RBI | Rendimento Básico Incondicional | Utopia do século XXI ou base de um novo modelo social? | André Julião in Jornal Online TORNADO

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Começa a ganhar força na Europa e um pouco por todo o mundo a ideia de que uma boa parte da população poderá não ter emprego no futuro. Uma das formas mais inovadoras e controversas de permitir que todos possam viver com dignidade independentemente da sua condição no mercado de trabalho, é o Rendimento Básico Incondicional (RBI). O Tornado falou com os responsáveis do RBI Portugal – Roberto Merrill, André Coelho, Pedro Teixeira e Ana Cristina Cunha – e procurou saber o que é e como poderá funcionar a ideia de um RBI para todos.

Como surgiu a ideia do RBI?

Roberto Merrill: A ideia de um Rendimento Básico Incondicional não surgiu agora. As suas raízes históricas são essencialmente três:

No século XVI, a ideia dum rendimento básico para os pobres foi sobretudo defendida pelos pensadores humanistas Thomas More (1478-1535) e Ludovicus Vives (1492-1540). Thomas More defende a ideia no seu livro Utopia (1516), curiosamente pela voz dum viajante português, Raphael Nonsenso, mas é Ludovicus Vives que no seu livro De Subventione Pauperum (1526) defende a ideia de maneira mais detalhada.

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