“If you’re explaining, you’re losing.” This line is usually attributed to Ronald Reagan. Whoever said it definitely had a point, and not just about politics. If you’re trying to explain to people, be they voters or bond investors, that you aren’t really as bad or untrustworthy as you seem, you’re already in deep trouble.
So when I saw Scott Bessent, the treasury secretary, declaring Sunday that “The United States of America is never going to default, that is never going to happen,” my reaction was, “Uh-oh.”
Adis Abeba, 02 jun 2025 (Lusa) – Bill Gates anunciou hoje, na Etiópia, que a maior parte dos 175 mil milhões de euros que doou à sua fundação serão investidos em África nos próximos 20 anos para ajudar o continente “enfrentar os seus desafios”.
Num discurso proferido hoje na sede da União Africana, em Adis Abeba, o presidente da Fundação Gates, Bill Gates, exortou os líderes africanos a aproveitarem “o momento para acelerar o progresso na saúde e no desenvolvimento por meio da inovação e da parceria, apesar dos desafios atuais”, segundo um comunicado de imprensa da fundação.
De acordo com a nota de imprensa, Gates anunciou que a maior parte dos 200 mil milhões de dólares (cerca de 175 mil milhões de euros) “que a fundação gastará nos próximos 20 anos irá para a África, com foco em parcerias com governos que priorizam a saúde e o bem-estar dos seus povos”.
Em livro que foge às definições de gênero, Raquel Naveira apresenta, em prosa poética, reflexões sobre a condição humana|Adelto Gonçalves (*)
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Reflexões de uma mulher madura, sensível, amante das Letras e das Artes, à janela, diante de uma noite salpicada de estrelas, compõem UrsaMaior (São Paulo, Scoprtecci Editora, 2025), o mais recente livro da professora universitária, poeta, romancista, contista, cronista, crítica literária e ensaísta sul-mato-grossense Raquel Naveira. Obra de gênero de difícil classificação, para a qual a autora arrisca como definição que seria um “romance em desordem, fragmentário, um amontoado de estudos”, trata-se de uma criação ficcional plasmada em prosa poética, dividida em três capítulos – “Pontos luzentes”, “Astros cintilantes” e “Luminescências” –, que há de encantar até o leitor mais exigente.
O título vem exatamente do olhar feminino para a imensidão do cosmos, durante certa madrugada, em que a autora localizou a constelação da Ursa Maior, que, diante de sua solidão, passa a ser sua interlocutora. Dessa maneira, aos poucos, passa a transmitir ao leitor suas angústias, suas leituras, seus poetas e escritores preferidos, seus gostos e delírios, levando adiante um processo de autoconhecimento.
Après 1945, des écrivains comme Vassili Grossman et Imre Kertész ont réinvesti la notion de destin pour redonner sens à l’expérience individuelle face au totalitarisme, suggérant que cette idée nous aide à survivre et à donner un sens à notre vie, tant individuellement que collectivement.
Cette chronique explore la notion de destin et son utilisation paradoxale dans la littérature du XXe siècle, notamment après la Seconde Guerre mondiale. Bien que le destin soit traditionnellement perçu comme une force transcendante qui écrase l’individu, les grands auteurs comme Grossman et Kertész l’ont réinvesti pour redonner un sens à l’expérience subjective et individuelle, même dans un monde déshumanisé par la violence et le totalitarisme. Le destin devient ainsi un moyen de se réapproprier sa propre existence et de maintenir un sentiment d’identité face à l’absurde. Frédéric Worms suggère que nous ne pouvons pas complètement renoncer à l’idée de destin, car elle nous permet de survivre et de donner un sens à notre vie, non seulement de manière individuelle, mais aussi collective.
Composto por textos fragmentados que exploram diferentes aspetos do quotidiano como as amizades, as aspirações, o amor e o trabalho, As Coisas Que Só Vemos Quando Abrandamos apresenta múltiplas reflexões sobre como processar emoções negativas e enfrentar desilusões em cada domínio da vida.
“Só quando abrandamos conseguimos ver com clareza as nossas relações, os nossos pensamentos, a nossa dor. Ao abrandar, deixamos de estar presos a eles. Podemos recuar e apreciá-los tal como são”, escreve Haemin Sunim, autor e um dos mestres budistas mais influentes do nosso tempo.
Sunim acredita ainda que a perceção que temos do mundo é um reflexo daquilo que se passa na nossa mente. Importa, por isso, pensar sobre uma nova forma de estar presente, mais consciente e empática.
Com base na filosofia budista, As Coisas Que Só Vemos Quando Abrandamos relembra-nos de que, muitas vezes, é no silêncio que podemos encontrar as respostas mais importantes e reveladoras.
As Coisas Que Só Vemos Quando Abrandamos chega às livrarias a 5 de junho.
Artemisia Gentileschi (1593-c.1656) is the most celebrated female painter of the 17th century. Known for her paintings that feature women from myths, allegories and the Bible in often violent or emotionally-charged scenes, of the fifty-seven confirmed works by the artist, a remarkable 94% feature women as protagonists or equal to men. Indeed, some of her best known subjects are Judith Slaying Holofernes, Susanna and the Elders and Judith and Her Maidservant.
Mandatário da candidatura de Gouveia e Melo a Belém, Rui Rio defende que um Presidente não pode cair na tentação de fazer da presença na comunicação social “um modo de vida”.
O mandatário da candidatura de Gouveia e Melo à Presidência da República, Rui Rio, defendeu este sábado à noite que o país precisa de um presidente que “não se perca no comentário avulso”, mas aposte no que é “nobre e estruturante”.
“Portugal precisa de um Presidente da República que não se perca no comentário avulso e conjuntural, em detrimento do que é verdadeiramente nobre e estruturante”, defendeu, num jantar de apoio a Gouveia e Melo, onde foi anunciado como mandatário nacional da sua candidatura à Presidência da República.
Para Rui Rio, o país precisa de um chefe de Estado “que não se feche no Palácio de Belém e aproveite a comunicação social para falar com os portugueses, mas que não caia na tentação de fazer dela um modo de vida”.
“Precisamos de um Presidente com dimensão e sentido de Estado, condições essenciais para um exercício pleno das suas funções: para ser o verdadeiro guardião do regular funcionamento das instituições democráticas, o árbitro e moderador entre poderes, e, fundamentalmente, a entidade de último recurso da vida nacional, porque reconhecidamente livre, isento e independente”, salientou o ex-líder do PSD.
No seu discurso, o também antigo presidente da Câmara do Porto fez um diagnóstico a vários temas da vida nacional, considerando, “com toda a frontalidade”, que “têm faltado na política portuguesa” coragem e competência.
“Tem faltado sentido de responsabilidade para reformar o que, há muito, sabemos que tem de ser reformado, que é o mesmo que dizer que precisamos de coragem política para combater os interesses instalados, que prejudicam o interesse coletivo e agravam as injustiças sociais”, disse.
Rui Rio enumerou a “evidente degradação dos serviços públicos, a asfixiante burocracia, a baixa produtividade da economia, os fracos salários, a escassez de poupança e de capital, o exagerado nível da despesa pública, a carga fiscal que não para de aumentar e alimenta muitas vezes políticas eleitoralistas”.
“O endividamento excessivo, o preço da habitação, os graves problemas do SNS [Serviço Nacional de Saúde], as falhas da nossa escola pública, o desgoverno na política de imigração ou a falta de uma efetiva defesa do consumidor” perante quem “abusa da sua posição dominante” foram mais alguns dos problemas mencionados por Rui Rio.
Para o ex-líder do PSD, “tudo isto é resultado da falta de coragem para mudar estruturalmente o que há muito já devia ter sido mudado”.
“É o resultado de uma cultura política virada para o ‘marketing’ e para o curto prazo, em lugar de se fixar no horizonte, ou seja, no futuro de todos nós”, vincou.
Candidato presidencial fez o anúncio surpresa num jantar esta noite de sábado. Ex-líder do PSD ainda fez críticas indiretas a Marcelo. | Ricardo Simões Ferreira, DN/Lusa
O antigo presidente da Câmara do Porto e do PSD Rui Rio é o mandatário nacional da candidatura de Henrique Gouveia e Melo à Presidência da República.
O anúncio foi feito pelo próprio candidato este sábado à noite num jantar que está a decorrer no Centro de Congressos da Alfândega do Porto. O nome de Rui Rio foi declarado por Henrique Gouveia e Melo e o ex-líder do PSD entrado na sala de seguida, sob aplausos.
António Ramalho Eanes foi o melhor Presidente da República no pós-25 de Abril. É essa a conclusão de uma sondagem realizada pela Pitagórica para a TVI, CNN Portugal, TSF, JN e O Jogo.
Melhor PR pós-25 de Abril| Sondagem realizada entre os dias 28 de dezembro de 2024 e 05 de janeiro de 2025, foram recolhidas 400 entrevistas telefónicas a que corresponde uma margem de erro máxima de +/- 5,00% para um nível de confiança de 95,5%.
31-05-2025 |O presidente da Câmara do Porto, Rui Moreira, considera que o primeiro discurso de Henrique Gouveia e Melo como candidato oficial à Presidência da República “foi bem preparado” e assegura que o almirante “está muito bem assessorado”.
“É um discurso que diz coisas óbvias, mas ditas no tom certo“, afirmou Rui Moreira no programa Explicador da Rádio Observador, esta sexta-feira. “Foi muito profissional. Estou a saudar o profissionalismo. Nós estamos fartos de amadores. A política e a Presidência da República é uma coisa excessivamente séria para poder ser protagonizada por amadores. Ao menos que sejam pessoas competentes”, acrescentou.
A espécie que foi revivida em questão é um nematoide, um tipo de verme microscópico, que foi encontrado no pergelissolo (solo permanentemente congelado) da Sibéria, mais precisamente no rio Kolyma, na região nordeste da Rússia.
Durante dezenas de milhares de anos, o nematoide sobreviveu em criptobiose, um estado em que a atividade metabólica cai a níveis quase indetectáveis, permitindo sobreviver a condições extremas, como congelamento profundo e ausência total de água líquida.
Após ser descongelado em laboratório, ele voltou à vida — se movendo e até se alimentando.
Essa descoberta impressionante ajuda os cientistas a entender melhor como alguns seres conseguem “hibernar” por milênios e pode até inspirar novas formas de preservar células e órgãos no futuro.
Que diria Bento de Espinosa a este acontecimento? … talvez, DEUS SIVE NATURA
Antigo chefe do Estado-Maior da Armada e coordenador da taskforce para a vacinação contra a covid-19 apresentou a sua candidatura presidencial na Gare Marítima de Alcântara. Leonardo Ralha
Henrique Gouveia e Melo defendeu, na apresentação da sua candidatura ao Palácio de Belém, que “agora, mais do que nunca, precisamos de um Presidente da República diferente”. Num discurso sem direito a perguntas, na Gare Marítima de Alcântara, em Lisboa, o almirante que já foi chefe do Estado-Maior da Armada e coordenador da vacinação contra a covid-19 enumerou características como ser “capaz de unir, motivar e dar sentido à esperança”, mas também “estável, confiável e atento, acima de disputas partidárias e fiel ao povo que o elegeu”.
O artigo abaixo identificado, que se encontra aqui, já não é propriamente recente. Na voragem da publicação académica, textos com mais de cinco anos estão, por princípio, “fora de prazo”, podem ser referidos, mas só em circunstâncias excepcionais.
A verdade é que este artigo, publicado em 2016, mantêm-se actual, esclarecendo, em poucas páginas, os passos que já demos e estamos a dar no sentido de ajustar os sistemas educativos públicos à “teoria do capital humano”.Essa teoria que vingou em todos os continentes, que se entranhou em todas as instituições e dita todas as políticas ou, pelo menos, assim parece, constituiu-se no modo prevalecente de pensar a vida.
Cabe aos educadores, professores e formadores fazer o que Karl Popper sugeriu: discuti-la e conjecturar as suas consequências para os educandos, para o mundo…
Este Sábado, 31 Maio, estarei pelo Fundão e Guarda.
No Sábado farei a apresentação, com o Jorge Ferreira, do novo romance do Manuel da Silva Ramos, um amigo, neste caso sobretudo um escritor dos melhores deste país que desta vez escreveu sobre o Che…, como sempre carregado de humor, ironia e como direi total ausência do politicamente correcto e dos bons costumes, “Os Cosmólogos Não Vão Para o Céu” um “hino de louvor” à Beira Baixa mas também um “libelo acusatório contra um partido de extrema-direita que, cinquenta anos depois do 25 de abril, intenta rejuvenescer um fascismo que julgávamos definitivamente erradicado”. Será dia 31 de maio, às 11h30, na biblioteca municipal Eugénio de Andrade, no âmbito dos Encontros de Cinema do Fundão.
No mesmo dia mas às 17h00 vou estar na Feira do Livro da Guarda a falar sobre o meu romance histórico sobre a vida do Padre Martins, O Canto do Melro.
Por generosidade partilhem aqui comigo onde se come bem na Guarda. E apareçam para conversarmos, esse acto revolucionário contra a solidão dos telemóveis e os gritos da Pequena Política, as duas formas de comunicação dominantes hoje.
No auge da revolução tecnológica, em que a inteligência artificial está a remodelar silenciosamente as bases do trabalho humano, Bill Gates levantou a voz para identificar três profissões que, na sua opinião, não só perdurarão, como florescerão na nova era digital.
O co-fundador da Microsoft, cujo pensamento continua a marcar o ritmo do debate sobre o futuro do trabalho, afirma que aqueles que aspiram a um lugar seguro no mundo vindouro devem olhar para o código, a biologia e a energia. Estes são os três pilares sobre os quais assentará a economia das próximas décadas.
Durante uma recente sessão de perguntas e respostas no seu portal GatesNotes, o filantropo explicou por que razão acredita que os programadores, biólogos e especialistas em energia vão desempenhar um papel central no tecido social do futuro.
Marques Mendes elogia postura de Carneiro que abre porta a Governo de quatro anos. O candidato presidencial Luís Marques Mendes elogiou esta segunda-feira a postura de José Luís Carneiro, que manifestou abertura a entendimentos com a AD, salientando que isso pode permitir que haja um “Governo de legislatura” e que se façam reformas. Em declarações aos jornalistas antes de um almoço com empresários num hotel na baixa de Lisboa, Marques Mendes elogiou as declarações do candidato à liderança do PS, José Luís Carneiro, que este sábado se comprometeu com uma “solução de unidade na diversidade” com a AD e garantiu que “tudo fará para contribuir para a estabilidade política do país”.
Obra conjunta dos poetas Ademir Demarchi e Paulo de Toledo homenageia tradicional bairro de Santos.
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Um poemário que evoca o tradicional bairro do Campo Grande, em Santos, no Litoral do Estado de São Paulo, é o que o leitor vai encontrar em Poetasbairristas (São Paulo, Editora Primata, 2024), de Ademir Demarchi e Paulo de Toledo, obra premiada pelo 10º Concurso de Apoio a Projetos Culturais Independentes, promovido pela Prefeitura de Santos, por intermédio de sua Secretaria de Cultura – Programa de Apoio Cultural Facult 2022. Os poemas partem do fato de os poetas serem vizinhos de duas quadras no Campo Grande, assunto explorado com fina ironia e indisfarçável amor ao singelo bairro.
O modelo do socialismo democrático constitui a alternativa não só à extrema-direita populista e demagógica, mas também ao neoliberalismo e à direita conservadora. | Alexandra Leitão
Democracia, liberdade, igualdade, solidariedade, tolerância, empatia, justiça social. Um Estado forte, com funções de regulação, mas também prestador de serviços essenciais e universais, em parceria com os setores privado e cooperativo.
Um Estado respeitador das liberdades e promotor dos direitos fundamentais dos cidadãos. Esta é a matriz do socialismo democrático, tal como está consagrada na Constituição da República Portuguesa, resultado da Revolução do 25 de Abril que hoje comemoramos.
Mário Centeno foi um estrangeiro em Harvard, a universidade alvo de Trump. Margarida Mano, vice-reitora da Católica, considera despacho “assustador”. Carlos Fiolhais fala de “ataque sem precedentes” | Alexandra Tavares-Teles
Mário Centeno sublinha o étimo latino da palavra para lembrar que universidade significa também universalidade, o todo, a comunidade em que se cresce e aprende. “Sempre que se coloca em causa a independência da universidade, penso nessa origem”, diz o governador do Banco de Portugal ao DN, relevando “o caráter livre” destas instituições. “As universidades são de todos e devem receber a todos”. E entraves ao seu desenvolvimento “são entraves ao futuro”.
Esta lista foi elaborada a partir da minha própria formação e dos meus interesses intelectuais, reunindo obras que considero fundamentais para quem busca um contato profundo com as grandes tradições da filosofia, da literatura, da política e da cultura.
Embora não se trate de uma seleção rígida ou definitiva — afinal, cada leitor poderá acrescentar títulos e autores segundo sua vivência e sensibilidade —, ela serve como um guia confiável para uma formação sólida, ampla e duradoura. Organizada em ordem cronológica, contempla textos que atravessam séculos e civilizações, oferecendo uma base rica para o desenvolvimento do pensamento, da imaginação e da vida interior.
Acrescento, por fim, que esta lista, apesar de extensa, não esgota os autores que admiro. Muitos nomes ficaram de fora — e isso não por desmerecimento, mas por limites de espaço e de foco. Se incluísse todos, ultrapassaríamos facilmente a casa das centenas. Ainda assim, o que aqui se apresenta é, creio eu, um conjunto robusto e inspirador, digno de quem deseja se formar com profundidade..
A quem pretenda estudar a Filosofia de Bento de Espinosa recomendo vivamente este livro como introdução.
A sua obra máxima, genial a meu ver, titulada ÉTICA, exige disponibilidade de tempo e capacidade para ler e reler. Não é fácil. Mas todos deviam estudar o pensamento Espinosiano.
Uma obra prima que nos ensina a ler corretamente o mundo e a existência.
Além de presidente do Instituto Superior Técnico, Arlindo Oliveira é um especialista em Inteligência Artificial. Contesta a visão de Yuval Harari de que vamos ser escravos da tecnologia.
Antes de se iniciar a entrevista questiona-se o cientista, presidente do Instituto Superior Técnico e investigador da inteligência artificial, Arlindo Oliveira, sobre a inexistência de algumas palavras no índice onomástico do seu livro, The Digital Mind, publicado pela MIT Press. É o caso de “Deus”: “É um livro sobre ciência, o seu passado e futuro, por isso não lhe faço referência, nem vejo que tenha lugar nesta visão científica do mundo e do universo a palavra Deus. Uma constatação interessante, mas o livro reflete a minha visão.” Refere-se também que Bill Gates só tem uma citação enquanto Steve Jobs não aparece: “Jobs é um visionário interessante e mais atual do que Bill Gates. Este tem uma pequena referência por causa das questões da computação, e mudou mais o mundo do que Steve Jobs, mesmo que na componente do uso dia a dia e dos interfaces Jobs tenha tido uma palavra muito grande.” Questiona-se se Jobs é mais um arquiteto, a que responde: “Sim, um designer de produto. Em muitos aspetos mudou mais a vida das pessoas do que Gates, mas do ponto de vista do estabelecimento da computação como ciência e tecnologia não seria fácil aparecer outro Bill Gates enquanto Jobs seria substituível.” Ainda não ficou esgotado o tema das ausências no índice onomástico, pois também o cientista do cérebro António Damásio não é referido enquanto Ada Lovelace sim: “São diferentes. Lovelace teve um papel essencial numa fase muito inicial da computação, já Damásio trabalha numa área em que é um entre muitos que o fazem. Tem a visão importante de que as emoções desempenham um papel muito importante na inteligência e na capacidade de raciocinar mas não é o único a pensar assim. Portanto, não é uma peça indispensável para este conhecimento.”
Qual é o verdadeiro papel das emoções?
As emoções têm um papel essencial em quem somos e o que é o ser humano, daí a questão sobre se os computadores têm emoções ou não. Tendemos a dizer que há a emoção e há a razão, só que esta é uma visão muito simplista. As emoções têm uma componente de raciocínio e o raciocínio tem uma componente de emoção, por isso vejo a separação entre a razão e a emoção de forma diferente: são propriedades emergentes de um processo computacional muito complexo e que lamentavelmente não percebemos.
Bill Gates diz que a IA substituirá empregos humanos (incluindo médicos e professores) em apenas 10 anos.
Estamos prontos para um futuro sem trabalho?
Bill Gates prevê que a inteligência artificial transformará a força de trabalho na próxima década, substituindo humanos em muitos cargos essenciais, como médicos e professores.
Em entrevistas recentes, Gates descreveu um futuro de “inteligência gratuita”, onde conselhos médicos de qualidade e educação personalizada estarão amplamente disponíveis a baixo custo — ou até de graça — impulsionados totalmente por IA.
20/01/2025 | The Coolest Gadgets Ever | This year’s tech unveils are redefining what’s possible, blending creativity and innovation to transform the way we live, work, and play. Get ready to explore gadgets that feel like they’ve stepped straight out of the future.
Por que Deus permite que as mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento.
Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade. Por que Deus se lembra – mistério profundo – de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho.
José Luís Carneiro afasta um cenário de bloco central com a Aliança Democrática (AD), mas admite “assentar compromissos” no Parlamento de modo a garantir “estabilidade” política no país.
“Estamos fora da opção de um bloco central, julgo que não é necessário e seria prejudicial os dois partidos subsumirem-se numa solução executiva. Agora, é possível, num quadro parlamentar, constituir uma dimensão de trabalho político que responda a alguns dos impulsos reformistas”, declarou José Luís Carneiro, destacando a reforma do sistema de segurança e de justiça, entre outras.
Em entrevista à CNN Portugal, José Luís Carneiro, que se posiciona para a corrida à sucessão de Pedro Nuno Santos, com quem perdeu a disputa interna há um ano e meio, adianta que não se sente “condicionado” pelas palavras do ainda secretário-geral do PS, que avisou na noite passada que o seu sucessor não deveria ser o suporte do Governo da AD.
Julgo ser evidente que Portugal atravessa uma deplorável crise, não do foro económico, financeiro ou social, mas dos partidos políticos e dos seus protagonismos na condução da vida nacional. Uma crise de valores sem precedentes, deveras preocupante que, salvo meia dúzia de excepções, bateu fundo e isso ficou bem claro na pobreza desta corrida ao poder que ontem teve fim.Sou um geólogo e a minha cultura social e política resume-se ao que tenho aprendido na vivencia atenta do dia-a-dia. Bom ou não, é este o meu sentir que, como sempre, divulgo como dever de cidadania, honesta e humildemente.
Liberté, Égalité, Fraternité: o lema inscrito nas fachadas dos edifícios públicos franceses tornou-se, com o tempo, uma espécie de nostalgia institucional.
A pátria dos direitos do homem e do cidadão viu-se, nas últimas décadas, prisioneira de uma trajectória política que, em nome da liberdade económica, foi desmontando os alicerces sociais que sustentavam o modelo republicano.
A França, que outrora oferecera ao mundo a promessa de um Estado forte ao serviço da justiça social, tornou-se, ironicamente, refém do mesmo liberalismo que dizia querer domesticar.
Três grandes cidades reconstruídas Obra recente do historiador inglês Kenneth Maxwell recupera a história da reconstrução por que passaram Londres, Lisboa e Paris. Adelto Gonçalves.
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Examinar os esforços de reconstrução de três grandes cidades europeias foi a ingente tarefa a que se dedicou o historiador inglês Kenneth Maxwell ao escrever TheTaleofThreeCities – TheRebuildingofLondon, Paris, andLisbon (Robbin Laird, editor, SecondLineofDefense, 2025), obra que acaba de ser lançada na Inglaterra e nos Estados Unidos com textos em inglês, português e francês. É o resultado da leitura que o autor fez na abertura de um colóquio internacional sobre Arte e Literatura Luso-Brasileira, realizado na Universidade de Harvard, em setembro de 2024.
É tempo de repensar tudo. Principalmente o que pensávamos estabelecido. De rediscutir tudo. Principalmente o que pensávamos consensualizado. De mobilizar todos. Principalmente os que pensávamos que estavam empenhados. De ouvir todos. Principalmente os que pensávamos que já sabíamos o que iam dizer. E de construir colectivamente a resposta.
Retirado do Facebook | Mural de “Eu Já Te Contei”?
A frase mais bonita que já li sobre Lorca é esta.
Lorca não falava só de barriga cheia, falava de alma alimentada. Atacava com coragem os que defendem apenas as necessidades do corpo, esquecendo que a fome mais cruel é a do espírito. É fácil matar a fome com pão, mas quem sacia a fome de saber?
Ele sabia que um povo sem cultura é um povo acorrentado. Sem livros, o homem é reduzido a uma máquina, escravo de engrenagens que não sente, não pensa, não sonha.
1.Depois deste desastre eleitoral, numas eleições que podia e devia ter evitado, e que só supreendeu pelos números, o que deve fazer o PS, além de lamber as feridas e preparar o processo de seleção de nova liderança?
«(…) estando excluída entre nós, pelo menos por agora, a hipótese de governos de grande coligação ao centro (à alemã), não é impossível, porém, equacionar um pacto estável entre os dois tradicionais partidos de governo , no sentido de, em caso de vitória eleitoral sem maioria absoluta, cada um deles deixar governar o outro – salvo coligação governamental maioritária alternativa -, viabilizando a constituição do Governo e prescindindo de votar moções de censura, a troco da negociação dos orçamentos (…).
Parecendo-me excluída a repetição de maiorias absolutas monopartidárias – por causar fragmentação da representação parlamentar – e também pouco provável a hipótese de coligações maioritárias, quer do PSD com a sua direita (excluindo obviamente o Chega) quer do PS com a sua esquerda (excluindo o Bloco e o PCP), este acordo entre os dois partidos de governo faz todo o sentido, para ambos, agora e no futuro.
“O Programa eleitoral da AD para a legislatura 2025-2029 combina continuidade e novidade, o aprofundamento deste exercício de um ano de governação, a resposta a problemas preexistentes mas que tinham sido omitidos ou subestimados e a adequação ao agravamento das tensões, conflitos e estabilidade internacional”, pode ler-se no documento.
Das várias “medidas emblemáticas”, como lhes chama a coligação, o Notícias ao Minuto destaca as seguintes 10:
“Menos impostos sobre o trabalho, especialmente para a classe média: Reduzir IRS em 2.000 milhões €, dos quais 500 milhões já em 2025, baixando a carga fiscal sobre os rendimentos, em especial para a classe média. Estimular também a poupança;
Mais rendimentos: Salário Mínimo de 1.100€ e salário médio 2.000€, e nenhum pensionista com rendimento abaixo de 870€;
Melhorar a vida dos mais velhos: Continuar a valorizar as pensões. Aumentar o Complemento Solidário para Idosos para garantir que nenhum pensionista tem rendimento abaixo de 870€, e que há isenção total na compra de medicamentos. Programa de Envelhecimento Ativo.
Um país para jovens: Garantir a continuidade das novas medidas para fixação dos jovens: IRS Jovem reduzido, Isenção de IMT e de Imposto de Selo e garantia pública na compra da primeira casa;
Garantimos boas contas públicas: Continuar a assegurar saldos orçamentais ligeiramente positivos e redução do peso da divida pública, de forma saudável e equilibrada, baixando impostos e valorizando os trabalhadores e investimento públicos;
Construir mais casas: Aumentar a construção, reabilitação e arrendamento de casas, flexibilizando regras e licenciamento da construção e reduzindo a tributação para aumentar a oferta. Executar as 59 mil casas públicas a preços acessíveis e disponibilizar financiamento para mais projetos municipais;
Garantir creches e pré-escolar para todas as crianças: Contratualizar até 12 mil vagas no Pré-Escolar para os territórios com necessidades identificadas;
Valorizar os trabalhadores públicos: Concluir revisão de carreiras até 2027, reconhecer o mérito e qualificação, e apostar em prémios de desempenho;
Trabalhar compensa: Garantir que os regimes de apoios sociais e tributação são benéficos para quem trabalha;
Apostar nas empresas para acelerar o crescimento económico: Redução transversal de IRC sobre as Empresas, com diminuição gradual até 17% (e 15% para PMEs). Simplificação fiscal e aceleração da justiça tributária. Estímulo às exportações, reforçando os apoios às empresas no contexto das tensões internacionais. Valorizar a atividade e investimento nos territórios do Interior.”
Ao longo do último ano e meio, a Causa Pública dinamizou estudos e debates em torno dos principais desafios que se colocam à democracia portuguesa e às suas políticas públicas.
Procurámos olhar para diferentes setores. E, em cada um deles, analisámos as escolhas políticas que ditaram a sua configuração atual, diagnosticámos entraves e potencialidades presentes e avançámos com propostas que qualifiquem a provisão social de bem-estar em Portugal, promovendo a cidadania inclusiva numa sociedade democrática.
O documento que agora apresentamos sumariza os resultados desse trabalho.
Nos campos da atividade económica, do perfil salarial em Portugal, da fiscalidade, da habitação, da saúde e da imigração – sistematizamos uma leitura que apresenta um diagnóstico, reflete sobre as políticas recentes em cada uma destas áreas e apresenta orientações políticas para o futuro.
Conhecer, refletir e propor mais e melhor democracia – é esse o nosso contributo para o debate cívico em Portugal.
A concepção de estado social procura superar as limitações da visão do estado liberal, egoísta por natureza.(vcs)
Assim, o estado social pretende garantir as liberdades individuais e, ao mesmo tempo, é necessário intervir para que o conjunto da população tenha acesso a umasérie de serviços sociais, especialmente aqueles relacionados à educação, saúde e habitação. As instituições do estado devem organizar-se de modo que haja coesão social e igualdade de oportunidades.A ideologia que defende esta visão do estado é o socialismo democrático.
No estado social, a atividade econômica não pode depender exclusivamente das leis do mercado. Consequentemente, a partir da abordagem do estado social se defende a necessidade de intervir em todos os contextos com os quais se produzem situações de penúrias sociais e desigualdades econômicas. A finalidade desta visão do estado é garantir uma vida digna para todos os cidadãos.
It’s not mostly about globalization, and it’s not what ails workers.
A few months before the 1992 election I, along with some other Democratic-leaning economists, flew to Little Rock to meet with Governor and presidential candidate Bill Clinton. The ostensible purpose was to discuss policy, but it was obviously also an audition. At one point Clinton asked what could be done to restore manufacturing to its previous share of employment.
Heads turned to me; this was clearly my department. I said something like this: “Sorry, governor, but that’s really not feasible. Even if we could eliminate the trade deficit, manufacturing employment would only rise modestly and would still be a much smaller share of the economy than in the past.”
Needless to say, I didn’t get a job in the Clinton administration. It was one of the best things that has ever happened to me.
“As nossas cabeças são redondas para que as nossas ideias possam mudar de direção”. FRANCIS PICABIA , via Julian Barnes in Livro MUDAR DE IDEIAS. Leitura recomendada (vcs)
Dou a palavra a uma ou duas perguntas do meu neto. Que, diga-se, muito ajudaram a educar o avô.
Foi o cometa Halley que agarrou em Mark Twain e o tirou de um qualquer buraco negro para o fazer nascer na terra. O Halley o trouxe, o Halley o levou: 75 anos depois, estava Halley o mais próximo que lhe é dado estar do Sol, pimbas, puxou Twain pelo fundilho das calças em direcção ao infinito, como se fosse Huckleberry a arrebatar o escravo Jim, no célebre romance de amor em fuga dos dois. Ou talvez Halley tivesse puxado Twain pelas ceroulas, que em geral é de roupa interior e íntima que se parte para a eternidade.
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra, Define com perfil e ser Este fulgor baço da terra Que é Portugal a entristecer — Brilho sem luz e sem arder Como o que o fogo-fátuo encerra.
Ninguém sabe que coisa quer. Ninguém conhece que alma tem, Nem o que é mal nem o que é bem. (Que ânsia distante perto chora?) Tudo é incerto e derradeiro. Tudo é disperso, nada é inteiro. Ó Portugal, hoje és nevoeiro…
Michelangelo Merisi, conhecido mononimamente como Caravaggio, em homenagem ao local de origem dos seus pais, foi um dos mais notáveis pintores italianos no início do Barroco.
Em Governar no Século XXI, António Costa Silva, ex-Ministro da Economia e do Mar, não procura vender obra feita nem justificar ambições futuras. Em vez disso, oferece uma análise lúcida dos problemas da governação em Portugal. É disso que fala neste episódio de 45 Graus, com José Maria Pimentel.
António Costa Silva é engenheiro, professor universitário aposentado e gestor. Tornou-se conhecido do grande público quando, em 2020, foi convidado por António Costa para preparar a Visão Estratégica do Plano de Recuperação Económica. Mais tarde, entre 2022 e 2024, assumiu o cargo de Ministro da Economia e do Mar. Tem uma longa carreira no sector privado, sobretudo ligada à energia.
No seu livro, Costa Silva reflecte sobre a sua experiência como ministro. O mais interessante é que não o faz para justificar a sua actuação, mas sim para identificar aquilo que está mal na governação em Portugal e que precisa de ser corrigido se quisermos construir um país melhor.
Talvez conviesse lembrar e publicitar com ênfase e de maneira compreensível, que a Social-Democracia Nórdicatem provas dadas de eficácia … basta sugerir os exemplos da Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia … Repetindo (com letra maiúscula); SOCIAL-DEMOCRACIA NÓRDICA, caríssimas e caríssimos !!! 🌄… VOTAR CERTO É BOM PARA OS PORTUGUESES 🌄
«O tema essencial da vida de Dostoievsky é a desgraça. Com uma ascendência em que se misturavam o melhor e o pior, êxtases de místicos e impulsos de assassinos, mas em que o tom geral era o do desequilíbrio e da doença, nasceu o escritor em Moscovo, em 12 de Outubro de 1821.
O pai era médico dos hospitais e logo de início teve Dostoievsky, como ambiente de vida, as conversas sobre doentes, a atmosfera lenta e mórbida dos pavilhões, as faces desalentadas e tristes dos internados. Em casa, o pai comportava-se como um tirano sombrio, com crises terríveis de mau humor; todo o mundo em volta se conjurava para dar ao pequeno a impressão de que a vida era um fardo trágico, de que a nossa existência se devia passar na resignação ou na revolta, sem lugar para as construções compreensivas e serenas. O colégio, como era natural, não fez mais do que acentuar esta visão da vida e o conflito interior de Dostoievsky entre uma necessidade de expansão em que todas as forças internas lhe pareciam destruir o próprio corpo e uma timidez, um jeito de sofrer, que já o tinham desacostumado de toda a esperança e de toda a alegria.
Retirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia
“Não posso. Não posso pensar na cena que visualizei e que é real. O filho que está de noite com dor de fome e diz para a mãe: estou com fome, mamãe. Ela responde com doçura: dorme. Ele diz: mas estou com fome. Ela insiste: durma. Ele diz: não posso, estou com fome. Ela repete exasperada: durma. Ele insiste. Ela grita com dor: durma, seu chato! Os dois ficam em silêncio no escuro, imóveis. Será que ele está dormindo? – pensa ela toda acordada. E ele está amedrontado demais para se queixar. Na noite negra os dois estão despertos. Até que, de dor e cansaço, ambos cochilam, no ninho da resignação. E eu não aguento a resignação. Ah, como devoro com fome e prazer a revolta.”
Clarice Lispector (Agosto/67) | Foto: Dorothea Lange
Quem tem memória da ditadura e do atraso do Portugal salazarista não esquece o que deve à UE que hoje celebrou a data.
A UE é um projeto singular, nascido no rescaldo da última Guerra Mundial, após quase 70 milhões de mortes, o maior desastre de origem humana de toda a História. O Dia da Europa, instituído em 1985, celebra a proposta do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros francês Robert Schuman, que, a 9 de maio de 1950, cinco anos depois do fim da II Guerra Mundial propôs a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço Europeia, precursora da União Europeia.
A convicção de que a UE é um espaço civilizacional de que nos devemos orgulhar, fator de paz e de progresso, oásis democrático onde a justiça social e a laicidade dos Estados devem ser aprofundadas, tornou-me um europeísta militante, grato pela notável postura deste espaço civilizacional onde o aprofundamento da integração económica, social e política é vital para a sobrevivência coletiva.
“Todo o país, a sociedade e o povo apoiam aqueles que participam na operação militar especial. Estamos orgulhosos da sua coragem e tenacidade, essa força de espírito que sempre e só nos trouxe a vitória”, disse Putin no seu discurso na tribuna em frente ao Mausoléu de Lenine.
“A Rússia tem sido e será uma barreira indestrutível contra o nazismo, a russofobia e o antissemitismo”, acrescentou o chefe de Estado. Por outro lado, Putin prestou homenagem ao papel desempenhado pelos países aliados na derrota das tropas de Hitler.