08/10/2025 | #jeffreysachs#trump#europeanunion | LIVE | Jeffrey Sachs Challenges Western Narrative On Ukraine War, Says Putin Not The Aggressor Renowned economist and geopolitical analyst Jeffrey Sachs has made a bold claim regarding the origins of the Ukraine war, arguing that the conflict did not begin in February 2022 with Russia’s full-scale invasion but rather in February 2014 following what he describes as a U.S.-backed coup in Kyiv.
Sachs asserts that NATO’s relentless expansion and Washington’s interference in Ukraine’s politics provoked Moscow into action, culminating in the current war. He highlights the 2008 Bucharest Summit, where the U.S. pushed for Ukraine and Georgia’s NATO membership, despite Russia’s repeated warnings that such moves would be seen as a direct threat. Sachs also alleges that Victoria Nuland and other U.S. officials played a crucial role in the Maidan uprising, financially supporting protesters to remove Ukraine’s democratically elected government. His remarks challenge the mainstream narrative and raise critical questions about Western accountability in the conflict.
“Este era o momento em que se tinha de ter ganhos de eficiência na Administração Pública que permitissem não ter políticas pró-cíclicas quando a economia abrandar”, alerta o economista António Nogueira Leite em entrevista à CNN Portugal. E num cenário de Portugal vir a ter uma recessão, o economista admite “que não se esteja a fazer o suficiente”. Nogueira Leite diz ainda que os problemas estruturais do país não estão melhor hoje do que estavam há cinco anos ou há dez.
O Governo tem seguido uma política orçamental marcada pela redução de impostos e aumentos salariais em setores específicos da Administração Pública. Em simultâneo, temos entidades como o Banco de Portugal e o Conselho de Finanças Públicas a alertar para o perigo de regresso a défices ou do esgotamento da margem orçamental. Estamos a entrar num caminho perigoso?
São perspetivas diferentes sobre a mesma realidade, mas que são compatíveis. É preciso recordar que desde que se passou a ter as chamadas cativações como instrumento de política orçamental há muito mais margem de manobra na execução do Orçamento do Estado. E o atual Governo não abandonou a prática que se instaurou após 2015. Há nuances face ao passado, mas não há um corte radical da política orçamental. O Governo poderá estar a fazê-lo de forma diferente, mas é óbvio que o ministro das Finanças mantém uma grande margem de discricionariedade para fechar cada exercício. Isso permite ao ministro controlar tudo e permite-lhe saber exatamente o que está a ser feito. Provavelmente, o ministro das Finanças tem uma perspetiva de que tem mais margem de manobra do que antecipam aqueles que estão de fora.
E que permite fazer os tais brilharetes orçamentais…
Ainda há um pouco do fenómeno que se verificava muito com Mário Centeno e com os seus sucessores no Ministério das Finanças: acabavam por chegar aos objetivos e, muitas vezes, a meio do ano, quando parecia bastante improvável que tal viesse a acontecer.
Essa política tem consequências?
Sim, depois veem-se as consequências, com muito investimento, muita despesa que fazia sentido ser realizada a ser preterida para se chegar ao défice pretendido.
Os nossos problemas estruturais não estão melhor hoje do que estavam há cinco anos ou há dez anos.“
E é nessa despesa que se corta porque a restante é rígida, como a despesa com salários e pensões, por exemplo.
Sim, continuamos a ter uma componente muito grande de despesa recorrente, de despesa rígida. E se houve algo que este Governo fez no ano passado não foi diminuir, foi aumentar essa componente. Aliás, no ano passado houve um aumento nominal da despesa muito grande que tem muito a ver com salários, que são recorrentes. O que cria um desafio adicional para o futuro. E se os bónus das pensões, que foram extraordinários, fossem recorrentes, ainda mais pressão tínhamos. Teríamos mais uma fonte de preocupação para o futuro.
Ainda assim continua a haver otimismo para que as metas se cumpram?
Sim, por um lado, porque continua a haver bastante parcimónia em termos do investimento público com contribuição orçamental. Há muito investimento que está a ser feito, mas ao abrigo das doações do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e que não têm expressão nas contas públicas. Mas atenção, esse investimento vai acabar em 2026. Portanto, a grande questão é saber se depois disso vamos voltar aos recordes de não investimento público que existiram com Mário Centeno ou se vamos manter níveis aceitáveis de investimento.
Por outro lado, mesmo com a redução de algumas taxas de impostos, o que vemos é que, no conjunto, há um crescimento muito grande das receitas fiscais e que é maior que o crescimento da economia.
Após o PRR, a grande questão para António Nogueira Leite é saber se “vamos voltar aos recordes de não investimento público que existiram com Mário Centeno”, antigo ministro das Finanças, “ou se vamos manter níveis aceitáveis de investimento”. Miguel Lopes/Lusa
Um crescimento que resulta essencialmente do emprego.
Mientras en muchos países los niños son evaluados desde los primeros años con pruebas y calificaciones, Japón ha tomado un camino completamente distinto. Allí no existen exámenes formales hasta el cuarto grado, es decir, hasta los 10 años de edad.
Imagina un salón de clases donde no hay ansiedad por sacar diez, donde no se comparan las notas entre compañeros, donde el fracaso en un examen no define tu valor. Esa es la realidad de millones de niños japoneses durante sus años más formativos.
“Com parábolas portadoras de imaginação, compaixão e ironia torna constantemente compreensível uma realidade fugidia”, destacou a Academia de Estocolmo. “Nasci numa família de gente muito pobre, camponesa e analfabeta, numa casa onde não havia livros e em circunstâncias económicas que não me teriam permitido entrar na universidade”, disse Saramago numa entrevista. “Nada prometia um prémio Nobel”. Até hoje, continua a ser o único escritor de língua portuguesa laureado com o Nobel.
Spinoza’s vision is not about waiting for paradise—it’s about finding wisdom, joy, and strength in the present. His brutal truth about God and death may unsettle you, but it also has the power to liberate your mind forever.
Brasília, 07 out 2025 (Lusa) – O candidato presidencial Gouveia e Melo considerou hoje que existe “uma dívida de gratidão” de Portugal com o Brasil e que a comunidade brasileira no país deve ser bem tratada, tal como aconteceu com a comunidade portuguesa no Brasil.
“Este país foi criado por portugueses e depois por muitos outros estrangeiros”, começou por dizer, à agência Lusa, o candidato presidencial, que se encontra no Brasil, com uma extensa agenda com a comunidade portuguesa no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Henrique Gouveia e Melo, que viveu em São Paulo durante cerca de quatro anos, quando era adolescente, e que até hoje mantém familiares na cidade, recordou que “os portugueses foram sempre bem recebidos no Brasil”.
A histeria sobre a ameaça russa à Europa permite à burocracia europeia destinar mais fundos à defesa e, em última análise, desenvolver uma narrativa que pode conduzir a um ponto sem retorno.
São imensos os casos na história de operações de falsa bandeira para justificar guerras. Ficaram célebres o afundamento do Maine (1898), o incêndio do Reichstag (1933), o incêndio da baía de Tonquim (1964), o bombardeamento do Mercado de Sarajevo (1995), o dito massacre de Račak (1999), entre outros. Eric Frattini escreveu em 2017 um livro sobre o tema com o título “Manipulação da Verdade”. Com estas operações procura-se culpar o adversário de algo inaceitável e ter assim um pretexto para o atacar preparando, simultaneamente, a opinião pública para apoiar a guerra. É, portanto, uma prática antiquíssima e frequente. Quando posteriormente se prova a falsidade dos factos é tarde, porque os efeitos pretendidos já foram atingidos. É impossível reverter a história.
O clima de insegurança que se vive na Europa provocado pelos alegados drones russos tem contornos que se assemelham aos de operações de falsa bandeira. Fazia sentido tentar confrontar diplomaticamente os russos com provas, o que infelizmente não tem acontecido. No seguimento dos 19 drones (19 setembro) que entraram e caíram ou foram abatidos em território polaco, Moscovo disponibilizou-se para falar com Varsóvia sobre essas ocorrências, mas as autoridades polacas recusaram fazê-lo, sem explicarem o motivo da recusa. O mesmo se aplica às aeronaves russas que terão violado o espaço aéreo da Estónia. As provas são exíguas ou mesmo inexistentes.
Over the weekend I talked to a couple of people, people who generally try to keep abreast of the news, about the Chicago apartment raid last Tuesday — and discovered that they hadn’t heard about it. And that’s extremely worrying. It suggests that many people don’t realize how fast and aggressively the Trump administration is moving to end rule of law and convert America into a full-fledged autocracy.
So while I’d like to devote today’s post to economics — you have no idea how happy I felt while writing yesterday’s primer about agglomeration and productivity — I couldn’t in good conscience avoid writing about the terrible things happening in Chicago and elsewhere, and what they may portend.
20/05/2025 | #FísicaCuántica#VidaDespuésDeLaMuerte#EinsteinSecreto | 🔍 Albert Einstein, el genio que revolucionó la física con su teoría de la relatividad, guardó un secreto asombroso hasta el final de su vida: su profunda creencia en la existencia después de la muerte.
En este revelador video, exploramos un manuscrito recién descubierto donde Einstein conecta sus teorías científicas con la trascendencia del alma, sugiriendo que nuestra consciencia es tan eterna como la energía misma. ¿Sabías que Einstein, considerado un escéptico racional, llegó a conclusiones sorprendentes sobre la vida después de la muerte? Descubre cómo relacionó el entrelazamiento cuántico y la teoría de la relatividad con la naturaleza inmortal de nuestra consciencia, proponiendo que la muerte no es un final sino una transformación, “un cambio de perspectiva en la dimensión espacio-temporal”.
Este documento secreto, escrito en sus últimos días de vida en abril de 1955, revela una faceta desconocida del científico que desafía la separación tradicional entre ciencia y espiritualidad. Si uno de los mentes más brillantes de la historia llegó a estas conclusiones, ¿no deberíamos al menos considerar la posibilidad?
Si te interesan los misterios del universo, la conexión entre física cuántica y espiritualidad, o simplemente te preguntas qué hay más allá de esta vida, este video te ofrecerá una perspectiva fascinante que podría cambiar tu forma de entender la existencia.
Há um tom sépia na memória do universo, como se cada átomo que nos compõe tivesse sido revelado numa fotografia antiga, manchada pela luz das supernovas. Os cientistas recordam-nos: somos feitos de poeira de estrelas. Mas essa verdade, tão austera no laboratório, torna-se súbita ternura quando lembramos que também nos apaixonamos por partículas da mesma estrela, reencontradas, por acaso, num olhar ou num gesto.
O corpo é a partitura, o cabelo o fio ténue onde ressoam memórias cósmicas. Cada átomo da queratina, forjado em sóis desaparecidos, traz consigo um passado mais vasto que o tempo humano.
E, ainda assim, é no encontro íntimo que essa herança ganha cor: quando duas pessoas se tocam, não são apenas corpos, mas fragmentos de galáxias que, finalmente, se reconhecem.
«A minha [anterior] invocação de Descartes foi puramente emblemática de uma perspetiva sobre um problema científico e filosófico e pouco tinha a ver com o personagem histórico. A minha relação com Espinosa, porém, é inteiramente diferente. Espinosa é uma pessoa impar e as suas ideias e maneira de ser fundem-se com os problemas psicológicos que aborda e com a correspondente neurociência.»
António Damásio, com este novo livro e com as suas perspectivas “espinosistas”, vem dar a conhecer e entender ao publico em geral as novas descobertas da ciência do cérebro. Um livro que vale a pena para descobrir um pouco mais de nós próprios.
Há, ainda hoje, quem no espaço público ocidental insista em pintar a Rússia como um “tigre de papel”: um país enfraquecido, isolado, condenado a ruir sob o peso das sanções. Essa narrativa, porém, colide cada vez mais com os factos. O lançamento do míssil hipersónico Zircon, agora filmado junto à costa da Síria, é mais do que um teste: é uma demonstração deliberada de capacidade e de vontade.
Putin faz piada com Portugal e avisa Europa para não provocar a Rússia: “A resposta será muito convincente”.
Moscovo não ficará de braços cruzados perante a militarização da Europa, garante presidente russo. Sobre os drones disse não ter nenhum que possa alcançar Lisboa… “mas também não há alvos lá”.
DN – 02 Out 2025
O presidente russo Vladimir Putin advertiu esta quinta-feira, 2 de outubro, que Moscovo não ficará de braços cruzados perante a intensificação da militarização europeia, prometendo uma resposta “muito convincente” num curto espaço de tempo.
Na sequência dos desenvolvimentos mais recentes no palco de guerra Leste-Europeu, a análise do Major-General Agostinho Costa, especialista em segurança e defesa, não podia ser mais clara: o conflito entrou numa fase de perigosidade extrema. A sua leitura da situação actual desenha um panorama de tensão máxima, onde um único evento poderá ditar a escalada.
Agostinho Costa emite um aviso solene: a Europa navega em águas perigosíssimas. A possibilidade de um incidente de grandes proporções, com um poder de contaminação capaz de expandir dramaticamente as frentes de batalha, é agora uma ameaça credível. “Estamos perigosamente próximos do precipício”, confirma, “onde um único episódio pode funcionar como o rastilho para alastrar as chamas da guerra”.
19/08/2025 | #jeffreysachs#usvschina#geopolítica | Jeffrey Sachs is a world-renowned economist, professor, and global development expert known for speaking truth to power. With decades of experience advising governments, the United Nations, and world leaders, Sachs is not afraid to challenge U.S. foreign policy, corporate interests, and global economic injustice.
He served as the Director of The Earth Institute at Columbia University, a UN advisor under Kofi Annan and Ban Ki-moon, and has played a major role in shaping international economic policy in Latin America, Africa, and Eastern Europe.
In recent years, Sachs has gained attention for his bold criticisms of U.S. military interventions, his warnings about global economic collapse, and his support for multipolar cooperation, including better relations with China, Russia, and the Global South. 👉
In this video, Sachs exposes the real agenda behind U.S. foreign policy, discusses the rise of China, and calls out world leaders like Netanyahu for fueling dangerous conflicts. If you’re looking for raw truth, deep analysis, and bold opinions you won’t hear in mainstream media — this is a must-watch.
Sou das pessoas que esteve no Largo Primeiro de Maio em Luanda na noite histórica de 11 de Novembro de 1975, quando o Presidente Agostinho Neto proclamou a independência de Angola. Nessa noite única, sentimos que naquela praça, cheia de entusiasmo e alegria, desaguavam os sonhos e as lutas de gerações e gerações de angolanos que tinham lutado contra o regime colonial pela independência.
O PS, se acaso conseguisse travar aquele acordo da imigração (o que é no mínimo extremamente duvidoso, porque o PSD não quer ter nada a ver com o PS, está há anos, para não dizer décadas, a bramir contra o socialismo, na sua guinada à direita), estaria a colocar mais um prego no seu caixão.
O PS precisa de mais rua. O PS precisa de renovar o seu tecido dirigente. Se não o fizer, está a colocar mais um prego no seu caixão.
Late Jacob Rothschild, born in 1936, was the son of Victor Rothschild, 3rd Baron Rothschild. Educated at Eton and Christ Church, Oxford, he joined the family bank, N M Rothschild & Sons, in the 1960s. However, internal disputes about the firm’s direction led him to part ways in 1980, marking a significant break with tradition. Rather than following the conventional Rothschild path, Jacob sought independence, establishing his own investment ventures. This decision highlighted his determination to forge a unique identity while remaining tied to the family’s financial heritage. His departure from the family bank is remembered as a bold move that redefined his legacy within the storied Rothschild dynasty.
É mesmo ali, na Argélia e Marrocos. Há uma mulher nua outra decentissimamente vestida. A mulher nua está livre, em plena rua, a mulher vestida despejada na prisão.
A mulher nua vive em Sétif, cidade argelina de predominância cabila (berbere). A mulher nua é uma estátua erguida numa fonte de Sétif. De seios lindos, coxas expostas, ousada e inocente nesse requebro com que se senta: os habitantes de Sétif orgulham-se dela.
Mas às notórias forças vivas do islamismo repugna toda a iconografia. Por isso, Aïn el-Fouara (Fonte Que Jorra), como se chama essa mulher de mármore, é atacada com regularidade e ferocidade: a martelo, a explosivos, a cinzel. Os islamistas apostam em apagar da face da terra todos os ídolos e, há um mês, a picareta de um fundamentalista destruiu-lhe o belo rosto, quebrou-lhe um ombro e torturou-lhe os seios. Uma orquestrada campanha nas redes sociais e mesquitas, quer despedaçar essa mulher – um estudioso islâmico propôs cobri-la (uma burka?) – mas os orgulhosos cabilas de Sétif teimam em defender a mulher cuja nudez se derrete em água fresca.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, procurou esta segunda-feira tranquilizar empresários do setor do turismo, numa conferência em Troia, Grândola, com a promessa de que os investimentos previstos na rodovia, ferrovia e no novo aeroporto são mesmo para realizar.
“Quero tranquilizá-los quer seja na frente rodoviária, seja na frente ferroviária, seja na frente aeroportuária, nós vamos mesmo realizar. Esse é o ponto de honra que temos neste Governo”, afirmou.
Luís Montenegro discursava na sessão de abertura da conferência “Turismo é Portugal”, que decorre hoje em Troia, no distrito de Setúbal, promovida pela Confederação do Turismo de Portugal (CTP), no âmbito do Dia Mundial do Turismo.
Que bom seria para Portugal ser o próximo Presidente da República!(vcs)
“Não devemos ter vergonha de ser europeus, pelo contrário“, defendeu Mário Centeno, num discurso que deverá ser o último como governador do Banco de Portugal. Num evento que comemora os 10 anos do Mecanismo Único de Resolução, em Lisboa, o (ainda) governador afirmou, perante uma audiência internacional, que “a Europa tem sido, nos últimos anos, o maior pilar de estabilidade em todo o mundo“, acrescentando que nem perante a maior crise económica do século (a crise pandémica) nem perante o surto inflacionista “alguma vez a estabilidade financeira esteve em causa“.
Mário Centeno focou-se em temas europeus, neste discurso em inglês, mas lembrou que Portugal foi, talvez, o país que mais sentiu na pele, até agora, a importância de ter um mecanismo de resolução comum. Numa referência implícita às resoluções do Banco Espírito Santo (BES) – que ocorreu ainda antes da entrada em vigor, de forma plena, do mecanismo europeu de resolução bancária – e, também, do Banif, Centeno lembrou que Portugal foi um dos países onde o “sistema foi testado” e “mostrou capacidade” para reagir.
“O exemplo de Isaltino mostra como é possível confrontar com sucesso esse mundo de mentira, violência, e aquilo a que se chama na ópera braggadocio.
Nestas eleições, como em geral em toda a actividade política, não há qualquer movimento ascendente em política que não seja o populismo dominado pela questão central do combate à imigração. A sua expressão política é o Chega, que domina toda a vida política, o discurso político, a agenda mediática, os debates, e as campanhas eleitorais em grande parte do país. Apesar de ser um partido bastante minoritário — teve menos de um quarto dos votos nas eleições legislativas de 2025, o que nem sempre é lembrado —, tudo o que “mexe” em Portugal acontece à volta do Chega.
A mobilização da extrema-direita nos EUA, no Brasil e em Portugal é enigmática. Dois filmes e o livro Por Dentro do Chega revelam como a religião e as redes sociais são aproveitados.
Numa pequena cidade dos EUA, um contabilista obeso morreu subitamente no seu cubículo de trabalho. No seu funeral estavam apenas a mulher e os filhos, que mal o conheciam. O homem vivia em frente ao computador e falava pouco. Nessa mesma noite, longe da família enlutada, houve outro funeral. “Ajax”, a personagem que o contabilista protagonizava num jogo de computador, foi homenageada por milhares de pessoas, no mundo inteiro, que nunca viram o contabilista solitário, não sabiam quem era ou onde morava. Esse funeral foi épico, com amigos, aliados, inimigos e adversários, que celebravam os feitos heróicos de Ajax naquele jogo. Afinal, qual era a “vida” realmente importante do homem que morreu? Na realidade ou no jogo?
Esta história é contada por Steve Bannon, o antigo conselheiro de Donald Trump, que dirigiu a sua campanha vitoriosa em 2016, no filme American Dharma, de Errol Morris (2018). Bannon argumenta que o “destino” (dharma) da vida de milhões de pessoas está vazio — e pronto a ser preenchido por quem o saiba compreender.
Acionistas maioritários da Impresa estão a negociar com a italiana MFE a sua entrada no capital da empresa que detém a SIC e o Expresso
A Impresa, dona do Expresso e da SIC, poderá vir a contar com um novo investidor na sua estrutura acionista: a Impresa revelou em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) que o seu acionista maioritário, controlado pela família Balsemão, está em negociações exclusivas com o grupo MFE – Media for Europe, da família Berlusconi.
Para designar o tempo, a antiguidade grega distinguia duas palavras: Kronos, o tempo sequencial tal como hoje o entendemos, que pode ser medido, repartido em horas, dias, meses, anos; e Kairos, definido como um momento indeterminado, existencial, em que algo de especial acontece.
Segundo a mitologia, Kronos seria um ser de três cabeças que teria dado origem ao universo, ordenado em terra, mar e céu; e Kairos estaria intimimamente ligado a Atena (sabedoria) e Eros (amor), ao tempo psicológico, à beleza cristalizada de cada momento, ao ser sem devir.
A ciência e a arte se encontraram em um projeto que vem encantando tanto pesquisadores quanto o público em geral: a criação do modelo mais detalhado de uma célula eucariótica já produzido. A obra é fruto da colaboração entre o animador Evan Ingersoll e o professor Gael McGill, que transformaram dados científicos complexos em uma ilustração tão vívida que lembra a visão de uma metrópole iluminada, como se fosse observada do espaço.
Já conhecemos bem as perguntas deste tempo. O que explica a degradação da democracia e, sobretudo, como a inverter? Que resposta dar à ofensivas dos autoritarismos e da extrema-direita? Como combater os novos fatores de desigualdade e de desinformação potenciados pelas transformações tecnológicas?
O que fazer perante um sistema internacional em desagregação e uma crise ecológica sem precedentes? Pode o campo progressista convergir na ação, ser capaz de persuadir, e construir novas maiorias? Que futuro há para a liberdade?
O que falta é dar-lhes uma resposta com gente dentro, gente capaz de ser agente de mudança. A reflexão ociosa e a especulação analítica que procura apenas perceber “para onde as coisa vão” como se nós não tivéssemos poder para intervir no seu curso é desmobilizadora e, em última análise, derrotista.
E nós não estamos interessados em desmobilizar nem ser derrotados, por mais idealizada que seja a resistência. Não nos conformamos com sobreviver a tempos sombrios; queremos que as pessoas possam viver, e viver plenamente, em tempos belos e radiosos.
Para dar a volta a isto, é essencial a alegria que o otimismo traz, o ser-se parte de um movimento vitorioso sem o qual não há mobilização nem desejo de mudança.
Foi para isso que criámos e te damos a ti, que fazes parte desta caminhada, este progressistas.pt que entendemos como um espaço de debate livre, aberto, plural, para lá de fronteiras de partidos ou organizações. Porque não há progresso sem progressistas. Porque não há mudança sem ti.
Só para lembrar todos aqueles que teimam em dizer que os portugueses foram generosos ao dar a independência às nossas ex-colónias e com elas o fim do Império Português.
Eu detesto a mentira e tal como nos dias atuais, a futura história da Ucrânia será contada como um pequeno povo conseguiu fazer frente à gigante Rússia. Nunca se irá falar da NAT0, nunca se irá falar dos presidentes dos EUA, nunca se irá falar de 50 países contra a Rússia. A história será contada como mais uma vez os diabos russos atacaram um pobre povo.
24/09/2025 | Daniel Davis Deep Dive Merch: Etsy store https://www.etsy.com/shop/DanielDavis… | U.S. officials framed Russia as vulnerable and suggested Trump could impose more economic costs if needed, but analysts argued this misunderstands Russia’s position. For Moscow, NATO expansion and a non-neutral Ukraine are existential threats, so they won’t accept “generous offers” that ignore those red lines. Russian officials, including Peskov, reiterated their long-standing stance that the war is about securing Russia’s interests and European security, dismissing sanctions as ineffective.
Meanwhile, Trump and his allies publicly claim Russia is weak and emphasize that U.S. taxpayers are now “benefiting” because NATO and Europe are paying for weapons funneled to Ukraine. Critics note this is really Trump passing responsibility to Europe, protecting himself from blame if Ukraine loses, and profiting politically and economically while avoiding sanctions. Analysts warn that portraying Russia as a “paper tiger” ignores battlefield realities, where Ukraine remains at a severe disadvantage.
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São sobejamente conhecidos os esforços de Kiev para envolver militarmente a NATO em território ucraniano, para fazer aquilo que a Ucrânia se tem mostrado incapaz. Isto é, recuperar o território ocupado pela Rússia e evitar o descalabro militar.
irresponsável histeria a que se tem assistido nas chancelarias europeias decorrente dos 19 drones que aterraram em território polaco, no dia 10 de setembro, apresentada na forma de um ataque russo a território da NATO, merece uma análise informada, para se perceber exatamente o que aconteceu e esvaziar a argumentação de quem anda paranoicamente a empurrar a Europa para uma confrontação militar direta com a Rússia. De assinalar que não é a primeira vez que somos confrontados com este tipo de acontecimentos. Não seria a primeira operação ucraniana de falsa bandeira. Falamos, por exemplo, dos misseis S-300 ucranianos que caíram na Polónia, apresentados inicialmente como sendo um ataque russo.
É um dos grandes mitos da política portuguesa: o “bloco central”, as alianças do centro político ou as coligações de forças democráticas moderadas provocam o crescimento da extrema direita (e da extrema esquerda, eventualmente) e são perigosas para a democracia. Para argumentar, fazem-se afirmações atrevidas. Não podemos deixar o capital de protesto para os radicais, dizem. É perigoso entregar a oposição aos extremos de direita e de esquerda, afirmam. A solução democrática consiste em partir ao meio o eleitorado, esquerda e direita, ora governando uma, ora outra, garantem. Há anos ou décadas que esta espécie de sabedoria condiciona a política portuguesa. Com um objectivo principal: o de impedir o chamado “bloco central”, a coligação entre o PS e o PSD.
A obra está próxima de uma autocrítica dentro do Partido Democrata, cada vez mais ameaçado pela a sua ala esquerda. Set 22, 2025.
Ezra Klein e Derek Thompson são duas figuras que esperamos encontrar mais nas discussões do ‘New York Times’ do que no debate português. Apesar de a sua obra, Abundance, ter passado ao lado das publicações em Portugal (até à data não foi traduzido), estão reunidas as condições para chegar ao debate nacional.
Um mau resultado das esquerdas nas eleições autárquicas, depois de uma derrota histórica nas legislativas, pode muito bem ser a entrada oficial de Abundance na política nacional. Muitas das ideias da obra já estão presentes no campo da Iniciativa Liberal ou até em setores ligados à energia, pela mão de João Galamba (ex-ministro das Infraestruturas e ex-secretário de Estado do Ambiente e da Energia). Mais cedo ou mais tarde, os argumentos de Abundance vão ditar os termos do debate em Portugal, muito provavelmente sob a forma de caricatura, quer seja pela “dinâmica de telefone estragado” quer através de tradutores informais, com o hábito de trazer argumentos dos meios anglo-saxónicos como se de uma descoberta sua se tratasse.
12/08/2025 #Ateísmo#Spinoza#Consciência | O que Spinoza sabia sobre a vida após a morte que mais ninguém ousou dizer? 🤫📜 Este vídeo oferece uma imersão filosófica na questão mais fundamental da existência humana: o que de fato acontece quando partimos? Investigamos essa pergunta através do olhar inovador e revolucionário do filósofo Baruch Spinoza.
A Rússia é o maior país do mundo e um verdadeiro mosaico de culturas, tradições milenares, arquitetura monumental e cenários naturais de tirar o fôlego. Das extensas estepes aos rigorosos invernos, das artes refinadas às cidades vibrantes — conhecer a Rússia é mergulhar em uma das civilizações mais marcantes da história.
🍀 População: Aproximadamente 144 milhões de pessoas
Classificando a atitude do Governo como “inqualificável e incompreensível”, Vasco Lourenço assinalou: “Eles não querem o 25 de Abril, odeiam o 25 de Abril”.
(…) O presidente da Associação 25 de Abril acusou hoje o Governo de faltar ao compromisso assumido de criar um centro interpretativo sobre a revolução dos cravos, e classificou como “uma palhaçada” a nova comissão sobre o 25 de Novembro. (…)
Em conferência de imprensa na sede da Associação, em Lisboa, Vasco Lourenço acusou o executivo de ter decidido “de forma unilateral e arbitrária, não cumprir o compromisso oficialmente assumido” de instalar o Centro Interpretativo do 25 de Abril nas atuais instalações do Ministério da Administração Interna (MAI), na Praça do Comércio, em Lisboa.
Segundo Vasco Lourenço, o ministro da Presidência, António Leitão Amaro, comunicou recentemente à associação que “por razões de segurança”, não especificadas, o MAI já não vai sair das atuais instalações.
O Governo tenciona, segundo a associação, utilizar a zona ocidental da Praça do Comércio para “instalar serviços culturais”, após a saída do Ministério da Agricultura deste local para o ‘Campus XXI’, (Av. João XXI, em Lisboa), prevista para 2027.
Do debate entre os candidatos à Câmara de Lisboa, duas verdades ficaram evidentes. Primeiro: à exceção de João Ferreira, que até Carlos Moedas reconheceu e elogiou, nenhum dos outros candidatos demonstrou ter a visão, a preparação ou a capacidade de liderança que Lisboa precisa. Segundo: a esquerda continua a falhar ao não se unir em torno da candidatura que verdadeiramente tem condições de transformar a cidade.
João Ferreira traz consigo 12 anos de experiência como vereador, conhece profundamente os dossiers da Câmara e já provou, na prática, que tem soluções para os problemas da cidade. Mais do que estruturas partidárias ou jogos políticos, nas eleições autárquicas o que conta são as pessoas. E a pessoa mais preparada, mais conhecedora e mais comprometida com Lisboa é, sem dúvida, João Ferreira.
Imaginemos que cada Concelho se atribui o objetivo de construir casas pré-fabricadas em madeira nórdica. Imaginemos que todos os 308 Concelhos projetam construir loteamentos/aldeamentos com, no mínimo, 100 moradias cada, em média.
Não será de tentar?
O que é preferível, gastar 5% do orçamento do Estado em armamento, para invadirmos e/ou nos defendermos da Federação Russa, ou, digamos metade, em aldeamentos préfabricados?
Têm a palavra os nossos simpáticos e abnegados Políticos. (vcs)
Coloco a fotografia de Portugal (Lisboa) como não podia deixar de o fazer, é o meu País e faz parte desses 15 países mais antigos do mundo. O critério utilizado foi a data da independência de cada país.
• 1. Etiópia – Independência em 980 a.C. Este país africano é muito antigo, sendo hoje a segunda nação mais populosa do continente africano e a décima maior em área. Faz fronteira com o Sudão e Sudão do Sul a oeste, com o Djibuti e Eritreia a norte, com a Somália a leste e com o Quénia no sul. Existem diversos estudos que indicam que a Etiópia pode ser potencialmente o local onde o Homo Sapiens se originou.
• 2. Japão – Independência em 660 a.C. As principais religiões do Japão são shinto, com 51,82% da população a professarem essa fé, e o budismo, com 34,9% da população a seguir esta filosofia religiosa.
• 3. Irão – Independência em 550 a.C. É o lar de uma das civilizações mais antigas do mundo, que começou com a formação do reino de Elam em 2800 a.C
• 4. China – Independência em 221 a.C. Tem mais de um bilião de pessoas, com muitos grupos étnicos.
17/09/2025 | A Verdade Proibida Sobre a Origem e o Futuro da Humanidade | Spinoza Revela Tudo Qual é a verdadeira origem da humanidade? E o que nos espera no futuro? Spinoza desafiou a religião e os dogmas com uma visão racional e filosófica que até hoje intriga. Neste vídeo, você vai descobrir como ele explicou a criação do homem, a evolução da consciência e o destino da nossa espécie. Prepare-se para uma revelação que pode mudar sua forma de pensar.
F de Fiama: Mariana Pineda é uma viagem ao passado para acender luzes no presente. É um encontro entre gerações, entre vozes que ficaram por dizer e vozes que hoje as querem ecoar. Um gesto de escuta, de reativação, de homenagem.
Partindo da memória do espetáculo Mariana Pineda, encenado por Fiama Hasse Pais Brandão em 1975 inspirado na obra de F. Garcia Lorca, este projeto é também um mergulho nos arquivos pessoais – de Fiama, de Carlos Fernando e das partituras de Jorge Peixinho – que culmina numa conversa com quem ainda guarda no corpo e na lembrança esse legado.
F de Fiama é, acima de tudo, uma celebração do olhar feminino sobre o palco e sobre o mundo. Uma forma de lembrar que, ao revisitar a força de mulheres como Fiama, estamos a inventar caminhos para todas as que vêm depois.
19 de setembro; sex. 21h30 – Cine-Teatro Joaquim de Almeida (Montijo)
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Lisboa, 17 set 2025 (Lusa) – O líder do PS defendeu hoje que o próximo Orçamento do Estado não deve refletir alterações à lei laboral, afetar o SNS nem a Segurança Social, considerando esse o “ponto de partida” para o diálogo com o Governo.
“Não deve haver normas orçamentais que sejam ‘cavaleiros orçamentais’, que permitam dar respaldo a mudanças relativas às questões laborais, relativas às questões do SNS e também as questões da segurança social. Este é um ponto de partida”, disse, após ser questionado sobre as suas expectativas em relação ao que o Governo incluirá no Orçamento do Estado (OE) para 2026.
27/04/2025 LONDRES | Un Tour Virtual por la ciudad de Londres, capital de Inglaterra y Reino Unido. 00:00 Horizon 22 00:16 Sky Garden 00:25 Tower of London 00:32 Tower Bridge 00:43 The Shard 00:54 London Eye 01:04 Big Ben – Palace of Westminster 01:34 Victoria and Albert Museum – Natural History Museum 01:49 Royal Albert Hall 02:02 Palacio de Kensington 02:13 Kensington Gardens – Hyde Park 02:27 Buckingham Palace 02:39 Westminster Abbey 02:51 Churchill War Rooms 03:00 St. James’s Park 03:13 Trafalgar Square – The National Gallery 03:33 The British Museum 03:51 Borough Market 04:04 Tate Modern 04:20 Covent Garden 04:39 St. Paul’s Cathedral 04:51 St Dunstan in the East Church Garden 05:27 The O2
Nova obra de Aristóteles Drummond reúne artigos publicados em Portugal sobre as relações entre os dois países nos últimos 200 anos
I As relações luso-brasileiras e da comunidade das letras e das artes de Brasil e Portugal constituem a maior parte dos 64 artigos do jornalista e empresário brasileiro Aristóteles Drummond publicados de abril de 2018 a janeiro de 2023 no semanário impresso ODiabo, de Lisboa, agora reunidos em CartasdeLisboa – Umavisãodadireitaesclarecidasobreahistórialuso–brasileira (São Luís-Coimbra, Livraria Resistência Cultural Editora, 2023). Da obra, faz parte também uma entrevista que o autor deu à jornali sta Ana Taborda e que saiu na revista semanalportuguesa Sábado, deLisboa, em9/10/2021.
Problemas com as listas de links, sejam dos conteúdos do blog, sejam das listagens de Links de outros blogs e sites. Pedimos desculpa pelo incómodo. Vamos tentar resolver rapidamente.
O Administrador: Vítor Coelho da Silva, 8 Set. 2025
Em 1930, na conferência da Sociedade Alemã de Física, em Leipzig, Einstein acabava de apresentar uma equação sob aplausos estrondosos. Quando perguntaram se alguém tinha dúvidas, o salão permaneceu em silêncio. Quem ousaria questioná-lo?
Então, uma voz juvenil ecoou da última fileira:
“O que o Professor Einstein disse não é absurdo, mas a segunda equação que ele escreveu não decorre da primeira. Na verdade, requer outras suposições que não foram feitas e, o que é pior, não satisfaz um critério de invariância, como deveria.”
A decisão do Livre sobre eleições presidenciais não está tomada, o partido ainda vai ouvir os militantes com um referendo interno, mas a esperança de uma candidatura que una a esquerda continua viva. Até para evitar, como diria Rui Tavares durante a tarde em entrevista ao Observador, que a esquerda continue “a ser uma máquina de perder presidenciais”. Durante o XVI Congresso do Livre, dedicado quase exclusivamente a autárquicas, houve quem arriscasse três nomes capazes de preencher esse espaço político: Alexandra Lucas Coelho, Rui Vieira Nery e Maria José Morgado.
As sugestões foram feitas por Fernando Lino, candidato à Câmara Municipal de Peniche e o único que subiu ao palco para falar sobre a corrida a Belém. Mais do que nomes, fez um aviso ao partido: “São os tipos de candidato que devemos ir lá bater à porta, não podemos estar à espera do D. Sebastião.” Aos olhos desde candidato a autarca, é preciso ter em conta que “todos os partidos convidam pessoas” e, por isso, também o Livre deve fazê-lo, recusando-se a que o partido esteja “quatro meses a ver o que se vai passar sem ter uma palavra a dizer”.
Part one of three in a series on Kate Crawford’s ‘Atlas of AI’
Viewers watch humanoid robots play piano at the China International Fair for Trade in Services in Beijing, on September 11. / Photo by Costfoto/NurPhoto via Getty Images.
I’ve been traveling a lot recently and in Venice last week I wandered into an architectural exhibit celebrating a prize-winning project called Calculating Empires by two academics, Kate Crawford of USC Annenberg and Microsoft Research and Vladan Joler of the University of Novi Sad in Serbia. Their exhibit, spread over dozens of large boards, depicted the growth of technology and power since 1500.
No seguimento da sua comunicação, informamos que tomámos boa nota da exposição que nos dirigiu e agradecemos a partilha das suas reflexões e propostas sobre um tema central para o futuro do nosso país: a habitação.
O Governo está plenamente consciente da gravidade da crise habitacional, uma realidade que resulta de décadas de desinvestimento na habitação pública e de dinâmicas de mercado que exigem respostas estruturais e integradas.Por isso, assumimos a habitação como um desígnio nacional, mobilizando o Estado, os municípios, o setor privado, o setor financeiro, os proprietários e os inquilinos numa estratégia conjunta.
O programa Construir Portugal traduz este compromisso através de medidas complementares que reforçam a oferta de habitação pública e acessível, incentivam a construção e a reabilitação e garantem soluções sustentáveis a médio e longo prazo.
As ideias que partilha, desde a recuperação dos centros urbanos à simplificação dos processos de licenciamento, passando pela aposta em sistemas construtivos inovadorese pela cooperação entre entidades, estão alinhadas com os eixos em que o Governo tem vindo a trabalhar, confirmando a importância de um esforço concertado para garantir o acesso à habitação a todos os portugueses.
Na Idade Média, a uma povoação fortificada para abrigo das populações das redondezas em caso de ataque inimigo dava-se o nome de ‘burgo’. Esta palavra tem origem no latim burgus que, por sua vez, deriva do protogermânico *burgs (forte, cidadela, cidade fortificada).
O termo entrou em várias línguas europeias com o mesmo sentido: borgo (italiano), bourg (francês), burcht (neerlandês), burgh (escocês), bury (inglês, língua em que também derivou para borough e brough) e Burg (alemão). Portanto, lugares como Edimburgo, Joanesburgo, Estrasburgo e Luxemburgo nasceram como povoações fortificadas, como indica o sufixo.