PS lidera sondagem com margem de 10 pontos, por José R. Pires Manso in Facebook

PS lidera sondagem com margem de 10 pontos. AD cai para terceiro e empata com Chega Quase 60% dos inquiridos dão nota negativa à prestação do Governo de Montenegro. Carneiro também aparece em primeiro no indíce de confiança para o cargo de primeiro-ministro.

Um ano depois das eleições legislativas de 2025, o Partido Socialista surge destacado na liderança das intenções de voto, segundo o mais recente barómetro da Aximage para o Diário de Notícias. A sondagem coloca o PS com 33,4% das preferências dos inquiridos, já com a distribuição dos indecisos, quase dez pontos acima da Aliança Democrática (AD), que cai para o terceiro lugar com 23,2%, em empate técnico com o Chega, que recolhe 23,5%.

Os resultados representam uma recuperação expressiva dos socialistas face às legislativas de maio de 2025. Na altura, o PS, então liderado por Pedro Nuno Santos, obteve apenas 22,8% dos votos, o que se traduziu numa perda de 20 deputados e numa queda para terceiro lugar.

Traumatizada pela guerra, Arábia Saudita quer um “Acordo de Helsínquia” com o Irão para reduzir a dependência dos EUA e de Israel, in Expresso

A região do Golfo Pérsico prevê um Irão pós-guerra enfraquecido, mas que ainda representará uma ameaça para os seus vizinhos. Nos bastidores, a Arábia Saudita está a explorar a possibilidade de criar um acordo semelhante ao processo de Helsínquia dos anos 70, o que não interessaria aos Emirados Árabes Unidos nem a Israel… e talvez nem mesmo a Teerão

o Golfo Pérsico, a guerra em curso contra o Irão deixou vestígios duradouros e extensivos aos países árabes. Em março, o líder de facto da Arábia Saudita, o príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, pediu a Donald Trump que não interrompesse o conflito armado, já que a campanha dos Estados Unidos da América (EUA) e de Israel representava uma “oportunidade histórica” para remodelar o Médio Oriente.

Este apelo expunha, então, uma preocupação de Riade (e não só) com a possibilidade de ficar com um regime islâmico fragilizado e mais beligerante nas suas fronteiras, após o fim do conflito, e com redução da grande presença militar dos EUA na região.

Estes países, que assinaram acordos com Washington e com Telavive, continuam a ser apanhados no meio do fogo cruzado. Esta segunda-feira, a Arábia Saudita anunciou ter destruído três drones que entraram no seu espaço aéreo vindos do Iraque. Trata-se de uma ação ofensiva que surgiu depois de a única central nuclear dos Emirados Árabes Unidos (Barakah) ter sido atingida por um drone, na manhã de domingo. Embora as hostilidades tenham diminuído desde o cessar-fogo de abril, têm sido lançados drones do Iraque em direção aos países do Golfo, incluindo a Arábia Saudita e o Kuwait.

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