Manuel Sans Segarra | É médico e garante que tem provas objetivas de que há vida depois da morte. “Chegaremos a um momento em que seremos todos santos”, in CNN Portugal

ENTREVISTA || Manuel Sans Segarra é médico, especialista em cirurgia geral, com um foco particular em cirurgia oncológica. Garante que existe vida depois da morte e que tem provas científicas disso mesmo, que relata no seu novo livro e resume numa conversa com a CNN Portugal

NOTA: A TVI vai transmitir no Jornal Nacional da próxima terça, quarta e quinta-feira uma entrevista intitulada “A vida depois da morte” com o médico Manuel Sans Segarra

Manuel Sans Segarra acredita que um dia todos seremos capazes de entrar em contacto com a nossa supraconsciência. Nessa altura, todos teremos a capacidade de sermos bons e “a Terra será o Céu”. “Não haverá maldade nem desigualdades”, assegura.

Veio a Portugal apresentar o novo livro “A Supraconsciência Existe – Vida depois da Vida”, onde relata casos de pacientes que viveram experiências de quase morte e entraram em contacto com a supraconsciência e com a vida que existe para além da morte… ou desta vida.

Criado no cristianismo, desligou-se da religião, mas ficaram os valores que os pais lhe “inculcaram” e pelo quais lhe é “grato”: “bondade, empatia, ajudar as pessoas, não roubar, ser uma boa pessoa”. O que abandonou, explica, foram os “dogmas”. E explica que entrar em contacto com a supraconsciência é “encontrar Deus dentro de cada um de nós”.

Como se pode provar cientificamente que existe vida depois da morte? Parecem duas coisas antagónicas: a ciência e essa dimensão espiritual…

Esta tem sido precisamente a minha investigação desde que comecei a estudar as experiências de quase morte. Procurar uma justificação científica e objetiva, sem contar de todo com aspetos religiosos ou com aspetos metafísicos. Ou seja, com o método científico cartesiano e newtoniano, que é o método que estuda o mundo macroscópico, o mundo objetivo e o mundo real. Esse era o meu objetivo, demonstrar que existe vida após a morte física, mas com métodos científicos.

Ao estudá-lo, deparei-me com várias manifestações da nossa identidade autêntica. Aquilo a que chamo de supraconsciência. O que nos permite estudá-la melhor são as experiências de quase morte, porque são muito bem definidas, são longas, o doente relata o que viveu, ou seja, há uma série de fatores que favorecem o seu estudo objetivamente.

E que provas objetivas encontrou?

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