“Nas nuvens”, por Maria Helena Manaia, 29-08-2025

… às vezes, quando olhamos para as nuvens imaginamos figuras: animais, objectos, árvores e até cenários.

Estás com a cabeça nas nuvens, diz-se para alguém que está distraído, talvez a imaginar coisas; alguém fora da realidade.

É isso que acontece com a fotógrafa australiana Loeath Kennedy, quando cria imagens abstratas a partir de paisagens naturais captadas em fotografia aérea.

Estas imagens foram captadas na Namíbia, a partir de um avião ligeiro cessna e um helicóptero sem portas.

Spinoza Revela que sucede después de Morir. Tienes que verlo para creerlo

06/08/2025 | PENSAR O MORIR | Filósofo del siglo XVII y espíritu indomable del pensamiento libre, Baruch Spinoza se atrevió a contemplar a Dios sin miedo, abrazar la razón sin máscaras y vivir la libertad sin pedir permiso. En Pensar o Morir, nos sumergimos en su legado con una mirada fresca, vinculando sus ideas con los desafíos espirituales, éticos y existenciales que aún nos atraviesan.

POSTAL DO DIA | A única filha de José Saramago, por Luís Osório

1. Chama-se Violante e escreveu um extraordinário livro sobre o seu pai.

Imagino o que lhe deve ter custado dar esse passo, mas ainda bem que o fez.

“De Memória nos Fazemos” é um livro que só ela poderia ter escrito – um livro que apenas uma filha pode escrever sobre o seu pai.

Sobre os livros.

Sobre os ensinamentos.

Sobre os silêncios.

Sobre os ralhetes.

Sobre as dúvidas e o questionamento.

Sobre a relação com a sua mãe, a pintora Ilda Reis com quem Saramago esteve casado quase trinta anos.

Neste espantoso livro senti-me próximo de uma ideia de verdade. E próximo de José Saramago, um homem que era simplesmente isso e não uma obra, uma estante ou uma biblioteca.

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ALEMANHA | MERZ ANUNCIA CORTES MASSIVOS NOS BENEFÍCIOS SOCIAIS, 27 Agosto 2025 | O adeus da social-democracia à Alemanha (vcs)

Retirado do Facebook | Mural de Carlos Fino

A Alemanha acelera os cortes em benefícios sociais, pensões e saúde para cobrir gastos militares, agravando a pobreza de trabalhadores e aposentados, poupando os ricos. O aumento dos déficits alimenta as tensões de classe, levando a apelos por uma reorganização social.

A Alemanha caminha para cortes profundos em benefícios sociais, pensões e saúde — mudanças políticas agora aceleradas pelo Chanceler Friedrich Merz, que indicou em sua recente coletiva de imprensa de verão que mudanças substanciais são necessárias mais cedo do que o planeado anteriormente. Antes, a coligação governista CDU/CSU e SPD havia adiado as decisões sobre cortes sociais para comissões de especialistas, concentrando-se, em vez disso, em aumentar rapidamente os gastos militares. A intenção era mitigar a resistência pública adiando cortes sociais impopulares, uma tática que, segundo Merz, não é mais sustentável.

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Sá Carneiro não pertenceria a este PSD, por Luís Osório

1.

A propósito da evocação dos 40 anos da trágica morte do fundador do PSD, o Instituto Sá Carneiro preparou uma campanha que espalhará três frases intemporais do seu líder histórico pelas principais cidades do país.

“Ser homem é ser livre, a liberdade de pensar é a liberdade de ser”

“Não há nada que pague a sinceridade na ação política”

“O meu sentimento? Define-se numa palavra: responsabilidade”

A história dos povos originários resgatada, por Adelto Gonçalves

Com 25 capítulos ricos em pesquisas, obra reconstitui trajetória das populações indígenas no território do Centro-Oeste 

ZR

                                                           I
            Um resgate da história de violência e dizimação das populações que já viviam no atual território brasileiro à chegada dos invasores portugueses, em 1500, é o que o leitor vai encontrar em Goiás + 300 – Reflexão e Ressignificação – Povos Originários, volume VI, editado pelo Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (IHGG), Instituto Cultural e Educacional Bernardo Élis para os Povos do Cerrado (Icebe) e Sociedade Goiana de História da Agricultura (SGHA). Trata-se de obra composta por 25 capítulos escritos p or 38 autores, alguns deles indígenas, que contou com a organização das professoras Poliene Bicalho, doutora em História Social pela Universidade do Brasil (UnB), Marlene Ossami de Moura, doutora em Antropologia pela Université Marc Bloch, de Strasbourg, França, e Vanessa Iny-Karajá, pedagoga pela Universidade Federal de Goiás (UFG).

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Comprar casa com crédito habitação: tudo o que é preciso saber, in Idealista

São muitas as famílias que têm de pedir crédito habitação na hora de comprar casa, sendo que só assim conseguem ter condições financeiras para avançar com a decisão. É, por isso mesmo, um processo que requer muito planeamento, até porque este é, muitas vezes, um passo que se dá para a vida. No artigo desta semana da Deco Alerta explicamos tudo sobre o processo de crédito habitação, nomeadamente sobre a informação contida na FINE – Ficha de Informação Normalizada Europeia.

A rubrica semanal Deco Alerta é assegurada pela Deco – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor* para o idealista/news e destina-se a todos os consumidores em Portugal.

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Marcelo promulga diploma do governo com medidas de apoio às populações afetadas pelos incêndios, in LUSA, 23-08-2025

Lisboa, 23 ago 2025 (Lusa) – O Presidente da República promulgou hoje o diploma do Governo que estabelece um conjunto de medidas de apoio e mitigação do impacto dos incêndios rurais.

Numa publicação na página na Internet da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa indica que “promulgou o diploma do Governo que estabelece medidas de apoio e mitigação do impacto de incêndios rurais”.

O Governo aprovou na quinta-feira, numa reunião extraordinária do Conselho de Ministros, em Viseu, um quadro com 45 medidas “a adotar em situação de incêndios de grandes dimensões, com consequências no património e na economia de famílias e empresas”, e que pretende permitir, “de forma rápida e ágil, colocar no terreno medidas de apoio às regiões e pessoas afetadas”.

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Grandes Incêndios de 2025. Comunicado da Ordem dos Arquitectos Portugueses e Paisagistas, 22-08-2025

A Ordem dos Arquitectos (OA) e a Associação Portuguesa dos Arquitectos Paisagistas (APAP) optaram por se unir na presente posição conjunta sobre os grandes incêndios de 2025. Os arquitetos e os arquitetos-paisagistas, através das suas associações profissionais e por via respetivamente das suas Secções e Delegações da região Centro e Norte, considerando que estes territórios foram os mais afetados por um verão muito difícil no contexto nacional, ibérico e europeu, solidarizam-se com as populações afetadas pelos incêndios deste verão, enviando condolências às famílias dos combatentes do fogo e uma palavra de conforto e força para com todas as pessoas afetadas de forma material e psicológica neste período tão difícil. Durante o último mês recebemos vívidos relatos de vários dos nossos membros que, na primeira pessoa, relataram o duro combate para salvaguardar pessoas e bens. Agradecemos o esforço de todos os que, muitas vezes com risco de vida, defendem o território e a paisagem, e esperamos que este flagelo termine o mais rapidamente possível.
A OA e a Associação APAP informam que pretendem, nos próximos dias, disponibilizar ao Governo, à Associação de Municípios e às Comunidades Intermunicipais, um conjunto de propostas das respetivas áreas disciplinares para a realização de um pacto que permita a implementação de políticas de planeamento territorial, acelere a execução cadastral, realize os levantamentos de prejuízos, permita avaliar custos de reconstrução, entre muitas outras ações, agregando equipas multidisciplinares conjuntas, envolvendo técnicos dos municípios e profissionais acreditados (validados por via de bolsas de voluntariado ou de natureza específica, nas associações profissionais).
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Medidas anunciadas são insuficientes mas é importante “garantir que as insuficiências se concretizam”, Paulo Raimundo, in LUSA, 23-08-2025

Almada, Setúbal, 22 ago 2025 (Lusa) – O secretário-geral do PCP disse hoje que as medidas anunciadas pelo Governo em resposta aos incêndios são insuficientes, mas que a questão principal “é garantir que as insuficiências se concretizam”.

“Ontem [quinta-feira], o Governo anunciou um conjunto de medidas para enfrentar de forma mais urgente as questões decorrentes dos incêndios, insuficientes,. Mas a questão principal não é apenas a insuficiência das medidas é garantir que mesmo as insuficientes se concretizam”, disse.

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Lavrov afirmou que “não está previsto nenhum encontro” entre Putin e Zelensky, in LUSA e Expresso, 23-08-2025

O chefe da diplomacia russa afirmou que só haverá reunião entre os dois presidentes quando existir uma agenda definida e acusou Kiev de rejeitar uma solução “justa e duradoura” para a guerra

O chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, afirmou hoje que “não está previsto nenhum encontro” entre o Presidente Vladimir Putin e o homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky.

“Não está previsto nenhum encontro (…) Putin está pronto para se encontrar com Zelensky quando a agenda desta cimeira estiver pronta e esta agenda não está de todo pronta”, garantiu Lavrov ao canal norte-americano NBC, numa entrevista emitida hoje.

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Paul Krugman in Conversation with Phillips O’Brien, 20-09-2025

Paul Krugman: Hi everyone. Paul Krugman again. I’m speaking for a second time with Phillips O’Brien, a military historian. He’s had a lot of influence on how I think about history even before Ukraine. His book, How the War Was Won, completely changed how I thought about World War II. He’s often contrarian but almost always right in his comments since this whole Ukraine thing started. And I thought that after this past week with Alaska and then the gang of Europeans coming to DC, it would be a good time to check in again. So hi, Phillips.

Phillips O’Brien: Hi Paul.

Krugman: I want to get to your new book towards the end and I want to talk about the diplomacy or whatever it was that we just saw in Washington shortly, but first I’d like to talk a little bit about the war in Ukraine.

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Gouveia e Melo critica orgânica da proteção civil e falta de gestão florestal, in LUSA e CNN, 23-08-2025

O candidato presidencial Gouveia e Melo criticou hoje a organização da proteção civil, invocando a sua experiência de “comando e controlo”, e defendeu a necessidade de pensar a floresta a médio e longo prazo.

“De comando e controle, sendo militar, julgo que tenho alguma coisa para dizer. As linhas de comando e controle têm de ser fluidas, simples e diretas. Quando são demasiado complexas, não fluidas, metem muitas agências, muitas entidades, no terreno depois, em stress, não funcionam e, quando não funcionam, acontece o que estamos a ver hoje todos nós portugueses”, apontou o almirante na reserva Gouveia e Melo.

Em declarações aos jornalistas durante uma visita à Feira de São Mateus, em Viseu, o candidato a Presidente da República defendeu a criação de um plano para as florestas a médio e longo prazo e não de um ano para o outro ou mudar em ciclos curtos.

“Não podem ser só ações de curto prazo. Não podem ser ações para escapar a uma pressão mediática a que estou, eu o Governo, a governação, mas ações verdadeiramente de médio e longo prazo que vão ajudar a resolver o problema”, defendeu.

Gouveia e Melo indica habitação, saúde e imigração como “problemas graves”, in LUSA, 22-08-2025

O candidato presidencial Gouveia e Melo indicou esta sexta-feira a habitação, saúde e imigração como os “problemas graves” da sociedade portuguesa que geram ódios e com isso afeta-se a democracia a longo prazo.

“Nós temos problemas graves na sociedade portuguesa. Além dos fogos que foi evidente, temos problemas gravíssimos de habitação que está a deslaçar a nossa própria sociedade, a criar problemas tremendos dentro da nossa sociedade”, indicou.

Aos jornalistas, disse ainda que Portugal tem também “um problema de saúde” e que os portugueses têm essa perceção.

“E há um problema também, indiretamente, com o problema da saúde, o fenómeno da migração”, acrescentou.

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Pigmalião e Galatea, Jean-Léon Gérôme in 1890

Retirado do Facebook | Mural de “Luci Guimarães”

A história lendária de Pigmalião e sua obra-prima Galatéia foi contada pelo poeta romano Ovídio e tem origem na ilha de Chipre, onde Pigmalião era o rei e também um habilidoso escultor. Ele passava horas de seu dia dedicado à sua arte, e não era casado, já que a má fama das mulheres da região tinham lhe dado um certo desencanto pelo sexo feminino.

Determinado a não unir-se a nenhuma mulher, esculpiu para si uma estátua de uma donzela belíssima, dotada de diversos atributos que o encantaram quando terminou a obra, determinando assim que ela era sua melhor obra, a mais bela e mais perfeita, a ponto de apaixonar-se por ela. À estátua, deu o nome de Galatéia.

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O Herói, de Flávio R. Kothe. A saga dos heróis clássicos e baixos, por Adelto Gonçalves

Obra do professor Flávio R. Kothe ressurge em nova e ampliada versão, com alterações e adendos

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            Até o século XIX, a arte sempre serviu para mostrar como a classe dominante exercia o seu domínio sobre escravos, servos e trabalhadores, incluindo aqui os povos originários que viviam nas terras que seriam colonizadas por invasores europeus. E o herói viveu seu papel em diferentes momentos históricos, mostrando a contradição das forças sociais. É o que expõe o professor Flávio R. Kothe em O Herói (São Paulo, Editora Cajuína, 2022), obra escrita há mais de 40 anos, mas que recebeu nova versão, ampliada, com alterações e adendos, na qual mostra que os heróis clássicos são todos da classe alta, tanto o herói épico como o trágico.

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A PAZ SEM VENCEDORES E SEM VENCIDOS, Sophia de Mello Breyner Andresen In “Dual”

Retirado do Facebook | Mural de Emília Roque

Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos

A paz sem vencedor e sem vencidos

Que o tempo que nos deste seja um novo

Recomeço de esperança e de justiça

Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos

A paz sem vencedor e sem vencidos

Erguei o nosso ser à transparência

Para podermos ler melhor a vida

Para entendermos vosso mandamento

Para que venha a nós o vosso reino

Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos

A paz sem vencedor e sem vencidos

Fazei Senhor que a paz seja de todos

Dai-nos a paz que nasce da verdade

Dai-nos a paz que nasce da justiça

Dai-nos a paz chamada liberdade

Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos

A paz sem vencedor e sem vencidos

Catástrofe Ecológica | Este é um alerta vermelho. E é urgente agir | PAN – Pessoas–Animais–Natureza

Nos últimos meses, Portugal tem enfrentado uma verdadeira tragédia ambiental. Os incêndios já consumiram mais de 215 mil hectares de floresta, colocando o país no topo da lista dos mais afetados na União Europeia — com 2,35% do território nacional ardido.

Este é um alerta vermelho. E é urgente agir.

PAN – Pessoas–Animais–Natureza apresentou na Assembleia da República duas iniciativas fundamentais para responder à catástrofe ecológica que estamos a viver e proteger a fauna selvagem deixada desamparada.


🔥 O que propomos:

📖 Lê o artigo completo aqui:
👉 pan.com.pt/incendios-em-portugal-pan-propoe-medidas-urgentes-para-recuperar-as-areas-ardidas-e-proteger-a-fauna-selvagem


🌍 A destruição da floresta é também a destruição da vida que nela habita.

Esta é a hora de reconstruir com responsabilidade, proteger quem não tem voz e garantir que o país não volta a falhar na resposta às emergências ambientais.

O PAN está na linha da frente. Contamos contigo.

A tua causa. O teu partido.

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PS exige declaração de calamidade para apoiar vítimas dos incêndios, in LUSA e SIC

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exigiu que o Governo de Luís Montenegro declare a situação de calamidade para melhor apoiar as populações afetadas pelos incêndios florestais em Portugal. Criticou a falta de liderança política no combate às chamas e anunciou que o PS irá propor a criação de uma comissão técnica independente para avaliar a gestão da crise.

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, exigiu que o Governo de Luís Montenegro declare situação de calamidade para melhor apoiar as populações e regiões do país mais fustigadas pelos incêndios florestais nas últimas semanas em Portugal.

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“Vós sois muitos, eles poucos”, Poema de Shelley, by Raquel Varela

Sou filha de dois engenheiros florestais. Percorri o país com os meus pais e o meu irmão, dormindo nas antigas casas dos serviços florestais, num tempo em que se comia numa tasca, barato, onde se sentavam engenheiros e guardas florestais, lado a lado. Não era prova de bondade cristã. Éramos um país menos desigual entre o campo e a cidade. Também mais respeitoso do trabalho manual – sobretudo depois da revolução.

Também havia mais autonomia no trabalho – fui levada pelos meus pais para o trabalho, e era cuidada, pelas empregadas de limpeza (eram fixas, não acordavam às 4 da manhã para limpar sem as vermos), pelos guardas florestais nos trabalhos de campo e, claro, pelos colegas dos meus pais. Tolerantes, com duas crianças que eram crianças a ser crianças, eu e o meu irmão, fazedores de muitas asneiras, graças a Deus, costuma dizer-se.

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🟢 Incêndios em Portugal: é urgente agir, PAN | Pessoas-Animais-Natureza

A cada verão, as chamas voltam a devastar o país. Vidas humanas, biodiversidade, casas, florestas e memória coletiva são perdidas — e o Governo continua sem uma resposta eficaz à altura da crise que enfrentamos.

O PAN voltou a agir, apresentando na Assembleia da República um conjunto de propostas concretas e urgentes para enfrentar este problema estrutural.

🔥 O que exigimos:

🔸 Avaliação independente da resposta aos incêndios e monitorização permanente das ocorrências.
🔸 Reforço de recursos, apoio e valorização aos Bombeiros, que continuam a ser a primeira linha de combate.
🔸 Prevenção e reconversão florestal, com foco em espécies autóctones e gestão sustentável do território.
🔸 Combate firme ao incendiarismo, tratado como uma ameaça à segurança pública e saúde pública.
🔸 Uma estratégia integrada, transversal e científica, que coloque a proteção do país e da vida no centro das prioridades políticas.

📖 Lê o artigo completo aqui:
👉 pan.com.pt/incendios-em-portugal-pan-apresenta-solucoes-urgentes-para-combater-os-fogos-e-proteger-o-pais


🌍 Os incêndios não são inevitáveis — são o resultado de más decisões políticas.

É tempo de agir com coragem e visão.
O PAN continuará a lutar por um país mais protegido, resiliente e preparado, onde a floresta é cuidada, as populações são defendidas e os bombeiros são respeitados.

A tua causa. O teu partido.

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Deixem as mães em paz: a perseguição às mães que amamentam e o descuido no apoio à parentalidade. Por Clara Não, Ilustradora, ativista, autora

Se a Ministra do Trabalho quer falar de implicações económicas em relação à amamentação, pois bem, falemos a língua dela: a amamentação fortalece o sistema imunitário do bebé, ao ponto de diminuir o risco de obesidade e diabetes. Ora, sabemos como o tratamento destas últimas doenças têm um alto impacto na economia do país, bem mais do que tirar duas horas de trabalho ao patronato

Nas últimas semanas, chegaram-nos declarações questionáveis por parte da Ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e da Diretora-adjunta no Centro Nacional de Pensões, ex-assessora da referida Ministra, Elsa Gomes, numa campanha de perseguição às mães que amamentam após os dois anos de idade, como se o grande problema das fraudes no mundo do trabalho fosse essa. Vimos o debate focado numa questão específica, que só potencia o maior incumprimento por parte do patronato quanto ao direito a amamentar, em vez de se haver uma preocupação em apoiar a parentalidade e o futuro saudável das pessoas que agora são crianças em crescimento.

Vejamos as declarações da Ministra:

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Catarina Martins considera que “novo impulso refundador da democracia” é “tarefa fundamental”, 15 de agosto 2025, in Esquerda.net 

Na sequência da decisão de Sampaio da Nóvoa de não ser candidato à Presidência da República, a eurodeputada bloquista insiste que é preciso “uma esquerda dialogante e capaz de propor um novo caminho para Portugal”.

Num comentário à decisão de Sampaio da Nóvoa de não se candidatar à Presidência da República, Catarina Martins destacou nas suas redes sociais que esta poderia ter sido “uma candidatura importante”, mas acrescenta que respeita os seus argumentos.

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Paul Krugman in Conversation with Jeff Asher, Aug 16, 2025

Urban crime is a longstanding obsession for Donald Trump. Inaugural addresses are normally devoted to uplift and hope; his first inaugural was about “American carnage,” the wave of violent crime he claimed was destroying our cities. Last week he seized control of the DC police and sent in the National Guard to deal with what he claimed was out-of-control crime.

But what do the data say? I’ve come to rely heavily on Jeff Asher, whose Substack is an invaluable source of analysis and whose Real Time Crime Index lets us track recent developments in many cities. Jeff wrote presciently about DC just before Trump moved in.

So this week I talked with Jeff about crime trends and his views on the recent apparent plunge. Transcript follows:

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A Literatura Universal em 100 Perguntas, de Felipe Díaz Pardo

A mais bela das expedições, dirão leitores, estudantes, educadores e entusiastas da leitura.

A Literatura Universal em 100 Perguntas, de Felipe Díaz Pardo, é um presente para desembrulhar com paixão. Nas suas páginas desfilam, com graça e rigor, géneros, obras e autores fundamentais; formas, estilos e personagens que atravessaram os séculos; épocas, movimentos e gerações literárias que hoje vivem entre as estrelas e a imortalidade.

Às 100 perguntas, estruturadas tematicamente, Díaz Pardo responde com paciência e agilidade, no que é uma excelente introdução à descoberta do tesouro cultural da literatura universal.

O que tem o vinho a ver com o nascimento do teatro?
Quais são as grandes obras da literatura para jovens?
Que novas formas literárias estão a ser inventadas na literatura moderna?
Porque é que os temas das peças de Shakespeare continuam a ser actuais?
Quando é que surgiu o romance de folhetim na Europa?
Onde nasceu o modernismo?
As personagens da literatura universal são úteis para a psicologia?
Quando é que se tornou mágico o Realismo?
Quais são os bestsellers da literatura universal?

Reforma do governo municipal, por Vital Moreira, 22-07-2025

 1. Aplauso para esta proposta da Associação das Assembleias Municipais, que vem defender a reforma do sistema de governo municipal, no sentido de o equiparar ao sistema de governo das freguesias. As principais alterações seriam as seguintes

– deixaria de haver eleição direta da câmara municipal (CM);

– a CM seria automaticamente presidida pelo primeiro nome da lista vencedora das eleições para assembleia municipal (AM);

– a equipa de vereadores seria eleita pela AM, sob proposta do presidente da CM.

Com esta proposta, as assembleias municipais subscritoras retomam a ideia de aproveitar a faculdade aberta pela revisão constitucional de 1997, que veio permitir duas alterações de fundo no sistema de governo municipal: (i) o afastamento da eleição direta da CM e (ii) a distinção, dentro das AM, entre os poderes dos deputados municipais diretamente eleitos e os presidentes de junta de freguesia que também as integram.

O que é estranho é que tenham passado quase trinta anos sem que essa possibilidade de reforma de um sistema de governo municipal incongruente e disfuncional tenha sido concretizada.

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TAP. Futuro é “assunto muito sério” e deve ser discutido no parlamento, defendem Livre, PCP e BE, in LUSA e RTP, 15-08-2025

O Livre defendeu hoje que o futuro da TAP é um “assunto muito sério” que deve ser discutido no parlamento, depois de ter requerido a apreciação parlamentar do decreto-lei do Governo que procede à privatização.

“Os decretos-lei normalmente não passam pela Assembleia da República mas entendemos que este deve passar. A privatização da TAP ou a não privatização da TAP é um assunto muito sério para que não seja discutido em Assembleia da República”, sublinhou a líder parlamentar do partido Livre, Isabel Mendes Lopes, em declarações enviadas à agência Lusa.

Livre, PCP e BE requereram hoje a apreciação parlamentar do decreto-lei do Governo que procede à privatização da TAP, considerando que o processo é “intrinsecamente desastroso” e deve merecer “clara rejeição”.

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Pode um cientista ser também um crente? Entrevista a Carlos Fiolhais por Diana Gomes e Helena Damião, in De Rerum Natura, 13 -08-2025

O físico Carlos Fiolhais diz que sim. Nesta entrevista exploramos as fronteiras entre ciência e religião, a figura histórica de Jesus Cristo e o lugar da fé no século XXI. 

DG-  É possível ser simultaneamente um cientista e um crente? 

CF – Sim, são inúmeros os exemplos de cientistas crentes. Há até cientistas que são padres ou pastores. Por exemplo, o padre belga George Lemaître foi não apenas um físico amigo de Einstein, mas também o autor da teoria do Big Bang. Lemaître era um sacerdote católico, mas, na Igreja Anglicana, John Polkinghorne, também já falecido, era não só físico teórico, como pastor e teólogo. Em Portugal, o professor de Física do Técnico João Resina era um padre com uma paróquia a seu cargo. E o padre jesuíta Luís Archer foi o introdutor da moderna genética entre nós. Na história da ciência há uma longa lista de jesuítas ativos na ciência: em Portugal foram jesuítas que introduziram o microscópio, inventado por Galileu em 1609, e que o transferiram para o Oriente, em particular para a China, onde dirigiram um observatório astronómico.

Ainda hoje o Vaticano tem um Observatório Astronómico, com um bom telescópio, no Arizona, EUA, dirigido por um jesuíta. O Papa Francisco, que é jesuíta, tem formação na área da Química, tendo trabalhado num laboratório de análises. É o autor de uma encíclica (Laudatio Se) bem informada pela ciência. De facto, a ciência baseia-se em factos, mas também aí podemos falar de crenças, crenças justificadas com base no método científico, ao passo que a fé assenta em crenças que não são abonadas pelo esse método.

O Padre Lemaître escreveu: “Os meios de investigação de um cientista crente são os mesmos que os do seu colega não-crente. Num certo sentido, o investigador abstrai-se da sua fé na sua investigação. Ele faz isso não porque a sua fé lhe poderia causar dificuldades, mas sim porque ela não tem diretamente nada a ver com a sua atividade científica. Afinal, um cristão não age de forma diferente do que qualquer não-crente, quando se trata de caminhar ou de correr”. 

DG-  Como vê a relação entre fé e ciência no século XXI? Ainda há um conflito irreconciliável? 

CF – Fé e ciência podem coexistir. Sendo diferentes dimensões do ser humano, no meu entender, podem e devem coexistir pacificamente. Podem até colaborar, desde que cada uma não se queira substituir à outra, dominando-a ou excluindo-a.

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Presidenciais 2026 | António Filipe pede sobressalto perante situação “muito grave” na saúde, in Expresso

Candidato presidencial comunista acusa Governo e direita de quererem sobrepor-se ao Tribunal Constitucional: “É gravíssimo”.

O candidato presidencial António Filipe apelou, esta terça-feira, a um sobressalto perante a situação “muito grave” na saúde, pedindo que todos os órgãos de soberania assumam responsabilidades, e considerou estar a haver “falhas graves” no combate aos incêndios florestais.

Em declarações aos jornalistas após um encontro com jovens no Largo da Severa, em Lisboa, António Filipe considerou que a situação que se está a viver no Serviço Nacional de Saúde (SNS) “é muito grave”, após ter sido questionado sobre o caso de uma jovem grávida que teve o parto numa rua do Carregado, concelho de Alenquer.

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🌌✨ Quantum Entanglement: The Invisible Thread Connecting the Cosmos 🧬🌠

Imagine duas partículas — não apenas do outro lado de uma sala ou de um planeta, mas separadas por galáxias inteiras — e, ainda assim, comportarem-se como se fossem uma só. Bem-vindo ao bizarro e fascinante mundo do emaranhamento quântico, um fenómeno que desafia a lógica, desafia as teorias de Einstein e reescreve a nossa compreensão da própria realidade.

Imagine two particles — not just across a room or a planet, but separated by entire galaxies — yet they behave as if they’re still one and the same. Welcome to the bizarre and fascinating world of quantum entanglement, a phenomenon that defies logic, challenges Einstein’s theories, and rewrites our understanding of reality itself. 🌠🧠

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A GRANDE CAPITULAÇÃO: Washington Rasteja até Moscou, Texto de Gerry Nolan (via telegram de Sofia Smirnov)

O império piscou. Após anos de guerra por procuração de terra arrasada, bilhões de dólares canalizados para a fornalha de um Estado ucraniano em colapso e sermões intermináveis do altar do excepcionalismo da OTAN, Washington finalmente, e silenciosamente, estendeu uma oferta aceitável a Moscou. Essa palavra, “aceitável”, dita calmamente pelo assessor do Kremlin Yury Ushakov, não é uma mera nota diplomática. É o toque do sino: uma admissão de que o Ocidente, após anos de blefes, bravatas e derramamento de sangue, agora é a parte que busca termos. Parecendo pronto para capitular aos termos da Rússia. Este dia é inevitável, venha ele agora ou se Washington optar por mais humilhação.

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En el día de la “Conversión de San Mateo”, el Papa Francisco evoca el cuadro de Caravaggio

Ciudad del Vaticano, 21 Sept. 2017).- El Papa Francisco en la misa celebrada este jueves en la capilla de la Casa Santa Marta, día de la fiesta de la conversión de San Mateo, recordó el episodio del Evangelio retratado en una pantalla famosa por el pintor italiano Caravaggio.

PS propõe medidas urgentes para travar crise da habitação e desafia Governo a agir, in Expresso 11-08-2025

José Luís Carneiro diz que o PS tem de ser uma “oposição propositiva, que apresenta soluções responsáveis”

José Luís Carneiro enviou a Luís Montenegro oito propostas para travar a crise da habitação, incluindo um cluster industrial da construção e mais oferta de arrendamento acessível.

O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, enviou esta segunda-feira uma carta a Luís Montenegro com oito propostas para enfrentar a crise da habitação, segundo avançou o Público. A nova ofensiva socialista surge depois das iniciativas já apresentadas na área da Defesa e da Saúde, e visa acelerar a resposta à falta de casas a preços acessíveis.

As medidas centram-se em parcerias entre o Estado, autarquias, Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), cooperativas e agentes económicos, com o objetivo de responder a “necessidades de alojamento urgente e habitação a custos acessíveis”.

Entre as propostas está a criação de um cluster industrial da construção, apostando na inovação e em métodos como a construção modular e industrializada. Segundo Carneiro, esta abordagem permitiria disponibilizar casas mais depressa e com menor impacto ambiental.

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«OS LUSÍADAS» A RÉGUA E ESQUADRO, por Manuel S. Fonseca

Esta foi a crónica que, da ocidental praia lusitana, publiquei 5.ª feira na minha coluna «A Vida Como Ela Não É». Na próxima 5.ª prometo uma orgia.

Convido Luís Montenegro a usar Camões como modelo de organização e planeamento para o governo de Portugal.

Se eu estou maluco? Bom, se têm a ideia de que a criação artística é o resultado de lírica inspiração, o maluco não sou eu. Ora olhem para Camões e para a sua maravilhosa epopeia: Os Lusíadas. O poema começa com a invocação às Musas. Mas o que são as Musas: serão umas vinte Angelina Jolies ou Scarlett Johanssons a soprar doçuras ao ouvido de Camões? Se assim fosse, fazer arte era a coisa mais fácil do mundo. Não te deixes enganar Montenegro!

Os Lusíadas tratam da nossa primeira viagem marítima à Índia. Há tempestades, deuses e deusas, luxúria e traição, batalhas heróicas. Agora, vejam bem o trabalhinho de formiga que sustenta esse poético fogo de artifício. O poema tem dez Cantos: e sim, já sei, o Canto nono, o penúltimo, repleto de erótica euforia e mil ninfas, é o que todos queremos ler primeiro.

Esqueçam as ninfas nuas e vamos à intrincada estrutura: cada Canto tem um número diferente de estrofes: são 1102 no total. As estrofes são escritas em oitavas (oito versos) com rimas decassílabas. A rima é cruzada nos seis primeiros versos de cada estrofe (AB AB AB), e emparelhada nos dois últimos (CC). Cada verso contém dez sílabas métricas, e a ênfase rítmica – a acentuação – está quase sempre na sexta e na décima sílaba, no que se chama decassílabo heróico.

Os Lusíadas contêm um total de 8.816 versos estruturados nesta forma rigorosa e rígida. Queridas Ninfas, doces Musas, peço perdão, mas sei que, como Ninfas e Musas, não estão nem aí para esse trabalho chato e inclemente. O pobre Luís fez tudo sozinho: organizou 8.816 versos desse modo inflexível.

Se isso não é organização, chamamos-lhe o quê? Camões pensou e planeou uma obra-prima ao cagagésimo de pormenor. Cada acção imprevisível de Os Lusíadas, cada mudança de humor de Vénus, a deusa que protegia aqueles portugueses lunáticos, foi pensada a régua e esquadro pelo Luís de um só olho. Terão os dois olhos do novo Luís essa arte e engenho?

Amazônia: um mural pré-histórico com quase 13 mil anos

Sabia dessa? 🐘🌿 Arqueólogos fizeram uma descoberta inacreditável no coração da Amazônia: um mural pré-histórico com quase 13 mil anos, cobrindo mais de 12 quilômetros de rochas com desenhos da Era do Gelo! 🖐️🎨

As paredes estão repletas de pinturas de criaturas extintas, como mastodontes, preguiças gigantes e até cavalos selvagens, retratadas com detalhes impressionantes por povos que conviveram diretamente com esses animais colossais. 🦣🦥🐎

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Inclusive Capitalism in the New Reality, by Lynn Forester de Rothschild, August 11, 2025

The recent Council for Inclusive Capitalism meeting, co-hosted by Christine Lagarde and Mathias Cormann, made clear we are living in a “New Reality” shaped by new technologies, trade relations and regulatory shifts. I am so grateful to this gathering of investors, policymakers and private sector leaders for confronting the pressing question of our time: amid all this uncertainty, how can we navigate change in a way that’s positive for the world?

Global populations are sending a clear signal that they desire a system that fosters lasting economic growth and fairness. Now more than ever, we need values-based leadership, streamlined regulation, and structural reforms that expand opportunity. The meeting provided valuable direction to shape our work in areas like expanding the ownership economy and harnessing AI for societal benefit.

Encouragingly, there is growing evidence that inclusive practices and long-term thinking deliver results. Research from JUST Capital shows that companies prioritizing workers, customers, and communities have outperformed their benchmarks by more than 10%. Doing right by stakeholders isn’t just principled—it’s profitable.  We are also seeing greater momentum behind efforts to scale strategies that enable everyone—especially low-income workers—to build wealth through worker ownership. These models can thrive in all economies—including emerging markets, as the Predistribution Initiative’s new playbook for Sub-Saharan Africa shows.

I invite you to reflect on how the insights and examples that follow might inform your own leadership—and how, together, we can help ensure this new era of capitalism is defined by dignity, fairness, and long-term value. As Madame Lagarde first said at the Conference on Inclusive Capitalism, “By making capitalism more inclusive, we make capitalism more effective … and more sustainable.”

Onward,
Signature of Lynn Forester de Rothschild

Lynn Forester de Rothschild
Founder and CEO
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Inclusive Capitalism in the News

Our members are driving meaningful change across industries, geographies, and systems. Here’s a snapshot of their leadership:

1. Video: Brian Moynihan on Leading Bank of America With Calm, Purpose, and AI
2. Keva adopts ethical principles guiding own use of artificial intelligence
3. Ford and Rockefeller Foundations Back $85M Fund for Proven Clean Energy Technologies
4. Ford Foundation Commits $5.7M to Africa’s Just Energy Transition 
5. CalPERS CEO: ‘Now’s not the time to be quiet’ on DEI (Paywall) 
6. Rockefeller Foundation Announces Latest Steps to Accelerate Community-Focused Energy Transition Projects
7. Listen: Darren Walker on Inequality, Impact, and the Power of Vision
8. In a pioneering and voluntary initiative, Vale releases report on sustainability-related financial information
9. Temasek: Scaling decarbonisation in Asia: from commitment to action

Coligação PS, Livre, BE e PAN oficializou hoje candidatura a Lisboa, in LUSA, 11-08-2025

Lisboa, 11 ago 2025 (Lusa) – A coligação Viver Lisboa, que junta PS, Livre, Bloco e PAN, entregou hoje a candidatura à Câmara de Lisboa para as próximas autárquicas, com foco na “emergência da habitação”, no “caos da mobilidade” e “desleixo dos espaços” públicos.

A candidatura foi entregue no Tribunal Cível de Lisboa depois das 11:30, com a cabeça de lista, Alexandra Leitão, rodeada pelos restantes candidatos e pelo mandatário, o histórico socialista António Vitorino.

Segundo Alexandra Leitão, a candidatura “é uma coligação ampla” para melhorar a cidade, “com soluções práticas rápidas”, nomeadamente para fazer face “à emergência da habitação”, ao “caos da mobilidade, à degradação e ao desleixo de vários espaços comuns, de vários espaços coletivos, jardins, parques, à sujidade, ao descalçamento dos passeios e sobretudo dos buracos nas ruas”, além da falta de iluminação.

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LETRAS | A imagem mítica de Antígona revivida, de Flávia Resende, por Adelto Gonçalves

Obra da atriz e doutora em Letras Flávia Resende discute a influência da peça de Sófocles em contextos pós-conflitos

                                                                     I
            Decifrar a imagem mítica de quatro Antígonas – duas europeias, duas latino-americanas, todas escritas num contexto de estado de exceção e, obviamente, totalitário – é o que busca a professora e atriz Flávia Almeida Vieira Resende em AntígonasApropriações políticas do imaginário mítico (Belo Horizonte, Editora da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, 2023), originalmente apresentado como tese de doutoramento na Faculdade de Letras da UFMG, em 2017.


A partir do texto fundador do dramaturgo grego Sófocles (497/496a.C-406/405a.C.), um dos mais importantes escritores de tragédia ao lado de Ésquilo (525/524a.C-456/455a.C) e Eurípedes (ca.480 a.C-406a.C.), a autora procura analisar as formas de organização do imaginário mítico de Antígona (em grego Ἀντιγόνη), figura da mitologia grega, irmã de Ismênia, Polinice e Etéocles, todos filhos do casamento incestuoso de Édipo e Jocasta.

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Miséria no século XXI?, by Jeffrey Sachs, 24 April 2008

A época atual é a primeira da história na qual é possível acabar com a pobreza extrema. Com o progresso material sem precedentes do mundo rico, alavancado pela ciência, pela tecnologia e pelos mercados globais, há a possibilidade de evitar a morte de milhões de pessoas que estão presas à armadilha da pobreza. Tais questões são o assunto do livro O fim da pobreza (São Paulo, Companhia das Letras, 2005), do economista americano Jeffrey Sachs, autor de importantes estudos sobre desenvolvimento econômico.

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Grande Angular – A vitória do trivial, por António Barreto, in Público, 9-8-2025

O quadro é simples. O governo tenta governar como se tivesse a maioria parlamentar e uma legislatura de quatro anos à sua frente. Como há leis e orçamentos, além de decretos que podem ser chamados ao parlamento, o governo também tem ideia assente: aprova leis ora com o Chega, ora com o PS. E se mais houvesse e mais fossem necessários, faria o mesmo. O importante é fazer “como se”. Como se tivesse maioria. Como se os partidos da oposição precisassem mais do governo do que este deles. Como se o apoio do Presidente estivesse garantido. O governo olha em frente. Não discute nem negoceia. Faz. Quem quiser ir com ele, vai. Quem não quiser, paciência.

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Talking With Hélène Rey, The international role of the dollar and more, by Paul Krugman, 8/8/25

Paul Krugman in Conversation with Hélène Rey

My old teacher Charlie Kindleberger used to tell his students that anyone who spends too much time thinking about international money goes mad. It’s a subtle topic, one in which it’s all too easy to mistake mysticism for wisdom.

Fortunately that hasn’t happened (yet?) to Hélène Rey of the London Business School, one of my go-to economists on the international role of the dollar, exorbitant privilege, financial cycles and more. We talked Thursday about these subjects, with some inevitable discussion of current events. Transcript follows.

Paul Krugman: Hi everyone, Paul Krugman again. I am speaking this week with Hélène Rey who is one of the world’s leading experts on international macro and money, and especially on international roles of currencies. So we want to talk a lot about that. But first, hi, Hélène.

Hélène Rey: Hi Paul, delighted to be on again and to talk to you.

Krugman: Yeah. So there’s been a bit of news this past week. As you know, the Trump tariffs have come into full force supposedly. Before we get into sort of the more analytical economic stuff, sitting on your side of the Atlantic, what do things look like to you?

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