Citando Carlos Matos Gomes “in facebook”

visaoDo MFA ao FMI, a capa da Visão toca a essencia da atual situação de Portugal: de dependencia. O ponto essencial do programa do MFA (o movimentos dos militares que derrubaram a ditadura) era devolver o poder (a sobernia ao povo e retirá-lo do restrito grupo que o ocupva). O MFA considerava que o poder devia ser do povo e que detinha em si a capacidade para decidir do seu destino, tudo se passava e se resolvia dentro desta lógica. O FMI, pelo contrário considerava que os povos são meros organismos de produzirem os movimentos que fazem agitar os fluxos financeiros. Para o FMI não existe o poder nem a sobernia popular. O poder é de quem gere expetativas de lucros e impulsiona os movimentos de capitais. O MFA prtia do principio da existencia de poderes nacionais e de sociedades organizadas, o FMI segue a interpretação de Margaret Tatcher de que a sociedade não existe, mas sim o individuo (com o seu cartão de crédito, já agora e a sua estupidez para cumprir o papel de consumidor). O programa do MFA baseava-se num governo saído da vontade dos povos. O FMI funciona como um diretório apátrida que nomeia funcionários seus para conduzirem os diferentes agregados de consumidores.
Carlos Matos Gomes “in facebook”