Não, o eleitorado não tem sempre razão. Tem é sempre razões e é para elas que devemos olhar.

Não, o eleitorado não tem sempre razão. Tem é sempre razões e é para elas que devemos olhar.



José Luís Carneiro afasta um cenário de bloco central com a Aliança Democrática (AD), mas admite “assentar compromissos” no Parlamento de modo a garantir “estabilidade” política no país.
“Estamos fora da opção de um bloco central, julgo que não é necessário e seria prejudicial os dois partidos subsumirem-se numa solução executiva. Agora, é possível, num quadro parlamentar, constituir uma dimensão de trabalho político que responda a alguns dos impulsos reformistas”, declarou José Luís Carneiro, destacando a reforma do sistema de segurança e de justiça, entre outras.
Em entrevista à CNN Portugal, José Luís Carneiro, que se posiciona para a corrida à sucessão de Pedro Nuno Santos, com quem perdeu a disputa interna há um ano e meio, adianta que não se sente “condicionado” pelas palavras do ainda secretário-geral do PS, que avisou na noite passada que o seu sucessor não deveria ser o suporte do Governo da AD.
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Na Biblioteca Municipal António Botto em Abrantes, com a presença do Autor.
Apresentação por Maria Helena Bandos e Maria Rosa Garcia

Julgo ser evidente que Portugal atravessa uma deplorável crise, não do foro económico, financeiro ou social, mas dos partidos políticos e dos seus protagonismos na condução da vida nacional. Uma crise de valores sem precedentes, deveras preocupante que, salvo meia dúzia de excepções, bateu fundo e isso ficou bem claro na pobreza desta corrida ao poder que ontem teve fim.Sou um geólogo e a minha cultura social e política resume-se ao que tenho aprendido na vivencia atenta do dia-a-dia. Bom ou não, é este o meu sentir que, como sempre, divulgo como dever de cidadania, honesta e humildemente.
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Liberté, Égalité, Fraternité: o lema inscrito nas fachadas dos edifícios públicos franceses tornou-se, com o tempo, uma espécie de nostalgia institucional.
A pátria dos direitos do homem e do cidadão viu-se, nas últimas décadas, prisioneira de uma trajectória política que, em nome da liberdade económica, foi desmontando os alicerces sociais que sustentavam o modelo republicano.
A França, que outrora oferecera ao mundo a promessa de um Estado forte ao serviço da justiça social, tornou-se, ironicamente, refém do mesmo liberalismo que dizia querer domesticar.
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Três grandes cidades reconstruídas
Obra recente do historiador inglês Kenneth Maxwell recupera a história da reconstrução por que passaram Londres, Lisboa e Paris. Adelto Gonçalves.
I
Examinar os esforços de reconstrução de três grandes cidades europeias foi a ingente tarefa a que se dedicou o historiador inglês Kenneth Maxwell ao escrever The Tale of Three Cities – The Rebuilding of London, Paris, and Lisbon (Robbin Laird, editor, Second Line of Defense, 2025), obra que acaba de ser lançada na Inglaterra e nos Estados Unidos com textos em inglês, português e francês. É o resultado da leitura que o autor fez na abertura de um colóquio internacional sobre Arte e Literatura Luso-Brasileira, realizado na Universidade de Harvard, em setembro de 2024.
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É tempo de repensar tudo. Principalmente o que pensávamos estabelecido. De rediscutir tudo. Principalmente o que pensávamos consensualizado. De mobilizar todos. Principalmente os que pensávamos que estavam empenhados. De ouvir todos. Principalmente os que pensávamos que já sabíamos o que iam dizer. E de construir colectivamente a resposta.
Por José Vítor Malheiros | AQUI: https://emcausa.org/recomecar-como-sempre/
Retirado do Facebook | Mural de “Eu Já Te Contei”?
A frase mais bonita que já li sobre Lorca é esta.

Lorca não falava só de barriga cheia, falava de alma alimentada. Atacava com coragem os que defendem apenas as necessidades do corpo, esquecendo que a fome mais cruel é a do espírito. É fácil matar a fome com pão, mas quem sacia a fome de saber?
Ele sabia que um povo sem cultura é um povo acorrentado. Sem livros, o homem é reduzido a uma máquina, escravo de engrenagens que não sente, não pensa, não sonha.
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1. Depois deste desastre eleitoral, numas eleições que podia e devia ter evitado, e que só supreendeu pelos números, o que deve fazer o PS, além de lamber as feridas e preparar o processo de seleção de nova liderança?
Ocorre-me recordar o que escrevi num post há tempos:
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«(…) estando excluída entre nós, pelo menos por agora, a hipótese de governos de grande coligação ao centro (à alemã), não é impossível, porém, equacionar um pacto estável entre os dois tradicionais partidos de governo , no sentido de, em caso de vitória eleitoral sem maioria absoluta, cada um deles deixar governar o outro – salvo coligação governamental maioritária alternativa -, viabilizando a constituição do Governo e prescindindo de votar moções de censura, a troco da negociação dos orçamentos (…).
Parecendo-me excluída a repetição de maiorias absolutas monopartidárias – por causar fragmentação da representação parlamentar – e também pouco provável a hipótese de coligações maioritárias, quer do PSD com a sua direita (excluindo obviamente o Chega) quer do PS com a sua esquerda (excluindo o Bloco e o PCP), este acordo entre os dois partidos de governo faz todo o sentido, para ambos, agora e no futuro.
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“O Programa eleitoral da AD para a legislatura 2025-2029 combina continuidade e novidade, o aprofundamento deste exercício de um ano de governação, a resposta a problemas preexistentes mas que tinham sido omitidos ou subestimados e a adequação ao agravamento das tensões, conflitos e estabilidade internacional”, pode ler-se no documento.
Das várias “medidas emblemáticas”, como lhes chama a coligação, o Notícias ao Minuto destaca as seguintes 10:

Ao longo do último ano e meio, a Causa Pública dinamizou estudos e debates em torno dos principais desafios que se colocam à democracia portuguesa e às suas políticas públicas.
Procurámos olhar para diferentes setores. E, em cada um deles, analisámos as escolhas políticas que ditaram a sua configuração atual, diagnosticámos entraves e potencialidades presentes e avançámos com propostas que qualifiquem a provisão social de bem-estar em Portugal, promovendo a cidadania inclusiva numa sociedade democrática.
O documento que agora apresentamos sumariza os resultados desse trabalho.
Nos campos da atividade económica, do perfil salarial em Portugal, da fiscalidade, da habitação, da saúde e da imigração – sistematizamos uma leitura que apresenta um diagnóstico, reflete sobre as políticas recentes em cada uma destas áreas e apresenta orientações políticas para o futuro.
Conhecer, refletir e propor mais e melhor democracia – é esse o nosso contributo para o debate cívico em Portugal.


Poucas palavras carregam tanta nobreza aparente e, ao mesmo tempo, tamanha capacidade de disfarce como “liberdade”.
Nem sempre ilumina – por vezes oculta.
Nem sempre redime – às vezes desmantela.
A liberdade invocada como “menos Estado” é apenas o rosto elegante da desordem.
Reino Unido, 1980 – A Revolução Thatcher
Continuar a lerA concepção de estado social procura superar as limitações da visão do estado liberal, egoísta por natureza. (vcs)

Assim, o estado social pretende garantir as liberdades individuais e, ao mesmo tempo, é necessário intervir para que o conjunto da população tenha acesso a uma série de serviços sociais, especialmente aqueles relacionados à educação, saúde e habitação. As instituições do estado devem organizar-se de modo que haja coesão social e igualdade de oportunidades. A ideologia que defende esta visão do estado é o socialismo democrático.
No estado social, a atividade econômica não pode depender exclusivamente das leis do mercado. Consequentemente, a partir da abordagem do estado social se defende a necessidade de intervir em todos os contextos com os quais se produzem situações de penúrias sociais e desigualdades econômicas. A finalidade desta visão do estado é garantir uma vida digna para todos os cidadãos.


Dorme a vida a meu lado, mas eu velo.
(Alguém há-de guardar este tesoiro!)
E, como dorme, afago-lhe o cabelo,
Que mesmo adormecido é fino e loiro.
Só eu sinto bater-lhe o coração,
Vejo que sonha, que sorri, que vive;
Só eu tenho por ela esta paixão
Como nunca hei-de ter e nunca tive.
E logo talvez já nem reconheça
Quem zelou esta flor do seu cansaço…
Mas que o dia amanheça
E cubra de poesia o seu regaço!
Miguel Torga | in ‘Diário (1946)
Retirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia


It’s not mostly about globalization, and it’s not what ails workers.

A few months before the 1992 election I, along with some other Democratic-leaning economists, flew to Little Rock to meet with Governor and presidential candidate Bill Clinton. The ostensible purpose was to discuss policy, but it was obviously also an audition. At one point Clinton asked what could be done to restore manufacturing to its previous share of employment.
Heads turned to me; this was clearly my department. I said something like this: “Sorry, governor, but that’s really not feasible. Even if we could eliminate the trade deficit, manufacturing employment would only rise modestly and would still be a much smaller share of the economy than in the past.”
Needless to say, I didn’t get a job in the Clinton administration. It was one of the best things that has ever happened to me.
Continuar a ler“As nossas cabeças são redondas para que as nossas ideias possam mudar de direção”. FRANCIS PICABIA , via Julian Barnes in Livro MUDAR DE IDEIAS. Leitura recomendada (vcs)

Retirado do Facebook | Mural de Manuel S. Fonseca
Dou a palavra a uma ou duas perguntas do meu neto. Que, diga-se, muito ajudaram a educar o avô.

Foi o cometa Halley que agarrou em Mark Twain e o tirou de um qualquer buraco negro para o fazer nascer na terra. O Halley o trouxe, o Halley o levou: 75 anos depois, estava Halley o mais próximo que lhe é dado estar do Sol, pimbas, puxou Twain pelo fundilho das calças em direcção ao infinito, como se fosse Huckleberry a arrebatar o escravo Jim, no célebre romance de amor em fuga dos dois. Ou talvez Halley tivesse puxado Twain pelas ceroulas, que em geral é de roupa interior e íntima que se parte para a eternidade.
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Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
Define com perfil e ser
Este fulgor baço da terra
Que é Portugal a entristecer —
Brilho sem luz e sem arder
Como o que o fogo-fátuo encerra.Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
Nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro…É a hora!
Michelangelo Merisi, conhecido mononimamente como Caravaggio, em homenagem ao local de origem dos seus pais, foi um dos mais notáveis pintores italianos no início do Barroco.


Em Governar no Século XXI, António Costa Silva, ex-Ministro da Economia e do Mar, não procura vender obra feita nem justificar ambições futuras. Em vez disso, oferece uma análise lúcida dos problemas da governação em Portugal. É disso que fala neste episódio de 45 Graus, com José Maria Pimentel.
António Costa Silva é engenheiro, professor universitário aposentado e gestor. Tornou-se conhecido do grande público quando, em 2020, foi convidado por António Costa para preparar a Visão Estratégica do Plano de Recuperação Económica. Mais tarde, entre 2022 e 2024, assumiu o cargo de Ministro da Economia e do Mar. Tem uma longa carreira no sector privado, sobretudo ligada à energia.
No seu livro, Costa Silva reflecte sobre a sua experiência como ministro. O mais interessante é que não o faz para justificar a sua actuação, mas sim para identificar aquilo que está mal na governação em Portugal e que precisa de ser corrigido se quisermos construir um país melhor.
CLICAR NO LINK

Talvez conviesse lembrar e publicitar com ênfase e de maneira compreensível, que a Social-Democracia Nórdica tem provas dadas de eficácia … basta sugerir os exemplos da Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia … Repetindo (com letra maiúscula); SOCIAL-DEMOCRACIA NÓRDICA, caríssimas e caríssimos !!! 🌄… VOTAR CERTO É BOM PARA OS PORTUGUESES 🌄



DOSTOIEVSKY – O GRANDE INQUISIDOR
«O tema essencial da vida de Dostoievsky é a desgraça. Com uma ascendência em que se misturavam o melhor e o pior, êxtases de místicos e impulsos de assassinos, mas em que o tom geral era o do desequilíbrio e da doença, nasceu o escritor em Moscovo, em 12 de Outubro de 1821.
O pai era médico dos hospitais e logo de início teve Dostoievsky, como ambiente de vida, as conversas sobre doentes, a atmosfera lenta e mórbida dos pavilhões, as faces desalentadas e tristes dos internados. Em casa, o pai comportava-se como um tirano sombrio, com crises terríveis de mau humor; todo o mundo em volta se conjurava para dar ao pequeno a impressão de que a vida era um fardo trágico, de que a nossa existência se devia passar na resignação ou na revolta, sem lugar para as construções compreensivas e serenas. O colégio, como era natural, não fez mais do que acentuar esta visão da vida e o conflito interior de Dostoievsky entre uma necessidade de expansão em que todas as forças internas lhe pareciam destruir o próprio corpo e uma timidez, um jeito de sofrer, que já o tinham desacostumado de toda a esperança e de toda a alegria.
Continuar a lerRetirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia

“Não posso. Não posso pensar na cena que visualizei e que é real. O filho que está de noite com dor de fome e diz para a mãe: estou com fome, mamãe. Ela responde com doçura: dorme. Ele diz: mas estou com fome. Ela insiste: durma. Ele diz: não posso, estou com fome. Ela repete exasperada: durma. Ele insiste. Ela grita com dor: durma, seu chato! Os dois ficam em silêncio no escuro, imóveis. Será que ele está dormindo? – pensa ela toda acordada. E ele está amedrontado demais para se queixar. Na noite negra os dois estão despertos. Até que, de dor e cansaço, ambos cochilam, no ninho da resignação. E eu não aguento a resignação. Ah, como devoro com fome e prazer a revolta.”
Clarice Lispector (Agosto/67) | Foto: Dorothea Lange
Quem tem memória da ditadura e do atraso do Portugal salazarista não esquece o que deve à UE que hoje celebrou a data.
A UE é um projeto singular, nascido no rescaldo da última Guerra Mundial, após quase 70 milhões de mortes, o maior desastre de origem humana de toda a História. O Dia da Europa, instituído em 1985, celebra a proposta do antigo ministro dos Negócios Estrangeiros francês Robert Schuman, que, a 9 de maio de 1950, cinco anos depois do fim da II Guerra Mundial propôs a criação de uma Comunidade do Carvão e do Aço Europeia, precursora da União Europeia.

A convicção de que a UE é um espaço civilizacional de que nos devemos orgulhar, fator de paz e de progresso, oásis democrático onde a justiça social e a laicidade dos Estados devem ser aprofundadas, tornou-me um europeísta militante, grato pela notável postura deste espaço civilizacional onde o aprofundamento da integração económica, social e política é vital para a sobrevivência coletiva.
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“Todo o país, a sociedade e o povo apoiam aqueles que participam na operação militar especial. Estamos orgulhosos da sua coragem e tenacidade, essa força de espírito que sempre e só nos trouxe a vitória”, disse Putin no seu discurso na tribuna em frente ao Mausoléu de Lenine.
“A Rússia tem sido e será uma barreira indestrutível contra o nazismo, a russofobia e o antissemitismo”, acrescentou o chefe de Estado. Por outro lado, Putin prestou homenagem ao papel desempenhado pelos países aliados na derrota das tropas de Hitler.


Em 8 de maio de 1945, a Alemanha rendeu-se aos aliados ocidentais e, no dia seguinte, à URSS e seus aliados do Leste, terminando a maior e a mais trágica guerra de sempre, ainda que esta guerra só terminasse de jure com a posterior rendição do Japão.
Acabou nesse dia a 2.ª Guerra Mundial na Europa. Dez dias antes, em Itália, Mussolini fora julgado sumariamente e fuzilado com a amante, Claretta Petacci. Dois dias depois, Hitler suicidou-se com um tiro na cabeça, e a sua mulher, Eva Braun, com a ingestão de uma cápsula de cianeto. Hitler teve ainda direito a três dias de luto de Salazar.
O Alto Comando alemão, gorada a tentativa de assinar a paz com os aliados ocidentais, rendeu-se, sem condições, em 8 de maio de 1945. Nesse dia começou o fim do pesadelo que o nacionalismo, a xenofobia e o racismo provocaram, desde o dia 1 de setembro de 1939, com a invasão da Polónia, perante a conivência de muitos polacos. A Alemanha, ignorando o tratado de Versalhes, começou a guerra de expansão com fortes apoios em países invadidos. A Espanha, vítima da barbárie de Franco, vivia o medo, silêncio e luto de 1 milhão de mortos, desaparecidos e refugiados, e as ditaduras ibéricas sobreviveram à sua matriz nazi/fascista até à morte dos respetivos ditadores.
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O novo Papa foi escolhido.
Na primeira votação da tarde do segundo dia do conclave, pelas 17:00, hora de Lisboa, fumo branco saiu da chaminé do Vaticano sob aplausos estrondosos, assinalando que a maioria dos cardeais eleitores tinha chegado a uma decisão.
Pouco mais de uma hora depois, o novo Papa foi apresentado ao mundo: o Cardeal Robert Prevost, que tinha escolhido o nome papal Leão XIV.
“A paz esteja com todos vós”, foram as suas primeiras palavras aos mais de 100.000 fiéis que se tinham reunido na Praça de São Pedro.
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Se tu amas por causa da beleza, então não me ames!
Ama o Sol que tem cabelos doirados!
Se tu amas por causa da juventude, então não me ames!
Ama a Primavera que fica nova todos os anos!
Se tu amas por causa dos tesouros, então não me ames!
Ama a Mulher do Mar: ela tem muitas pérolas claras!
Se tu amas por causa da inteligência, então não me ames!
Ama Isaac Newton: ele escreveu os
Princípios Matemáticos da Filosofia Natural!
Mas se tu amas por causa do amor, então sim, ama-me!
Ama-me sempre: amo-te para sempre!
Retirado do Facebook | Mural “Contato Imediato”

SUÉCIA , localizada no norte da Europa, é um país conhecido por seu alto nível de vida, sua forte economia e seu impressionante entorno natural. Desde suas antigas raízes vikings até se tornar uma das nações mais avançadas do mundo, a Suécia combina história, modernidade e sustentabilidade de uma maneira única.
• População: ~10,5 milhões • Idiomas oficiais: Sueco • Área territorial: ~450.295 km² • Capital: Estocolmo • Moeda: Coroa sueca (SEK)
Dados curiosos:
História e legado viking: A Suécia tem uma rica história que inclui a era viking, o Império Sueco e seu papel na União de Kalmar. Hoje em dia, sua monarquia constitucional e seu modelo de bem-estar social são reconhecidos em todo o mundo.
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Temas e Debates partilha que o livro A Invenção da Biologia, de Jason Roberts, venceu o Prémio Pulitzer 2025 na categoria de Biografia. Em Portugal, chegará às livrarias a 12 de junho.
O anúncio dos vencedores foi feito esta segunda-feira, dia 5 de maio. «Uma dupla biografia de Carl Linnaeus e Georges-Louis de Buffon maravilhosamente escrita. Contemporâneos do século XVIII que dedicaram as suas vidas a identificar e descrever os segredos da Natureza e que continuam a influenciar a forma como entendemos o mundo.» Foi assim que a administradora dos Prémios Pulitzer, Marjorie Miller, apresentou o livro como um dos nomeados, antes de o anunciar como o vencedor na categoria de Biografia. A obra tem como título original Every Living Thing: The Great and Deadly Race to Know All Life.
A obra chega às livrarias a 12 de junho.
8,7 M de visualizações há 2 anos | This scene won an oscar
500 111 visualizações há 3 anos | During Roxie’s (Renée Zellweger) trial, Flynn (Richard Geere) convinces Amos (John C. Reily) that he’s the father of Roxie’s child.

Le destin d’une mère est d’attendre ses enfants. Elle vous attend quand elle est enceinte. Elle vous attend à la sortie de l’école. Elle vous attend pour rentrer à la maison après une sortie. Elle vous attend lorsque vous commencez votre propre vie. Elle vous attend lorsque vous rentrez du travail et que vous rentrez à la maison pour un bon repas. Elle vous attend avec amour, avec anxiété et parfois avec une colère qui disparaît immédiatement lorsqu’elle vous voit et qu’elle peut vous serrer dans ses bras.
Faites en sorte que votre maman n’ait plus à attendre. Rendez-lui visite, aimez-la, serrez la dans vos bras. Celle qui vous a aimé comme personne d’autre ne le fera jamais. Ne la faites pas attendre, elle attend cela de vous .
Parce que les membranes vieillissent, mais le cœur d’une mère ne vieillit jamais. Aime-la autant que tu le peux. Personne ne t’aimera comme ta mère. ♥️

Fátima, 5 de maio de 2025
COMUNICADO DE IMPRENSA
A Congregação das Irmãs Reparadoras de Nossa Senhora de Fátima (IRNSF) e o Instituto de Estudos Avançados em Catolicismo e Globalização (IEAC-GO) firmaram a 3 de maio em Fátima, um Acordo de Cooperação para a edição da “Obra Completa Criticamente Anotada do Venerável Padre Manuel Nunes Formigão”.
Vigente até maio de 2029, o Acordo de Cooperação foi assinado no Hotel Cinquentenário, inserido no programa da XX Jornada de Espiritualidade Reparadora, e tem como objeto reunir, organizar e anotar a vasta produção escrita do padre Manuel Nunes Formigão, fundador da Congregação. das IRNSF.
Recomendo a leitura deste livro a quem nasceu depois do 25 de Abril.

A dois dias do início do Conclave, o diário “La Repubblica”, que tem escrito sobre os principais candidatos a suceder Francisco, elege um dos cardeais portugueses como um potencial favorito. Diz que toca corações e alcança os não católicos. Será este o novo Papa?

A dois dias do início do Conclave, as atenções voltaram-se para o mais discreto dos quatro cardeais eleitores portugueses. Um nome que se repete e que, o Expresso pôde confirmar em Roma, também já corre na boca de políticos italianos.
A exposição estará patente até 22 de junho no átrio do Auditório da Ordem, podendo ser visitada nos dias úteis, entre as 9h00 e as 17h30.

Caros Antigos Alunos de La Salle
É com imenso regozijo que vos reencaminho, em anexo, o lindíssimo poema do nosso colega Vasco Bastos, sobre a identidade de um aluno La Salle de Abrantes. 50 anos (Carlos Borrego)
Reunião dia 10 de maio, sábado, em Abrantes, 10h e 30 m no antigo Colégio La Salle.


LA SALLE
Quantas saudades trazemos no peito
Quantas memórias do tempo que passou
Quantos amores, valores, quanto respeito
O que aprendemos e em homens nos tornou
A camarata, o refeitório, o Irmão Reitor
Aquelas aulas de estudo, a matemática
Os exames finais e o pavor
De errarmos nas contas ou na gramática
Mas sempre a mão amiga e o conselho
E as aulas de desporto, o spiribol
O colega mais próximo e o mais velho
E aquele irmão que arranhava o espanhol

Mas um dia o país mudou de rumo
Como de rumo mudaram os valores
Trocou-se a competência pelo consumo
Pintaram-se as paredes de outras cores
50 anos depois é bom voltar
Recordando esses tempos sem igual
E alegremente confraternizar
Mantendo vivo o espírito La Salle

A ministra da Educação, Dulce Soares, destacou que o português é uma língua de “afetos, de conhecimento e de futuro”.

“Aos pais e mães, peço que incentivem os vossos filhos a aprender português, porque, segundo a nossa história, é o português que representa a nossa identidade, não o inglês, nem o indonésio”, afirmou Xanana Gusmão.
O primeiro-ministro timorense falava no Palácio do Governo no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa e da Cultura da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) durante uma atividade realizada pela embaixada de Portugal e o Ministério da Educação timorense, que juntou centenas de alunos do Centro de Aprendizagem e Formação Escolar (Escolas CAFE), numa marcha para entregar livros a Xanana Gusmão.
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03/05/2025 SPAIN🔍| Una entrevista secreta de Stephen Hawking ha salido a la luz… y podría cambiarlo todo. En esta impactante revelación, Hawking habla sobre la conciencia cuántica, la posibilidad de la reencarnación, y cómo ciertos niños podrían portar memorias de vidas pasadas. Este video expone documentos filtrados, investigaciones secretas realizadas en CERN, y conexiones con teorías de Roger Penrose y Carl Jung. ¿Es posible que la conciencia sobreviva a la muerte? ¿Podría Hawking haber descubierto evidencia científica de la vida después de la muerte?

Retirado do Facebook | Mural de António Alves
A Alemanha gosta de se imaginar como o coração racional da Europa, eficiente, legalista, alérgica ao extremismo. Mas, por detrás da fachada ordeira, esconde-se uma profunda negação. Em Berlim, podemos fazer explodir os nossos próprios oleodutos (ou deixar que os nossos “aliados” o façam), pagar o triplo pelo gás americano, desindustrializar a nossa economia e, ainda assim, convencermo-nos de que a culpa é da Rússia. Isto não é lógica. É neurose transformada em política. E agora essa mesma patologia está a gerar uma besta política que o establishment não consegue controlar, o AfD.
Para conter esta besta, a elite criou uma barreira auto-justificada: o Brandmauer, uma “barreira de proteção” contra a extrema-direita. Não se trata de um limite legal, nem de um mecanismo constitucional, mas de um acordo de cartel. Um pacto tácito entre a CDU, o SPD, os Verdes e o FDP: nunca fazer uma coligação com a AfD. É saudado nos media como uma salvaguarda da democracia, mas, na prática, é um instrumento de privação de direitos. Uma democracia em que um dos partidos mais populares é permanentemente excluído da governação não é uma democracia.
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saudades, mãe … muitas saudades


“Quando crianças, temos medo do escuro. Qualquer coisa pode estar ali escondida. O desconhecido nos perturba.
Ironicamente, é nosso destino viver no escuro. Essa descoberta, inesperada, da ciência tem apenas três séculos. Afaste-se da Terra em qualquer direção e, depois de um lampejo inicial de azul e de uma espera mais longa enquanto o Sol desaparece gradualmente, você se vê rodeado pela escuridão, pontuada aqui e ali pelas estrelas distantes e pálidas.
Mesmo depois de adultos, a escuridão ainda retém o seu poder de nos assustar. E, assim, alguns acham que não deveríamos investigar muito de perto quem mais poderia estar vivendo nessa escuridão. Melhor não saber, dizem eles.
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O secretário-geral do PCP defendeu este sábado mais investimento na habitação, atingindo 1% do PIB nacional, e o reforço do Estado, questionando como estariam setores como a Saúde ou Educação se também fossem deixados nas mãos do mercado.
“Como estaria a Saúde se o Estado detivesse 2% da gestão? Em que estado estaria a Educação? A Segurança Social? Chegamos ao que chegamos porque o Estado tem apenas 2% do mercado da habitação”, diagnosticou Paulo Raimundo.
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Da habitação à rede elétrica passando pela saúde, gestão florestal e enquadramento fiscal, os últimos 20 anos mostram a falta de Estado em Portugal.
Não, não temos Estado a mais. Temos o oposto: Estado a menos.
Não regula o básico, deixando setores inteiros da atividade privada entregues aos players dominadores, sem proteção da esmagadora maioria das empresas.
Não exige o cumprimento das regras de segurança em setores essenciais para o dia a dia dos cidadãos.
Não assegura o essencial, não impõe as leis.
Isto não é um divisor ideológico. Qualquer pessoa, de qualquer área não extremista, vê e percebe isto: temos Estado a menos. Não é de um Estado totalitário que estou a falar, nem de um Estado musculado. Repito, não é uma posição ideológica: é uma constatação de facto. Deriva do acumular de situações em que é evidente o Estado a menos, a última das quais o apagão.
Não estou a querer a nacionalização da rede: estou a falar da incapacidade de o Estado impor a qualidade da rede e a observação da segurança.


Mário Centeno, Governador do Banco de Portugal, em entrevista ao programa Conversa Capital – Antena 1 / Jornal de Negócios, avisa os partidos que se preparam para ir a eleições que “o país não tem margem orçamental”.
A economia está a desacelerar, prevê o Governador do BdP, Mário Centeno, que se refere às novas previsões económicas, que deverão ser divulgadas na primeira semana de junho, como “mais cautelosas do que as de março”.
Continuar a lerUm dia será Primeiro Ministro de Portugal (vcs)

Rui Fernando da Silva Rio GCIH (Porto, 6 de agosto de 1957) é um economista e político português. Foi Presidente da Câmara Municipal do Porto de 2002 a 2013 e Presidente do Partido Social Democrata, de 2018 a 2022.
Estudou no Colégio Alemão do Porto (Deutsche Schule zu Porto) e licenciou-se em Economia, na Faculdade de Economia da Universidade do Porto, onde foi membro do Conselho Pedagógico e presidente da Associação de Estudantes. A sua direção constituiu, desde sempre, a primeira associação de estudantes de uma Faculdade de Economia do País sem maioria comunista.
Como economista, iniciou a sua vida profissional na indústria têxtil, tendo, após o cumprimento do serviço militar obrigatório, trabalhado também na indústria metalomecânica.
Em meados da década de 1980, iniciou o seu percurso no setor bancário. Como quadro do Banco Comercial Português, foi responsável pela montagem de operações de financiamento no mercado primário, pelo processo de admissão à cotação nas Bolsas de Valores, pelo estudo e conceção de novos produtos financeiros e pela formação dos recursos humanos na área de Mercado de Capitais.
CONTINUA
Continuar a lerOr Portugueses preferem, de maneira expressiva, congregação de esforços nos próximos 4 anos. Entre PSD e PS. Oxalá! É tempo de união de vontades e empenhamento conjunto! (vcs)


A menos de 20 dias das Eleições Legislativas de 2025, uma nova sondagem revela que os portugueses preferem a estabilidade — em caso de não haver maioria estável, mediante um acordo entre Pedro Nuno Santos e Luís Montenegro.
Para 78% dos inquiridos, seria “desejável” para Portugal um “entendimento” entre Luís Montenegro e Pedro Nuno Santos, todavia, apenas 54% acreditam que este possível acordo é exequível.
Os portugueses abordados para esta sondagem demonstram, assim, a prioridade dada à estabilidade política. Os eleitores do PS e da AD são os mais favoráveis a um acordo (86% e 82%, respetivamente), ao contrário de quem vota na CDU e no Chega (51% e 61%, respetivamente).
Um dia será Primeiro Ministro de Portugal (vcs)

Mário José Gomes de Freitas Centeno (Olhão, 9 de dezembro de 1966) é um economista e político português. Foi ministro das Finanças de Portugal entre 26 de novembro de 2015 e 15 de junho de 2020 e presidente do Eurogrupo entre 12 de janeiro de 2018 e 13 de julho de 2020. É o atual 18.º Governador do Banco de Portugal.
Findou o ensino secundário na Escola Secundária Patrício Prazeres. É licenciado em Economia (1990) e mestre em Matemática Aplicada (1993) pelo Instituto Superior de Economia e Gestão da Universidade de Lisboa, e mestre (1998) e doutorado (1995-2000) em Economia pela Harvard Business School da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

O jornal italiano La Reppublica coloca o cardeal José Tolentino de Mendonça, de 59 anos, como um dos mais fortes candidatos a Papa.
A publicação destaca que o português, da mesma corrente de pensamento de Francisco, está “entre os cardeais mais conhecidos, com um forte perfil cultural e capacidade de atingir um vasto público”.
O nome de Tolentino de Mendonça surge junto de outros muito falados na imprensa internacional, como o filipino Luis Antonio Tagle, atual prefeito do Dicastério para a Evangelização, Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, Pierbattista Pizzaballa, patriarca latino de Jerusalém, e Peter Erdo, arcebispo de Budapeste.
Tolentino de Mendonça é o atual prefeito do Dicastério para a Cultura e a Educação. Poeta galardoado com o prémio Pessoa em 2023, ensaísta, dramaturgo, académico e teólogo, foi elevado a cardeal em 2019.
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Paulo Macedo, atual presidente da Comissão Executiva da Caixa Geral de Depósitos, é candidato à presidência da direção da Associação EPIS – Empresários pela Inclusão Social, para o triénio 2025-2027, em substituição de Leonor Beleza, que conclui dois mandatos consecutivos, o limite previsto pelos estatutos da associação, de acordo com comunicado divulgado esta quarta-feira.
“A candidatura de Paulo Macedo tem como objetivo consolidar o legado da EPIS e impulsionar um novo ciclo de crescimento. Em 2024, os diversos programas da Associação EPIS em escolas de todo o país superaram os 76 mil beneficiários em termos de alunos, familiares, professores e assistentes operacionais”, pode ler-se na informação veiculada ao media.
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Ontem, quando tudo se apagou, as crianças invadiram o jardim em frente da minha casa. Passavam pela minha porta, de bicicleta, de skate, tagalerando, com bolas à frente dos pés, a rolar. Adultos, de todas as idades, caminhavam em direcção ao jardim e à praia. Todos os bancos de madeira tinham pessoas a olhar-se nos olhos, conversando. Vários, mais de uma dúzia, tinham livros na mão. Havia casais deitados na relva, uma mãe amamentava. Eram 4 da tarde e finalmente toda a gente tinha saído do trabalho a horas normais.
E estavam desligados desse vício, dessa compulsão de alimentar as bigtechs com dados (dando likes, vendo vídeos). Debaixo da minha porta quatro mulheres conversavam e riam, quando fui à janela perguntaram-se “se eu queria descer e conversar também”. A senhora dos gelados vendeu-os a preço de custo, e eu e o meu marido sentámos-nos com os empregados do restaurante, incluindo os cozinheiros do Nepal, a beber uma cerveja. Pela primeira vez perguntei-lhe o nome dos filhos, lá, na fronteira com a China. O barulho dos carros calou-se e um burburinho humano escutava-se na tarde quente em frente ao Tejo.
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“Estou a escrever este texto às 18h15 de 28 de Abril de 2025, um dia que ficará para a História por nos mostrar o que pode acontecer a uma sociedade totalmente dependente da electricidade quando a energia eléctrica falha. Escrevo este texto à mão, num bloco de notas amarelo da Amazon, que me chegou num dia em que havia electricidade. O meu computador está com pouca bateria e achei melhor não a gastar a escrever um texto de raiz, porque demora demasiado. Quando estiver pronto, planeio passá-lo para o computador, esperando que por essa altura o mail ou o WhatsApp já funcione, e o PÚBLICO o possa publicar. Talvez não possa. Talvez o jornal nem chegue a ser impresso.
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No dia 30 de abril, quarta-feira, às 18h30, o Auditório da Fundação José Saramago recebe Nuno Artur Silva para uma aula sobre o relação entre a obra de José Saramago e o Cinema.
Esta sessão integra o ciclo «A partir de Saramago», em que os nossos convidados tomam como ponto de partida a obra e o pensamento de José Saramago estabelecendo relações com outras áreas artísticas.
A entrada é livre, sujeita à lotação da sala.

Gonçalo M. Tavares: Uma Mesa de Pingue-pongue e um Pequeno Lago é uma conversa entre José Jorge Letria e o escritor de quem o Nobel português, quando Jerusalém venceu o Prémio José Saramago, disse: «Gonçalo M. Tavares não tem o direito de escrever tão bem apenas aos 35 anos. Dá vontade de lhe bater!»
Neste encontro com José Jorge Letria, o rapaz que gostava de treinar futebol à chuva fala da biblioteca da infância – de filme, com dois pisos e uma escadinha – do humor do pai e das suas frases viradas do avesso; da sua desarrumada leitura e das suas muitas escritas; e da sua comoção perante a resistência do livro ao avanço dos tempos, numa conversa em ainda há tempo para falar de Céline, música tecnicamente frágil, ética, tecnologia e o flagelo da guerra, quando se verifica, com esperança, o magnífico poder dos livros para circular nas condições mais extremas.
Desfiles, festas populares e manifestações marcaram as comemorações do 51.º aniversário do 25 Abril de 1974 que decorreram em todo o País, através de uma forte participação popular, com destaque para o grande desfile na Avenida da Liberdade, em Lisboa.

Este vasto conjunto de iniciativas comemorativas da Revolução de Abril, promovido maioritariamente por autarquias locais e estruturas do movimento associativo, teve uma forte participação popular, demonstrando que o espírito do 25 de Abril continua bem enraizado na sociedade portuguesa.
Continuar a lerTrump’s tariff fantasies are colliding with reality. Now what?


I’m still traveling and won’t resume normal posting for a while. No primer today. But I have time to talk briefly about the mystery of the tariff endgame.
Trump could just say, “I’m imposing huge tariffs, and that’s that.” But he keeps insisting that he’s imposing tariffs because other countries treat America unfairly, and that he’ll force them to stop. This fantasy of dominance runs into two problems: most countries aren’t treating us unfairly, and trade negotiations are going badly if they’re happening at all. Yet Trump keeps insisting that big deals with other countries are just around the corner. Read his amazing interview with Time
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As atribuladas experiências dos governos provisórios, seis ao todo, de 1974 a 1976, não foram propriamente governos de aliança, coligação ou bloco central. Tratava-se bem mais de governos de salvação nacional, sob controlo do MFA (Movimento das Forças Armadas). Cometeram erros medonhos e deixaram-se, parte do seu tempo, dominar pelos comunistas e pelos militares revolucionários, mas salvaram a hipótese de democracia. Dentro dos próprios governos, partidos e militares combatiam-se mortalmente. Os militares do MFA mais moderados, em estreita associação com os socialistas, principalmente, mas também os sociais democratas, conseguiram dar conta do recado e preservar a democracia, o futuro Estado de direito e as liberdades.
Continuar a lerRetirado do Facebook | Mural de Maria Helena Manaia
Quando eu morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto ao mar – Sophia

O modelo do socialismo democrático constitui a alternativa não só à extrema-direita populista e demagógica, mas também ao neoliberalismo e à direita conservadora.

Democracia, liberdade, igualdade, solidariedade, tolerância, empatia, justiça social. Um Estado forte, com funções de regulação, mas também prestador de serviços essenciais e universais, em parceria com os setores privado e cooperativo. Um Estado respeitador das liberdades e promotor dos direitos fundamentais dos cidadãos. Esta é a matriz do socialismo democrático, tal como está consagrada na Constituição da República Portuguesa, resultado da Revolução do 25 de Abril que hoje comemoramos.
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País em que nasceu: México
Período em que viveu: 6 de julho de 1907 a 13 de julho de 1954
Movimento artístico: Arte naïf, Arte moderna, Surrealismo, Realismo, Simbolismo, Naturalismo, Primitivismo e Cubismo
Pintura mais famosa: Autorretrato com um vestido de veludo
Com uma diferença local de outros artistas famosos referidos nessa lista, Frida Kahlo nasceu no México. Apesar das dificuldades físicas por ter contraído, aos seis anos, poliomielite, Frida seguiu firme como pintora, ganhando notoriedade mundial. Além disso, sua forte imposição perante a realidade da época a torna uma artista de grande expressividade política, sendo muito simbólica para o feminismo. A pintura Autorretrato com um vestido de veludo representa a predileção da artista em se colocar em suas obras.
Retirado do Facebook | Mural de Paulo Marques


“Em abril de 1974 eu era professora, militante do PCP, ativista da CDE, dirigente dos Grupos de Estudo do Pessoal Docente (fundadores dos sindicatos de professores) e, então, casada com o dirigente político da CDE José Tengarrinha, libertado de Caxias pela Revolução. Neste testemunho não posso prescindir de uma breve referência ao período histórico imediatamente anterior. Porque me confronto, diariamente, com uma espécie de manto de silêncio sobre as atrocidades da ditadura, a troco da exibição da festa dos cravos; e porque, em meu entender, o 25 de Abril não teria passado de um golpe militar, nem chegado ao Largo do Carmo, já com uma revolução em marcha, se não houvesse uma predisposição dos portugueses para o derrube de um regime, cujas políticas vinham tendo crescentes e expressivas respostas populares e das forças da oposição. Como chegámos ao 25 de Abril? Exauridos.
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Como as palavras contam, impõe-se que agradeça à Dr.ª Maria João Baptista o grato convite para abrir a sessão evocativa do 25 de Abril, realizada pela Assembleia Municipal, que decorreu, hoje, na Sala de Sessões, nos Paços do Concelho de Cabeceiras de Basto, a terra da minha alma.
Recordar Abril de 74 nunca se revelou tão premente, agora que os ecos da dominação, da escravatura, da mentira descarada transvertida de bonomia se infiltraram entre nós e fazem pose nos lugares mais insuspeitos. Assim, ninguém está desobrigado de denunciar alto os nomes dos que de bom grado esquecem os direitos humanos para servir o superior interesse da sua ganância e ambição. Usando as palavras claras da Clara Ferreira Alves “não ponho flores nesse cemitério”. Com a voz que me resta, lembrei o excecional texto de Manuel Alegre “Rosas Vermelhas”, como ele “nunca pude suportar a sujeição”.
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A Revolução dos Cravos foi a mais profunda revolução social da Europa do pós-guerra até aos dias de hoje. O incrível tornou-se quotidiano. Portugal foi então, a par do Vietname, o centro do mundo. Naqueles 19 meses, de tantas lutas políticas – e sim a luta política é feita de embates, acalorados, dissensos frontais, programas abertamente distintos -, o traço claro deste novo país foi a participação de milhões de pessoas na vida política, social e cultural do país. Nunca tanta gente na história de Portugal decidiu tanto e nunca a política foi tão democrática.
Podemos elencar aqui o fim da guerra colonial, o fim da ditadura, da censura, das prisões políticas, do partido único, centenas de fábricas ocupadas em autogestãos, as cooperativas, as nacionalizações de bancos, as greves de solidariedade, o ensino unificado, o serviço nacional de saúde, a segurança social… De repente havia um país.
Continuar a lerComo era a Ditadura Salazarista. Convém relembrar os “esquecidos”. VIVA O 25 DE ABRIL, SEMPRE! (vcs)

“Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança.
Eu não ponho flores neste cemitério.
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O Governador do Banco de Portugal disse esta segunda-feira, numa conferência que assinala os 50 anos do 25 de Abril, que não há “revoluções concluídas” e que os tempos atuais são de alerta e exigem espírito de transformação.
“Não há revoluções concluídas. Os tempos atuais colocam-nos em alerta, requerem mais integração, maior coordenação, mais informação e ainda mais análise e reforço da confiança”, disse Mário Centeno na intervenção com que abriu a conferência ‘Falar em Liberdade’, que decorre esta tarde no Museu do Dinheiro, em Lisboa.
Segundo Centeno, Portugal é atualmente uma “sociedade em transição”, seja na imigração seja na dimensão económica e financeira e de convergência com a União Europeia, e os desafios que existem requerem que seja retomado “o espírito de transformação que assentaram e definiram os últimos anos”.
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