John Maynard Keynes, barão de Keynes (Cambridge, 5 de junho de 1883 — Tilton, East Sussex, 21 de abril de 1946) foi um economistabritânico e membro do Partido Liberal cujas ideias mudaram fundamentalmente a teoria e prática da macroeconomia, bem como as políticas económicas instituídas pelos governos. Ele fundamentou as suas teorias noutros trabalhos anteriores que analisavam as causas dos ciclos econômicos, refinando-as enormemente e tornando-se amplamente reconhecido como um dos economistas mais influentes do século XX e o fundador da macroeconomia moderna.[1][2][3][4]O trabalho de Keynes é a base para a escola de pensamento conhecida como keynesianismo, bem como suas diversas ramificações.
Os impérios têm mais ou menos o mesmo ciclo de vida. Num primeiro momento crescem, alimentados pela riqueza que vão buscar às suas periferias; no fim, são por elas tomados. Na Antiguidade, a queda de um império envolvia muitos mortos, muito sangue, muitos anos de luta; hoje, a guerra é a da diplomacia e da economia. O economista político de Cambridge explica o declínio do império ocidental e o que ainda é possível fazer para salvar os valores sobre os quais se ergueu.
In response to Donald Trump’s huge tariffs on Chinese exports, China’s government has suspended exports of rare earth minerals and magnets, both critical to many modern industries and the military
Trade talks between the United States and the European Union appear to have gone nowhere, with Maros Sefcovic, the EU’s top trade official, reportedly having “struggled to determine America’s aims.”
In other words, the Chinese, unlike the Trump administration, understand what trade and trade wars are about. And the Trumpers, in addition to not knowing what they’re doing, don’t even know what they want.
«As constituições são, afinal de contas, as leis mais importantes numa democracia, num país governado pelo e para o povo», escreve C. L. Skach no início do seu livro. Contudo, acrescenta que agora estamos numa altura em que é preciso «fazer com que a democracia funcione de modo diferente» e, segundo a autora, a solução é «um cidadão de cada vez». Em Como Exercer a Cidadania – 6 lições para construirmos um mundo melhor, enumera as seis áreas que considera essenciais para estimular uma boa cidadania: liderança, direitos fundamentais, espaços públicos, segurança alimentar e ambiente, diversidade social e educação.
C. L. Skach conta que a sua «vida adulta como promotora da lei começou provavelmente com a queda do muro de Berlim». Dedicou anos à academia e a ajudar a construir as malhas de leis e regras parlamentaristas que estruturam a ordem das sociedades.
Lisboa, 15 abr 2025 (Lusa) – O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, defendeu hoje que é preciso clarificar rapidamente qual é a missão da NATO e com que adversário ou adversários, num discurso em que voltou a criticar Donald Trump.
O chefe de Estado discursava na sede da Academia Militar, em Lisboa, na sessão de apresentação do livro “Afeganistão: Testemunhos de dezasseis anos de presença de Forças Nacionais Destacadas Lusas (2005-2021)”.
Luc Ferry, filósofo francês, defensor do humanismo secular, autor de mais de 70 livros, traduzidos para mais de 45 idiomas, faz uma observação importante sobre o futuro do trabalho e a orientação de carreiras para os alunos.
Ele argumenta que, em um mundo cada vez mais afetado pela automação e inteligência artificial, é crucial orientar os alunos para carreiras que combinem a mente (inteligência), o coração (habilidades interpessoais) e a mão (habilidades práticas).
Acredita que esses tipos de carreiras são menos suscetíveis a serem automatizados e substituídos por máquinas.
“Colocámos quanto (em ajuda à Ucrânia)? 350 mil milhões em armas?!! Não digo que não tenha servido para nada – impediu-se que Pútin por enquanto chegasse a Kíev… Mas tudo isso para que a Ucrânia perdesse a guerra e que a UE perdesse uma guerra que ela própria não engendrou!
Convide todos os intelectuais moralistas que queira – eles vos dirão algo diferente do que eu digo, mas eu estou mais próximo do general porque olho as coisas de frente.
E porque eu penso que foi a Ucrânia que desencadeou esta guerra com a guerra do Donbass… Foi uma estupidez monumental desencadear em 2014 uma guerra contra os russófonos do Leste e que não podia terminar bem – foi uma catástrofe programada a partir de 2014.
O major-general Carlos Branco acredita que “a mesa de negociações está muito distante e uma solução política entre a Rússia e a Ucrânia está longínqua”. “Não vejo nesta altura qualquer possibilidade de compromisso – nem de um lado nem do outro”.
PS e a coligação PSD/CDS preveem gastar cada um cerca de 2,5 milhões de euros na campanha eleitoral para as eleições de 18 de maio, mas a forma como cada força utilizará esse orçamento é distinta. Luís Montenegro, recandidato a primeiro-ministro e líder da coligação Aliança Democrática (AD), vai investir um milhão em estudos de mercado e agências de comunicação, área na qual o líder socialista Pedro Nuno Santos conta despender menos – 600 mil euros.
Já no que toca à propaganda, comunicação impressa e digital, o PS vai gastar o dobro da AD. De acordo com os dados enviados pelos partidos ao Tribunal Constitucional, neste item os socialistas, cujo orçamento total da campanha é de 2,25 milhões, preveem desembolsar 420 mil euros e os social-democratas apenas 200 mil euros. A diferença na estratégia é notória também no que toca aos famosos brindes: os socialistas dedicam-lhe 180 mil euros do orçamento, ao passo que a AD de Montenegro espera gastar só 77 mil euros.
“Podemos estar à beira de algo muito, muito importante para o mundo inteiro”, declarou Steve Witkoff numa entrevista à estação Fox News.
O enviado dos Estados Unidos encontrou-se na sexta-feira com Putin em São Petersburgo, pela terceira vez desde que Donald Trump regressou à Casa Branca, em janeiro deste ano.
A reunião durou mais de quatro horas e contou também com a presença de dois conselheiros próximos do presidente russo, Yuri Ushakov e Kirill Dmitriev. Segundo Witkoff, a conversa foi “convincente” e está a “emergir” um acordo de paz.
Se vierem à Argélia, visitem Béjaïa na Kabylie. Um espanto. Vejam as 15 fotos.
Béjaïa, perchée dans sa splendeur méditerranéenne, rayonne comme un joyau sur la côte algérienne. L’antique Saldae, connue aussi sous le nom de Bougie, cette ville porte un surnom qui évoque à la fois la lumière et la douceur, un écho direct à son histoire fascinante et son rôle central dans les échanges de savoir entre les civilisations.
Le Cap Carbon, dans le parc national de Gouraya, abrite une flore et une faune unique. De là, on domine la ville et son port, un spectacle qui, au coucher de soleil, donne l’impression que la lumière elle-même vient saluer Béjaïa, son surnom de Bougie prenant alors tout son sens.
O antigo ministro da Economia apela a que os partidos conversem e cheguem a um acordo após as eleições legislativas antecipadas.
O ex-ministro da Economia, António Costa Silva, apela ao PS e ao PSD que conversem depois das eleições legislativas antecipadas. Em entrevista à Antena 1 e ao Negócios, diz que, se o PS ganhar, Luís Montenegro deve viabilizar o Governo.
“Assim como o PS viabilizou o Governo do PSD, acho que é fundamental, se o PS ganhar as eleições, que o PSD viabilize. Se não o quê? Vamos ter outras eleições? Qualquer dia não há povo para votar porque as pessoas ficam completamente assustadas com tudo isto.”
Na mesma entrevista, António Costa Silva falou ainda sobre o défice. O ex-ministro diz que “ter um pequeno défice” não é um problema desde que não se deixem disparar as contas públicas.
No seu habitual espaço de comentário, Paulo Portas analisou o recuo de Donald Trump na política de tarifas, considerando-o a primeira derrota significativa do presidente em matéria de política económica externa. Para Portas, Trump, que defende fervorosamente as tarifas, demonstra dificuldade em compreender a dinâmica da economia global, e este retrocesso revela fragilidades na sua abordagem a este tema. “Têm sido semanas caóticas. E esta, em particular, redundou naquilo que é, e objetivamente, a primeira derrota séria em matéria de política económica externa, de um presidente que acredita nas tarifas e tem dificuldade em compreender uma economia global”.
1,3 biliões de euros — Foi quanto custaram à União Europeia os últimos três anos de “tolice e bravura”. A russofobia tem um preço.
Uma nova análise aprofundada do Vedomosti analisa criteriosamente os cálculos de Bruxelas — e os números não parecem bons.
Antes de 2022, o petróleo russo custava 571 euros por tonelada — 155 euros mais barato do que o dos outros fornecedores. A UE optou por desistir.
De 2021 a 2023, devido às políticas de Bruxelas, as importações de gás da Rússia caíram para menos de metade — de 48 milhões para 22 milhões de toneladas.
“Quando propus a teoria da relatividade, poucos me entenderam, e o que estou prestes a revelar-vos agora para transmitir à humanidade irá chocar os mal-entendidos e preconceitos do mundo.”
Peço-vos que preservem estas cartas durante o tempo necessário, que esperem anos, décadas, até que a sociedade esteja avançada o suficiente para aceitar o que vou explicar abaixo.
No encerramento do congresso do Livre, Rui Tavares carregou nas críticas ao PSD, à IL e ao Chega e usou a empresa de Montenegro como arma. Já à esquerda, desejou que “não faltasse nenhum deputado”
Mais do que uma vitória do PS, para tirar Luís Montenegro do poder é preciso que a esquerda cresça ao ponto de conseguir formar uma maioria governativa, tal como aconteceu em 2015. Rui Tavares não só sabe disso como utilizou o discurso de encerramento do congresso do Livre para passar essa mensagem. O porta-voz do Livre atacou o PSD, a Iniciativa Liberal e o Chega e deixou elogios aos “camaradas e vizinhos” à esquerda. O objetivo é mostrar que o inimigo comum está à direita e que a esquerda deve trabalhar em conjunto para inverter a correlação de forças atual no Parlamento.
No frente-a-frente entre Marina Mortágua (BE) e Paulo Raimundo (CDU) foi “difícil” aos próprios destacar as diferenças por serem mais “convergências” que os unem do que as “divergências” que os separam. Se a bloquista insistiu nas “três prioridades” para a habitação, o candidato comunista focou-se nos – também três – problemas para os quais é quase preciso uma “caixa de ferramentas”. Sobre o pós-18 de maio, BE e CDU não afastam entendimentos mas só se o caminho for de “romper”.
O coronel Carlos Matos Gomes combateu nas três frentes da guerra colonial e ganhou duas Cruzes de Guerra. Foi Capitão de Abril. Nesta entrevista, falou do livro autobiográfico ‘Geração D’.
Carlos Matos Gomes faleceu hoje, 13-04-2025, no Hospital Cuf-Tejo.
Chega a Moçambique como militar com 20 anos. Qual era a experiência de África para um miúdo nascido em Vila Nova da Barquinha?
A experiência de África que eu tinha era a de ter muitos colegas oriundos da África portuguesa que estudaram comigo no Colégio de Tomar.
De toda a África portuguesa?
De toda. De Moçambique, de Angola, da Guiné, de Cabo Verde. Até de fora de África, pois também de Timor havia. De maneira que não tinha nenhuma noção de racismo. Tinha a ideia de que éramos portugueses, todos iguais.
No Colégio de Tomar havia essa camaradagem entre os miúdos?
Havia, sim. Toda a gente se praxava uns aos outros e convivíamos de manhã à noite. Havia negros que estavam no grupo de forcados, havia outros que representavam figuras históricas portuguesas, como o Gualdim Pais. E, portanto, é um choque tremendo quando chego a África e vejo aquilo que era a exploração e a violência do racismo contra os africanos que não eram cidadãos portugueses, porque não tinham direitos. Eram recrutados para fazer trabalhos de obras públicas e não eram pagos. Eram explorados nos seus coletivos agrícolas. Eram agredidos…
É um choque, mas, como conta no livro, não chegou a África com aquele ideal de que ia defender Portugal, defender a pátria.
A minha geração chega a África e já não tem a noção de que a pátria era do Minho a Timor e nem tem a noção da defesa do regime. Tem a noção de pertencemos a uma nação e a um povo que é europeu e que está inserido na história da Europa. Portanto, aquilo que vai ser a guerra para a minha geração é uma questão política. O regime que existe aqui neste país tem que resolver este problema, que é o problema de uma guerra, como todos os outros regimes tinham resolvido, como a República tinha resolvido na Grande Guerra. Mal, a vários títulos, mas mantendo Portugal no seio da Europa e das políticas europeias. O que não aconteceu com a recusa de integrar o movimento descolonizador. (continua)
La ciudad de Valencia llegó a ser la segunda población con más habitantes de la península, unos 75.000 habitantes, sólo superada por la ciudad nazarí de Granada, por lo que este siglo XV es conocido como el Siglo de Oro valenciano. La convivencia de las diferentes culturas, el carácter comercial y abierto de la ciudad, la explosión cultural y humanista de su cultura… hicieron de Valencia una de las ciudades más permisivas de Europa.
Associação da construção defende pacto suprapartidário para grandes infraestruturas.
Baixo crescimento global, guerras e inflação são as maiores preocupações dos CEO das empresas do setor, que antecipam valorizar este ano à boleia de privados, conclui Fundação Mestre Casais e AICCOPN.
Construtoras com volumes de negócio acima dos 500 milhões de euros por ano, como têm Mota-Engil, Grupo Casais ou Teixeira Duarte, representam apenas 9% do setor em Portugal. A percentagem mais expressiva do mercado (43%) fatura abaixo dos 20 milhões, de acordo com um barómetro divulgado esta sexta-feira pela Fundação Mestre Casais em parceria com a Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN).
Cerca de quatro em cada dez (39%) têm um volume de negócios anual entre os 20 milhões e os 100 milhões de euros por ano, segundo o Barómetro da Indústria da Construção em Portugal, referente a 2024. A análise concluiu ainda que a maioria das construtoras nacionais (78%) têm menos de 250 trabalhadores e que é na região Norte onde se localizam as sedes de 43% das empresas, seguindo-se a Área Metropolitana de Lisboa (30%).
Nem Portugal nem a Europa têm vantagem em manter-se numa NATO ao serviço dos humores e interesses dos Estados Unidos.
NATO foi a resposta ocidental ao desastre da Conferência de Ialta (na Crimeia russa…), estavam os Aliados encaminhados para derrotar o III Reich. Perante um Roosevelt em estado de saúde terminal e um Churchill mal preparado, Estaline viu reconhecido o direito de abocanhar todos os territórios que, na sua contra-ofensiva até Berlim, a URSS conquistasse à Alemanha nazi.
Assim nasceu aquilo a que depois um despeitado Churchill chamaria a “Cortina de Ferro” — consumada com o bloqueio de Berlim pelos russos em 1948 e a tomada de poder comunista na Checoslováquia no ano seguinte. Para responder a essa ameaça soviética na Europa, a NATO nasceria, assim, em 4 de Abril de 1949, através do Tratado de Washington, uma aliança militar mútua de autodefesa tendo como princípio fundamental o do artigo 5º do Tratado, segundo o qual o ataque a um dos seus membros era um ataque a todos, obrigando à mobilização de todos.
Oiça aqui o episódio de sexta-feira, 11 de Abril de 2025 do Noticiário
A última sondagem da Intercampus mostra o PS à frente da AD. No entanto, ainda existe empate técnico. À esquerda, o PAN ultrapassou o BE nas intenções de voto.
António de Jesus e Silva , Augusto Porfírio Fragoso , Cid Manata Pires , Dr.Miguel Coelho dos Reis , José António de Carvalho , Prof. Abílio Madeira Martins , Tiago Madeira Martins , Vítor Manuel Coelho da Silva, 06-09-2013
CALÃO MINDERICO – PORTUGUÊS
Letra A
Abecê – Poucos ( são muito abecê = são muito poucos ) Abobrar – Descansar Abrilense – Cuco Achega – Funcionário dos Correios ( mulher ) Migança ( homem ) nota : do apelido da primeira-chefe do Correio de Minde Adegueira – Vasilha ; pipa ( vid. Tavares ) Adueiro – Castanheiro ( vid. Tavares ; por dar uma das madeiras mais usadas em aduelas Agadanhar . Apanhar ; colher ; furtar Agoirento – Mocho Aguentas(Os…) – Os ombros Albertinas – Bolachas Aldeia Grande – Ourém Aleluia – Pedra de grande peso ; tudo o que represente peso Alentejas – Azinhas Alexandre – Coxo Alexandrino – Fotógrafo Alexandrinas – Fotografias( do nome de um fotógrafo que durante anos tirou fotos ” à la minuta ” na Feira de Sant’Ana Alhandra(O de …) – O lume ; o fósforo ; uma fogueira – O de Alhandra preto=carvão Alhoa – Praga ( Jordou pela d’el rei na piação da Alhoa = seguiu pela estrada a rogar pragas ) Alqueire ancho – Moio ; o equivalente a sessenta alqueires
10/06/2024Resúmenes de FilosofíaBaruch Spinoza tiene una de las filosofías éticas más interesantes de la historia de la filosofía occidental. Sus ideas invitan a ver el mundo desde una perspectiva científica y estoica, aceptando que todo forma parte de la Naturaleza, en la que todo es perfecto y necesario tal cual es.
00:00 Introducción ||| 01:28 Controlar las emociones ||| 04:38 Los ladrones como expresión de Dios ||| 08:20 Conocimiento Intuitivo
Giro seria um Governo com 20 Ministros, 1 de cada agrupamento político. (vcs) 😉
Lisboa, 09 abr 2025 (Lusa) – Vinte forças políticas concorrem às eleições legislativas, sendo Lisboa, Porto, Setúbal, Europa e Fora da Europa os círculos eleitorais com mais candidaturas, enquanto Bragança, Santarém, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu e Açores terão os boletins mais pequenos.
No total, são 20 as forças políticas que se apresentam às próximas estas eleições legislativas, entre 18 partidos e duas coligações: PS, AD (PSD/CDS-PP), Chega, Iniciativa Liberal, BE, CDU (PCP/PEV), Livre, PAN, PPM, JPP, Ergue-te, ADN, PCTP/MRPP, Volt Portugal, Nós, Cidadãos!, Nova Direita, RIR, MPT, PTP e Partido Liberal Social.
Em entrevista ao programa Hora da Verdade, da Renascença e do jornal Público, o ex-presidente da Assembleia da República deixou um aviso a Pedro Nuno Santos.
Eduardo Ferro Rodrigues admite que PS e PSD poderão ter de avançar com uma solução de bloco central para evitar uma nova crise política.
“Estas coisas não se constroem do pé para a mão, mas não estranharia que houvesse essa necessidade (…) podemos caminhar para uma situação limite porque há todos os ingredientes negativos do ponto de vista internacional”.
“Los paraguas” es un cuadro pintado por Pierre-Auguste Renoir (1841-1919), pintor del impresionismo francés entre los años 1881-1886, la obra se exhibe en la National Gallery de Londres.
04/01/2025 |Te has preguntado alguna vez si la muerte es realmente el final? En este video, exploramos las sorprendentes revelaciones de Albert Einstein sobre Dios y la realidad, desafiando nuestras creencias sobre la vida y la muerte.
Einstein, uno de los científicos más brillantes de la historia, dejó pistas sobre la naturaleza del universo y el sentido de la existencia que podrían cambiar tu perspectiva para siempre.
Acompáñanos mientras analizamos sus declaraciones más impactantes sobre la espiritualidad, la ciencia y lo que realmente sucede después de la muerte. ¡No te pierdas esta fascinante reflexión sobre la vida eterna y lo que Albert Einstein tenía que decir sobre Dios y la realidad que nos rodea!
🔍 Temas cubiertos en este video: La visión de Einstein sobre Dios y el universo. El concepto de muerte según la ciencia y la espiritualidad. Reflexiones sobre la realidad y la naturaleza de la existencia.
Medidas como o IVA Zero em bens alimentares, a redução do IVA da eletricidade e a manutenção, com ajustes, das medidas na habitação para os jovens colocaram os adversários em alerta, mas o programa eleitoral apresentado na sexta-feira, dia 5, pelo Partido Socialista tem mais pontos positivos, num quadro de qualidade geral que surpreende dados os desafios para a sua elaboração.
O tempo — até há um mês não eram previsíveis eleições legislativas no horizonte de um ano ou mais — e o quadro macro-económico divergente saído das medidas tomadas pelo presidente dos Estados Unidos tornavam difícil a tarefa. Isto para nem tocar nos desafios internos de Pedro Nuno Santos, que tem a necessidade de corrigir a imagem de esquerdista que lhe foi sendo colada e convergir para o lugar onde se disputa a vitória em eleições, o centro.
O lançamento do livro terá lugar no auditório da Fundação Champalimaud, em Lisboa, pelas 17h30 do dia 23 de abril. A sessão contará com a participação de Leonor Beleza e Maria de Lurdes Rodrigues e com a apresentação de Miguel Sousa Tavares e João Caupers.
Pela Reforma da Justiça: o Manifesto dos 50 e o debate público sobre a agenda da reforma pretende dar continuidade ao movimento cívico iniciado pelo Grupo do Manifesto dos 50, no ano em que se assinalaram os 50 anos do 25 de Abril. Vozes de diferentes quadrantes políticos, com experiências profissionais distintas, refletem sobre a transversalidade das preocupações com o atual Sistema de Justiça português, nomeadamente a morosidade, a ineficiência, os custos e o desrespeito pelos direitos, liberdades e garantias.
«O Manifesto quis ainda incentivar os decisores políticos a realizarem, com urgência, uma reforma suficientemente profunda e conduzida com o mais amplo consenso possível, para que estivesse bem alicerçada e fosse duradoura», pode lerse na nota prévia. Deste modo, dezenas de personalidades como Augusto Santos Silva, Daniel Proença de Carvalho, David Justino, Eduardo Ferro Rodrigues, Maria Manuel Leitão Marques, Mónica Quintela, Maria de Lurdes Rodrigues, Paulo Mota Pinto, Rui Rio e Vital Moreira unem-se em torno de um objetivo comum, o de promover uma reforma urgente, profunda e consensualizada da justiça portuguesa.
Lisboa, 08 abr 2025 (Lusa) – O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que a Índia é atualmente a democracia mais importante no mundo e uma potência económica que em 2047 estará a liderar o mundo.
Marcelo Rebelo de Sousa falava perante a Presidente da Índia, Droupadi Murmu, durante a sua visita de Estado a Portugal.
Depois de visitarem juntos a Fundação Champalimaud, em Lisboa, o Presidente português decidiu juntar-se a um encontro da sua homóloga com cientistas indianos num anfiteatro ao ar livre dessa instituição.
Imagine viajar a bordo de uma nave espacial a uma velocidade próxima a 99,995% da velocidade da luz. Nesse cenário, para cada segundo que passa para você, 100 segundos se passam na Terra. Esta não é apenas uma ideia de um filme de ficção científica, mas um fenômeno físico real conhecido como dilatação do tempo, previsto pela teoria da relatividade especial de Albert Einstein.
De acordo com essa teoria, o tempo não é uma constante universal, mas sim distorcido dependendo da velocidade em que você se move.Se você passasse um ano viajando nessa velocidade, quando retornasse à Terra, 100 anos teriam se passado. Enquanto seu relógio ainda estaria correndo por apenas 12 meses, o mundo que você deixou para trás teria passado por um século de mudanças.
Esse fenômeno não é apenas um testemunho surpreendente de como o universo opera de forma diferente do que nossa intuição nos diz, mas também abre as portas para explorar novas fronteiras da física e da compreensão do tempo.
A direita portuguesa reuniu os seus melhores cérebros – eu sei, eu sei, mesmo os melhores não são grande coisa, mas quem dá o que tem…
Dizia eu, então, que estiveram reunidos os melhores da direita. Quase não eram precisas luzes naquela sala: o fósforo emanado pelos neurónios dos presentes, iluminavam tudo. Poderia cantar-se aquela dramática canção “a sala estava toda iluminada/muita gente convidada…”.
E qual era o motivo de tão grada reunião? Encontrar uma linha estratégica para a campanha eleitoral. Era preciso encontrar um modo de atacar em profundidade e com inteligência o líder do PS.
Da violência deste ataque resultaria, não só a derrota desse partido mas, vantagem não desprezável, a criação da percepção de risco que levasse um número significativo de eleitores da esquerda propriamente dita a cair na esparrela do “voto útil” no PS o que, se poria em risco a “vitória”, desarmaria, em termos parlamentares, os partidos mais sólidos da oposição e, segunda vantagem, inviabilizaria coligações de esquerda, já que estas só são possíveis se esses partidos tiverem representação significativa.
“Que se lixe! Temos a gente da televisão, temos a confiança dos idiotas que tudo nos perdoam, temos os opinadores a soldo. Para que estamos com estas merdas todas?” – bradava um dos presentes menos dotados em elegância retórica.
On this day, February 27, 1814, Beethoven’s Symphony No. 8 was premiered in Vienna!
Often considered the lightest of his late symphonies, it was composed at a tumultuous time in Beethoven’s life. Leonard Bernstein once described it as a “weighty and very forceful symphony.”
Please enjoy this 1978 video of Leonard Bernstein leading the Vienna Philharmonic in an excerpt from the first movement (Allegro vivace e con brio) from Beethoven’s Symphony No. 8 in F Major, Op. 93.
Na capital ucraniana, os escritórios de canais públicos de televisão foram também danificados por um ataque.
Filipe Vasconcelos Romão, comentador de assuntos internacionais da rádio pública, considera que Putin quer mostrar que resiste às pressões internacionais e que Trump pode estar a usar as novas tarifas comerciais para desviar as atenções de um conflito que ainda não conseguiu resolver.
A imprensa americana acaba de contar o que o ex-presidente Jimmy Carter disse a Donald Trump durante a sua última entrevista sobre a China.
«Tem medo que a China venha à nossa frente, e eu concordo com você. Mas você sabe por que a China nos adianta? Eu normalizei relações diplomáticas com Pequim em 1979. Desde essa data, você sabe quantas vezes a China entrou em guerra com alguém? Nem uma vez, enquanto nós estamos constantemente em guerra.
Os EUA são a nação mais guerreira da história do mundo, porque querem impor estados que respondam ao nosso governo e aos valores americanos em todo o Ocidente, controlar as empresas que dispõem de recursos energéticos em outros países. A China, por seu lado, está investindo seus recursos em projetos como ferrovias, infra-estruturas, comboios-balas intercontinentais e transoceânicos, tecnologia 6G, inteligência robótica, universidades, hospitais, portos, edifícios e comboios de alta velocidade em vez de usá-los em despesas militares.
O porta-voz do Livre, Rui Tavares, afirmou este domingo que um verdadeiro “pé-de-meia” para os jovens seria um apoio à nascença de 5.000 euros, acusando os socialistas de se apropriarem da ideia lançada pelo partido no ano passado.
“O PS vem propor um décimo e ainda por cima não tem a lisura de dizer que é uma ideia do Livre de que roubaram um décimo”, salientou Rui Tavares, em Coimbra, na sessão de apresentação dos candidatos às Eleições Legislativas de 18 de maio naquele círculo.
O PSD acusou hoje o PS de apresentar como programa eleitoral uma “receita para o desastre” com o qual regressaria “o empobrecimento que terminou na bancarrota”, referindo que “Portugal voltaria a ter défice e a aumentar a dívida pública”.
Numa reação na sede do PSD ao programa eleitoral do PS apresentado na véspera, Manuel Castro Almeida, ministro Adjunto e da Coesão Territorial e cabeça de lista do PSD por Portalegre, afirmou que o “desespero apoderou-se do PS”, acusando os socialistas de “prometer tudo a todos sem fazer contas a nada”.
Quando Vincent Van Gogh deixou este mundo em 1890, considerava-se um fracasso. Vendera apenas três quadros em toda a sua vida e o mundo via-o como um perdedor sem talento.
Mas a sua cunhada, Johanna Van Gogh, recusou-se a deixar o seu trabalho desaparecer.
Primeiro perdeu o marido Theo, o único que acreditou em Vincent. Viúva e com um filho pequeno herdou 400 quadros de um artista desconhecido e um apartamento em Paris. O que é que ela fez? Vendeu tudo e apostou no Van Gogh.
Transformou sua casa em uma pensão para sobreviver, mas no seu tempo livre escreveu cartas, organizou exposições e publicou a correspondência entre Vincent e Theo.
Em 1905, conseguiu o impensável: organizou uma grande exposição de Van Gogh em Amsterdã. O mundo finalmente viu o que Vincent deixou para trás.
Se hoje conhecemos Van Gogh, é graças a uma mulher que se recusou a esquecer.
On March 25 I did a live event in New York with Zach Carter, author of a terrific life and times book about John Maynard Keynes. Here’s the video of the event
Après cinquante ans de mariage, je me suis un jour penché sur ma femme et, d’un regard pensif, je lui ai dit : « Il y a cinquante ans, nous vivions dans une petite maison modeste, conduisions une vieille voiture, nous couchions sur un canapé-lit et regardions un téléviseur noir et blanc de 10 pouces. Mais chaque nuit, je m’endormais auprès d’une jeune femme de 23 ans pleine de vie et de beauté.
Aujourd’hui, nous vivons dans une maison de 500 000 dollars, je conduis une voiture de 45 000 dollars, j’ai un grand lit et une télévision à écran large. Mais je dors maintenant avec une femme de 69 ans. Il me semble que tu ne tiens plus ta part de notre pacte. »
Objetivando buscar a valorização da cultura afro brasileira e mostrar sua importância para as novas gerações será realizado dias 4, 5 e 7 de abril o Festival Afro Jequié na Colégio Quilombola Dr. Milton Santos. O projeto do festival conta com apoio financeiro da Política Nacional Aldir Blanc – PNAB através do Ministério da Cultura e da Secretaria de Cultura e Turismo da Prefeitura de Jequié, tendo como proponente a yalorixá, professora e baiana de acarajé, Jocélia Santos Vaz, Mãe Célia.
Em Anónimos de Abrileste livro conta-se e canta-se a história de mulheres e homens que lutaram pela Liberdade, mas cujo nome pouco dirá à maior parte dos portugueses. A ideia nasceu em homenagem a Celeste Caeiro e como ela, muitas outras figuras abriram caminho à Liberdade – muitas vezes pagando com a própria vida. Os Anónimos de Abril aqui reunidos são os protagonistas das canções a que serviram de inspiração e que podem ser ouvidas por intermédio de um QRCode. Por isso, este livro é também um disco.
No dia 5 de abril, pelas 17h00, temos encontro marcado na rua de Miraflor, com apresentação de Júlio Machado Vaz. Estarão também connosco o jornalista Miguel Carvalho e uma “anónima de Abril”, Branca Carvalho. Rogério Charraz e Joana Alegre interpretarão algumas canções.
Desistiu de Belém quando o avisaram que seria infeliz no palácio. A terminar o mandato no Banco de Portugal, o futuro de Mário Centeno depende de quem ganhar as eleições. Pode ser reconduzido, ocupar um cargo internacional ou voltar à política. Há um PS que conta com ele. Se a instabilidade apertar, quem sabe?
“As tarifas vão diminuir os padrões de vida. Elas vão destruir a economia dos EUA, e estão sendo impostas por razões inacreditavelmente bizarras e equivocadas que são completamente falaciosas.
Deixe-me explicar. Os Estados Unidos têm um grande déficit em seu comércio de bens e serviços — o que é chamado de conta corrente dos Estados Unidos — e esse déficit é de cerca de um trilhão de dólares. Trump diz: ‘Ah, isso é porque outros países estão roubando os Estados Unidos.’ Não consigo nem começar a dizer o quão absurda é essa linha. [ A palavra é infantil .] Ter um déficit em conta corrente significa — e significa precisamente — que os Estados Unidos estão gastando mais do que produzem. É isso que leva a um déficit. Você gasta mais do que produz.
Just a quick update after Trump’s Rose Garden speech.
I guess it’s just possible that when we get details about the Trump tariffs they will be lower than what he just announced, but based on what he said, he’s gone full-on crazy. It’s not just that he appears to be imposing much higher tariffs than almost anyone expected. He’s also making false claims about our trading partners — not sure in this case whether they’re lies, because he may be truly ignorant — that will both enrage them and make it very hard to back down.
Parece não restarem muitas dúvidas de que os líderes europeus não têm nas suas mentes uma estratégia de dissuasão, mas sim outra mais exigente em meios, para além de ser mais perigosa.
O debate em redor do rearmamento da Europa passou a dominar as manchetes dos jornais e a abertura de telejornais. A Europa está desarmada, qual capuchinho vermelho prestes a ser triturado pelos dentes afiados do lobo mau, que um dia virá de leste. Mas a realidade dos factos é que nem a Europa está desarmada nem a psicose de massas artificialmente fabricada se justifica com uma ameaça russa em aproximação, desprovendo de sentido a urgente corrida armamentista que se anuncia como inevitável e em que a Europa se prepara para embarcar.
Frases clave de Spinoza: “No hay que temer a Dios, sino amarlo, porque el miedo es la causa de la servidumbre, mientras que el amor es la esencia de la libertad.” “El alma humana no puede ser absolutamente destruida con el cuerpo, sino que de ella queda algo que es eterno.”
Hoje em dia, basta olhar à volta para perceber: telemóveis, tablets e computadores já fazem parte da nossa rotina como nunca antes fizeram. Há quem diga até que já somos autênticos ciborgues, usando os telemóveis como extensões de nós mesmos. Mas até que ponto esta hiperconexão está a afetar as nossas relações, a nossa autoestima e até a nossa segurança? É exatamente essa reflexão que a psicóloga clínica e especialista em ciberpsicologia Ivone Patrão propõe no seu novo livro, Ainda Vamos a Tempo!. A obra, com prefácio de Daniel Sampaio, chega às livrarias no próximo dia 30 de abril, com chancela da Contraponto.
O problema está à vista – e os números confirmam. O impacto do mundo virtual e das redes sociais na saúde mental tem sido amplamente discutido nos últimos anos.
O lançamento do livro Quatro Personagens à Procura de Abril, de Luís Reis Torgal, vai ter lugar na Casa Municipal de Cultura, em Coimbra, pelas 18h00 do dia 8 de abril. A sessão vai contar com a presença do autor e com apresentação de Maria Inácia Rezola.
Uma sessão de apresentação terá lugar na Sede da Associação 25 de Abril (em Lisboa), pelas 18h00 do dia 10 de abril. A sessão vai contar com a presença do autor e com apresentação de Maria Inácia Rezola.
Em Quatro Personagens à Procura de Abril, Luís Reis Torgal combinou a proximidade aos quatro protagonistas deste livro com a experiência de ter sido militar enviado para a guerra na Guiné e ainda com a objetividade de historiador. A obra é também uma homenagem à Revolução de 1974 no seu 50.º aniversário.
Antes do adeus à Câmara Municipal do Porto, Rui Moreira «não deixa nada por dizer»?
Lisboa, 31 de março de 2025 – Ponto Final., da autoria de Rui Moreira, Presidente da Câmara Municipal do Porto, chega às livrarias pelas mãos da Contraponto no próximo dia 17 de abril.
Dois dias antes, a 15 de abril, o livro tem pré-lançamento marcado na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, pelas 18h30, com apresentação de Paulo Portas. Em Lisboa, a sessão de lançamento está agendada para o dia 21 de abril, pelas 18h30, no El Corte Inglés, com apresentação de Sérgio Sousa Pinto.
No livro The Asset Economy, Adkins, Cooper e Konings discutem o património, em especial a habitação, como o mecanismo das desigualdades das últimas décadas.
Numa entrevista a um podcast australiano em que discutia economia, e o problema específico da habitação, Yanis Varoufakis recordava os tempos em que viveu na Austrália. Entre aquilo que não deixava nenhuma saudade ao economista e político grego estavam os jantares com amigos em que as conversas deixavam-se dominar por negócios imobiliários. As discussões sobre as valorizações das casas, em que estas eram vistas como investimentos, não como algo para viver, frustraram aquele que depois veio a ser o ministro das Finanças grego. Varoufakis usou o exemplo para demonstrar como existia uma classe alargada de interessados num mercado de habitação cada vez menos acessível e isso fazia com que o problema não fosse resolvido.
A estadia de Varoufakis na Austrália viria a terminar no ano 2000, mas é fácil de notar que o foi relatado sobre a Austrália de então é uma realidade cada vez mais presente em países como Portugal. Por coincidência ou não, o livro “The Asset Economy” (aqui traduzido para A Economia do Património), escrito por um trio australiano, oferece uma perspetiva sobre o peso cada vez maior do património nas nossas sociedades, não só à mesa de jantar, mas sobre todo o sistema político e estrutura de classes.
Historiador José Manuel Garcia vai dar segunda-feira uma conferência na Vidigueira sobre o descobridor do caminho marítimo para a Índia. Iniciativa é da Câmara Municipal e do Ministério da Cultura.
Vasco da Gama é associado a Sines, mas também à Vidigueira. Qual o papel destas duas terras alentejanas na vida do grande navegador português?
Sines e Vidigueira tiveram a maior relevância na vida de Vasco da Gama. Sines porque foi a sua terra natal, pois nasceu no castelo provavelmente em 1466. Foi essa mesma vila que em 1499 ele pediu ao rei como recompensa do feito extraordinário de ter descoberto o caminho marítimo para a Índia. D. Manuel I prometeu doar-lhe Sines em 24 de dezembro de 1499, mas infelizmente ele não pode ficar com a vila porque D. Jorge, governador da Ordem de Santiago, se opôs a tal doação.
Uma semana depois de ter tido alta da policlínica Agostino Gemelli, em Roma, onde esteve hospitalizado durante 38 dias devido a uma pneumonia bilateral, o Papa Francisco volta a agradecer aos que ajudam os outros na sua oração do Angelus. Também neste domingo, o texto foi divulgado e não será lido pelo Papa.
“Amados, vivamos esta Quaresma, ainda mais no Jubileu, como um tempo de cura. Também eu a estou a viver assim, na alma e no corpo. É por isso que agradeço de coração a todos aqueles que, à imagem do Salvador, são para o próximo instrumentos de cura com a sua palavra e com o seu saber, com o afeto e com a oração”, escreve o Pontífice. “A fragilidade e a doença são experiências que todos nós partilhamos; mais ainda, porém, somos irmãos na salvação que Cristo nos deu”, acrescenta o Papa, pedindo que se reze pelos territórios atingidos por guerras e por Myanmar, atingida pelo trágico terramoto de sexta-feira.
De 29 de Março a 10 de Maio de 2025, Centro Cultural de Rio Tinto “Amália Rodrigues”, Rua da Boavista s/n 4435-123 Rio Tinto
Comentários críticos (Resumos): “Na obra plástica de José Alberto Mar – pintor, poeta e visionário – confluem o passado e o porvir numa linguagem criptografada de sentimentos e ciências ancestrais que se abrem para mundos para além do visível(…) É de um universo que falamos nascido da correlação plurívoca de signos, sinais, visões, onde o artista se reflete em símbolos comunicantes, representando em cada quadro a sempre nova face de um sempre eterno mundo. Assim, na sua obra, harmonizamo-nos perante arquétipos universais de raiz formal geométrica, surgidos da metamorfose dos signos num processo de morfogénese que progressivamente se tem vindo a acentuar no percurso ontológico da obra do artista, onde busca e revelação surgem indissociáveis. (…). Mais uma vez, também se nos afigura que o cunho inconfundível da arte de José Alberto Mar flui naturalmente da matriz de uma liberdade do ser e do estar como assumida celebração da vida.” (poeta Sofia Moraes)
Luta do poeta Heberto Padilla contra a opressão do regime cubano permanece viva
Ao revirar papeis e livros, encontrei uma entrevista que fiz em dezembro de 1988 com o poeta cubano Heberto Padilla (1932-2000). Foi uma entrevista feita por troca de correspondência, ainda a uma época em que não se dispunha dos meios digitais. Na carta que me enviou por correio com as respostas para as perguntas que eu lhe havia remetido, Padilla dizia que gostaria muito de conhecer melhor o Brasil, já que só tivera a oportunidade de passar algumas horas no Rio de Janeiro, a caminho de Buenos Aires, onde iria participar de um feira de livros, em 1985.
O secretário-geral do PS defendeu no sábado a necessidade dos setores da Saúde e social trabalharem em conjunto, para melhorarem a qualidade de vida dos mais velhos e reduzirem ou conterem as despesas com cuidados de saúde.
“Nós temos que mudar completamente o paradigma e a relação entre o setor da saúde e o setor social. A saúde e a segurança social não podem andar mais de costas voltadas“, referiu.
Na sua intervenção de mais de meia hora, na apresentação pública dos candidatos do PS de Coimbra, que decorreu ao final da tarde, Pedro Nuno Santos evidenciou que a saúde e o setor social “têm de trabalhar em conjunto”.
A verdadeira tragédia das pessoas de bem reside na falta de resposta instantânea aos ataques. A mente não está alerta, a resposta não está pronta quando surge a adversidade.
Outros exploram sempre essa fraqueza e conquistam vitórias relâmpago – ilegítimas, cruéis, bruscas.
Mas a alma pacífica, o coração honesto, só encontra a resposta certa depois do facto, quando a batalha já está perdida.
Isto não é ingenuidade. Isto não é estupidez.
É uma pureza instintiva… maior do que deveria ser.
Teve lugar, no dia 11 de março, em Jeddah, na Arábia Saudita, um encontro entre delegações norte-americanas e ucranianas para discutirem a paz na Ucrânia, marcando, assim, o início de um processo diplomático, que se espera conduza à paz. A conclusão mais relevante que saiu desse encontro foi o anúncio de um cessar-fogo temporário, de trinta dias, que passou a dominar as atenções de quem segue o tema.
Convém, antes de mais, sublinhar que os objetivos definidos pelas partes envolvidas no conflito se encontram muito distantes. São, por enquanto, irreconciliáveis. É importante perceber onde residem as dificuldades nesse caminho de aproximação dos litigantes, antes de se discutir a utilidade do cessar-fogo e os problemas que lhe estão associados.
O secretário-geral do PS propôs esta quarta-feira que parte dos dividendos da Caixa Geral de Depósitos sejam canalizados para uma conta corrente estatal que permita financiar autarquias na construção de habitação, que considerou ser “o principal problema nacional”.
Pedro Nuno Santos defendeu esta ideia na abertura da sessão setorial sobre habitação que marca, esta manhã, o arranque do processo para a atualização do programa eleitoral com a construção do Manifesto Legislativas 2025, com que o partido se apresentará às eleições antecipadas de 18 de maio.
“Nós achamos que é uma boa ideia que uma parte dos dividendos da Caixa Geral de Depósitos alimente uma conta corrente no Estado que permita às nossas autarquias recorrer a financiamento para avançar com projetos de habitação”, propôs.
Retirado do Facebook | Mural de “Amigos depois dos 60”
É um processo de despedidas constantes—de quem você era, de como caminhava, de quem um dia amou. A cada aniversário, um novo rosto no espelho, um corpo que carrega marcas do tempo e um coração que precisa se libertar dos medos, das culpas e das amarras do passado.
Envelhecer exige coragem. É aprender a caminhar sozinho, a acordar sem esperar nada de ninguém. É se olhar no espelho e não se reconhecer, mas ainda assim se aceitar.
É entender que algumas partidas são definitivas e que, para seguir adiante, é preciso chorar até secar por dentro—esvaziar-se de tudo o que foi, para dar espaço ao que ainda pode ser.
Porque, no fim, a vida não é apenas sobre perder.
É também sobre deixar novos sorrisos brotarem, permitir que novas esperanças nasçam e encontrar beleza no que ainda está por vir.
1À luz dos dados vindos a público, nomeadamente neste jornal, e que serão apresentados no Relatório Anual de Segurança Interna (RASI), Portugal terá condições para continuar a estar entre os países mais pacíficos do mundo.
A criminalidade geral participada terá descido 4,6% relativamente a 2023 e a violenta e grave terá tido subido 2,6%. Uma das menores subidas dos últimos dez anos. E terá diminuído o número de homicídios. Ora, olhando para os números da mesma tipologia de crimes, em 2024 houve menos 62.542 crimes gerais participados do que em 2004 e menos 7482 crimes na criminalidade grave. Importa sempre lembrar que os fluxos humanos em direção ao nosso país têm vindo a aumentar muito significativamente: 19,4 milhões de hóspedes estrangeiros. A que acrescem os fluxos de estudantes internacionais, investidores e cidadãos migrantes. Mais vida nas nossas vilas e cidades.
É devida, pois, uma palavra às forças e aos serviços que contribuem para estes resultados, em tempos de especial exigência.
Como se vê nesta figura (colhida AQUI), mesmo sem os EUA, o Canadá e a Turquia, a Nato europeia tem mais tropas do que a Rússia, apesar de esta estar mobilizada para a guerra na Ucrânia há três anos; e, como mostrei anteriomente (AQUI), também tem uma despesa militar superior.
Porquê então um aumento exponencial da despesa militar da UE e dos seus Estados-membros, como se está a decidir, com aplauso mesmo dos partidos de esquerda, à custa de mais dívida pública, de menos investimento público em áreas críticas para o crescimento económico e do sacrifício do Estado social?!
Com o fim da guerra na Ucrânia na agenda política e a perspetiva de um acordo de segurança recíproca com a Rússia, esta “política de guerra” da União é ainda menos justificável.
“Antes de começar uma discussão com alguém, pergunte a si mesmo: essa pessoa é intelectualmente madura o suficiente para entender o conceito de uma perspectiva diferente? ” Porque se não for, não faz sentido.
Nem toda discussão merece sua energia. As vezes por mais claras que as suas palavras sejam, o outro não te ouve para entender, mas sim para reagir. Trancado na sua própria visão de mundo, ele recusa-se a considerar outro ponto de vista, e se envolver nessa luta só te esgota.
Concluída a contagem de votos em todo o arquipélago, o PSD venceu com 43,43% dos votos e elegeu 23 deputados ao parlamento regional, ficando a apenas um do patamar da maioria absoluta. O JPP ultrapassou mesmo o PS e com 11 mandatos (21,05%) tornou-se na segunda maior força política na região. O PS ficou-se por 8 deputados (15,64%).
Em quarto ficou o Chega com 3 mandatos (5,47%). O CDS-PP e a IL elegeram um deputado cada. CDU e Bloco continuam de fora do parlamento regional, ao passo que o PAN perde o mandato que tinha conseguida nas eleições do ano passado.
Juntos, PSD e CDS somam 24 deputados e se se voltarem a entender poderão assegurar apoio maioritário no parlamento regional para uma solução governativa.
O mundo mudou em poucas semanas e trouxe sérios desafios. E o presidente do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), João Duque, põe o dedo numa das feridas: o país terá de decidir qual vai ser a sua contribuição para o rearmamento da Europa.
A crise política, que resultou na convocação de eleições antecipadas, desencadeou logo, na primeira hora, alarme no setor empresarial. É negativa para a economia, disseram os empresários. Por que é que as empresas portuguesas estão tão dependentes dos ciclos políticos? Há países europeus que vivem com relativa facilidade estas incertezas.
As atribuladas experiências dos governos provisórios, seis ao todo, de 1974 a 1976, não foram propriamente governos de aliança, coligação ou bloco central. Tratava-se bem mais de governos de salvação nacional, sob controlo do MFA (Movimento das Forças Armadas). Cometeram erros medonhos e deixaram-se, parte do seu tempo, dominar pelos comunistas e pelos militares revolucionários, mas salvaram a hipótese de democracia. Dentro dos próprios governos, partidos e militares combatiam-se mortalmente. Os militares do MFA mais moderados, em estreita associação com os socialistas, principalmente, mas também os sociais democratas, conseguiram dar conta do recado e preservar a democracia, o futuro Estado de direito e as liberdades.
O candidato presidencial Luís Marques Mendes defendeu esta sexta-feira um “acordo de estabilidade” entre o PSD e o PS para garantir a governabilidade do país e evitar a realização de eleições de ano em ano.
Em Vila Verde, distrito de Braga, onde participou numa conferência sobre “O sistema parlamentar português e a construção de governos estáveis: saídas e bloqueios”, Marques Mendes disse que aquele acordo teria de passar pela não apresentação de moções de censura e de confiança e pela negociação dos orçamentos do Estado.