Cavaleiro Andante, de Almeida Faria

CavaleiroAndante_AFO último volume da Tetralogia Lusitana em edição revista e aumentada.
Chega às livrarias, no próximo dia 20 de fevereiro, Cavaleiro Andante, o quarto e último volume da Tetralogia Lusitana de Almeida Faria, numa nova edição revista pelo autor. Esta edição conta com um prefácio de Eduardo Lourenço e um texto de Hélia Correia e inclui ainda nova correspondência entre duas das suas principais personagens: uma carta escrita por João Carlos a Marta, dez anos depois, e um e-mail de Marta a João Carlos, com data de 1 de janeiro de 2015.
De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores d’A Paixão (publicado pela primeira vez há 50 anos), de Cortes e Lusitânia vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo.

 

Almeida Faria

Almeida-FariaNasceu em 1943. Aos dezanove anos publicou o seu primeiro e premiado romance, Rumor Branco. Além de romancista, é autor de ensaios, contos, teatro. Mais recentemente publicou, a partir de um conto seu, o libreto para a cantata de Luís Tinoco Os Passeios do Sonhador Solitário; e O Murmúrio do Mundo, relato ensaístico de uma viagem à Índia.
Os seus romances receberam diversos prémios, estão traduzidos em muitas línguas, são estudados nos mais variados países e sobre eles há livros e teses universitárias. Fez numerosas conferências em universidades europeias, norte-americanas e brasileiras e tem artigos publicados em português, espanhol, francês, italiano, neerlandês, alemão, dinamarquês e sueco. Ao conjunto da sua obra foi atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, o Prémio Universidade de Coimbra e, agora, o Tributo de Consagração Fundação Inês de Castro 2012.

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