Mas é Bonito, de Geoff Dyer

«O único livro sobre jazz que alguma vez recomendei aos meus amigos. Uma pequena joia.» Keith Jarrett

A partir do modo como ouve a música de Charles Mingus, Thelonious Monk, Bud Powell, Art Pepper, Chet Baker, entre outros, e a partir de uma série de fotografias de músicos e formações, Geoff Dyer improvisa e ficciona oito variações como se fossem, cada uma delas mas também em conjunto, um romance.

Cético quanto à validade das contribuições da crítica musical para o desenvolvimento do jazz, Geoff Dyer resolveu «inventar» um género que servisse de porta de entrada a este universo em que não é possível destrinçar a obra artística da vida de quem a criou: um registo fluido entre a ficção e biografia, entre a crítica e o relato impressionista. Partindo de factos, de entrevistas e de fotografias, Dyer improvisa e cria, não como um escritor, mas como um músico de jazz, como alguém que sucumbiu à magia desta forma espontânea.

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