Eu, Elton John: a biografia de uma lenda viva do mundo da música

             Honesta, vibrante e com um extraordinário sentido de humor        

No dia 14 de novembro, a Porto Editora faz chegar às livrarias a primeira e única autobiografia de uma das grandes lendas vivas do mundo da música: Eu, Elton John.

Nada indicava que Reginald Dwight, um Tiny Dancer residente em Pinner, cinzento subúrbio de Londres, se transformaria em Elton John, nome incontornável da música pop e rock n’roll. Excêntrico, personagem maior do que os grandes palcos que pisou, resultado do seu carisma e de performances eletrizantes, Elton John é um verdadeiro Rocket Man: no ativo há quase 50 anos (o seu primeiro concerto em nome próprio foi aos 23 anos) é um dos artistas com maior número de álbuns vendidos, vencedor de múltiplos prémios (como um Oscar e 6 Grammy) e cantor-compositor de músicas intemporais.

Agora, a par com a sua tournée final, Sir Elton John decide contar a história da sua vida. Ao longo de 360 páginas, estão descritas sete décadas de altos e baixos. Da infância e da relação conturbada com os pais às mais recentes revelações sobre o seu estado de saúde, Eu, Elton John não deixa nenhum assunto de fora. Num registo polvilhado com um fino humor britânico, o cantor-compositor desvenda como nasceram canções que fazem parte da vida de milhões de fãs, as amizades com outras lendas da música (como John Lennon, George Michael ou Freddie Mercury), e revelações sobre as noites loucas e as festas espampanantes que o afundaram numa espiral de dependência. Brutalmente honesto, o autor não poupa palavras para descrever os seus maus momentos, tentativas de suicídio e a viagem emocional para a reabilitação. Nada ficou fora deste livro, nem a amizade com a Princesa Diana e Gianni Versace, nem o amor e a paternidade com David Furnish. É uma vida inteira, de luz e sombra, agora em livro.

Com 72 anos e a meio da sua última digressão (que durará três anos), este é um testemunho imperdível de um artista que não deixa de dizer I’m still standing.

SOBRE O LIVRO 

Elton John é o cantor-compositor de sucesso com a carreira mais longa de todos os tempos. São sete décadas – até agora – de uma vida extraordinária pautada por constantes altos e baixos. Agora, na primeira pessoa e com a habitual frontalidade e bom humor, Elton John partilha a sua história – todos os momentos, dos mais hilariantes aos mais comoventes.
Reginald Dwight era um miúdo tímido, de Pinner, nos subúrbios de Londres, com uma relação conturbada com os pais, que adorava música e sonhava ser uma estrela pop. Tinha 23 anos quando deu o primeiro concerto nos EUA: com umas jardineiras amarelas, uma T-shirt às estrelas e botas com asas deixou uma imensa plateia absolutamente deslumbrada. Elton John tinha chegado e o mundo da música nunca mais seria o mesmo.
À imagem da vida de Elton, não falta drama nesta autobiografia: desde as rejeições iniciais das editoras a ser considerado o artista pop mais famoso do mundo; das amizades com Jonh Lennon, Freddie Mercury e George Michael às noites loucas no Studio 54; das tentativas de suicídio à dependência que escondeu até de si próprio durante anos e que quase o destruiu.
Elton descreve de forma emocionada o processo de reabilitação, a criação da Elton John AIDS Foundation, como encontrou o verdadeiro amor ao lado de David Furnish, as férias com Versace e a participação no funeral da princesa Diana. E ficamos também a saber como e quando percebeu que queria ser pai e como isso acabou por mudar novamente toda a sua vida.
Excentricamente divertido, mas também profundamente emocionante, Eu, Elton John levá-lo-á numa viagem inesquecível pela intimidade de uma lenda viva.

SOBRE O AUTOR

Elton John

Os êxitos alcançados por Sir Elton John ao longo da sua carreira são insuperáveis. É um dos artistas a solo mais vendidos de todos os tempos com 26 álbuns de ouro e 38 de platina ou multi-platina e um álbum de diamante. Elton John conta também no seu currículo com 6 Grammys, 13 Ivor Novellos e um BRITT Award. Em 2018 foi nomeado o artista masculino a solo de maior sucesso pela Billboard Hot 100. A sua Fundação já angariou mais de 450 milhões de dólares para a luta contra o VIH. É casado com David Furnish com quem tem dois filhos.

Romance Social O LIXEIRO E O PRESIDENTE de Silas Corrêa Leite

  • Se arte e criatividade são, entre outras coisas, a inteligência e a imaginação se divertindo, segundo Albert Einstein, e, como diz Nelson Oliveira (Prêmio casa de las Américas), o maior mérito de uma obra literária é ser, acima de tudo, uma festa para a inteligência, em O LIXEIRO E O PRESIDENTE, romance social, o escritor, poeta e ficcionista premiado, Silas Corrêa Leite, mostra nesse novo trabalho e de novo polêmico e diferenciado, a face da personagem principal do livro, o Presidente Fernando 2, o néscio, como rotula ele, bem a propósito do que preconiza Sigmund Freud, de que cada pessoa é um abismo, e dá vertigem olhar dentro delas. Bem isso.
  • O livro criativo, ousado, e ainda assim cativante, finca o palco nas narrativas todas em diálogos, entre causos, humores políticos, contações e abobrinhas afins, no Palácio do Planalto, as redondezas e quadradezas, entornos e antros, na Era D.c (Depois de Collor), em que um Fernando 2 – e de Fernando em Fernando o Brasil vai se ferrando – deita e rola no mesmo funesto modus operandi de maracutaias de carteis e propinas da anterior era civil e mesmo do militarismo incompetente e corrupto no processo histórico que o antecedeu, e que nasceu nas hediondas capitanias hereditárias até hoje nos podres poderes do planalto central.
  • A obra, entre uma comédia escondida e uma tragédia camuflada – corja blindada pela justiça e pela mídia abutre corruptas – resgata desvão de almas corrompidas nos flancos dos poderes executivo, legislativo e judiciário, mais o quarto poder, a imprensa blindando uma elite pústula em nome de neoescravistas neoliberais e agiotas do capital emboaba.
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Nova obra de Adelto Gonçalves refaz a história de São Paulo | Rivaldo Chinem

O Reino, a Colônia e o Poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo

SÃO PAULO – Foram raros os livros de História do Brasil que chegaram às livrarias tão bem recomendados quanto O Reino, a Colônia e o Poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo – 1788-1797, de Adelto Gonçalves, publicado ao final de 2019 pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo (Imesp). Afinal, o prefácio foi escrito pelo historiador britânico Kenneth Maxwell, professor (aposentado) da Universidade de Harvard e autor de A Devassa da Devassa: a Inconfidência Mineira: Brasil e Portugal – 1750-1808 (1977), enquanto o texto de apresentação coube ao historiad or Carlos Guilherme Mota, professor emérito da Universidade de São Paulo (USP).
Adelto Gonçalves, 68 anos, é jornalista desde 1972, quando começou a trabalhar no extinto jornal Cidade de Santos, do grupo Folhas. Tem passagens pelos jornais A Tribuna, de Santos, O Estado de S. Paulo e Folha da Tarde e pelas editoras Abril e Globo.

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