No dia em que se celebrava aquele que pode ser o início do fim da guerra entre Israel e o Hamas, uma outra guerra surgia, desta vez nos Estados Unidos da América (EUA) mas, neste caso, uma guerra de palavras. Os protagonistas são o atual e o futuro presidente norte-americano, Joe Biden e Donald Trump. Em causa está quem foi mais decisivo para o acordo de cessar-fogo no Médio Oriente.
“Temos um acordo para os reféns no Médio Oriente. Vão ser libertados em breve. Obrigado!”, escrevia Donald Trump na sua rede social, a Truth Social, mesmo antes do ainda presidente dos EUA anunciar o plano de paz. O presidente eleito não perdeu tempo a agradecer a todos, afirmando que este resultado só foi alcançado graças aos resultados “históricos” das presidenciais de novembro de 2024, que lhe permitiram regressar à Casa Branca.
1. A clara liderança do Almirante Gouveia e Melo nas sondagens de opinião nesta fase preparatória das eleições presidenciais, a realizar daqui a um ano, tem a ver não somente com o seu brilhante desempenho à frente da missão anti-Covid e o assertivo comando da Marinha, mas também por ser militar e, nessa qualidade, ser percebido pela opinião pública como o contrário de Marcelo de Rebelo de Sousa em três aspetos onde este falhou:
– voltar a conferir ao cargo presidencial a elevação, a discrição e o recato institucional, que MRS deliberadamente desbaratou; – dar garantias de exigente independência partidária e equidade política no exercício do cargo, o que MRS descuidou em alguns momentos críticos; – respeitar o perfil constitucional do Presidente como “poder moderador” e a autonomia política do Governo, sem pretender ser cotitutlar da função governativa, como foi a tentação de MRS.
As palavras de Trump sobre uma eventual expansão dos EUA, por compra ou imposição, para o Canadá, Gronelândia e Panamá, causaram sobressalto na UE. A maioria dos analistas europeus de geopolítica assemelha-se àqueles estudantes de Medicina que não suportam a visão de sangue…
Não há impérios benignos. Trump não rompe com a vontade de hegemonia norte-americana, antes lhe pretende determinar um novo e não menos arriscado caminho. Assume o saldo desastroso de quase três décadas de deriva intervencionista de Washington, sob o mito de um “mundo regido por regras” (impostas pelos EUA, sem a elas se sujeitarem). Um caminho que colocou os EUA num distante segundo lugar como potência industrial, provocando um imenso caudal de guerras e sofrimentos que nos trouxeram à beira da III Guerra Mundial.
Controverso decreto do Governo foi avocado ao Parlamento numa iniciativa conjunto do Bloco de Esquerda, PCP e Livre e tem discussão marcada no plenário para o próximo dia 24
O ministro da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou esta sexta-feira que anova “lei dos solos” foi concebida para facilitar o acesso da classe média à habitação, colocando no mercado “mais casas e mais baratas”.
Se a imigração é um facto relevante na nossa vida atual, a verdadeira questão não é se ela existe ou não: é se as políticas públicas ligadas à imigração estão bem feitas ou mal feitas.
Na verdade, nenhum partido, nem sequer a extrema-direita, nega que Portugal precise de imigrantes. E o facto essencial é este mesmo: sendo pessoas, os imigrantes não são anjos nem demónios, não são autómatos que vêm trabalhar e se desligam depois, não praticam só o bem, não praticam só o mal. É envenenar o debate pretender reduzi-los, ou então associá-los obsessivamente, a uma pretensa ligação com a criminalidade, que nenhum dado comprova, e que vários aliás refutam.
Trump quer expandir os EUA| A política externa do presidente Donald Trump segue envolta em mistério, gerando preocupações com suas recentes declarações.
Trump mencionou a possibilidade de intervenção dos EUA no México e chegou a sugerir a anexação de territórios como a Groenlândia ou até o Canadá.
Entramos hoje no ano de 2025. Na equipa do DN, saúdo todos os jornalistas enquanto esteios vitais da nossa vida democrática. Por força de muitos dos acontecimentos vivenciados nos últimos anos, 2025 pode ser decisivo na definição da futura ordem internacional, quer no plano político, quer no plano económico. E no plano interno, também haverá clarificação política.
Lisboa, 01 jan 2025 (Lusa) – O primeiro-ministro, Luís Montenegro, considera que o ano que agora começa deve ser pautado por maior investimento, que escolheu como a palavra-chave de 2025, e argumentou que o Governo quer construir um país mais justo, tolerante e mais competitivo.
Num artigo publicado no Jornal de Notícias na viragem do ano, intitulado “Portugal em movimento”, o primeiro-ministro escreve que este é o ano para prosseguir “sem hesitações na construção de um país renovado, mais justo, mais livre, mais democrático, mais tolerante, mais competitivo, com mais riqueza”.
Quero despedir-me do ano velho e apontar a perspectiva de um Ano Novo melhor. Mas quero fazê-lo com o sentido real da esperança que brota das circunstâncias em que transformamos a realidade que vivemos.
Escolho despedir-me de 2024 e encarar 2025 com a referência do 50.º aniversário da revolução do 25 de Abril e com a experiência das suas profundas transformações sociais, económicas, culturais e políticas.
Economia de guerra. A partir do momento em que os políticos europeus e americanos deixaram de poder vender aos seus cidadãos a promessa de vitória sobre a Rússia na guerra da Ucrânia, o seu discurso passou a focar-se nas vantagens económicas da guerra. O governo português alinhou pelo discurso comum, um Âmen que também é comum.
A alteração do discurso da vitória, agora com o foco nas vantagens e oportunidades da guerra, deve-se à já indisfarçável crise da economia europeia. A dos Estados Unidos é outra história.
23/12/2024 | In this powerful New Year message, DiEM25 co-founder Yanis Varoufakis reflects on Europe’s precarious future as it approaches 2025—the year DiEM25 warned would determine whether the European Union would democratise or collapse.
Yanis Varoufakis critiques the EU’s failure to address the root causes of Europe’s crises, from enduring austerity and technological stagnation to the rise of xenophobia and fascism. He calls out the EU’s political elites for their obsession with military spending while ignoring urgent issues like the war in Ukraine and the genocide in Gaza.
Yanis Varoufakis ends by laying out a vision for a different Europe—one that prioritises peace, human rights, economic democracy, and a universal basic income. With democracy under threat and Europe facing a slide into a dystopian future (more so than our present), he urges everyone to join DiEM25 in demanding real change before it’s too late.
Lisboa, 18 dez 2024 (Lusa) – O Presidente da República afirmou hoje que o Governo está em contrarrelógio desde que iniciou funções há oito meses, com o primeiro-ministro a procurar estar em todo o lado, numa conjuntura internacional difícil que exige cooperação estratégica.
Marcelo Rebelo de Sousa falava na tradicional cerimónia de apresentação de cumprimentos de boas festas por parte do Governo, na Sala dos Embaixadores, no Palácio de Belém, em Lisboa, a primeira com Luís Montenegro no cargo de primeiro-ministro.
Leio que o PCP está em congresso e diverte-me a obsessão da nossa imprensa em procurar encontrar, no seio do evento, algo que abale o unanimismo a que os comunistas portugueses quase sempre fizeram jus.
Tenho pelo partido alguns amigos e conhecidos, uns mais abertos do que outros a admitirem graças sobre a prática política dessa vetusta organização. Comentários esses que, gostem eles ou não, farei sempre que me apetecer, mesmo que isso já me tenha valido acusações públicas de ser anti-comunista. Coisa que não sou nem nunca serei. Tenho muito respeito pelo PCP, mas não uso de “respeitinho” ao analisar as suas ideias e a sua prática.
História de Jorge Fonseca | Berlim, 15 dez 2024 (Lusa) – O co-líder do partido de extrema-direita Alternativa para a Alemanha (AfD), Tino Chrupalla, afirmou hoje que a Alemanha deve reconsiderar a sua manutenção na NATO se a aliança não defender os interesses dos países europeus, “incluindo os da Rússia”.
“A Europa tem sido forçada a implementar os interesses dos Estados Unidos. Rejeitamos isso”, afirmou Tino Chrupalla em declarações publicadas pelo diário alemão Welt.
Lisboa, 14 dez 2024 (Lusa) – O Presidente da República criticou hoje os messianismos e a desvalorização dos partidos e do parlamento e lembrou a luta de Mário Soares pela legitimidade eleitoral que se estendeu até à eleição do primeiro Presidente civil.
Marcelo Rebelo de Sousa discursava na Academia das Ciências de Lisboa, na sessão de lançamento do livro “Mário Soares, 100 Anos”, com fotografias de Alfredo Cunha e Rui Ochoa e textos de Clara Ferreira Alves, que contou com a presença do governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, na primeira fila.
Para quem contemple a vertigem bélica que percorre o mundo, com toda a sua pletórica e nua crueldade, milhares de milhões de vidas arriscam-se na tensão entre duas formas de vontade, identificadas desde a aurora da modernidade: a “vontade de conquistar” (Maquiavel) e a “vontade de viver” (Hobbes). As armas nucleares criaram um clube de países com um poder de destruição inédito na história. A partir do momento em que deixa de existir o monopólio dessa arma, esse poder deve ser obrigatoriamente acompanhado de maior responsabilidade, pois um confronto entre potências nucleares, levado aos limites, implicaria o absurdo de uma guerra só com derrotados: uma destruição mútua assegurada” (MAD) dos contendores, e possivelmente da maioria da espécie humana.
In an exclusive interview with Tucker Carlson in February 2024, Russian President Vladimir Putin delves into the roots of the Ukraine conflict, tracing its origins back to the Soviet Union.Putin argues that “Ukraine was Lenin’s creation” and claims NATO’s actions have escalated the situation into an unwinnable war for Kyiv.
This candid discussion touches on: The Soviet legacy and Ukraine’s formation | NATO’s alleged provocations and their role in the ongoing crisis | Putin’s perspective on Western involvement and its consequences | Tune in to hear Putin’s thoughts on the geopolitical tensions shaping Europe and the world. Don’t miss this rare conversation only on Tucker Carlson’s platform. | Share your thoughts in the comments below!
Temos o prazer de vos convidar para a sessão de discussão do Livro “Por Um Mundo Novo, a Sério – Uma Ideologia Progressista no seculo XXI, apoiada na Ciencia e na Experiência dos Movimentos Sociais”, que vai ter lugar já no próximo dia 12 de dezembro 2024, Quinta-feira, pelas 18h, no Centro Nacional de Cultura (CNC), Lisboa (entrada ao lado do Cafe’ do Chiado).
CNN’s Christiane Amanpour speaks to former German Chancellor Angela Merkel about her impression of President-elect Donald Trump when he was first elected into office.
Imagino muitas vezes o que Mário Soares pensaria sobre este tempo que nos é dado viver, aparentemente contrário a toda a esperança. Um século depois do seu nascimento, reaprendemos como todas as vidas são incompletas, pois finita é a condição humana, mesmo quando o sonho é grandioso.
Tive oportunidade de testemunhar, o modo como o seu caráter se manteve intacto, apesar da metamorfose do mundo decorrer na direção oposta ao que ele, como socialista e estadista, sempre desejou. Soares possuía as três qualidades fundamentais que Max Weber identificava na vocação política: “paixão, sentido da responsabilidade e capacidade de avaliação”. Mas a dominante era a primeira, a paixão, essa força singular de, mesmo mergulhado em perigosa incerteza, soltar aquele “no entanto!”, começando logo a antecipar uma possibilidade de mudança positiva, em sinais, para os outros, quase invisíveis.
Russian Foreign Minister Sergey Lavrov sits down with Tucker Carlson in an explosive interview, discussing U.S.-Russia relations, the ongoing Ukraine conflict, and the rising nuclear tensions between the two powers. Lavrov dives deep into the concept of “hybrid war,” Russia’s red lines, and the use of hypersonic weapons as a message to the West. He addresses controversial topics like U.S. involvement in Ukraine, NATO’s strategy, and the broader implications for global security. Don’t miss this unfiltered conversation about the state of world affairs and the potential paths forward.
O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, sugeriu o uso de uma fracção dos gastos na Saúde e nas Pensões para o orçamento da Defesa.
Isto não é uma gaffe. O que foi sugerido foi mesmo o sacrifício das verbas destinadas à Saúde ou às Pensões para aumentar os montantes destinados às despesas militares. E ainda acrescentou que os governos terão de dar explicações se não fizerem tal opção.
Cet article est une tribune, rédigée par un auteur extérieur au journal et dont le point de vue n’engage pas la rédaction.
TRIBUNE. L’interview de François Ruffin dans « l’Obs » crée le débat à gauche. En se qualifiant de « social-démocrate » et en revendiquant la méthode réformiste, l’élu de la Somme propose une nouvelle stratégie pour faire gagner la gauche en 2027. Dans une tribune, Alexis Corbière, député LFI de la Seine-Saint-Denis, lui répond. Pour lui, cette voie n’est qu’« une impasse ».
Mon camarade François Ruffin a accordé à « l’Obs » une riche interview dans laquelle il revendique une nouvelle identité politique, qu’il annonce en disant de lui-même : « Je vais me soc-démiser. »
Pleine couverture, l’hebdomadaire titre à côté de sa photo : « Je suis social-démocrate. » Et l’ensemble dessine une stratégie qui permettrait, à ses yeux, de l’emporter en 2027. Puisqu’il ouvre un débat, je veux y apporter mes propres arguments, pointer quelques divergences profondes d’analyse et expliquer pourquoi finalement la voie qu’il propose serait une impasse.
Mário Soares desempenhou um papel decisivo na política portuguesa da segunda metade do século XX. Por formação, cultura, carisma, senso, interveio na definição do regime em que vivemos. Desempenhou o papel que escolheu desempenhar e essa é uma demonstração da sua personalidade, apenas está ao alcance dos talentosos. Demonstrou uma qualidade pouco comum: o da coragem histórica. É uma das grandes figuras da nossa História sem ser, nem ter querido ser santo ou herói.
Um provérbio africano ensina que a cabra come onde está amarrada. A transposição desta sabedoria para a grande política tomou o nome de realpolitik. Que é uma outra forma de designar o pragmatismo.
Mário Soares é o exemplar mais sofisticado do político português pragmático, juntamente com Melo Antunes e o processo político português a partir de 25 de Abril de 1974 desenrolou-se subordinado ao pragmatismo, ao anti-idealismo desses dois homens que perceberam onde a “cabra” estava amarrada, onde tinha que comer e viver e da cerca de onde não podia sair. Ou, na afirmação de Gil Vicente na Farsa de Inês Pereira, representada pela primeira vez no Convento de Cristo em Tomar: Antes quero asno que me leve do que cavalo que me derrube.
Ao ver chegar o 25 de Abril de 1974, Mário Soares, que recebera a herança política da República e vivera as tensões da política do Estado Novo na Guerra Civil de Espanha, da tensão entre as fações pró-Aliados e pró-Eixo na Segunda Guerra, os jogos que levaram os Aliados a preferirem manter Salazar e a ditadura no governo em vez do risco de um regime mais ou menos democrático trazer comunistas para a zona do poder, que assistira à troca dos Açores pela entrada na NATO; o apoio dos Estados Unidos pós Kennedy à guerra colonial, não tinha dúvidas que o novo regime e os novos políticos iriam ser sujeitos a um exame de admissão a um clube reservado a sócios credenciados.
O Presidente da República referiu-se esta quarta-feira aos oito anos de coabitação com o anterior primeiro-ministro, António Costa, como um tempo que, “comparado com o que vinha por aí”, será recordado como de “felicidade relativa”.
Marcelo Rebelo de Sousa falava numa iniciativa do jornal Público sobre literacia mediática, em que manifestou “grande preocupação” com o panorama mediático e declarou que nos seus mandatos tem procurado “agir perante o chamado populismo, pela via popular, sem ultrapassar os limites que separam o popular do populista”.
A meio da sua intervenção, ao falar das mudanças constantes e da “reconstrução permanente da História”, o chefe de Estado referiu-se ao tempo em que coabitou com António Costa, agora presidente do Conselho Europeu.
“Dizia muitas vezes a um governante com o qual partilhei quase oito anos e meio de experiência inesquecível: um dia reconhecerá que éramos felizes e não sabíamos”, relatou.
“Era tudo relativo, era uma felicidade relativa, mas, comparado com o que vinha por aí, era uma felicidade”, considerou o Presidente da República.
Neste discurso, Marcelo Rebelo de Sousa retomou a ideia de que se está a entrar num novo ciclo “relativamente aos sistemas políticos, económicos, sociais e comunicacionais” e que “a realidade não está racional, está emocional”.
“As novas lideranças são emocionais, as novas formas de comunicação são emocionais, os novos poderes são emocionais, não são racionais”, apontou.
A sala onde nos recebe não dá sinais disso, mas no sofá está sentado um dos militares mais condecorados do Exército português. Foi oficial dos Comandos, ferido em combate e fundador do Movimento dos Capitães. Hoje não sabe se ainda é militar. Ouça e leia aqui a Entrevista TSF com Carlos Matos Gomes
Abandonou os Comandos em setembro do Verão Quente e quando o novembro chegou apanhou Carlos Matos Gomes fora do país. No regresso, viu o nome nas paredes e passou à clandestinidade. Entregou-se depois a Ramalho Eanes: “Tratamentos que nos dignificam a todos.” Já não usa o camuflado, mas o porte continua altivo.
Garante que nunca houve em Portugal a intenção de trocar a água-pé pela vodka e não acredita em justificações “para os pobres de espírito e crentes em toda a verdade”. Defende que o que o xadrez jogado em Portugal ultrapassou em muito a dimensão do país. “A Revolução portuguesa introduz como fator de perturbação o surgimento de um Movimento Popular num Estado da NATO.” E desafia os que querem festejar Novembro a indicar uma inovação na sociedade portuguesa “que não estivesse já garantida pelo 25 de Abril”. “Talvez do mercado, do lucro”, admite o coronel na reforma.
Estamos a viver no perigoso tempo, antecipado como alerta pela inteligência de Kennan. Que poderemos fazer?
A escalada para o abismo em que nos encontramos foi antecipada e combatida por George F. Kennan (1904-2005) há 30 anos. Ele foi o príncipe da diplomacia dos EUA. Culto e poliglota – dominava o alemão, o russo e o português, entre muitas outras línguas -, distinguiu-se por ter lançado as bases da política de Washington face à URSS, no pós-guerra.
No dia em que recebe das mãos de Charles Michel o testemunho da presidência do Conselho Europeu (domingo é a data oficial do início de funções), António Costa concede uma entrevista ao “Público” em que aborda os principais desafios da União Europeia, com destaque para a situação na Ucrânia e a relação com o futuro Presidente norte-americano, Donald Trump, que é preciso “ouvir”.
“Num momento de guerra militar, abrir uma guerra comercial é, seguramente, deitar gasolina sobre o fogo”, afirma, referindo-se à intenção de Trump de aumentar as tarifas alfandegárias para os produtos europeus, de forma a reduzir o défice comercial americano face aos 27.
O governador do Banco de Portugal diz que a Europa está estagnada e esse é o preço a pagar para combater a inflação.
Numa conferência, em Lisboa, onde se discutiu o setor bancário, Mário Centeno falou de um período de incerteza na economia portuguesa face aos sucessivos períodos de desaceleração, este ano.
21/11/2024 | The United States has exercised its veto power at the United Nations Security Council (UNSC) to block a resolution calling for an “immediate, unconditional, and permanent” ceasefire in the Gaza Strip, amidst Israel’s ongoing bombardment of the Palestinian territory.
Terminar com todas as guerras deveria ser a principal preocupação, objectivo e empenhamento de todos os Países daTerra. Erradicar a crueldade entre os humanos tem de ser um IMPERATIVO MUNDIAL. Sob o patrocínio da ONU, impondo mesmo essa decisão aos 5 Membros Permanentes do Conselho de Segurança desta Organização Mundial. VIVER EM PAZ DEVE SER UM DESÍGNIO MUNDIAL.
Ending all wars should be the main concern, objective and commitment of all Countries on Earth. Eradicating cruelty among humans has to be a WORLDWIDE IMPERATIVE. Under the sponsorship of the UN, including imposing this decision on the 5 Permanent Members of the Security Council of this World Organization. LIVING IN PEACE MUST BE A WORLDWIDE DESIGN.
Bem-vindo de volta. E bem-vindos também a esta universidade. Vamos começar exatamente por aí, a pergunta é essencial. Estamos num local onde dedicou muito tempo nestes últimos dez anos, desde que abandonou a vida política, mas dez anos depois aqui está, de volta, para quebrar um longo silêncio. Porque é que regressa e porque é que regressa agora?
Bem, como se recordam, há dez anos eu cumpri a minha palavra, afastei-me da vida política e fui à minha vida. Regressei à universidade para dar aulas, conclui o meu mestrado, estou na fase final do meu doutoramento e também, simultaneamente, lancei-me, enfim, não direi na vida empresarial, mas criando microempresas na área da alimentação, na área do turismo e também na agricultura. Vejam lá as voltas que a vida dá, portanto, produzindo hoje vinho e azeite. E depois também há uma segunda razão. Eu considero que o meu sucessor na liderança do Partido Socialista devia ter todas as condições e todo o espaço para afirmar a sua alternativa, o seu projeto político, sem constrangimentos e, portanto, esse foi também o meu contributo para a união e a unidade do Partido Socialista.
Se a Ucrânia atacar solo russo com mísseis de longo alcance dos Estados Unidos ou de outros aliados ocidentais, o Kremlin diz que não vai responsabilizar a Ucrânia por isso mas sim os países em que essas armas foram desenvolvidas.
O mundo vive uma tensão jamais vista. Nesta entrevista, o Major General Agostinho Costa comenta a interligação entre diferentes guerras, a disputa entre forças nucleares, a ética militar e o diferencial da tecnologia hipersônica.
15/08/2023 | O Major General Agostinho Costa reuniu-se connosco neste segundo episódio para uma conversa descontraída e necessária, sobre o nosso passado, presente e futuro.
Um artigo do jornalista António Caeiro, correspondente da Lusa durante longos anos em Pequim, «China — Índia, a hora do degelo», refere o “pormenor” de, pela primeira vez em cinco anos, os líderes da China e da Índia se terem encontrado e que esse encontro ocorreu em Kazan, na Rússia, enterrando o machado de guerra que ensombrava as relações entre os dois países mais populosos do planeta.
Rodrigo de Sousa e Castro, subscritor do Documento dos Nove, foi um dos “vencedores” do 25 de novembro, tal como Vasco Lourenço, presidente da “Associação 25 de Abril”, organização que não vai estar presente na cerimónia que a Assembleia da República vai fazer no próximo dia 25.
Com a indiscutível autoridade que a sua posição em 1975 lhe concede, escreveu no Twitter esta síntese brilhante, que vale a pena ler :
“O VI governo, que vigorou antes (desde setembro de 1975) e após o 25 de novembro até ao I governo constitucional (julho de 1976), tinha elementos do PS, PPD/PSD e PCP e ainda militares e independentes.
A Constituinte manteve-se exactamente na mesma, antes e depois do 25N.
Volodymyr Zelenskyy had warned the German chancellor that engaging with Russia’s president could be counterproductive, an official in Kyiv told POLITICO.
BERLIN — German Chancellor Olaf Scholz urged Russian President Vladimir Putin in a conversation Friday to “end” his war on Ukraine and to “withdraw troops.”
The conversation, which took place over the phone, lasted for about an hour and constituted the first direct exchange between the two leaders in nearly two years, according to German media reports.
Lisboa, 15 nov 2024 (Lusa) – A Associação 25 de Abril recusou o convite do presidente da Assembleia da República para assistir à sessão comemorativa do 25 de Novembro no parlamento por considerar que representa uma “clara deturpação dos acontecimentos vividos” na caminhada do MFA.
“A História não pode ser deturpada. Nós, os principais responsáveis pela consumação do 25 de Abril, com a aprovação da Constituição da República, não o permitiremos!”, salienta-se numa nota da Associação 25 de Abril, com data de quinta-feira, assinada pelo seu presidente, Vasco Lourenço.
Para a associação, a decisão dos deputados de comemorar apenas o 25 de Novembro, além da Revolução dos Cravos, “provoca uma enorme e clara deturpação dos acontecimentos vividos na caminhada para o cumprimento do Programa do MFA”.
Celeste Caeiro foi a mulher que, a dia 25 de Abril de 1974, distribuiu cravos pelos militares que davam o passo derradeiro da Revolução. Morreu hoje aos 91 anos de idade.
Morreu esta sexta-feira, aos 91 anos de idade, Celeste Caeiro, a mulher que se eternizou no dia 25 de Abril de 1974 ao distribuir cravos pelos militares – um ato que acabou por se tornar símbolo da Revolução.
O ministro da Defesa Kosiniak-Kamysz disse que, enquanto ministro da Defesa, o limite do apoio à Ucrânia “é a segurança da Polónia”.
Varsóvia, 15 nov 2024 (Lusa) – O ministro da Defesa polaco, Wladyslaw Kosiniak-Kamysz, criticou hoje o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, por querer envolver diretamente outros países na guerra com a Rússia.
“Não se pode dizer que a Polónia não esteja a fazer tudo o que pode, a Polónia fez e continua a fazer tudo o que pode”, disse o ministro, em entrevista à TVN24.
30/04/2020 | “O sistema neoliberal durou 40 anos e não funciona”, afirma o economista Ladislau Dowbor. Questionado sobre se existe saída para essa crise dentro do capitalismo, Dowbor diz que “o que a gente está criando não é mais capitalismo. É um novo modo de produção, uma coisa realmente nova”. Em entrevista concedida ao Brasil de Fato antes do início da pandemia de coronavírus, o professor da PUC-SP fala sobre concentração de renda, financeirização e a paralisação da economia pela falta de investimentos, já que os mais ricos preferem comprar papéis do que investir em produção. Confira!
Uma eleição livre e justa é possível num regime de mentira e de canalhas, de pós-verdade?
Nós, a multidão, passámos estes últimos anos a ser bombardeados com um novo léxico político: “desinformação”, “fakenews”, “nova normalidade”, “intrusão”.
A relação dos seres gregários funda-se na confiança. É assim num formigueiro, numa colmeia, numa alcateia, numa tribo, numa formação militar, num gangue. Na constituição de equipas para operações especiais uma das perguntas aos candidatos era: quem escolhias para te acompanhar na travessia de um rio perigoso? Isto é, em quem confias.
O general De Gaule não era propriamente um progressista, pelo menos na acepção que habitualmente se costuma atribuir à palavra. Contudo, tem de se reconhecer que ele tinha uma visão bastante clara do mundo, e ideias para o futuro.
No que habitualmente se designa por temas sociais, naquelas questões que hoje se designam por fraturantes, provavelmente optaria muitas vezes por posições próximas das assumidas pelos conservadores, mas o facto é que ele, em alturas chave, tomou posições importantes.Basta recordar a sua posição durante a Segunda Guerra Mundial, diametralmente oposta à de Pétain, ou em relação à guerra da Argélia, que condenou sem rebuço. Em relação à Europa, promoveu a reconciliação entre a França e a Alemanha, e preconizou indubitavelmente a aproximação à Rússia, que na altura encabeçava a URSS.
09/11/2024 US President Elections 2024 | With Donald Trump back in the White House, Ukrainian President Volodymyr Zelensky faces a new reality as U.S. foreign policy shifts dramatically. Trump’s proposed peace plan calls for an 800-mile demilitarized zone between Russia and Ukraine, patrolled solely by European forces, while allowing Russia to keep its territorial gains.
The plan also includes a 20-year freeze on Ukraine’s NATO ambitions, leaving Europe to bear the financial and military responsibility for the buffer zone. Russian officials have praised the shift, suggesting it’s time for the West to negotiate, while Zelensky warns that concessions to Moscow would be “suicidal for Europe.” As Trump’s “America First” approach pressures Europe to take the lead, Ukraine’s allies now face tough decisions that could reshape the future of Eastern European security.
Em 1866 fundeava no Tejo o couraçado de duas torres blindadas USS Miantonomah, comandado pelo almirante John Colt Beaumont. A sua missão era a de levar uma mensagem de saudações do presidente Andrew Johnson ao czar Alexandre II. No ano seguinte, os EUA comprariam à Rússia o vasto território do Alasca pela módica quantia de 7,2 milhões de dólares.
Este acontecimento inspirou ao jovem Eça de Queiroz a escrita de um breve artigo, tendo o nome do navio como título, publicado na Gazeta de Portugal, em 2 de dezembro desse ano. São de Eça algumas das mais profundas meditações sobre a América efetuadas em língua portuguesa. Elas foram, para mim, uma espécie de boia salva-vidas na corrente impetuosa de disparates que submergiram os canais televisivos na noite eleitoral da esmagadora vitória de Trump nas eleições norte-americanas.
• Estreou a 28/05/2024 • The Tucker Carlson Show Professor Jeffrey Sachs is the President of the UN Sustainable Development Solutions Network and Director of the Center for Sustainable Development at Columbia University. He is the author of many best selling books, including The End of Poverty and The Ages of Globalization. Here he is with probably the smartest and most accurate assessment of the Ukraine war, and American foreign policy more broadly, ever caught on tape.
Ao acordarmos com a vitória de Trump e ao inteirar-nos da extensão daquela vitória – maioria no voto popular com mais de sete milhões de votos que Kamala, maioria no Senado e maioria na Câmara dos Representantes, maioria na eleição de governadores, maioria em praticamente todos os segmentos da sociedade americana, até entre os muçulmanos, os latinos e os jovens – só nos apetece rever e corrigir o fim de Citizen Kane que terminava com o epitáfio que o jornalista que investigara a ascensão e queda de Kane deixava à laia de epílogo moralista: «foi um homem que possuiu tudo o que quis, e depois perdeu tudo».
Ao contrário de Kane, Trump regressou triunfante e superou tudo o que se lhe opunha, pelo que ultrapassa o roteiro das fitas mais fantasistas. Em política não se aplica a lógica formal. Em política há muitas lógicas e materiais aparentemente irreconciliáveis e incompatíveis, até divergentes e conflitantes que num dado instante convergem e conjugam, pelo que esta espantosa reviravolta verdadeiramente histórica transporta uma mudança profunda que marca o fim de uma era e anuncia o começo de uma nova.
Em política, ao contrário das escrituras, não há ressurreições. Contudo, até nesse aspecto a vitória e o regresso de Trump rompem com as previsões.
O discurso que procura virar portugueses contra imigrantes, incitando ao ódio e ao conflito social entre quem partilha, no dia a dia, dificuldades semelhantes, não é um discurso inocente. É o discurso de quem procura impedir a convergência que pode ser construída a partir de soluções comuns para problemas também eles comuns.
Vias seguras e legais para as migrações. Rejeição das discriminações e combate à instrumentalização das migrações pelos grandes interesses económicos. Investimento em condições adequadas de integração social. Respeito pelos direitos sociais e laborais como direitos universais.
O desfecho das eleições nos EUA não irá alterar a colisão das nações do Atlântico Norte com a dureza do destino esculpido pelos seus próprios erros. Em 30 anos, Washington protagonizou todos os pesadelos que as suas maiores figuras históricas consideravam fundamental evitar. Contra os autores de O Federalista (1788) – um dos 10 livros obrigatórios de filosofia política do Ocidente -, a categoria republicana da representação parlamentar, que deveria ser preenchida por um escol, eleito na base da honra e do intelecto, está hoje entregue a gente que faz do Congresso um lugar onde as leis são compradas e vendidas (John Rawls dixit).
Contra F. D. Roosevelt (presidente entre 1933 e 1945), voz infatigável a favor da justiça económica e social como escudo contra o risco de fascismo (que ele temia em caso de regresso à concentração capitalista anterior ao crash de 1929), hoje, nos EUA campeia uma plutocracia obscena que tudo controla, desde a comunicação social ao sistema político, incluindo as eleições (veja-se como Kamala e Trump se encostam ao apoio dos bilionários).
The German economy has been collapsing slowly since the war in Ukraine and now it is collapsing quickly. Last week the International Monetary Fund cut its forecast said that the German economy would be stagnate this year even though they had previously predicted a 0.2% growth. Whose fault is this? The government is blaming Germans. Joining us to discuss is political analyst Ralph Schoelhammer, host of Hammer Time on YouTube.
Les États-Unis et la Russie sont “au bord d’un conflit militaire direct”, a affirmé le ministre russe des Affaires étrangères Sergueï Lavrov dans un entretien publié vendredi 1er novembre.
Les États-Unis et la Russie sont “au bord d’un conflit militaire direct”, a affirmé le ministre russe des Affaires étrangères Sergueï Lavrov dans un entretien publié vendredi 1er novembre par le quotidien turc Hürriyet. “Sous le président actuel, qui a poussé jusqu’au bout la spirale de la russophobie aux États-Unis, nos pays sont au bord d’un conflit militaire direct”, a-t-il déclaré en réponse à une question sur les élections américaines.
01/11/2024 | Colonel Douglas Macgregor uncovers the shocking scale of Ukraine’s military crisis as over 100,000 soldiers desert the frontline. Faced with a dwindling force and mounting political disarray, Ukraine’s government struggles to contain a wave of desertions that threaten the very foundation of its war efforts. With forced conscriptions and disheartened troops, this episode delves into the critical state of Ukraine’s military, its severe internal struggles, and what it means for the future of this prolonged conflict. Is a total collapse inevitable?
31/10/2024 | UN Secretary-General Antonio Guterres addresses the 16th BRICS Summit, highlighting that these nations represent nearly half of the world’s population. He outlines four key areas for action: reforming international finance, addressing climate change, managing technology access, and strengthening peace initiatives. Guterres specifically mentions the urgent need for peace in Gaza, Lebanon, Ukraine, and Sudan. He emphasizes the importance of multilateralism and calls for reforms to make the UN Security Council more representative of today’s world. The Secretary-General concludes by stressing the significance of turning commitments into concrete actions.
Nesta urgente atualização do campo de batalha, Scott Ritter e o Coronel Douglas Macgregor analisam a escalada da crise na Ucrânia, onde as forças russas avançam incansavelmente em frentes críticas. Com Kupiansk, Selidovo e outras posições orientais sob cerco, as defesas da Ucrânia enfrentam uma pressão crescente, uma vez que a artilharia russa e as tácticas de cerco ameaçam um colapso total. Ritter e Macgregor revelam os graves colapsos logísticos, as perdas surpreendentes e o desmoronar do moral nas fileiras ucranianas.
Irá a Ucrânia resistir a este impulso esmagador ou será a derrota inevitável? Assista agora para descobrir a terrível realidade no terreno e o que isso significa para o futuro do conflito.
In an intense breakdown, Douglas Macgregor exposes the stark reality of Ukraine’s recent failures on the Kursk front. NATO’s support and Ukraine’s aggressive strategies have led to disaster, pushing Ukraine to the brink of survival. From energy collapses to Black Sea blockades and shattered peace negotiations, the conflict intensifies as Kyiv’s options dwindle. Is Ukraine facing inevitable surrender as Russia closes in? Join us as we dive into this unfolding crisis, revealing the devastating impacts on Ukraine’s future.
Neste vídeo, vamos detalhar como a recente visita surpresa do Secretário de Defesa dos EUA, Lloyd Austin, a Kiev, expõe a dura realidade que o país enfrenta. Segundo Austin, a “festa acabou” para a Ucrânia, e os dias de otimismo foram tomados pela sombra de uma derrota possível. Além disso, abordamos o treinamento específico das tropas norte-coreanas na Rússia, incluindo sua adaptação a novas táticas e tecnologias no campo de batalha. Entenda o impacto dessa parceria estratégica e por que a presença das forças norte-coreanas ao lado da Rússia está gerando tanta atenção e expectativa global.
Na semana passada teve lugar uma conferência na Universidade de Coimbra, onde membros dos Governos dos 10 países que aderiram à União Europeia em 2004 celebraram as últimas duas décadas. E as histórias e as memórias destes últimos 20 anos na Europa Central e de Leste são muito semelhantes ao nosso próprio processo de adesão onde, ultrapassando as suas diferenças, o PS de Mário Soares, o PPD de Sá Carneiro e o CDS de Freitas do Amaral, trabalharam juntos para garantir que Portugal estaria alicerçado nas tradições democráticas e de economia social de mercado da Europa Ocidental.
A Cúpula do BRICS em Kazan, na Rússia, entra para a história como a estação de embarque em direção a um mundo mais justo e livre da hegemonia do Ocidente.
In this urgent battlefield update, Scott Ritter provides a deep dive into Russia’s massive troop surge in Zaporizhzhia and reveals shocking developments from North Korea’s silent support in the conflict. Russian forces, now reinforced by over 200,000 troops, are breaking through Ukrainian defenses with strategic precision. As Western mercenaries withdraw, Ukraine’s frontline integrity faces critical strain. Ritter’s analysis uncovers a pivotal moment that could determine Ukraine’s survival. With North Korea’s hidden involvement and a relentless Russian advance, this could mark the beginning of Ukraine’s darkest 24 hours.
Nesta atualização urgente do campo de batalha, Scott Ritter proporciona um mergulho profundo no enorme aumento de tropas da Rússia em Zaporizhzhia e revela desenvolvimentos chocantes do apoio silencioso da Coreia do Norte no conflito. As forças russas, agora reforçadas por mais de 200 mil soldados, estão a romper as defesas ucranianas com uma precisão estratégica. À medida que os mercenários ocidentais se retiram, a integridade da linha da frente da Ucrânia enfrenta uma tensão crítica. A análise de Ritter revela um momento crucial que poderá determinar a sobrevivência da Ucrânia. Com o envolvimento oculto da Coreia do Norte e um avanço implacável da Rússia, isto poderá marcar o início das 24 horas mais negras da Ucrânia.
Um artigo do jornalista António Caeiro, correspondente da Lusa durante longos anos em Pequim, «China — Índia, a hora do degelo», refere o “pormenor” de, pela primeira vez em cinco anos, os líderes da China e da Índia se terem encontrado e que esse encontro ocorreu em Kazan, na Rússia, enterrando o machado de guerra que ensombrava as relações entre os dois países mais populosos do planeta.
29/09/2023 • MÉXICO | Hola, en este video voy a tratar de explicar cuál fue la situación política, social y religiosa en el Imperio Romano del siglo 4 que es cuando se realiza el que quizá sea el Concilio Cristiano más importante de toda la historia del Cristianismo: El Concilio de Nicea.
Vamos a echarle un vistazo a lo que era la situación del Imperio Romano que sufrió, por así decirlo, una serie de calamidades y dramáticas transformaciones fruto de sus propias contradicciones internas, crisis en el modo de producción esclavista, la propagación del colonato y su inevitable decadencia, así como la corrupción imperante en el poderoso ejército.
El sectarismo y luchas violentas entre cristianos, invasiones bárbaras, revueltas palaciegas, entre otros muchos factores, contribuyeron a la rápida degradación del Imperio. Y en medio de este desorden, de este, digamos, desmoronamiento de las bases del Imperio, emerge la figura de Constantino I “El Grande”, que, en un intento por detener el desmoronamiento del Imperio, convoca a un Concilio como un modo desesperado para conservarlo unido.
¿Qué sucedió realmente en este importante Concilio? ¿Cuál fue su resultado?
A atribuição do Prémio Nobel da Paz à organização japonesa Nihon Hidankyo revela, por entre o “som e a fúria” que varre o mundo, um Comité Nobel ainda capaz de visar o essencial. Os derradeiros sobreviventes japoneses de Hiroxima e Nagasáqui foram escolhidos, não como tributo retrospetivo, mas por serem os únicos seres humanos que já viveram o inferno para onde toda a Humanidade será empurrada se continuarmos por este caminho abissal.
Há qualquer coisa de justificadamente desesperado neste prémio. Ela consiste numa tentativa de revelar ao auditório mundial, pelas consequências, aquilo que ele não parece conseguir apreender pelo conhecimento das causas. E esse auditório não é a massa dos milhares de milhões de seres humanos para quem a luta diária para sobreviver e cuidar dos filhos já é suficientemente épica. Estou a referir-me aos milhares de decisores – por esse Ocidente fora, sobretudo na velha Europa – sentados, distraidamente, nas cadeiras do poder.
Le chancelier allemand Olaf Scholz a appelé mercredi à “tout faire” pour empêcher la poursuite du conflit en Ukraine, y compris en discutant avec le président russe Vladimir Poutine.
Le chancelier allemand Olaf Scholz est prêt à discuter avec Vladimir Poutine pour mettre un terme à la guerre en Ukraine. Ce mercredi 16 octobre, le dirigeant allemand a déclaré devant les députés du Bundestag que le temps est venu “pour nous de tout faire, en plus de soutenir clairement l’Ukraine, pour trouver un moyen d’empêcher cette guerre de continuer”.