Austeridade, Democracia e Autoritarismo

Austeridade, Democracia e Autoritarismo - capa final pantones

Entre a austeridade e o autoritarismo que papel fica reservado à democracia na busca de soluções para a saída da crise?

A presente obra de André Freire tem como temas principais as crises financeira, económica e político-democrática que Portugal tem vindo a experimentar (e a sofrer) ao longo dos últimos anos. Lateralmente, encontram-se nela também não poucos elementos para uma análise das reformas político-institucionais de que o país carece para ultrapassar os bloqueios do seu sistema político e para viabilizar ou facilitar a sua governabilidade, bem como para uma possível interpretação da chamada «crise das esquerdas».

O lançamento do livro terá lugar no Auditório da Câmara Municipal de Lisboa, Praça do Município, no próximo dia 3 pelas 18:30. A apresentação estará a cargos dos historiadores Irene Pimentel e Pacheco Pereira.

 

Não colocando o acento tónico de todas estas crises nos fatores puramente domésticos, e por isso mesmo o livro tem também uma parte dedicada às questões europeias e à política internacional, nem por isso André Freire deixa de examinar com minúcia os aspectos que, em termos de política interna, poderão ajudar Portugal a superar a sua difícil situação cívica (nomeadamente quanto ao alheamento de muitos pela política, e quanto ao défice de representação sentido por cada vez mais pessoas).

Os textos que aqui se reúnem são, na sua esmagadora maioria, artigos de opinião publicados na imprensa portuguesa desde finais de 2007, sobretudo no Público, jornal onde o autor assina há alguns anos uma coluna regular.

Sobre o autor

André Freire, politólogo, Professor do ISCTE-IUL, investigador do CIES-IUL. Diretor da Licenciatura em Ciência Política (CP) e membro da comissão científica do Doutoramento em CP do ISCTE- IUL. Tem vários estudos publicados (nacional e internacionalmente) sobre as atitudes e comportamentos dos eleitores, as instituições políticas e a representação política, em inúmeros livros, capítulos de livros e revistas académicas. Tem dirigido vários projetos de investigação sobre estes assuntos.

É colunista do Público desde Março de 2006 mas colabora, ocasionalmente, com outros órgãos de imprensa. Civicamente, é membro do Sindicato Nacional do Ensino Superior e tem apoiado vários manifestos e petições («Em defesa da democracia, da equidade e dos serviços públicos» (2011); «Compromisso à esquerda» (2009); “Em defesa do serviço público de televisão” (2012) ), e várias outras iniciativas cívico-políticas como o «Congresso democrático das alternativas» (2012) ou o «Manifesto 3D» (2013-14).

 

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