Eduardo Lourenço faleceu | por Francisco Louçã

Eduardo Lourenço (1923-2020)

Será lembrado como o ensaísta mais marcante das últimas décadas, e era-o. Será venerado como um exigente europeísta, que não cedia ao maniqueísmo financeiro, e era-o certamente. Será homenageado como um pensador da esquerda e um criador de pontes, como era. E deve ser recordado como um ser humano excepcional, de amizade inquebrantável e fiel às interrogações que nos levam para a frente. Adeus, Eduardo.

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