COSTA DA MEMÓRIA, de Joaquim Magalhães de Castro

K_Costa da Memoria_alta«SEIS SÉCULOS APÓS A CHEGADA A ÁFRICA, A PRESENÇA PORTUGUESA AINDA PERMANECE VIVA.»

AGOSTO DE 2015 – 600 ANOS DA TOMADA DE CEUTA

Seis séculos depois da chegada dos portugueses a Marrocos, o escritor-viajante e investigador Joaquim Magalhães de Castro percorre toda a costa oeste do Magrebe e da Mauritânia, de Ceuta a Dacar, com diversas incursões pelo interior montanhoso do Atlas e pelos espaços desérticos do Sara, em busca do património partilhado entre portugueses e marroquinos, resultante dos encontros e desencontros destes povos ao longo da sua história.

O contacto entre Portugal e Marrocos, ao contrário do que se pensa, nem sempre foi conflituoso; de um modo geral, revestiu-se de um misto de alianças, convivências e até miscigenações, mantendo-se bem vivas no quotidiano marroquino, ainda hoje, as marcas da presença lusitana – na arquitectura, na paisagem, nas lendas ou na memória.

No ano em que se assinalam os 600 anos das relações entre Portugal e Marrocos, Costa da Memória é a prova de que são muito mais fortes os laços que unem os dois países do que aquilo que os separa.

JOAQUIM MAGALHÃES DE CASTRO

Nasceu nas Caldas de São Jorge, em Santa Maria da Feira. Escritor, jornalista independente, fotógrafo e investigador da História da Expansão Portuguesa, é autor dos livros Mar das Especiarias, Viagem ao Tecto do Mundo – O Tibete Desconhecido, No Mundo das Maravilhas (integrados no Plano Nacional de Leitura), Oriente Distante, Na Senda de Fernão Mendes Pinto e Os Filhos Esquecidos do Império.

Publicou ainda os álbuns fotográficos Sagres, a Nossa Barca, Os Bayingyis do Vale do Mu – Lusodescendentes na Birmânia e A Maravilha do Outro – No Rasto de Fernão Mendes Pinto. É também autor dos documentários televisivos Bayingyi, a Outra Face da Birmânia, Himalaias – Viagem dos Jesuítas Portugueses e De um Lado para o Outro – Diários da Mongólia.

Colabora na imprensa de Portugal e de Macau, onde habitualmente reside.

Fonte: Nota de Imprensa da Parsifal.

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