Guardador de Rebanhos | Poesia Portuguesa II

Mário Viegas ironiza sobre a “popularidade” de Fernando Pessoa, escritor e poeta da primeira metade do século XX; Mário Viegas conversa com “Fernando Pessoa” (personagem interpretada por Mário Viegas) sobre a sua personalidade e obra; 41m50: Mário Viegas declama 10 poemas do livro “Guardador de Rebanhos ” de Alberto Caeiro, acompanhado por António Marques à flauta e a interpretação de Rui Miguel, ator; reconstituição do quadro “Retrato de Fernando Pessoa” de José Almada Negreiros.

Inauguração do Museu Roque Gameiro | 21/11/1970 | 50º aniversário | Minde

FOI HÁ 50 ANOS QUE FOI INAUGURADO O MUSEU ROQUE GAMEIRO.

Em 21 de Novembro de 1970 Minde vivia momentos de grande agitação. Foi inaugurado o MUSEU ROQUE GAMEIRO e Minde recebeu a presença do Presidente da República Almirante Américo Thomaz. Era Presidente da Junta de Freguesia de Minde o Senhor Lourenço Coelho Anjos da Silva.

Marta Menezes | Pianista | Natural de Minde

CENTRO CULTURAL DE BELÉM | 15 NOVEMBRO 2020, 11H | LUDWIG VAN BEETHOVEN, Sinfonia nº 6, em Fá Maior, op. 68, Pastoral

https://www.martamenezes.com

Vencedora do 1º Prémio no Concurso Beethoven no Royal College of Music, em Londres, e no Concurso Internacional de Piano de Nice Côte D’Azur, Marta Menezes conta ainda com outros prémios em concursos internacionais em Portugal, Espanha e França. Recebeu em 2014 a “Medalha de Prata de Valor e Distinção” pelo seu percurso enquanto pianista, atribuída pelo Instituto Politécnico de Lisboa.

Marta apresenta-se regularmente em concertos a solo, em música de câmara e com orquestra, tendo actuado em diversos países na Europa, nos Estados Unidos, em Cabo Verde e na China. Das temporadas recentes, destacam-se os seus recitais no National Centre for the Performing Arts (Pequim), na Chopin Society of Connecticut (Estados Unidos), em St. Martin-in-the-Fields (Londres), no Festival Internacional IKFEM (Espanha) e no Festival Internacional de Música de Gaia.

Como solista, apresentou-se com a Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orchestre Régional de Cannes (concurso de piano de Nice), Orquestra IKFEM, Orquestra Sinfónica Juvenil, Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música de Lisboa, Camerata MusArt, entre outras. Trabalhou com maestros como Pedro Neves, Pedro Amaral, Nicolas Simon, Christopher Bochmann, Gareguin Aratiounian e Vasco Azevedo.

Marta tem um papel activo na divulgação da música portuguesa. Fez a encomenda e estreia de várias obras de compositores contemporâneos e desenvolveu vários projectos dedicados a este repertório. Na presente temporada, prepara a apresentação dos 5 Concertos para Piano de Beethoven, com a estreia absoluta de 5 encores aos Concertos, encomendados a compositores da sua geração, no contexto dos 250 anos do nascimento de Beethoven.

Em 2015 editou o seu primeiro CD com obras de Beethoven e Lopes-Graça, com o apoio da Fundação GDA, que recebeu o prémio Global Music Award nos EUA: Silver Medal – Outstanding Achievement nas categorias de classical piano e emerging artist.

Marta tem sido convidada para dar entrevistas e a participar em programas na rádio Antena 2, rádio Super Bock Super Rock, Radio Internacional da China e Rádio Morabeza (Cabo Verde), bem como em televisão, tendo recentemente estado no Jornal da Noite da TVI.

Marta fez os seus estudos na Escola Superior de Música de Lisboa com Miguel Henriques, tendo também trabalhado com Jorge Moyano. Terminou o seu Mestrado com classificação máxima. Em Londres, fez um segundo mestrado no Royal College of Music, com Dmitri Alexeev, que terminou com distinção. Marta é doutorada pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, onde trabalhou com Arnaldo Cohen, tendo como tema do seu trabalho final as “Obras para Piano e Orquestra de Compositores Portugueses”.

Chomsky: risco de extinção da humanidade «mais grave que nunca»

O prestigiado intelectual e activista considera a humanidade ameaçada por três grandes crises – nuclear, ambiental e democrática – que se agravaram com a presidência de Donald Trump à frente dos EUA.

O linguista e politólogo Noam Chomsky, um dos mais respeitados e citados analistas do século XXI, segundo reconhece a RT, advertiu que o mundo vive o momento mais perigoso da sua história, referindo-se ao facto de a humanidade ter de lidar, simultaneamente, com a «assombrosa confluência» da ameaça de uma guerra nuclear, da iminência de uma catástrofe ambiental e da crescente deriva autoritária do capitalismo.

Continuar a ler

Spike Lee Updates Michael Jackson’s ‘They Don’t Care About Us’ Video With Protest Footage

To mark what would have been Michael Jackson’s 62nd birthday, director Spike Lee has released a 2020 version of his music video for the singer’s “They Don’t Care About Us.”

The new visual for “They Don’t Care About Us (2020)” incorporates scenes and outtakes from Lee’s original two videos for the HIStory: Past, Present and Future, Book I single — both the Brazil version and the prison-set one that examined police brutality — with footage from George Floyd protests from around the world.

“Great protest songs can’t get old, stale or non-relevant because the struggle still continues.  That’s why THEY DON’T REALLY CARE ABOUT US is the anthem during this chaotic, pandemic world we are all living in,” Lee said in a statement.

“To celebrate Michael Jackson’s born day, we have made the THEY DON’T REALLY CARE ABOUT US 2020 short film to continue the struggle for equality for all. That’s the truth, Ruth. Be safe.”

Dmitri Hvorostovsky | Russian waltz “Hills of Manchuria”

Dmitri Khvorostovski
Cantor de ópera
————————
DescriçãoDmitri Aleksandrovitch Khvorostovski foi um barítono russo. Hvorostovsky nasceu em Krasnoiarsk, na Sibéria. Estudou na Escola de Artes de Krasnoiarsk sob os ensinamentos de Ekaterina Yofel e fez sua estreia na Casa de Ópera de Krasnoiarsk no papel de Marullo, Rigoletto. Wikipédia
Nascimento: 16 de outubro de 1962, Krasnoyarsk, Rússia
Falecimento: 22 de novembro de 2017, Londres, Reino Unido
Filhos: Nina Hvorostovskaya, Daniel Hvorostovsky, Aleksandra Hvorostovskaya, Maxim Hvorostovsky
Cônjuge: Florence Illi (de 2001 a 2017), Svetlana Hvorostovskaya (de 1989 a 2001)
Filmes e programas de TV: Tchaikovsky: Eugene Onegin: The Metropolitan Opera, MAIS

Foule, masse, multitude ou peuple? | Masse & Multitude. À partir de Freud, Canetti & Spinoza | Leon Farhi Neto

Entre les « masses » sinistres observées par Freud ou Canetti et le « peuple » objet de revendications démocratiques de nos jours, la notion de « multitude » offre une précieuse ressource à la pensée. (Christian RUBY)

« Multitudes » est désormais le titre d’une revue qui, justement, ne confond pas masses et multitudes. Mais c’est aussi un terme évoqué par beaucoup pour parler des explosions d’individus en foules dans le contexte de la mondialisation. Encore une chose n’est-elle jamais claire dans l’usage de cette notion : parle-t-on simplement de multitudes empiriques (et comptabilisables) ou de multitude au sens de la philosophie politique, celle qui veut parler de révoltes, d’affirmations critiques au sein de la politique ? Et que fait-on du vocabulaire des « masses », hérité du XXesiècle dans un sens positif (par les partis de gauche) ou négatif (par la police) ? D’autant que la différence entre les termes n’est pas sans nous laisser devant une question décisive : comment les actions de la multitude (foule, masse ou peuple) deviennent-elles politiques ?

Il fallait donc bien s’attacher à préciser que « multitude » de nos jours peut encore s’opposer à d’autres usages et références notoirement classiques. Pourquoi ? Sans doute parce que, durant longtemps, foules et masses semblaient désirer le fascisme, si l’on se réfère à ces débats du XXe siècle et aux grandes théories qui en ont proposé l’étude (Freud, Canetti). Reste la question de la notion de « peuple », qui ne peut s’utiliser avec moins de difficultés. Entre ceux pour qui le peuple renvoie à une ethnicité ou à une opération identitaire et ceux pour qui le peuple se définit comme l’institution de base de la démocratie, voire ceux pour qui le peuple ne saurait être autre chose qu’une promesse d’avenir, les partisans de telle ou telle politique se distribuent assez bien.

Pourtant, l’intérêt du nom de « peuple » n’est-il pas tout autre ? C’est ce qu’il fallait aussi vérifier, tout en prenant soin de penser la relation potentielle entre multitude et peuple. Or, là encore, les positions sont délicates à cerner, sinon en saisissant les deux logiques suivantes : pour les uns, le « peuple » est supérieur à la « multitude » en ce qu’il est organisé dans le but de dégager des choix collectifs, alors que la « multitude » est amorphe et manipulée ; mais pour d’autres, le « peuple » est au contraire l’objet de fantasmes d’unité dangereux, qui justifient de valoriser plutôt la « multitude » dans son irréductible diversité. Les phobies des premiers et des seconds ne se recoupent pas.

Continuar a ler