Raging bull-Memorable movie moments

Raging bull remains a masterpiece of cinemotagraphy,style and acting. Director martin scorsese believed it to be his last film and so he spent overtime editing it and getting every minute right. It really shows.

In this memorable moment, Jake la motta is facing his long time rival Sugar ray robinson for the title. While he begins to fight well at first, troubles in his personal life begin to haunt him and he allows sugar ray robinson to pummel him with no regard for his health or his title. The most memorable parts of this moment is Jake defiance towards the end as he mocks sugar ray for not being able to knock him down, the short sharp shots that almost represent the different punches and the pace of the fight and the imagery as the blood pours from the ropes right at the end.

Special mention should also go to both robert de niro and joe pesci who gave amazing performances, especially de niro who put on vasts amounts of weight to become the older overweight la motta towards the end of the film.

António Ganhão

António Ganhão nasceu no Macuse, Moçambique em 1963 onde viveu até 1975, altura em que veio para Portugal. Licenciou-se em engenharia electrotécnica e tem trabalhado na área de investigação, projecto e consultoria. Publicou artigos científicos nas conferências do IEEE, Fraunhofer Institute e foi co-autor com o professor Carvalho Rodrigues de um artigo para uma conferência internacional de física.
Desempenhou funções de consultor junto da missão UNTAET em Timor e da UNESCO em Moçambique.

Concebeu e deu arranque às redes de FM da RDP África nos PALP.
Actualmente é o responsável pelas redes de emissão nacional e internacional da RTP.
Foi administrador da fundação A Casa do Ardina.

Desde sempre que desenvolveu uma paixão pela escrita que deu corpo no seu blog Em Livro e participou em acções de escrita criativa com os escritores José Couto Nogueira e Luís Carmelo.

É casado e tem duas filhas. Vive actualmente no Barreiro.

A Desilusão de Judas (Lua de Marfim) é o seu primeiro romance.

FONTE: http://pnetliteratura.pt

antonio_ganhao_foto.jpg.223x290

Portugal – Henrique Monteiro

DADOS PESSOAIS

NOME: Henrique Manuel Baptista da Costa Monteiro
LOCAL DE NASCIMENTO: Lisboa
IDADE: 54 anos (1 de Setembro de 1956)

DADOS ACADÉMICOS

Curso de História da Faculdade de Letras de Lisboa (1981)
Bolseiro da German Marshall Fund of the United States (1989)

DADOS PROFISSIONAIS

Jornalista profissional desde 1979
Redactor do «Jornal de Notícias» e «Notícias da Tarde»
Redactor de «O Jornal»
Redactor do «Expresso», onde exerceu funções de editor da Revista
e da secção Nacional
Subdirector do Expresso (1995) responsável pelo caderno Actual e pelos projectos especiais
Director do Expresso desde 2006
Publisher de Jornal Expresso, Intelligent Life, Exame e Courrier

OUTRAS ACTIVIDADES

Membro da Comissão Negociadora Sindical do Sindicato dos Jornalistas (1983-85)
Eleito para a direcção do Sindicato dos Jornalistas (1983-87)
Eleito para o Conselho Geral do Sindicato dos Jornalistas (1991-1995)
Membro do Observatório de Imprensa
Membro da Associação de Jornalistas Europeus
Membro e fundador do Clube da Esquerda Liberal
Membro e fundador do Clube Alexis de Tocqueville

OBRAS PUBLICADAS

«Cartas Abertas – Espólio do Comendador Marques de Correia»; recolha das Cartas Abertas, publicadas no EXPRESSO entre 1990 e 2000); Bertrand, 2001
«Papel Pardo»; Romance; Bertrand, 2002
«Toda uma vida»; Romance; D. Quixote, 2010

FONTE:  http://pnetliteratura.pt

Henrique Monteiro

Henrique Monteiro

Portugal – Eduardo Pitta

EDUARDO PITTA nasceu em 1949. É poeta, escritor e ensaísta, crítico do jornal Público e colunista da revista LER. Desde 1968 tem colaboração dispersa por jornais e revistas literárias, de Moçambique, Portugal, Espanha, França, Brasil e Estados Unidos. Colaborou na revista Colóquio-Letras, da Fundação Calouste Gulbenkian, entre 1980 e 2005. Entre 1974 e 2007 publicou oito livros de poesia, cinco volumes de ensaio, uma trilogia de contos, um romance e um diário. Os títulos mais recentes são Poesia Escolhida, 2004, Os Dias de Veneza, 2005, Intriga em Família, 2007, Cidade Proibida, 2007, e Aula de Poesia (2010). Em 2008 adaptou para crianças o clássico de Eça de Queirós O Crime do Padre Amaro. Poemas seus encontram-se traduzidos em inglês, francês, castelhano e italiano. O contoKalahari está publicado na revista inglesa Chroma. A partir de 1976 participou em congressos, seminários e festivais de poesia, em Portugal e no estrangeiro (Espanha, França, Itália e Colômbia). Tem efectuado conferências sobre escritores e, em 1998, a convite da Unesco, participou em Atenas num colóquio sobre Fernando Pessoa e Konstandinos Kavafis. Organizou para a revista francesa Arsenal um dossiê sobre literatura portuguesa, Du Portugal, Babel de Contraires, com lançamento, seguido de debate, no Salão do Livro de Paris, em 2002. Dirige actualmente a edição das obras completas de António Botto. É autor do blogue Da Literatura. Tudo sobre o autor em www.eduardopitta.com.

FONTE:  http://pnetliteratura.pt

Eduardo Pitta

Eduardo Pitta

Brasil – Patrícia Melo

Crédito/foto: Bel Pedrosa

Crédito/foto: Bel Pedrosa

Patrícia Melo publicou seu primeiro romance Acqua Toffana em 1994, pela Companhia das Letras, obtendo grande reconhecimento da crítica e do público.

O Matador, seu segundo romance, publicado em 1995, também pela Companhia das Letras, firmou o lugar da autora na moderna literatura brasileira. O romance foi publicado na França (Albin Michel, 1996), Itália (Feltrinelli, 1996), Inglaterra (Bloomsbury, 1997), Espanha (Ediciones B, 1997), Holanda (Wereldbibliotek, 1997), Noruega (Aschenhoug, 1998), com excelente repercussão.

Com O Matador, Patrícia Melo foi indicada, em 1996, para o Prix Femina (um dos prêmios literários mais importantes da França) e conquistou os prêmios Deux Océans (França, 1996) e Deutscher Krimi Preis (Alemanha, 1998).

O Matador foi relacionado pela revista World Literature Today como um dos melhores romances publicados na década de 90 no Brasil.

Em 2000, a revista Time Magazine inclui-a entre os cinquenta “Latin American Leaders for the New Millenium”.

Patrícia Melo também é dramaturga, tendo adaptado A Doença da Morte de Marguerite Duras, que recebeu quatro indicações para o prêmio Mambembe (Brasil, 1987). A autora escreveu a peça Duas Mulheres e Um Cadáver, que esteve em cartaz em 2000 e 2001 no Rio de Janeiro e em São Paulo, com as atrizes Fernanda Torres e Débora Bloch nos papéis principais. A peça foi um grande sucesso de público e crítica.

Patrícia Melo também é roteirista de TV e Cinema, foi responsável pela adaptação de O Caso Morel e Bufo & Spallanzani, de Rubem Fonseca, dirigido por Flávio Tambelini e que recebeu o prêmio de melhor roteiro no festival de cinema de Miami em 2001.

Foi roteirista de O Xangô de Baker Street, de Jô Soares (com direção de Miguel Farias) eCachorro!, inspirada na obra de Nelson Rodrigues (dirigido por José Henrique Fonseca, produzido pela Conspiração Filmes).

Seu livro O Matador foi adaptado para o cinema, com o roteiro de Rubem Fonseca, direção de José Henrique Fonseca e produção da Conspiração Filmes. Murilo Benício e Claudia Abreu são protagonistas do filme, que esta em fase de montagem.

A autora publicou seu terceiro romance, Elogio da Mentira, em Maio de 1998, também pela Companhia das Letras. O livro foi editado na Inglaterra (Bloomsbury), Alemanha (Klett-Cotta), Estados Unidos (Bloomsbury / USA), Espanha (Grijalbo Mondadori), Holanda (Wereldbibliotek), França (Actes Sud), Portugal (Campo das Letras), Itália (Fanucci), Finlândia (Albert Bonniers Forlag) e China (Choice), entre outros países.

Em setembro de 2000, publicou Inferno, pela Companhia das Letras. O livro que conta a saga de um traficante de drogas, foi publicado no mundo interiro e recebeu, no Brasil, o prêmio Jabuti, na categoria de melhor romance.

Em Outubro de 2001, a revista Time publicou o artigo “The Murder Business” de sua autoria.

Seu romance Valsa Negra, que trata a questão do ciúmes, foi lançado em 2003 pela Companhia das Letras, e traduzido para diversos idiomas. Na Inglaterra, onde foi editado pela editora Bloomsburry, o livro indicado para o IMPAC Award (2005).

Em 2005, a atriz Carolina Ferraz estreou sua peça do O Rim, sob a direção de Elias Andreato, com temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e São Paulo.

O romance Mundo Perdido, que traz de volta o personagem protagonista do Matador foi publicado pela Companhia das Letras em 2005 e seu último romance Jonas, o copromanta, também da Companhia das Letras, editado no ano passado, está para ser lançado em Portugal pela editora Campo das Letras. Este último foi indicado para o prêmio Telecom Portugal.

Em 2008, sua peça A Ordem do Mundo, foi encenada pela a atriz Drica de Moraes, com direção de Aderbal Filho.

Atualmente, Patrícia vive entre Brasil e Suíça, e escreve seu novo romance.

FONTE:  http://pnetliteratura.pt