PAREM AS MÁQUINAS!

K_ParemAsMaquinas_AltaGLÓRIAS, PERIPÉCIAS E EMBUSTES DO JORNALISMO PORTUGUÊS, de Gonçalo Pereira Rosa.

Conhece a capa da revista TIME que enfureceu Salazar ou a manchete que anunciou em primeira mão a eleição de um papa português? Ou a heróica aventura de Urbano Carrasco, o jornalista que desafiou a erupção do vulcão dos Capelinhos e depositou uma bandeira nacional no solo da nova ilha açoriana? Sabia que o Repórter X foi cruelmente «assassinado» numa pensão da Rua dos Fanqueiros, descrevendo depois o crime nas páginas de O Século, ou que Fernando Assis Pacheco assistiu a um «homicídio» na Sociedade Nacional das Belas-Artes?

Recorrendo a arquivos ainda virgens e à memória oral de testemunhas e participantes e reconstituindo episódios do jornalismo português, este livro é uma cápsula do tempo do jornalismo português desde o final do século XIX até ao período democrático.

Recuperando as proezas jornalísticas de Ferreira de Castro, Acúrcio Pereira, Reinaldo Ferreira, Urbano Tavares Rodrigues, Eduardo Gageiro ou Norberto Lopes, entre muitos outros, Parem as Máquinas! é uma obra singular, divertida e surpreendente, que dá a conhecer ao leitor as mais extraordinárias, insólitas e rocambolescas aventuras que fizeram o jornalismo, mas é também um tratado de amor aos jornais que fizeram a sociedade portuguesa.

GONÇALO PEREIRA ROSA

Nasceu em Lisboa em 1975. Jornalista desde 1994, trabalhou na imprensa desportiva e integrou a equipa fundadora da edição portuguesa da National Geographic Magazine, da qual é director desde 2006. É autor do blogue Ecosfera, do livroA Quercus nas Notícias e de guiões para banda desenhada, como a reconstituição da história de Diogo Alves, o assassino do Aqueduto.

Mestre em Comunicação Social pela Universidade Católica Portuguesa (UCP) e doutorado em Sociologia pelo ISCTE, é investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura da UCP com trabalho publicado sobre Ambiente, Ciência e a História do Jornalismo português no século XX. Tem uma investigação em curso sobre a história do Diário Popular.

fonte: Nota de Imprensa da editora.

A minha recensão no Acrítico, leituras dispersas.

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