Edição comemorativa da Ética de Aristóteles

António de Castro Caeiro assina a tradução, o prefácio, as notas e o glossário

Lisboa, 16 de abril de 2024 – Vinte anos depois da primeira edição, a Quetzal
volta a publicar a tradução integral de Ética a Nicómaco, um dos textos fundamentais de Aristóteles e da cultura ocidental, pela mão de António de Castro Caeiro, responsável também pelo prefácio, pelas notas e pelo glossário. Esta é uma edição especial, de capa dura e com uma reprodução integral do fresco Escola de Antenas, de Rafael, dos Museus do Vaticano.
Ética a Nicómaco trata da felicidade como projeto essencial do ser humano. Das virtudes, da sensatez, do que se pode e do que se deve fazer. Trata da possibilidade de se existir de acordo com as escolhas que fazemos. De se ser autónomo, de viver com gosto. Trata da procura do prazer pelo prazer – e do prazer pela honra. Da justiça. Das formas de vida que levam à felicidade. Da procura do amor. Temas dominantes no pensamento universal.
«Cabe a cada um contribuir para que os seus próprios filhos e amigos obtenham uma orientação em direção à excelência, ou pelo menos para se decidirem nessa direção», defende Aristóteles, ciente dos desafios de uma vida plenamente feliz: «É difícil responder a todas as situações no dia a dia com gentileza, suavidade, serenidade, tranquilidade.»
A nova edição de Ética a Nicómaco fica disponível a 18 de abril.

O ministro do aeroporto ou de 100 mil casas, por Daniel Deusdado – 14 Abril 2024 – in DN

Com outra consequência: o aeroporto torna-se num violento aspirador de capacidade de endividamento do país para uma obra faraónica, que ainda por cima deixa os lisboetas com um só aeroporto, a 57km de distância, em vez de dois a custo zero : PORTELA + 1

Basta olhar-se para o malabarismo do Governo com o IRS para se perceber esta coisa simples: há pouco dinheiro. É tão simples quanto isto.

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2.TÓPICOS DA IMPRENSA | 16-04-24 | VCS

China apoia conferência de paz “reconhecida pela Rússia e Ucrânia” | in LUSA, por ANDRES MARTINEZ CASARES/EPA© 

Pequim, 16 abr 2024 (Lusa) – O Presidente chinês, Xi Jinping, transmitiu hoje ao Chanceler alemão, Olaf Scholz, o apoio de Pequim à “convocação atempada” de uma “conferência internacional de paz reconhecida pela Rússia e pela Ucrânia com a participação de todas as partes”.

“A China encoraja todos os esforços que conduzam a uma resolução pacífica da crise e apoia a convocação atempada de uma conferência internacional de paz reconhecida pela Rússia e pela Ucrânia com a participação de todas as partes”, disse Xi, numa reunião em Pequim, informou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, em comunicado.

De acordo com a mesma nota, os dois líderes concordaram com a necessidade de “apoiar os princípios das Nações Unidas e opor-se ao uso de armas nucleares ou ataques contra alvos pacíficos ou instalações nucleares.”

Também concordaram com a necessidade de “resolver adequadamente as questões de segurança alimentar” e “respeitar o Direito humanitário internacional”.

Xi disse ainda que “todas as partes devem trabalhar em conjunto para restaurar a paz o mais rapidamente possível” e que “a paz e a estabilidade devem ser procuradas e os interesses egoístas devem ser postos de lado”.

1.TÓPICOS DA IMPRENSA | 16-04-24 | VCS

Do Jornal Expresso (CURTO, de hoje)

Entretanto, desde o início de 2024 que vigoram as regras do Orçamento do Estado aprovado pelo PS, incluindo as mexidas em sede de IRS que vieram trazer o já referido alívio de 1,3 mil milhões de euros… face ao ano passado. Levantou-se a dúvida: o benefício de 1500 milhões que o Governo de Luís Montenegro aprovará no próximo Conselho de Ministros é incremental? Ou aproveitará, na sua maior parte, as alterações de IRS já em vigor desde o início do ano? “O Governo não esteve bem. Claro que não mentiu. Mas também não foi claro. Criou e alimentou a ambiguidad, comentou Luís Marques Mendes.

Não faltarão oportunidades, nos próximos dias, para a equipa de Montenegro desfazer a dita ambiguidade e esclarecer, afinal, que traços fundamentais distinguem o seu choque fiscal do que foi promovido pelo Executivo de António Costa em matéria de IRS. Um choque fiscal atrás de outro (a Iniciativa Liberal discordará: chamou-lhe um retoque fiscal, em sintonia com Ana Gomes). Uma autêntica corrida de carrinhos de choques, empurrando para o meio da pista medidas que se mimetizam, versões que num dia alimentam promessas e no outro acusações. E na mudança de cor política, mais uma ficha, mais uma volta.

E o colorido dos compromissos eleitorais traz-me à memória a história do homem que ficava de olho aberto na aldeia onde quem mandava prometia construir um hospital, uma escola, habitação e “uma capela maior que uma catedral”. A personagem é Casimiro, na voz de Sérgio Godinho desde 1979. Mas mudemos de assunto.