II – CARTAZES | Jovem Conservador de Direita

Estou profundamente desiludido com esta cedência da JSD ao bullying betofóbico que denunciei na minha última publicação. Isto é e renúncia a um dos elementos fundamentais da identidade da JSD: o caqui. Substituir calças caqui por calças de ganga é um golpe na dignidade indumentária da direita. As calças de ganga são populares entre a esquerda porque não se nota quando não são lavadas. Uma pessoa que veste caqui está a exibir a sua higiene e limpeza moral. Usar calças beige é uma metáfora para a nossa forma de estar na política. Não são completamente brancas, porque não somos fundamentalistas nem queremos parecer que andamos em boys band. São beige, porque deixam algum espaço cromático para cinzentos morais, inevitáveis neste Mundo complexo, mas ainda assim com pureza moral quanto baste para salvar a sociedade da perversão da esquerda.

Esta atitude lamentável da JSD demonstra que, basta a esquerda querer, que conseguirá fazer qualquer dirigente da JSD usar rastas e crocs via bullying. Estou a imaginar no futuro um destes jovens a trocar o fato e gravata por roupa de palhaço só para a Dra. Catarina Martins não se rir deles. São estas jovens que queremos a impor austeridade no futuro? Não esperava isto da JSD, uma instituição que já teve líderes tão carismáticos como alguns dos quais agora não me lembro.

O outdoor continua excelente. A troca de calças é que é uma das maiores desilusões da minha vida. Não se negoceia com terroristas betofóbicos que oprimem pessoas só porque transmitem uma imagem de sucesso.

Estejam atentos que, ainda hoje, sairão novidades sobre o tão esperado número 2 da Le Docteur sobre educação, onde, entre outras coisas, falo sobre os perigos da betofobia.

Jovem Conservador de Direita

Retirado do Facebook | Mural do Jovem Conservador de Direita

I – CARTAZES | Jovem Conservador de Direita

Excelente iniciativa destes jovens da JSD. Finalmente uma fotografia de jovens da JSD em que os seus dirigentes parecem mesmo jovens, porque estão de máscara e não se vêem as rugas. Estes guerreiros vestiram as suas armaduras de combatentes contra o comunismo, calças beige e camisa para os generais e pólo para os estagiários, e içaram um cartaz em frente à festa do Avante.

Tenho visto muitos ataques betofóbicos a propósito desta imagem e é muito triste que haja pessoas a serem discriminadas por terem aspecto de quem tem sucesso. A betofobia poderá ter efeitos gravíssimos: se continuarem a hostilizar assim pessoas que se vestem bem, poderá chegar um dia em que não conseguiremos distinguir um homem de sucesso de um sem-abrigo. E poderá levar a situações absurdas que nos levem a fazer networking com alguém que não vale a pena, porque toda a gente se veste de forma proteger-se de ataques betofóbicos. Por acaso, o tema da betofobia será abordado com mais profundidade no número 2 da Le Docteur que será anunciado este fim de semana.

Muitas pessoas acusam-nos de sermos incoerentes por termos defendido o fim do confinamento pelo bem da economia e agora sermos contra um evento. Isso é ridículo. Temos de saber analisar as diferenças. Uma pessoa que apanhe covid na feira do livro, em Fátima ou no grande prémio de F1 é um dano colateral infeliz da necessidade imperiosa de abrir a economia. Uma pessoa que apanhe no Avante é mais uma entre milhões de vítimas do comunismo. Apanhar covid pela economia é um acto heróico, mas, como liberais, temos o dever de evitar ao máximo as vítimas do comunismo.

É claro que, apesar de tudo, o comunismo continua a ser a pior doença que se pode apanhar na Festa do Avante. E a festa do Avante até pode ter pontos positivos, já que, se correr mal, pode ser uma excelente oportunidade para derrotar o comunismo de vez. Em vez de pendurarem cartazes, os jovens da JSD podiam apanhar covid e iam para a festa do Avante começar um surto. Temos de combater o comunismo a todo o custo, nem que tenhamos de usar jovens da JSD como armas biológicas.

Jovem Conservador de Direita

Retirado do Facebook | Mural do Jovem Conservador de Direita