Minde recebe o Workshop Imersivo “Praças de Minde: o mar, a mata e a manta”, por Câmara Municipal de Alcanena

Entre os dias 13 e 18 de julho, Minde acolhe o segundo workshop imersivo promovido no âmbito do Contrato de Cooperação Interadministrativo entre o Município de Alcanena e a Faculdade de Arquitetura da Universidade do Porto (FAUP).

Depois da realização do Workshop Imersivo Coliving Alcanena, esta nova iniciativa dá continuidade ao trabalho de aproximação entre a investigação académica, o conhecimento local e os processos de planeamento municipal.

Durante uma semana, estudantes, docentes e investigadores da FAUP irão desenvolver um conjunto de atividades de observação e diagnóstico, desenho, debate e participação comunitária, procurando compreender e valorizar as potencialidades dos espaços públicos em Minde, das praças enquanto espaços de encontro, convivência e identidade coletiva.

Inspirado pelo património natural e cultural da vila — das tradicionais Mantas de Minde ao Minderico, do singular Polje de Minde ao movimento associativo e cultural — o workshop pretende contribuir para a reflexão sobre o futuro do espaço público e para a construção de propostas que reforcem a qualidade urbana e a participação da comunidade.

A iniciativa culminará com a apresentação pública dos resultados no dia 18 de julho, sábado, dia de mercado, promovendo o diálogo entre os participantes e a população local.

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PS: Iniciativa muito importante e que ajudará a clarificar situações e a permitir o desenvolvimento de propostas consentâneas com as aspirações dos Mindericos e as verdadeiras necessidades e objetivos que se desejam de grande qualidade para toda a Freguesia de Minde – Vale Alto, Covão do Coelho e Minde com o seu Polje e as Serras de Aire e Candeeiros.

Vítor Coelho da Silva, Lisboa – 7/7/2026

História Perdida, “seu nome era Phyllis Latour Doyle”

Em 1944, os agentes homens enviados para a França ocupada estavam sendo capturados e mortos um após o outro. Diante disso, uma jovem de apenas 23 anos foi disfarçada de adolescente, treinada como agente secreta e lançada de paraquedas atrás das linhas inimigas. Durante 135 dias, ela conseguiria enganar o Terceiro Reich.

Seu nome era Phyllis Latour Doyle.

Era 1º de junho de 1944, apenas cinco dias antes do Dia D.

Na porta de um bombardeiro, ela observava a escuridão sobre a Normandia. O vento soprava com força enquanto aguardava o momento do salto. Em poucos segundos, estaria completamente sozinha em território ocupado, levando apenas uma bicicleta, um rádio clandestino e a preparação recebida para cumprir uma das missões mais perigosas da Segunda Guerra Mundial.

Aos 23 anos, Phyllis fazia parte do Special Operations Executive (SOE), o serviço secreto britânico encarregado de missões de sabotagem e espionagem na Europa ocupada.

Os agentes homens enviados antes dela haviam sido presos, t*rturados e executados.

Era preciso alguém que os alemães jamais suspeitassem ser uma espiã.

A escolhida foi Phyllis.

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