APELO AOS AMIGOS DO EPHEMERA | José Pacheco Pereira

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Neste momento, o ritmo das ofertas e das aquisições semanais subiu muito, e tem havido um crescente número de voluntários para trabalhar no ARQUIVO / BIBLIOTECA. Torna-se necessário uma espécie de entreposto em Lisboa, onde se possa recolher material, dar-lhe um primeiro tratamento e organização e ter um posto de digitalização. Por isso, precisamos da cedência de um espaço que não precisa de ser muito grande, com condições mínimas para que se possa fazer estes trabalhos, ou pro bono, o que seria ideal para não agravar as despesas, ou com uma renda nominal. De nossa parte, podíamos fazer pequenas obras de manutenção, garantir os gastos de electricidade e água e cuidar da segurança do espaço. Há por toda a cidade espaços vazios, lojas e pequenos apartamentos vagos, que podem servir para este objectivo,. A acessibilidade é também importante. O período da cedência seria de cerca de dois anos.

Obrigado.

O UNIVERSO CONCENTRACIONÁRIO | DAVID ROUSSET

2016-_-universo - 200O Universo Concentracionário (1945) é o primeiro olhar político sobre os campos de concentração e o impacto físico e mental das condições de vida neles impostas. Desmontando lucidamente o funcionamento da máquina de extermínio e de produção de terror concebida por Hitler, David Rousset centra-se nas molas psicológicas, nos métodos de repressão e nas hierarquias estabelecidas nos campos, pondo em causa, em última instância, a transitoriedade destes locais de horror, tão duradouros como os totalitarismos que eternamente se sucedem. A especificidade deste livro de referência, o seu sangue-frio e o despojamento das suas linhas precederam as obras de Primo Levi e de Robert Antelme e influenciaram determinantemente Hannah Arendt n’As Origens do Totalitarismo.

David Rousset (1912-1997), filósofo e autor francês, foi capturado pela Gestapo em 1943 e deportado para Buchenwald e Neuengamme. Libertado em 1945, redige poucos meses depois O Universo Concentracionário, o primeiro testemunho dos campos de concentração e do sistema que neles operava. No pós-guerra, teve um papel essencial na denúncia dos crimes cometidos pelo regime comunista na União Soviética, tendo sido ostracizado pela Esquerda francesa em 1949, por ter denunciado na imprensa a realidade dosgulags. Dedicou a sua vida à elaboração da mais precisa geografia do mundo concentracionário e é autor de Les Jours de notre mort (1947) e de Sur la guerre (1987), entre outras obras.

Modocromia | ‎Lançamento do Livro VOOS PICADOS do poeta Carlos Bondoso

Sábado, 19 de Março, às 16:00 | Café Vá-Vá

bondoso

Prefácio da escritora Lynda de Carvalho
(Adnilo Lotus de Carmim)
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Será servido um Porto de Honra
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CARLOS FERNANDO BONDOSO, natural de Moimenta
da Beira, viveu grande parte da sua
vida em São Tomé e Príncipe. Presentemente
encontra-se a residir na cidade do Montijo.
Tem dois livros de poesia publicados em 2012
“Sombras que Falam” e “Cor Púrpura” ambos com a chancela da Chiado Editora. Publica
no Brasil na revista literária “As Flores do Mal”
faz parte das antologias de poetas contemporâneos
“Entre o Sono e o Sonho” III e IV edições, da Chiado Editora
Antologia de contos”Beijos de Bico”, da coletânea poética ,“poesias sem gavetas I e II volumes, da Pastelaria Editora.Coletânea de poesia “Palavras de Cristal “Volume I,
da Modocromia.Coletânea de poesia erótica “EROTISMVS” impulsos e apelos,da Esfera do Caos;publica na revista literária ,“ A Chama”,folhas poéticas.
Tem centenas de poemas publicados em grupos de
poesia, no face. Fez ainda parte de uma
antologia em honra do grande escritor brasileiro
Affonso Romano de Santanna “Cumplicidade das letras”

“Na inquietude que transporto dificilmente vou
serenar pois tornei-me escravo das palavras”

Choque Climático – Gernot Wagner e Martin L. Weitzman

978-972-25-3131-3_Choque ClimaticoSe tivesse 10% de hipóteses de ter um acidente de automóvel fatal, não tomaria as precauções necessárias para que tal não acontecesse? Se as suas finanças tivessem 10% de hipóteses de sofrer uma perda severa, não reavaliaria as suas contas? Então, se sabemos que o mundo está a aquecer e que existem 10% de hipóteses de isso provocar uma catástrofe, por que motivo não são imediatamente alteradas as leis ambientais?

Partindo de material e trabalhos que não estão, habitualmente, ao alcance do grande público, Gernot Wagner e Martin Weitzman exploram, de modo claro e lúcido, as eventuais repercussões de um planeta mais quente. Aquilo que sabemos sobre o aquecimento global é já de si alarmante; aquilo que ainda não sabemos sobre os riscos extremos que corremos pode ser ainda pior.

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