Ontem, o Dr. Cotrim Figueiredo disse num programa de humor que a IL ia ser o viagra do PSD | Jovem Conservador de Direita

Eu não gosto muito de recursos estilísticos, mas pelo que percebi desta analogia, o Dr. Rui Rio é um pénis flácido e o Dr. Cotrim é um comprimido que vai enrijecer esse mesmo pénis. Ele vai inscrever o Dr. Rui Rio no crossfit, é isso?

O Dr. Cotrim está sempre a dizer que quer pôr Portugal a crescer e que a IL é um estimulante reformista. Depois apresenta-se como um viagra. Toda a campanha da IL neste momento parece uma letra do Dr. Quim Barreiros chamada “Pô-lo a crescer” centrada no pénis do Dr. Rui Rio. Normalmente, nas canções do Dr. Quim Barreiros ele é o sujeito activo , é ele que quer cheirar bacalhaus, é ele que mama peitos de cabra, é ele que quer pôr e tirar o carro em garagens, mas no caso da IL a música é sobre um senhor malandreco que quer ajudar um amigo com disfunção eréctil, minando a 7Up dele com viagra ou estimulando-o com choques eléctricos. Ele só quer que o pénis privatizador funcione.

Mas o Dr. Cotrim não se limitou a comparar-se a viagra. Podia ter dito simplesmente que queria ser o viagra do PSD, mas ele sabe que as pessoas são estúpidas e deu-se mesmo ao trabalho de retirar um comprimido da embalagem da sua reserva pessoal para dar força à analogia (espero que não o tenha desperdiçado).

Mesmo assim, as pessoas podiam não ter percebido. Podia ter ido mais longe e levado um bonequinho do Dr. Rui Rio com um pénis insuflável. Ele soprava-lhe na cabeça e o pénis ficava insuflado. Depois, colocava-o a fazer amor com o Dr. Zé Povinho, para o inseminar de liberalismo.

É claro que no final tinha de colocar o Dr. Zé Povinho a dar à luz os trigémeos crescimento económico, liberdade de escolha e privatizações. Talvez assim as pessoas percebessem. É claro que, se esta história continuasse, os comprimidos iam deixar de fazer tanto efeito e o Dr. Zé Povinho ia eventualmente trocar o Dr. Rui Rio por um garanhão socialista, com pénis em forma de martelo, deixando os trigémeos “liberdade de escolha”, “privatizações” e “crescimento económico” subnutridos por culpa dos meios irmãos “despesa pública”, “marxismo cultural” e “impostos.”

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