O Relatório Draghi constitui um documento de reflexão sobre a Europa de hoje e o futuro que se pretende para a Europa de amanhã.
Começa por um bom diagnóstico da situação de partida, concentrando-se, de seguida, no objectivo de redução do gap na inovação e no crescimento em relação aos EUA e à China, num Plano Conjunto para a Descarbonização e para a Competitividade, na indispensabilidade de se aumentar a segurança e reduzir dependências, na questão crucial do financiamento do investimento na Europa e no reforço da Governança Europeia.
Em 1866 fundeava no Tejo o couraçado de duas torres blindadas USS Miantonomah, comandado pelo almirante John Colt Beaumont. A sua missão era a de levar uma mensagem de saudações do presidente Andrew Johnson ao czar Alexandre II. No ano seguinte, os EUA comprariam à Rússia o vasto território do Alasca pela módica quantia de 7,2 milhões de dólares.
Este acontecimento inspirou ao jovem Eça de Queiroz a escrita de um breve artigo, tendo o nome do navio como título, publicado na Gazeta de Portugal, em 2 de dezembro desse ano. São de Eça algumas das mais profundas meditações sobre a América efetuadas em língua portuguesa. Elas foram, para mim, uma espécie de boia salva-vidas na corrente impetuosa de disparates que submergiram os canais televisivos na noite eleitoral da esmagadora vitória de Trump nas eleições norte-americanas.
Découvrez l’allégorie qui défie notre perception du monde.
Dans le livre VII de “La République”, Platon présente l’une des allégories les plus célèbres et les plus profondes de la philosophie occidentale : le mythe de la grotte.
Ce récit n’est pas seulement un récit fascinant, mais aussi un outil puissant pour comprendre la théorie de la connaissance et la perception de la réalité, concepts centraux dans la pensée platonique.
“Querer ser livre é também querer livres os outros.”
“O opressor não seria tão forte se não tivesse cúmplices entre os próprios oprimidos.”
“Nada, portanto, nos limitava, nada nos definia, nada nos sujeitava, nossa ligação com o mundo, nós é que as criávamos, a liberdade era nossa própria substância.”
“Era-me mais fácil imaginar um mundo sem criador do que um criador carregado com todas as contradições do mundo.”
A humanidade é masculina e o homem define a mulher não em si, mas relativamente a ele: ela não é considerada um ser autônomo.”
“É pelo trabalho que a mulher vem diminuindo a distância que a separava do homem, somente o trabalho poderá garantir-lhe uma independência concreta.”
“Que nada nos defina. Que nada nos sujeite. Que a liberdade seja a nossa própria substância.”
Je suis un déterministe. En tant que tel, je ne crois pas au libre arbitre. Les Juifs croient au libre arbitre. Ils croient que l’homme façonne sa propre vie. Je rejette philosophiquement cette doctrine. À cet égard, je ne suis pas juif… Je crois avec Schopenhauer : nous pouvons faire ce que nous voulons, mais nous ne pouvons que souhaiter ce que nous devons.
As cosmogonias na Antiguidade refletem profundamente as identidades culturais de cada civilização, com cada povo construindo suas próprias narrativas de criação baseadas em seu contexto cultural, social e religioso. A maneira como o mundo era compreendido e explicado por cada civilização servia não só para dar sentido à existência, mas também para afirmar o papel e a identidade únicos de cada cultura no mundo.
• Estreou a 28/05/2024 • The Tucker Carlson Show Professor Jeffrey Sachs is the President of the UN Sustainable Development Solutions Network and Director of the Center for Sustainable Development at Columbia University. He is the author of many best selling books, including The End of Poverty and The Ages of Globalization. Here he is with probably the smartest and most accurate assessment of the Ukraine war, and American foreign policy more broadly, ever caught on tape.
L’Éthique est une œuvre philosophique de Spinoza rédigée en latin entre 1661 et 1675, publiée à sa mort en 1677 et interdite l’année suivante. Il s’agit sans doute de son ouvrage le plus connu et le plus important : son influence, entre autres sur les penseurs français, va grandissant depuis les années 1930.
Ao acordarmos com a vitória de Trump e ao inteirar-nos da extensão daquela vitória – maioria no voto popular com mais de sete milhões de votos que Kamala, maioria no Senado e maioria na Câmara dos Representantes, maioria na eleição de governadores, maioria em praticamente todos os segmentos da sociedade americana, até entre os muçulmanos, os latinos e os jovens – só nos apetece rever e corrigir o fim de Citizen Kane que terminava com o epitáfio que o jornalista que investigara a ascensão e queda de Kane deixava à laia de epílogo moralista: «foi um homem que possuiu tudo o que quis, e depois perdeu tudo».
Ao contrário de Kane, Trump regressou triunfante e superou tudo o que se lhe opunha, pelo que ultrapassa o roteiro das fitas mais fantasistas. Em política não se aplica a lógica formal. Em política há muitas lógicas e materiais aparentemente irreconciliáveis e incompatíveis, até divergentes e conflitantes que num dado instante convergem e conjugam, pelo que esta espantosa reviravolta verdadeiramente histórica transporta uma mudança profunda que marca o fim de uma era e anuncia o começo de uma nova.
Em política, ao contrário das escrituras, não há ressurreições. Contudo, até nesse aspecto a vitória e o regresso de Trump rompem com as previsões.
In every state that has counted most of its votes, Trump has improved on his performance from 2020. He has flipped Georgia and Pennsylvania and needs only one more state to win.
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O discurso que procura virar portugueses contra imigrantes, incitando ao ódio e ao conflito social entre quem partilha, no dia a dia, dificuldades semelhantes, não é um discurso inocente. É o discurso de quem procura impedir a convergência que pode ser construída a partir de soluções comuns para problemas também eles comuns.
Vias seguras e legais para as migrações. Rejeição das discriminações e combate à instrumentalização das migrações pelos grandes interesses económicos. Investimento em condições adequadas de integração social. Respeito pelos direitos sociais e laborais como direitos universais.
O desfecho das eleições nos EUA não irá alterar a colisão das nações do Atlântico Norte com a dureza do destino esculpido pelos seus próprios erros. Em 30 anos, Washington protagonizou todos os pesadelos que as suas maiores figuras históricas consideravam fundamental evitar. Contra os autores de O Federalista (1788) – um dos 10 livros obrigatórios de filosofia política do Ocidente -, a categoria republicana da representação parlamentar, que deveria ser preenchida por um escol, eleito na base da honra e do intelecto, está hoje entregue a gente que faz do Congresso um lugar onde as leis são compradas e vendidas (John Rawls dixit).
Contra F. D. Roosevelt (presidente entre 1933 e 1945), voz infatigável a favor da justiça económica e social como escudo contra o risco de fascismo (que ele temia em caso de regresso à concentração capitalista anterior ao crash de 1929), hoje, nos EUA campeia uma plutocracia obscena que tudo controla, desde a comunicação social ao sistema político, incluindo as eleições (veja-se como Kamala e Trump se encostam ao apoio dos bilionários).
The German economy has been collapsing slowly since the war in Ukraine and now it is collapsing quickly. Last week the International Monetary Fund cut its forecast said that the German economy would be stagnate this year even though they had previously predicted a 0.2% growth. Whose fault is this? The government is blaming Germans. Joining us to discuss is political analyst Ralph Schoelhammer, host of Hammer Time on YouTube.
Nathalie apareceu pela primeira vez em telas francesas em 1988 no filme Drole D’endroit Pour Une Rencontre ao lado de Gérard Depardieu e Catherine Deneuve. Mas foi apenas com um pequeno papel no filme La Petite Voleuse que sua carreira tomou força.
Produziu vários top singles: Popular, Mon Ange e a mais famosa de todas, Hasta Siempre, uma música cubana homenageando o revolucionário Che Guevara.
Les États-Unis et la Russie sont “au bord d’un conflit militaire direct”, a affirmé le ministre russe des Affaires étrangères Sergueï Lavrov dans un entretien publié vendredi 1er novembre.
Les États-Unis et la Russie sont “au bord d’un conflit militaire direct”, a affirmé le ministre russe des Affaires étrangères Sergueï Lavrov dans un entretien publié vendredi 1er novembre par le quotidien turc Hürriyet. “Sous le président actuel, qui a poussé jusqu’au bout la spirale de la russophobie aux États-Unis, nos pays sont au bord d’un conflit militaire direct”, a-t-il déclaré en réponse à une question sur les élections américaines.
“Talvez eu parta em breve, e então não restará memória de mim, nem rostos próximos ao meu túmulo. Aqueles que me conheceram poderão dizer: ‘Ele foi um bom cavalheiro.’ Outros, no entanto, dirão: ‘Um canalha desprezível.’
A página da minha vida será fechada, sem deixar rastro de minha passagem. A vida seguirá seu curso, tal como era antes, imutável e indiferente. O sol continuará a nascer a cada manhã, e a se pôr ao fim de cada dia. Apenas a minha ausência será a única marca da mudança.
E assim vivi, perdido em preocupações e dúvidas, atormentado pelo passado e pelo futuro, esquecendo de mim mesmo e enredado no que os outros diziam.”
A Fontana di Trevi, situada em Roma, é um dos monumentos mais icônicos e fascinantes do mundo. Não é apenas uma fonte de água qualquer, mas uma representação grandiosa de mitologia e arte barroca. O monumento foi concluído em 1762, sob a supervisão do arquiteto Nicola Salvi, mas sua construção começou décadas antes, em 1732, por ordem do Papa Clemente XII.
01/11/2024 | Colonel Douglas Macgregor uncovers the shocking scale of Ukraine’s military crisis as over 100,000 soldiers desert the frontline. Faced with a dwindling force and mounting political disarray, Ukraine’s government struggles to contain a wave of desertions that threaten the very foundation of its war efforts. With forced conscriptions and disheartened troops, this episode delves into the critical state of Ukraine’s military, its severe internal struggles, and what it means for the future of this prolonged conflict. Is a total collapse inevitable?
31/10/2024 | UN Secretary-General Antonio Guterres addresses the 16th BRICS Summit, highlighting that these nations represent nearly half of the world’s population. He outlines four key areas for action: reforming international finance, addressing climate change, managing technology access, and strengthening peace initiatives. Guterres specifically mentions the urgent need for peace in Gaza, Lebanon, Ukraine, and Sudan. He emphasizes the importance of multilateralism and calls for reforms to make the UN Security Council more representative of today’s world. The Secretary-General concludes by stressing the significance of turning commitments into concrete actions.
Il n’y a qu’une solution pour que la vieillesse ne soit pas une parodie absurde de notre vie antérieure, c’est de continuer à poursuivre des fins qui donnent un sens à notre existence : le dévouement à des individus, à des groupes ou à des causes, le travail social, politique, intellectuel ou créatif. Dans la vieillesse, nous devons souhaiter avoir encore des passions assez fortes pour nous empêcher de nous replier sur nous-mêmes.
La vie a de la valeur tant que nous en attribuons à la vie des autres, par l’amour, l’amitié, l’indignation, la compassion.
Nesta urgente atualização do campo de batalha, Scott Ritter e o Coronel Douglas Macgregor analisam a escalada da crise na Ucrânia, onde as forças russas avançam incansavelmente em frentes críticas. Com Kupiansk, Selidovo e outras posições orientais sob cerco, as defesas da Ucrânia enfrentam uma pressão crescente, uma vez que a artilharia russa e as tácticas de cerco ameaçam um colapso total. Ritter e Macgregor revelam os graves colapsos logísticos, as perdas surpreendentes e o desmoronar do moral nas fileiras ucranianas.
Irá a Ucrânia resistir a este impulso esmagador ou será a derrota inevitável? Assista agora para descobrir a terrível realidade no terreno e o que isso significa para o futuro do conflito.
“A Odisseia”, atribuída ao poeta grego Homero, é uma das obras literárias mais antigas e fundamentais da cultura ocidental, formada por uma sequência de aventuras que narram a longa jornada de retorno de Odisseu, ou Ulisses, após a Guerra de Troia. Escrita aproximadamente no século VIII a.C., A Odisseia é uma epopeia que vai além da aventura e do heroísmo, explorando temas profundos como a astúcia humana, a perseverança, o destino, a hospitalidade e o valor da casa e da família. Estruturada em 24 cantos, a narrativa de Homero reflete a visão de mundo da Grécia Arcaica, mas também aborda questões atemporais sobre a condição humana, o que a torna uma obra perene e de grande relevância cultural.
Físicamente, rápido como una gacela y fuerte y potente como una pantera. Técnicamente, poseía un magnífico manejo ambidiestro y tenía magia en ambas piernas. Y en cuanto a juego, era tan versátil, que era capaz de desempeñarse prácticamente en cualquier posición del campo, llegando a jugar hasta de arquero.
Velocidad, potencia, explosión, fortaleza física, definición, gol, pases, asistencias, regate, desborde, desequilibrio, conducción, distribución, visión, generación de juego, remate, disparo de media y larga distancia, dominio ambidiestro, juego aéreo, tiros libres, malabates, acrobacias, versatilidad, polivalencia, además de carácter y fortaleza mental, y a todas esas virtudes sumenle que era un jugador sumamente determinante, que aparecía siempre en los momentos más importantes.
A leitura de Vale das ameixas (245 páginas, Editora Sinete, São Paulo, 2024), do escritor Hugo Almeida, exige concentração integrada de amorosidade: mente e coração abraçados, pois as personas narrantes são muitas, criando um dédalo de alta sofisticação narrativa, em fluxo enredante de consciência (s). Mas compensa, e bastante, atravessar esse Vale. Recompensa.
Dessa complexidade múltipla de narrativas, que são teia, o autor, definitivamente, aprimora o que é ler, experiência de despedir-se do mundo fragmentado e fragmentário atual para enaltecer o “viver” integralmente enquanto momento de leitura. Difícil?… Só os rasos amam o fácil de hoje. Fechar a porta, sair do imediatismo e adentrar o Vale.
In an intense breakdown, Douglas Macgregor exposes the stark reality of Ukraine’s recent failures on the Kursk front. NATO’s support and Ukraine’s aggressive strategies have led to disaster, pushing Ukraine to the brink of survival. From energy collapses to Black Sea blockades and shattered peace negotiations, the conflict intensifies as Kyiv’s options dwindle. Is Ukraine facing inevitable surrender as Russia closes in? Join us as we dive into this unfolding crisis, revealing the devastating impacts on Ukraine’s future.
Neste vídeo, vamos detalhar como a recente visita surpresa do Secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, a Kiev, expõe a dura realidade que o país enfrenta. Segundo Austin, a “festa acabou” para a Ucrânia, e os dias de otimismo foram tomados pela sombra de uma derrota possível. Além disso, abordamos o treinamento específico das tropas norte-coreanas na Rússia, incluindo sua adaptação a novas táticas e tecnologias no campo de batalha. Entenda o impacto dessa parceria estratégica e por que a presença das forças norte-coreanas ao lado da Rússia está gerando tanta atenção e expectativa global.
A Ponte Arkadiko, também conhecida como Ponte de Kazarma, é uma ponte micênica em arco de pedras que se localiza na Grécia, na região de Argólida. Estima-se que tenha sido construída por volta de 1.300 a.C., na Idade do Bronze.
A ponte é feita de matacões calcários e pedras menores encaixadas sem argamassa. Tem 22 metros de comprimento, 5,6 metros de largura e 4 metros de altura.
A Ponte Arkadiko é uma das pontes em arco mais antigas ainda em uso e pode ser atravessada regularmente, embora principalmente por turistas.
O abraço é uma longa conversa que acontece sem palavras.
“Diz-se que o nosso corpo tem a forma de um abraço.Talvez por isso a tarefa de abraçar seja tão simples, mesmo quando temos de percorrer um longo caminho. O abraço tem uma incrível força expressiva. Comunica a disponibilidade de entrar em relação com os outros, superando o dualismo, fazendo cair armaduras e motivos, cedendo, nem que seja por instantes, na defesa do espaço individual.
Há uma tipologia vastíssima de abraços, e cada uma delas ensina alguma coisa sobre aquilo que um abraço pode ser: acolhimento e despedida, congratulação e luto, reconciliação e embalo, afeto ou paixão. Os abraços são a arquitetura íntima da vida, o seu desenho invisível, mas absolutamente presente; são plenitude consentida ao desejo e memória que revitaliza. Todos nos reconhecemos aí: em abraços quotidianos e extraordinários, abraços dramáticos ou transparentes, abraços alagados de lágrimas ou em puro júbilo, abraços de próximos ou de distantes, abraços fraternos ou enamorados, abraços repetidos ou, porventura, naquele único e idealizado abraço que nunca chegou a acontecer mas a que voltamos interiormente vezes sem conta.
No princípio era o abraço, se pensarmos no colo que nos nutriu na primeira infância. Essa foi, para a maioria de nós, a primeira e reconfortante forma de comunicação. Mas a necessidade de um abraço acompanha a nossa existência até ao fim.
O abraço é uma longa conversa que acontece sem palavras.
Tudo o que tem de ser dito soletra-se no silêncio, e ocorre isto que é tão precioso e afinal tão raro: sem defesas, um coração coloca-se à escuta de outro coração.
Na semana passada teve lugar uma conferência na Universidade de Coimbra, onde membros dos Governos dos 10 países que aderiram à União Europeia em 2004 celebraram as últimas duas décadas. E as histórias e as memórias destes últimos 20 anos na Europa Central e de Leste são muito semelhantes ao nosso próprio processo de adesão onde, ultrapassando as suas diferenças, o PS de Mário Soares, o PPD de Sá Carneiro e o CDS de Freitas do Amaral, trabalharam juntos para garantir que Portugal estaria alicerçado nas tradições democráticas e de economia social de mercado da Europa Ocidental.
A Cúpula do BRICS em Kazan, na Rússia, entra para a história como a estação de embarque em direção a um mundo mais justo e livre da hegemonia do Ocidente.
In this urgent battlefield update, Scott Ritter provides a deep dive into Russia’s massive troop surge in Zaporizhzhia and reveals shocking developments from North Korea’s silent support in the conflict. Russian forces, now reinforced by over 200,000 troops, are breaking through Ukrainian defenses with strategic precision. As Western mercenaries withdraw, Ukraine’s frontline integrity faces critical strain. Ritter’s analysis uncovers a pivotal moment that could determine Ukraine’s survival. With North Korea’s hidden involvement and a relentless Russian advance, this could mark the beginning of Ukraine’s darkest 24 hours.
Nesta atualização urgente do campo de batalha, Scott Ritter proporciona um mergulho profundo no enorme aumento de tropas da Rússia em Zaporizhzhia e revela desenvolvimentos chocantes do apoio silencioso da Coreia do Norte no conflito. As forças russas, agora reforçadas por mais de 200 mil soldados, estão a romper as defesas ucranianas com uma precisão estratégica. À medida que os mercenários ocidentais se retiram, a integridade da linha da frente da Ucrânia enfrenta uma tensão crítica. A análise de Ritter revela um momento crucial que poderá determinar a sobrevivência da Ucrânia. Com o envolvimento oculto da Coreia do Norte e um avanço implacável da Rússia, isto poderá marcar o início das 24 horas mais negras da Ucrânia.
Da arquitetura californiana aos westerns de Hollywood, da publicidade moderna aos centros comerciais, dos orgasmos à cirurgia de confirmação do sexo, da fissão nuclear às cozinhas equipadas — todos os aspetos da nossa história, ciência e cultura são, de alguma forma, moldados por Viena.
Este é o relato panorâmico de como uma cidade criou o mundo moderno — e de como todos nós permanecemos inevitavelmente vienense.
Uma história nova e essencial da Europa Central, os territórios dos Reinos do Meio cujas desavenças tantas vezes estiveram no centro da história mundial.
Martyn Rady escreveu a história definitiva da Europa Central, mostrando que esta região foi sempre mais do que a zona divisória entre o Ocidente e o Oriente. Aos centro-europeus devemos a Reforma e o Romantismo, o desenvolvimento da filosofia do Renascimento e do Iluminismo e a criação de alguns dos movimentos artísticos mais importantes do século XX. Baseada em toda uma vida de investigação e estudo, esta obra narra como nenhuma outra a história impressionante da Europa Central ao longo de dois mil anos e explica-nos o porquê da sua importância extraordinária para os assuntos globais.
Um artigo do jornalista António Caeiro, correspondente da Lusa durante longos anos em Pequim, «China — Índia, a hora do degelo», refere o “pormenor” de, pela primeira vez em cinco anos, os líderes da China e da Índia se terem encontrado e que esse encontro ocorreu em Kazan, na Rússia, enterrando o machado de guerra que ensombrava as relações entre os dois países mais populosos do planeta.
“Guerra e Paz”, uma das obras mais monumentais da literatura mundial, escrita por Liev Tolstói entre 1865 e 1869, é um retrato épico da sociedade russa durante as guerras napoleônicas, mas vai muito além de uma narrativa de eventos históricos. O romance oferece uma profunda meditação sobre a natureza humana, a guerra, o destino e o papel do indivíduo na história.
Estrutura e Narrativa
Tolstói não se limita a uma estrutura convencional. Ao contrário, “Guerra e Paz” mescla elementos de romance, ensaio filosófico e historiografia. Os capítulos alternam-se entre descrições minuciosas de batalhas e a vida íntima de diversas famílias aristocráticas russas. A vasta gama de personagens — como o introspectivo Pierre Bezukhov, o idealista Príncipe André Bolkonsky, e a complexa Natasha Rostova — representa uma rica tapeçaria de emoções e perspectivas.
Se pensássemos a Cova da Moura (e todos os outros bairros que a Cova da Moura emblematiza) não como um caso de polícia, nem sequer como um bairro sensível, mas simplesmente como parte da nossa comunidade, merecendo políticas atentas ao território e a quem lá vive, não tenho qualquer dúvida de que o símbolo da Cova da Moura poderia ser agregador e motivo de orgulho para todos nós, dentro e fora do bairro.
Infelizmente, este parece ser o tempo em que são premiados os políticos incendiários que querem agravar o estigma que pesa sobre estes bairros e glorificar a violência que, como no caso de Odair Moniz, resulta em filhos órfãos e no agravar do ciclo de exclusão e preconceito.
O que falta na Cova da Moura não é mais estado sob a forma de polícia, e menos em tudo o resto. O que falta a nós todos é ouvir as soluções que as lideranças no terreno já conhecem há muito tempo, e que precisam de apoio.
A tarde ardia em cem sóis O verão rolava em julho. O calor se enrolava no ar e nos lençóis da datcha onde eu estava, Na colina de Púchkino, corcunda, o monte Akula, e ao pé do monte a aldeia enruga a casca dos telhados.
As grandes catástrofes sempre inquietaram e suscitaram a curiosidade do ser humano. O debate em torno do Terramoto de 1755 tem razões para não se esgotar. No dia 1 de Novembro de 2005 comemorou-se o seu 250.º aniversário.
Para além disso, acresce nas nossas consciências o panorama de turbulência política, religiosa e civilizacional que tem dominado a história recente. O Grande Terramoto, à semelhança de outras catástrofes, esteve na origem de uma vasta produção cultural e intelectual, colocando em destaque os modos de pensamento e as polémicas dominantes de então. Evocar esta história significa colocar na ribalta as controvérsias setecentistas, abrindo novas perspectivas sobre as implicações da efeméride, mas também sobre os paralelismos que é possível estabelecer com a actualidade.
Departamento de Vítor Gaspar avisa que é bem provável que “venham a ser necessários ajustamentos orçamentais muito maiores do que os atualmente previstos”, até porque os países tendem a subestimar significativamente as previsões da sua dívida pública.
O nível de dívida pública global “é muito alto”, deve ultrapassar já os 100 biliões de dólares (cerca de 93% do PIB – Produto Interno Bruto) no final deste ano, e vai continuar a subir até que toda a dívida por pagar represente tudo o que a economia mundial consegue produzir num ano (100% do PIB em 2023), diz o novo estudo Monitor Orçamental, do Fundo Monetário Internacional (FMI), que é preparado pelo departamento de assuntos orçamentais dirigido por Vítor Gaspar, o ex-ministro das Finanças português.