha, da Austrália e da Grécia. Estados Unidos, Brasil, África do Sul e Alemanha completam os restantes cinco lugares do top.

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4 kms – distância entre a Rússia e os Estados Unidos da América

As remotas ilhas Diomedes, no estreito de Bering, são separadas por uma faixa de água que fica congelada durante boa parte do ano, permitindo a passagem a pé entre elas. A Grande Diomedes, ou Ratmanov, é o ponto mais oriental da Rússia, e a Diomedes Menor, ou Pequena Diomedes, é o território mais a oeste dos Estados Unidos. Como, durante a Guerra Fria, os nativos das ilhas não podiam circular entre elas, a área ficou conhecida como “Cortina de Gelo”.

Após o final da Segunda Guerra Mundial, todos os nativos da ilha russa de Grande Diomedes foram transferidos para o continente, e somente na Pequena Diomedes se manteve um minúsculo povoado, que até hoje permanece e, com suas poucas dezenas de habitantes, é considerado um dos locais mais isolados do planeta.

No estreito de Bering, a oeste, a Grande Diomedes, ou Ratmanov; a leste, a Diomedes Menor. Entre Rússia e Estados Unidos, apenas 4 quilômetros

No estreito de Bering, a oeste, a Grande Diomedes, ou Ratmanov; a leste, a Diomedes Menor. Entre Rússia e Estados Unidos, apenas 4 quilômetros

O que torna as Diomedes ainda mais interessantes é que exatamente entre as duas ilhas passa a Linha Internacional de Mudança de Data, criando uma diferença de fusos horários de nada menos de 24 horas, numa distância de 4 quilômetros. Na Grande Diomedes é o dia seguinte à data da Diomedes Menor.

Existe há anos um projeto de construção de uma ponte intercontinental que passaria pelas duas ilhas e ligaria o Alasca ao Extremo Oriente russo.

 

And that’s the way it was: April 8, 1904 | Longacre Square is renamed Times Square after The New York Times

Ninety-nine years ago today, the city center in Midtown Manhattan, formerly known as Longacre Square, was officially redubbed “Times Square.”

In April 1904, The New York Times moved its operations to the newly constructed Times Building—then the second tallest building in the city—on 42nd Street at Longacre Square. Times publisher Adolph S. Ochs convinced Mayor George McClellan to build a subway station there and rename the area for his newspaper. (Three weeks later, as if carrying out some bit of genetic code, the first electrified ad appeared on the side of a bank at 46th Street and Broadway.)

The Times modestly published a story about the rededication the following day.

On December 31 of that year, Ochs began the tradition of celebrating New Year’s Eve at Times Square. And three years later, the famous Times Square Ball drop from the roof of the Times Building, known simply today as One Times Square, was added to the annual jamboree.

Here’s a picture of what Times Square looked like way back then:

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Annie Leibovitz

By Annie Leibovitz

By Annie Leibovitz

“Michael era talmente nella parte che prima di alcuni ciak sul set di ” Wall Street ” amava girovagare per Wall Street, lui diceva : assaporo la cinica e crudele legge della finanza.” …. Annie Leibovitz