2022 | António Carlos Cortez

– ameaça de guerra na Ucrânia

– conflito entre China e EUA por causa de Taiwan

– desastre humanitário no Iémen

– multiplicação dos eventos climáticos extremos

– Índia e China não cumprem na íntegra o protocolo de Quioto

– continuação de ataques terroristas

– continuação de crimes com armas de fogo em estabelecimentos de ensino, seja nos EUA, na Rússia ou em França

– ameaça da extrema-direita vir a ser poder em França

– ameaça de guerra no médio-oriente devido às tensões sobre o nuclear no irão e a questão israelo-palestiniana

– em África o perigo de fome de proporções bíblicas, da Etiópia à Eritreia, do Níger à Somália milhões poderão morrer

– no Brasil a desflorestação da Amazónia equivale a uma área de mais de 150.000 campos de futebol, só entre 2017 e 2020

– o covid conhecerá novas estirpes, declara OMS avisando para novo período pandémico

– as gerações mais novas, dizem estudos recentes e confirma a OCDE, são menos inteligentes que as gerações dos pais, com menos palavras e mais insensíveis, pela 1a vez, desde 1945

– o tráfico de seres humanos, de droga e de órgãos atinge, em 2021, níveis de lucro superiores ao pib mundial

– a pedofilia na Igreja é um facto: não sabemos de condenações na barra dos tribunais

– em Portugal persistem os dois milhões de pobres

– temos os mais baixos salários da Europa

– temos a maior carga de impostos da Europa

– em Portugal temos das casas mais frias da Europa, morrendo-se de frio

– o orçamento dos sucessivos governos para a cultura é, em Portugal, menos de 1%

– os lesados dos bancos não verão restituída as suas poupanças

– as eleições de 30 de Janeiro confirmarão o obvio: tudo continuará na mesma, mas com a previsível degradação da qualidade dos nossos políticos, pois as gerações nascidas à sombra das jotas são tendencialmente menos cultas, movidas por interesses de classe, nada mais

– o Chega crescerá

– salgado, Sócrates, rendeiro, pinho, nenhum deles será verdadeiramente condenado. É a justiça à portuguesa

– a máquina burocrática continuará a empobrecer a vida escolar e universitária

– os estudantes continuarão a tirar mestrados e doutoramentos sem saberem ler e escrever

– a desertificação do interior aprofundará o fosso entre ricos e pobres, com o marasmo do interior do país a convidar a mais emigração

– a televisão pública e os canais privados irão continuar a acelerar a estupidificação dos portugueses, infantilizando-nos e alienado-nos

– Elvis não regressará, nem Maradona, ou Olof Palme, Churchill, Kennedy, ou quaisquer outros políticos que ainda tinham consigo algum ideal.

Retirado do Facebook | Mural de Antonio Carlos Cortez Letras

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