Síria | Trapalhada | Eduardo Pitta

Em Moscovo, Putin, o imperador, espera para ver.

Há, nisto tudo, um cinismo obsceno. A opinião pública ocidental borrifa-se para que populações inteiras, sobretudo em África, sejam dizimadas pela fome, tortura, execuções sumárias e êxodo forçado. O fantasma das armas químicas acorda as boas consciências porque a sua volatilidade é uma ameaça real. O destino dos sírios não entra nestes cálculos.

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http://www.daliteratura.blogspot.pt/2013/09/trapalhada.html

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