“As nossas cabeças são redondas para que as nossas ideias possam mudar de direção”. FRANCIS PICABIA , via Julian Barnes in Livro MUDAR DE IDEIAS. Leitura recomendada (vcs)

“As nossas cabeças são redondas para que as nossas ideias possam mudar de direção”. FRANCIS PICABIA , via Julian Barnes in Livro MUDAR DE IDEIAS. Leitura recomendada (vcs)

Retirado do Facebook | Mural de Manuel S. Fonseca
Dou a palavra a uma ou duas perguntas do meu neto. Que, diga-se, muito ajudaram a educar o avô.

Foi o cometa Halley que agarrou em Mark Twain e o tirou de um qualquer buraco negro para o fazer nascer na terra. O Halley o trouxe, o Halley o levou: 75 anos depois, estava Halley o mais próximo que lhe é dado estar do Sol, pimbas, puxou Twain pelo fundilho das calças em direcção ao infinito, como se fosse Huckleberry a arrebatar o escravo Jim, no célebre romance de amor em fuga dos dois. Ou talvez Halley tivesse puxado Twain pelas ceroulas, que em geral é de roupa interior e íntima que se parte para a eternidade.
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O modelo nórdico (também chamado de capitalismo nórdico ou social-democracia nórdica compreende as políticas econômicas e sociais dos países nórdicos (Dinamarca, Islândia, Noruega, Suécia e Finlândia)

Essas políticas incluem um amplo e abrangente Estado de bem-estar social e negociações coletivas em vários níveis, com uma alta porcentagem da força de trabalho sindicalizada, baseando-se, ao mesmo tempo, nos fundamentos econômicos do capitalismo de livre mercado. O modelo nórdico começou a ganhar atenção após a Segunda Guerra Mundial
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Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer —
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro…É a hora!
Michelangelo Merisi, conhecido mononimamente como Caravaggio, em homenagem ao local de origem dos seus pais, foi um dos mais notáveis pintores italianos no início do Barroco.


Em Governar no Século XXI, António Costa Silva, ex-Ministro da Economia e do Mar, não procura vender obra feita nem justificar ambições futuras. Em vez disso, oferece uma análise lúcida dos problemas da governação em Portugal. É disso que fala neste episódio de 45 Graus, com José Maria Pimentel.
António Costa Silva é engenheiro, professor universitário aposentado e gestor. Tornou-se conhecido do grande público quando, em 2020, foi convidado por António Costa para preparar a Visão Estratégica do Plano de Recuperação Económica. Mais tarde, entre 2022 e 2024, assumiu o cargo de Ministro da Economia e do Mar. Tem uma longa carreira no sector privado, sobretudo ligada à energia.
No seu livro, Costa Silva reflecte sobre a sua experiência como ministro. O mais interessante é que não o faz para justificar a sua actuação, mas sim para identificar aquilo que está mal na governação em Portugal e que precisa de ser corrigido se quisermos construir um país melhor.
CLICAR NO LINK

Talvez conviesse lembrar e publicitar com ênfase e de maneira compreensível, que a Social-Democracia Nórdica tem provas dadas de eficácia … basta sugerir os exemplos da Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia … Repetindo (com letra maiúscula); SOCIAL-DEMOCRACIA NÓRDICA, caríssimas e caríssimos !!! 🌄… VOTAR CERTO É BOM PARA OS PORTUGUESES 🌄



DOSTOIEVSKY – O GRANDE INQUISIDOR
«O tema essencial da vida de Dostoievsky é a desgraça. Com uma ascendência em que se misturavam o melhor e o pior, êxtases de místicos e impulsos de assassinos, mas em que o tom geral era o do desequilíbrio e da doença, nasceu o escritor em Moscovo, em 12 de Outubro de 1821.
O pai era médico dos hospitais e logo de início teve Dostoievsky, como ambiente de vida, as conversas sobre doentes, a atmosfera lenta e mórbida dos pavilhões, as faces desalentadas e tristes dos internados. Em casa, o pai comportava-se como um tirano sombrio, com crises terríveis de mau humor; todo o mundo em volta se conjurava para dar ao pequeno a impressão de que a vida era um fardo trágico, de que a nossa existência se devia passar na resignação ou na revolta, sem lugar para as construções compreensivas e serenas. O colégio, como era natural, não fez mais do que acentuar esta visão da vida e o conflito interior de Dostoievsky entre uma necessidade de expansão em que todas as forças internas lhe pareciam destruir o próprio corpo e uma timidez, um jeito de sofrer, que já o tinham desacostumado de toda a esperança e de toda a alegria.
Continuar a lerRetirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia

“Não posso. Não posso pensar na cena que visualizei e que é real. O filho que está de noite com dor de fome e diz para a mãe: estou com fome, mamãe. Ela responde com doçura: dorme. Ele diz: mas estou com fome. Ela insiste: durma. Ele diz: não posso, estou com fome. Ela repete exasperada: durma. Ele insiste. Ela grita com dor: durma, seu chato! Os dois ficam em silêncio no escuro, imóveis. Será que ele está dormindo? – pensa ela toda acordada. E ele está amedrontado demais para se queixar. Na noite negra os dois estão despertos. Até que, de dor e cansaço, ambos cochilam, no ninho da resignação. E eu não aguento a resignação. Ah, como devoro com fome e prazer a revolta.”
Clarice Lispector (Agosto/67) | Foto: Dorothea Lange
Quem tem memória da ditadura e do atraso do Portugal salazarista não esquece o que deve à UE que hoje celebrou a data.
A UE é um projeto singular, nascido no rescaldo da última Guerra Mundial, após quase 70 milhões de mortes, o maior desastre de origem humana de toda a História. O Dia da Europa, instituído em 1985, celebra a proposta do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros francês Robert Schuman, que, a 9 de maio de 1950, cinco anos depois do fim da II Guerra Mundial propôs a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço Europeia, precursora da União Europeia.

A convicção de que a UE é um espaço civilizacional de que nos devemos orgulhar, fator de paz e de progresso, oásis democrático onde a justiça social e a laicidade dos Estados devem ser aprofundadas, tornou-me um europeísta militante, grato pela notável postura deste espaço civilizacional onde o aprofundamento da integração económica, social e política é vital para a sobrevivência coletiva.
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“Todo o país, a sociedade e o povo apoiam aqueles que participam na operação militar especial. Estamos orgulhosos da sua coragem e tenacidade, essa força de espírito que sempre e só nos trouxe a vitória”, disse Putin no seu discurso na tribuna em frente ao Mausoléu de Lenine.
“A Rússia tem sido e será uma barreira indestrutível contra o nazismo, a russofobia e o antissemitismo”, acrescentou o chefe de Estado. Por outro lado, Putin prestou homenagem ao papel desempenhado pelos países aliados na derrota das tropas de Hitler.


Em 8 de maio de 1945, a Alemanha rendeu-se aos aliados ocidentais e, no dia seguinte, à URSS e seus aliados do Leste, terminando a maior e a mais trágica guerra de sempre, ainda que esta guerra só terminasse de jure com a posterior rendição do Japão.
Acabou nesse dia a 2.ª Guerra Mundial na Europa. Dez dias antes, em Itália, Mussolini fora julgado sumariamente e fuzilado com a amante, Claretta Petacci. Dois dias depois, Hitler suicidou-se com um tiro na cabeça, e a sua mulher, Eva Braun, com a ingestão de uma cápsula de cianeto. Hitler teve ainda direito a três dias de luto de Salazar.
O Alto Comando alemão, gorada a tentativa de assinar a paz com os aliados ocidentais, rendeu-se, sem condições, em 8 de maio de 1945. Nesse dia começou o fim do pesadelo que o nacionalismo, a xenofobia e o racismo provocaram, desde o dia 1 de setembro de 1939, com a invasão da Polónia, perante a conivência de muitos polacos. A Alemanha, ignorando o tratado de Versalhes, começou a guerra de expansão com fortes apoios em países invadidos. A Espanha, vítima da barbárie de Franco, vivia o medo, silêncio e luto de 1 milhão de mortos, desaparecidos e refugiados, e as ditaduras ibéricas sobreviveram à sua matriz nazi/fascista até à morte dos respetivos ditadores.
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O novo Papa foi escolhido.
Na primeira votação da tarde do segundo dia do conclave, pelas 17:00, hora de Lisboa, fumo branco saiu da chaminé do Vaticano sob aplausos estrondosos, assinalando que a maioria dos cardeais eleitores tinha chegado a uma decisão.
Pouco mais de uma hora depois, o novo Papa foi apresentado ao mundo: o Cardeal Robert Prevost, que tinha escolhido o nome papal Leão XIV.
“A paz esteja com todos vós”, foram as suas primeiras palavras aos mais de 100.000 fiéis que se tinham reunido na Praça de São Pedro.
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Se tu amas por causa da beleza, então não me ames!
Ama o Sol que tem cabelos doirados!
Se tu amas por causa da juventude, então não me ames!
Ama a Primavera que fica nova todos os anos!
Se tu amas por causa dos tesouros, então não me ames!
Ama a Mulher do Mar: ela tem muitas pérolas claras!
Se tu amas por causa da inteligência, então não me ames!
Ama Isaac Newton: ele escreveu os
Princípios Matemáticos da Filosofia Natural!
Mas se tu amas por causa do amor, então sim, ama-me!
Ama-me sempre: amo-te para sempre!

Esta quinta-feira, durante conversações no Kremlin, os dois líderes apresentaram-se como defensores de uma nova ordem mundial que já não é dominada pelos Estados Unidos.
A China e a Rússia devem salvaguardar a equidade e a justiça internacionais e “ser verdadeiros amigos do aço que passaram por cem provas de fogo”, disse Xi a Putin.
Os dois países devem solidificar as bases da sua cooperação e “eliminar a interferência externa”, acrescentou Xi Jinping, cujo país está atualmente envolvido numa guerra tarifária lançada pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
O presidente chinês descreveu as conversações como “amigáveis e frutuosas”. Já Vladimir Putin, que deu as boas-vindas ao “querido amigo” no Kremlin, afirmou que os diálogos foram “calorosos e substanciais” e que os laços entre a Rússia e a China são mais fortes do que nunca.
Continuar a lerRetirado do Facebook | Mural “Contato Imediato”

SUÉCIA , localizada no norte da Europa, é um país conhecido por seu alto nível de vida, sua forte economia e seu impressionante entorno natural. Desde suas antigas raízes vikings até se tornar uma das nações mais avançadas do mundo, a Suécia combina história, modernidade e sustentabilidade de uma maneira única.
• População: ~10,5 milhões • Idiomas oficiais: Sueco • Área territorial: ~450.295 km² • Capital: Estocolmo • Moeda: Coroa sueca (SEK)
Dados curiosos:
História e legado viking: A Suécia tem uma rica história que inclui a era viking, o Império Sueco e seu papel na União de Kalmar. Hoje em dia, sua monarquia constitucional e seu modelo de bem-estar social são reconhecidos em todo o mundo.
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Temas e Debates partilha que o livro A Invenção da Biologia, de Jason Roberts, venceu o Prémio Pulitzer 2025 na categoria de Biografia. Em Portugal, chegará às livrarias a 12 de junho.
O anúncio dos vencedores foi feito esta segunda-feira, dia 5 de maio. «Uma dupla biografia de Carl Linnaeus e Georges-Louis de Buffon maravilhosamente escrita. Contemporâneos do século XVIII que dedicaram as suas vidas a identificar e descrever os segredos da Natureza e que continuam a influenciar a forma como entendemos o mundo.» Foi assim que a administradora dos Prémios Pulitzer, Marjorie Miller, apresentou o livro como um dos nomeados, antes de o anunciar como o vencedor na categoria de Biografia. A obra tem como título original Every Living Thing: The Great and Deadly Race to Know All Life.
A obra chega às livrarias a 12 de junho.
Retirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre Amor e Amizade,
ele me disse essa verdade…
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem alegre,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.
William Shakespeare
8,7 M de visualizações há 2 anos | This scene won an oscar
500 111 visualizações há 3 anos | During Roxie’s (Renée Zellweger) trial, Flynn (Richard Geere) convinces Amos (John C. Reily) that he’s the father of Roxie’s child.

Le destin d’une mère est d’attendre ses enfants. Elle vous attend quand elle est enceinte. Elle vous attend à la sortie de l’école. Elle vous attend pour rentrer à la maison après une sortie. Elle vous attend lorsque vous commencez votre propre vie. Elle vous attend lorsque vous rentrez du travail et que vous rentrez à la maison pour un bon repas. Elle vous attend avec amour, avec anxiété et parfois avec une colère qui disparaît immédiatement lorsqu’elle vous voit et qu’elle peut vous serrer dans ses bras.
Faites en sorte que votre maman n’ait plus à attendre. Rendez-lui visite, aimez-la, serrez la dans vos bras. Celle qui vous a aimé comme personne d’autre ne le fera jamais. Ne la faites pas attendre, elle attend cela de vous .
Parce que les membranes vieillissent, mais le cœur d’une mère ne vieillit jamais. Aime-la autant que tu le peux. Personne ne t’aimera comme ta mère. ♥️

Fátima, 5 de maio de 2025
COMUNICADO DE IMPRENSA
A Congregação das Irmãs Reparadoras de Nossa Senhora de Fátima (IRNSF) e o Instituto de Estudos Avançados em Catolicismo e Globalização (IEAC-GO) firmaram a 3 de maio em Fátima, um Acordo de Cooperação para a edição da “Obra Completa Criticamente Anotada do Venerável Padre Manuel Nunes Formigão”.
Vigente até maio de 2029, o Acordo de Cooperação foi assinado no Hotel Cinquentenário, inserido no programa da XX Jornada de Espiritualidade Reparadora, e tem como objeto reunir, organizar e anotar a vasta produção escrita do padre Manuel Nunes Formigão, fundador da Congregação. das IRNSF.
Recomendo a leitura deste livro a quem nasceu depois do 25 de Abril.

A dois dias do início do Conclave, o diário “La Repubblica”, que tem escrito sobre os principais candidatos a suceder Francisco, elege um dos cardeais portugueses como um potencial favorito. Diz que toca corações e alcança os não católicos. Será este o novo Papa?

A dois dias do início do Conclave, as atenções voltaram-se para o mais discreto dos quatro cardeais eleitores portugueses. Um nome que se repete e que, o Expresso pôde confirmar em Roma, também já corre na boca de políticos italianos.
A exposição estará patente até 22 de junho no átrio do Auditório da Ordem, podendo ser visitada nos dias úteis, entre as 9h00 e as 17h30.

Caros Antigos Alunos de La Salle
É com imenso regozijo que vos reencaminho, em anexo, o lindíssimo poema do nosso colega Vasco Bastos, sobre a identidade de um aluno La Salle de Abrantes. 50 anos (Carlos Borrego)
Reunião dia 10 de maio, sábado, em Abrantes, 10h e 30 m no antigo Colégio La Salle.


LA SALLE
Quantas saudades trazemos no peito
Quantas memórias do tempo que passou
Quantos amores, valores, quanto respeito
O que aprendemos e em homens nos tornou
A camarata, o refeitório, o Irmão Reitor
Aquelas aulas de estudo, a matemática
Os exames finais e o pavor
De errarmos nas contas ou na gramática
Mas sempre a mão amiga e o conselho
E as aulas de desporto, o spiribol
O colega mais próximo e o mais velho
E aquele irmão que arranhava o espanhol

Mas um dia o país mudou de rumo
Como de rumo mudaram os valores
Trocou-se a competência pelo consumo
Pintaram-se as paredes de outras cores
50 anos depois é bom voltar
Recordando esses tempos sem igual
E alegremente confraternizar
Mantendo vivo o espírito La Salle

A ministra da Educação, Dulce Soares, destacou que o português é uma língua de “afetos, de conhecimento e de futuro”.

“Aos pais e mães, peço que incentivem os vossos filhos a aprender português, porque, segundo a nossa história, é o português que representa a nossa identidade, não o inglês, nem o indonésio”, afirmou Xanana Gusmão.
O primeiro-ministro timorense falava no Palácio do Governo no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa e da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) durante uma atividade realizada pela embaixada de Portugal e o Ministério da Educação timorense, que juntou centenas de alunos do Centro de Aprendizagem e Formação Escolar (Escolas CAFE), numa marcha para entregar livros a Xanana Gusmão.
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03/05/2025 SPAIN🔍| Una entrevista secreta de Stephen Hawking ha salido a la luz… y podría cambiarlo todo. En esta impactante revelación, Hawking habla sobre la conciencia cuántica, la posibilidad de la reencarnación, y cómo ciertos niños podrían portar memorias de vidas pasadas. Este video expone documentos filtrados, investigaciones secretas realizadas en CERN, y conexiones con teorías de Roger Penrose y Carl Jung. ¿Es posible que la conciencia sobreviva a la muerte? ¿Podría Hawking haber descubierto evidencia científica de la vida después de la muerte?
Museu de Cera de Fátima. Nova cena alusiva à “Canonização dos Pastorinhos” com especial relevo na representação em figura de cera da Sua Santidade o Papa Francisco. Para mais informações visite em www.mucefa.pt.


Retirado do Facebook | Mural de António Alves
A Alemanha gosta de se imaginar como o coração racional da Europa, eficiente, legalista, alérgica ao extremismo. Mas, por detrás da fachada ordeira, esconde-se uma profunda negação. Em Berlim, podemos fazer explodir os nossos próprios oleodutos (ou deixar que os nossos “aliados” o façam), pagar o triplo pelo gás americano, desindustrializar a nossa economia e, ainda assim, convencermo-nos de que a culpa é da Rússia. Isto não é lógica. É neurose transformada em política. E agora essa mesma patologia está a gerar uma besta política que o establishment não consegue controlar, o AfD.
Para conter esta besta, a elite criou uma barreira auto-justificada: o Brandmauer, uma “barreira de proteção” contra a extrema-direita. Não se trata de um limite legal, nem de um mecanismo constitucional, mas de um acordo de cartel. Um pacto tácito entre a CDU, o SPD, os Verdes e o FDP: nunca fazer uma coligação com a AfD. É saudado nos media como uma salvaguarda da democracia, mas, na prática, é um instrumento de privação de direitos. Uma democracia em que um dos partidos mais populares é permanentemente excluído da governação não é uma democracia.
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saudades, mãe … muitas saudades


“Quando crianças, temos medo do escuro. Qualquer coisa pode estar ali escondida. O desconhecido nos perturba.
Ironicamente, é nosso destino viver no escuro. Essa descoberta, inesperada, da ciência tem apenas três séculos. Afaste-se da Terra em qualquer direção e, depois de um lampejo inicial de azul e de uma espera mais longa enquanto o Sol desaparece gradualmente, você se vê rodeado pela escuridão, pontuada aqui e ali pelas estrelas distantes e pálidas.
Mesmo depois de adultos, a escuridão ainda retém o seu poder de nos assustar. E, assim, alguns acham que não deveríamos investigar muito de perto quem mais poderia estar vivendo nessa escuridão. Melhor não saber, dizem eles.
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O secretário-geral do PCP defendeu este sábado mais investimento na habitação, atingindo 1% do PIB nacional, e o reforço do Estado, questionando como estariam setores como a Saúde ou Educação se também fossem deixados nas mãos do mercado.
“Como estaria a Saúde se o Estado detivesse 2% da gestão? Em que estado estaria a Educação? A Segurança Social? Chegamos ao que chegamos porque o Estado tem apenas 2% do mercado da habitação”, diagnosticou Paulo Raimundo.
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Da habitação à rede elétrica passando pela saúde, gestão florestal e enquadramento fiscal, os últimos 20 anos mostram a falta de Estado em Portugal.
Não, não temos Estado a mais. Temos o oposto: Estado a menos.
Não regula o básico, deixando setores inteiros da atividade privada entregues aos players dominadores, sem proteção da esmagadora maioria das empresas.
Não exige o cumprimento das regras de segurança em setores essenciais para o dia a dia dos cidadãos.
Não assegura o essencial, não impõe as leis.
Isto não é um divisor ideológico. Qualquer pessoa, de qualquer área não extremista, vê e percebe isto: temos Estado a menos. Não é de um Estado totalitário que estou a falar, nem de um Estado musculado. Repito, não é uma posição ideológica: é uma constatação de facto. Deriva do acumular de situações em que é evidente o Estado a menos, a última das quais o apagão.
Não estou a querer a nacionalização da rede: estou a falar da incapacidade de o Estado impor a qualidade da rede e a observação da segurança.


Mário Centeno, Governador do Banco de Portugal, em entrevista ao programa Conversa Capital – Antena 1 / Jornal de Negócios, avisa os partidos que se preparam para ir a eleições que “o país não tem margem orçamental”.
A economia está a desacelerar, prevê o Governador do BdP, Mário Centeno, que se refere às novas previsões económicas, que deverão ser divulgadas na primeira semana de junho, como “mais cautelosas do que as de março”.
Continuar a lerUm dia será Primeiro Ministro de Portugal (vcs)

Rui Fernando da Silva Rio GCIH (Porto, 6 de agosto de 1957) é um economista e político português. Foi Presidente da Câmara Municipal do Porto de 2002 a 2013 e Presidente do Partido Social Democrata, de 2018 a 2022.
Estudou no Colégio Alemão do Porto (Deutsche Schule zu Porto) e licenciou-se em Economia, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, onde foi membro do Conselho Pedagógico e presidente da Associação de Estudantes. A sua direção constituiu, desde sempre, a primeira associação de estudantes de uma Faculdade de Economia do País sem maioria comunista.
Como economista, iniciou a sua vida profissional na indústria têxtil, tendo, após o cumprimento do serviço militar obrigatório, trabalhado também na indústria metalomecânica.
Em meados da década de 1980, iniciou o seu percurso no setor bancário. Como quadro do Banco Comercial Português, foi responsável pela montagem de operações de financiamento no mercado primário, pelo processo de admissão à cotação nas Bolsas de Valores, pelo estudo e conceção de novos produtos financeiros e pela formação dos recursos humanos na área de Mercado de Capitais.
CONTINUA
Continuar a lerOr Portugueses preferem, de maneira expressiva, congregação de esforços nos próximos 4 anos. Entre PSD e PS. Oxalá! É tempo de união de vontades e empenhamento conjunto! (vcs)


A menos de 20 dias das Eleições Legislativas de 2025, uma nova sondagem revela que os portugueses preferem a estabilidade — em caso de não haver maioria estável, mediante um acordo entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro.
Para 78% dos inquiridos, seria “desejável” para Portugal um “entendimento” entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, todavia, apenas 54% acreditam que este possível acordo é exequível.
Os portugueses abordados para esta sondagem demonstram, assim, a prioridade dada à estabilidade política. Os eleitores do PS e da AD são os mais favoráveis a um acordo (86% e 82%, respetivamente), ao contrário de quem vota na CDU e no Chega (51% e 61%, respetivamente).
Um dia será Primeiro Ministro de Portugal (vcs)

Mário José Gomes de Freitas Centeno (Olhão, 9 de dezembro de 1966) é um economista e político português. Foi ministro das Finanças de Portugal entre 26 de novembro de 2015 e 15 de junho de 2020 e presidente do Eurogrupo entre 12 de janeiro de 2018 e 13 de julho de 2020. É o atual 18.º Governador do Banco de Portugal.
Findou o ensino secundário na Escola Secundária Patrício Prazeres. É licenciado em Economia (1990) e mestre em Matemática Aplicada (1993) pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, e mestre (1998) e doutorado (1995-2000) em Economia pela Harvard Business School da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.


O jornal italiano La Reppublica coloca o cardeal José Tolentino de Mendonça, de 59 anos, como um dos mais fortes candidatos a Papa.
A publicação destaca que o português, da mesma corrente de pensamento de Francisco, está “entre os cardeais mais conhecidos, com um forte perfil cultural e capacidade de atingir um vasto público”.
O nome de Tolentino de Mendonça surge junto de outros muito falados na imprensa internacional, como o filipino Luis Antonio Tagle, atual prefeito do Dicastério para a Evangelização, Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, Pierbattista Pizzaballa, patriarca latino de Jerusalém, e Peter Erdo, arcebispo de Budapeste.
Tolentino de Mendonça é o atual prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação. Poeta galardoado com o prémio Pessoa em 2023, ensaísta, dramaturgo, académico e teólogo, foi elevado a cardeal em 2019.
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Paulo Macedo, atual presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, é candidato à presidência da direção da Associação EPIS – Empresários pela Inclusão Social, para o triénio 2025-2027, em substituição de Leonor Beleza, que conclui dois mandatos consecutivos, o limite previsto pelos estatutos da associação, de acordo com comunicado divulgado esta quarta-feira.
“A candidatura de Paulo Macedo tem como objetivo consolidar o legado da EPIS e impulsionar um novo ciclo de crescimento. Em 2024, os diversos programas da Associação EPIS em escolas de todo o país superaram os 76 mil beneficiários em termos de alunos, familiares, professores e assistentes operacionais”, pode ler-se na informação veiculada ao media.
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Ontem, quando tudo se apagou, as crianças invadiram o jardim em frente da minha casa. Passavam pela minha porta, de bicicleta, de skate, tagalerando, com bolas à frente dos pés, a rolar. Adultos, de todas as idades, caminhavam em direcção ao jardim e à praia. Todos os bancos de madeira tinham pessoas a olhar-se nos olhos, conversando. Vários, mais de uma dúzia, tinham livros na mão. Havia casais deitados na relva, uma mãe amamentava. Eram 4 da tarde e finalmente toda a gente tinha saído do trabalho a horas normais.
E estavam desligados desse vício, dessa compulsão de alimentar as bigtechs com dados (dando likes, vendo vídeos). Debaixo da minha porta quatro mulheres conversavam e riam, quando fui à janela perguntaram-se “se eu queria descer e conversar também”. A senhora dos gelados vendeu-os a preço de custo, e eu e o meu marido sentámos-nos com os empregados do restaurante, incluindo os cozinheiros do Nepal, a beber uma cerveja. Pela primeira vez perguntei-lhe o nome dos filhos, lá, na fronteira com a China. O barulho dos carros calou-se e um burburinho humano escutava-se na tarde quente em frente ao Tejo.
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“Estou a escrever este texto às 18h15 de 28 de Abril de 2025, um dia que ficará para a História por nos mostrar o que pode acontecer a uma sociedade totalmente dependente da electricidade quando a energia eléctrica falha. Escrevo este texto à mão, num bloco de notas amarelo da Amazon, que me chegou num dia em que havia electricidade. O meu computador está com pouca bateria e achei melhor não a gastar a escrever um texto de raiz, porque demora demasiado. Quando estiver pronto, planeio passá-lo para o computador, esperando que por essa altura o mail ou o WhatsApp já funcione, e o PÚBLICO o possa publicar. Talvez não possa. Talvez o jornal nem chegue a ser impresso.
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No dia 30 de abril, quarta-feira, às 18h30, o Auditório da Fundação José Saramago recebe Nuno Artur Silva para uma aula sobre o relação entre a obra de José Saramago e o Cinema.
Esta sessão integra o ciclo «A partir de Saramago», em que os nossos convidados tomam como ponto de partida a obra e o pensamento de José Saramago estabelecendo relações com outras áreas artísticas.
A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

Gonçalo M. Tavares: Uma Mesa de Pingue-pongue e um Pequeno Lago é uma conversa entre José Jorge Letria e o escritor de quem o Nobel português, quando Jerusalém venceu o Prémio José Saramago, disse: «Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos. Dá vontade de lhe bater!»
Neste encontro com José Jorge Letria, o rapaz que gostava de treinar futebol à chuva fala da biblioteca da infância – de filme, com dois pisos e uma escadinha – do humor do pai e das suas frases viradas do avesso; da sua desarrumada leitura e das suas muitas escritas; e da sua comoção perante a resistência do livro ao avanço dos tempos, numa conversa em ainda há tempo para falar de Céline, música tecnicamente frágil, ética, tecnologia e o flagelo da guerra, quando se verifica, com esperança, o magnífico poder dos livros para circular nas condições mais extremas.
Desfiles, festas populares e manifestações marcaram as comemorações do 51.º aniversário do 25 Abril de 1974 que decorreram em todo o País, através de uma forte participação popular, com destaque para o grande desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Este vasto conjunto de iniciativas comemorativas da Revolução de Abril, promovido maioritariamente por autarquias locais e estruturas do movimento associativo, teve uma forte participação popular, demonstrando que o espírito do 25 de Abril continua bem enraizado na sociedade portuguesa.
Continuar a lerTrump’s tariff fantasies are colliding with reality. Now what?


I’m still traveling and won’t resume normal posting for a while. No primer today. But I have time to talk briefly about the mystery of the tariff endgame.
Trump could just say, “I’m imposing huge tariffs, and that’s that.” But he keeps insisting that he’s imposing tariffs because other countries treat America unfairly, and that he’ll force them to stop. This fantasy of dominance runs into two problems: most countries aren’t treating us unfairly, and trade negotiations are going badly if they’re happening at all. Yet Trump keeps insisting that big deals with other countries are just around the corner. Read his amazing interview with Time
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As atribuladas experiências dos governos provisórios, seis ao todo, de 1974 a 1976, não foram propriamente governos de aliança, coligação ou bloco central. Tratava-se bem mais de governos de salvação nacional, sob controlo do MFA (Movimento das Forças Armadas). Cometeram erros medonhos e deixaram-se, parte do seu tempo, dominar pelos comunistas e pelos militares revolucionários, mas salvaram a hipótese de democracia. Dentro dos próprios governos, partidos e militares combatiam-se mortalmente. Os militares do MFA mais moderados, em estreita associação com os socialistas, principalmente, mas também os sociais democratas, conseguiram dar conta do recado e preservar a democracia, o futuro Estado de direito e as liberdades.
Continuar a lerRetirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia
Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto ao mar – Sophia

O modelo do socialismo democrático constitui a alternativa não só à extrema-direita populista e demagógica, mas também ao neoliberalismo e à direita conservadora.

Democracia, liberdade, igualdade, solidariedade, tolerância, empatia, justiça social. Um Estado forte, com funções de regulação, mas também prestador de serviços essenciais e universais, em parceria com os setores privado e cooperativo. Um Estado respeitador das liberdades e promotor dos direitos fundamentais dos cidadãos. Esta é a matriz do socialismo democrático, tal como está consagrada na Constituição da República Portuguesa, resultado da Revolução do 25 de Abril que hoje comemoramos.
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País em que nasceu: México
Período em que viveu: 6 de julho de 1907 a 13 de julho de 1954
Movimento artístico: Arte naïf, Arte moderna, Surrealismo, Realismo, Simbolismo, Naturalismo, Primitivismo e Cubismo
Pintura mais famosa: Autorretrato com um vestido de veludo
Com uma diferença local de outros artistas famosos referidos nessa lista, Frida Kahlo nasceu no México. Apesar das dificuldades físicas por ter contraído, aos seis anos, poliomielite, Frida seguiu firme como pintora, ganhando notoriedade mundial. Além disso, sua forte imposição perante a realidade da época a torna uma artista de grande expressividade política, sendo muito simbólica para o feminismo. A pintura Autorretrato com um vestido de veludo representa a predileção da artista em se colocar em suas obras.
Retirado do Facebook | Mural de Paulo Marques


“Em abril de 1974 eu era professora, militante do PCP, ativista da CDE, dirigente dos Grupos de Estudo do Pessoal Docente (fundadores dos sindicatos de professores) e, então, casada com o dirigente político da CDE José Tengarrinha, libertado de Caxias pela Revolução. Neste testemunho não posso prescindir de uma breve referência ao período histórico imediatamente anterior. Porque me confronto, diariamente, com uma espécie de manto de silêncio sobre as atrocidades da ditadura, a troco da exibição da festa dos cravos; e porque, em meu entender, o 25 de Abril não teria passado de um golpe militar, nem chegado ao Largo do Carmo, já com uma revolução em marcha, se não houvesse uma predisposição dos portugueses para o derrube de um regime, cujas políticas vinham tendo crescentes e expressivas respostas populares e das forças da oposição. Como chegámos ao 25 de Abril? Exauridos.
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Como as palavras contam, impõe-se que agradeça à Dr.ª Maria João Baptista o grato convite para abrir a sessão evocativa do 25 de Abril, realizada pela Assembleia Municipal, que decorreu, hoje, na Sala de Sessões, nos Paços do Concelho de Cabeceiras de Basto, a terra da minha alma.
Recordar Abril de 74 nunca se revelou tão premente, agora que os ecos da dominação, da escravatura, da mentira descarada transvertida de bonomia se infiltraram entre nós e fazem pose nos lugares mais insuspeitos. Assim, ninguém está desobrigado de denunciar alto os nomes dos que de bom grado esquecem os direitos humanos para servir o superior interesse da sua ganância e ambição. Usando as palavras claras da Clara Ferreira Alves “não ponho flores nesse cemitério”. Com a voz que me resta, lembrei o excecional texto de Manuel Alegre “Rosas Vermelhas”, como ele “nunca pude suportar a sujeição”.
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A Revolução dos Cravos foi a mais profunda revolução social da Europa do pós-guerra até aos dias de hoje. O incrível tornou-se quotidiano. Portugal foi então, a par do Vietname, o centro do mundo. Naqueles 19 meses, de tantas lutas políticas – e sim a luta política é feita de embates, acalorados, dissensos frontais, programas abertamente distintos -, o traço claro deste novo país foi a participação de milhões de pessoas na vida política, social e cultural do país. Nunca tanta gente na história de Portugal decidiu tanto e nunca a política foi tão democrática.
Podemos elencar aqui o fim da guerra colonial, o fim da ditadura, da censura, das prisões políticas, do partido único, centenas de fábricas ocupadas em autogestãos, as cooperativas, as nacionalizações de bancos, as greves de solidariedade, o ensino unificado, o serviço nacional de saúde, a segurança social… De repente havia um país.
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Como era a Ditadura Salazarista. Convém relembrar os “esquecidos”. VIVA O 25 DE ABRIL, SEMPRE! (vcs)

“Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança.
Eu não ponho flores neste cemitério.
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O Governador do Banco de Portugal disse esta segunda-feira, numa conferência que assinala os 50 anos do 25 de Abril, que não há “revoluções concluídas” e que os tempos atuais são de alerta e exigem espírito de transformação.
“Não há revoluções concluídas. Os tempos atuais colocam-nos em alerta, requerem mais integração, maior coordenação, mais informação e ainda mais análise e reforço da confiança”, disse Mário Centeno na intervenção com que abriu a conferência ‘Falar em Liberdade’, que decorre esta tarde no Museu do Dinheiro, em Lisboa.
Segundo Centeno, Portugal é atualmente uma “sociedade em transição”, seja na imigração seja na dimensão económica e financeira e de convergência com a União Europeia, e os desafios que existem requerem que seja retomado “o espírito de transformação que assentaram e definiram os últimos anos”.
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O fantasma do Bloco Central atemoriza a política. Aterroriza grande parte de eleitores. E faz tremer todos os partidos políticos. Os pequenos, em geral, porque assim seriam excluídos. Os pequenos de esquerda, em particular, porque seriam afastados da frente unida. Os pequenos de direita, do mesmo modo, porque não haveria aliança nacional. O PS e o PSD, pela simples razão de que aspiram a ser maioritários e ficar sozinhos.
Por outro lado, divulgada pelos partidos e pela comunicação social, há a má reputação do Bloco Central (e, acessoriamente, das coligações de governo). Isto é, o Bloco Central é alfobre de defeitos. Em primeiro lugar, o nepotismo e a corrupção. Coligados, os dois principais partidos dividem entre si lugares e distribuem-se alvarás e autorizações. Rateiam projectos entre os seus simpatizantes. Recompensam os financiadores dos respectivos partidos. E adjudicam, com generosa mão, os autores dos grandes projectos europeus.
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Juristas Católicos apelam à revogação da lei, pedem clarificação aos candidatos às legislativas e lembram palavras do Papa Francisco em Portugal contra as “leis sofisticada sobre a eutanásia”.
A Associação dos Juristas Católicos congratula-se com a declaração, pelo Tribunal Constitucional, da inconstitucionalidade da norma da lei sobre eutanásia e suicídio assistido que não exige o exame da pessoa requerente por um médico especialista na doença em causa e da norma dessa lei que obriga à indicação das razões que possam justificar a declaração de objeção de consciência.
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Às quatro da manhã, quando a promessa de um novo dia ainda vinha por terras da França, levantava-se da cama e ia para o campo, levando até a erva meia dúzia de porcas cuja fertilidade ele e a mulher se alimentavam.
Viviam desta escassez meus avós maternos, da pequena criação de porcos que depois do desmame eram vendidos aos vizinhos da aldeia. Azinhaga era o seu nome, na província do Ribatejo.
Eles se chamavam Jerónimo Melrinho e Josefa Caixinha esses avós, e eram analfabetos um e outro. No inverno, quando o frio da noite apertava ao ponto de a água dos cântaros gelar dentro de casa, eles recolhiam os leitões mais fracos das pocilgas e os levavam para a sua cama.
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Se as eleições de 18 de maio se realizassem no próximo domingo, a AD venceria as eleições com 34,1% dos votos. O PS continuaria a ser a segunda força política mais votada com 27,1%, o Chega manteria a terceira posição, com 15,2% e a Iniciativa Liberal (IL) atingiria os 8,3%. Estes resultados da sondagem da Consulmark2 para o Nascer do SOL e a Euronews mostram que em relação à primeira quinzena de abril mantém-se o empate técnico entre as duas grandes forças políticas, já que a margem de erro é de 4,1%.

A Colónia Penal do Tarrafal foi criada pelo Governo de Salazar ao abrigo do Decreto-Lei n.º 26. 539, de 23 de Abril de 1936.
Seis meses depois, em 18 de Outubro, os primeiros presos saíram de Lisboa, no paquete Luanda, com destino ao que viria a ser o «Campo da Morte Lenta», na ilha de Santiago, em Cabo Verde. Aquele navio era normalmente usado para transporte de gado proveniente das colónias e os porões utilizados para esse efeito foram transformados em camaratas. Depois de uma escala no Funchal e de uma outra em Angra do Heroísmo, para recolher mais alguns detidos e / ou largar os menos perigosos, e no fim de uma viagem em condições degradantes, foram 152 os que desembarcaram, no dia 29, em fila indiana, antes de percorrerem os 2,5 quilómetros que os separavam do destino final.
Depois, foi o que se sabe: histórias de terror, 32 pessoas por lá morreram e o Campo durou até 1954. Foi reactivado em 1961 quando começou a Guerra Colonial, como «Campo de Trabalho do Chão Bom», para receber prisioneiros oriundos das colónias. Durou até 1974.

Um álbum emotivo, que assume a forma epistolar, numa narrativa repleta de memórias preciosas e um sentimento de enorme gratidão. No final, descobrimos que a influência da antiga mestra foi ainda mais marcante. A jovem escreve na véspera de iniciar, ela própria, o seu trabalho como professora. Uma homenagem brilhante a todos os professores que continuam a abraçar a sua missão e a mudar a vida dos seus alunos, mesmo os mais desafiantes.

Hoje, 23 de abril, Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, a Fundação José Saramago apresenta, em parceria com o Plano Nacional de Leitura e a Porto Editora, a edição electrónica de «O livro nosso de cada dia», transcrição de uma conferência proferida por José Saramago na Feira do Livro de Granada, em 1999.
26 anos depois, um texto muito actual sobre a importância do livro e da leitura, sobre o papel de ambos na sociedade, um retrato do leitor José Saramago na primeira pessoa.


Portugal desempenhou um papel de grande importância na História do catolicismo, basta pensar que o país hoje com maior número de católicos é o Brasil e que aquele percentualmente mais católico é Timor-Leste. Some-se a isto, se ainda houver dúvidas, que metade dos 30 milhões de cristãos da Índia são católicos e muitos têm nomes de família como Fernandes, Dias, Pinto, D’Silva ou D’Souza ou sublinhe-se o uso do português na liturgia dos “cristãos ocultos” japoneses. A par dos espanhóis, foram os portugueses os grandes responsáveis pela expansão global da influência dos papas, e isto num momento em que na Europa Ocidental o seu tradicional domínio era desafiado pelas teses de Lutero.
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And what the hell was Scott Bessent doing briefing Morgan clients?
Hitting the road today, but I have time for a note on the news that moved markets yesterday. Bloomberg reports:
US Treasury Secretary Scott Bessent told a closed-door investor summit Tuesday that the tariff standoff with China cannot be sustained by both sides and that the world’s two largest economies will have to find ways to de-escalate.
That de-escalation will come in the very near future, Bessent said during an event hosted by J.P. Morgan Chase in Washington, which wasn’t open to the public or media. He characterized the current situation as essentially a trade embargo, according to people who attended the session.
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Tal como escrevi em crónicas anteriores, os desenhos de Álvaro Cunhal, aqui publicados, foram oferecidos, por ele mesmo, ao seu conterrâneo António Almeida Santos (1926-2016), no final das reuniões do Governo que os dois integraram em 1974 e 1975.
Mais do que o valor artístico que exibem, é o simbolismo que esses traços representam que justificou a sua divulgação. Foi a filha mais velha de Almeida Santos, cuidadora do património documental deixado por seu pai, que me fez chegar cópias digitalizadas dos originais que cuidadosamente preserva. Ainda bem que assim calhou pelo indiscutível interesse público em proporcionar a sua difusão mais ampla, nestas páginas.
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