A BARRACA – ENCONTRO IMAGINÁRIO Nº 47

A Viagem dos Argonautas

Encontro imaginário nº 47

O Encontro Imaginário nº 47 será outro inesquecível acontecimento com a participação da sociedade civil.

António Vieira, o padre português, jesuíta, missionário, político, o maior orador da língua portuguesa, será interpretado por António Valdemar, jornalista e investigador, sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e da Academia Nacional de Belas-Artes. Professor de Jornalismo, e dirigiu durante seis anos a galeria Diário de Notícias, no Chiado, em Lisboa, onde organizou dezenas de exposições de escultores, pintores e ceramistas. Entre os seus livros destacam-se: “Ser ou Não Ser Pelo Partido Único”, “Garrett, vida e Obra”, “Chiado: o Peso da Memória” e “Nemésio, sem limite de idade”. Medalha de honra da Sociedade Portuguesa de Autores.

Maquiavel, o escritor e político do Renascimento, autor da obra-prima “O Príncipe”, a bíblia da acção política oportunista e amoral, será apresentado pelo notável jornalista Adelino Gomes,jornalista

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Pentacórdio para Terça-feira, 9 de Abril

A Viagem dos Argonautas

por Rui Oliveira

 

 

  

   Se a Segunda foi parca, esta Terça-feira, 9 de Abril (aniversário, lembremos, de uma premonitória “chacina” europeia na batalha de La Lys – Flandres, corria o ano de 1918 duma chamada Grande Guerra) irá ser paupérrima, a ponto de o evento de destaque voltar a ser praticamente o mesmo.

 

                 Luigi_Boccherini    quarteto casals 1    Schubert (imagem grande)

   Assim, suscita curiosidade a nova actuação do Quarteto Casals no Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, às 21h, pois que, para lá de prosseguir a nobre tarefa de interpretar a integralidade dos Quartetos para Cordas de Schubert (aqui na sua 6ª sessão), junta-lhe a interpretação de duas obras de Boccherini.

eckart runge   Composto (como dissémos ontem) por Vera Martinez, violino, Abel Tomàs, violino, Jonathan Brown, viola e Arnau Tomàs, violoncelo, tem nesta noite a participação adicional do violoncelista Eckart Runge

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Citando Henrique Monteiro

Os Dois Garotos

Os Dois Garotos

O alargamento do Governo teria como vantagem uma relativa pacificação do país (ou menos crispação) e uma nova sensibilidade no modo como se cumprem os compromissos com a troika.

São cada vez mais as pessoas que defendem esta solução. Porém, o problema agora não é Sócrates, mas Passos e Seguro.

Passos porque acha (e é verdade) que esse alargamento corresponderia ao seu afastamento da liderança do Governo e, a prazo, do PSD; e assim diz que não desiste.

Seguro, porque entende (e também é verdade) que qualquer colaboração na solução da crise ditaria a prazo o seu afastamento da liderança do PS; e assim diz que só colabora depois de eleições (sabendo que elas não vão existir e que isso se lhe dá mais uns tempos de líder).

Ou seja, estamos reféns de estratégias pessoais que se sobrepõem a estratégias nacionais de superação da grave crise em que nos encontramos.

http://expresso.sapo.pt/como-seguro-se-tornou-o-seguro-de-passos=f798542#ixzz2PldCzfHh … (FONTE)

Citando Paulo Querido

Talvez tenha começado antes. Mas o primeiro sinal em que reparei veio do Vaticano, um sítio rigorosamente inesperado: Francisco. O segundo sinal foi a entrevista de Sócrates. O terceiro, a demissão de Miguel Relvas. E o quarto sinal, forte, foi o Tribunal Constitucional não se ter deixado impressionar por Uma Maioria, Um Governo, Um Presidente, Uma Desgraça e ter feito o que lhe competia enquanto instituição, até com compreensão para com as dificuldades financeiras do país.

Os sinais estão aí. Isto está a mudar não tarda. Esta armadilha ultraliberal da austeridade e do emagrecimento, este recuo civilizacional feito para garantir o modo de vida da estreitíssima minoria sacrificando as vastas maiorias — tudo isso vai mudar em breve.

Não é difícil imaginar que não é para pior que iremos.

Paulo Querido in Facebook