Qual é uma das razões porque os EUA estão a enviar tanto armamento para a Ucrânia? Seguramente não se trata de caridade cristã. O que acontece simplesmente é que três grandes multinacionais americanas compraram a Zelensky 17 milhões de hectares das férteis terras negras da Ucrânia.
Essas multinacionais são a Cargill, a Du Pont e a Monsanto (que embora formalmente seja uma empresa germano-australiana, tem capital americano). Cerca de cinco por cento das terras agrícolas da Ucrânia também foram compradas pela China.
Para se ter uma ideia aproximada de a quanto correspondem 17 milhões de hectares, basta pensar que toda a Itália tem 16,7 milhões de hectares de terras agrícolas. Ou seja, aquelas três empresas americanas compraram mais terras agrícolas aráveis na Ucrânia do que as existentes na Itália.
E quem são os acionistas dessas três empresas? Sempre os mesmos: Vanguard, Blackrock, Blackstone. Ou seja, as mesmas 3 empresas financeiras que controlam quase todos os bancos do mundo, bem como todas as grandes empresas de armamento do globo. Ou seja, têm sempre os sus lucros garantidos.
Por isso mesmo, já no período que antecedeu a eclosão da guerra na Ucrânia, houve um forte aumento dos preços das rações (Cargill e Du Pont) e dos fertilizantes (Monsanto-Bayer) – isto porque foram informadas sobre tudo o que se iria passar.
Os meios de comunicação social do ocidente divulgam e fazem a propaganda da guerra, obviamente – pois pertencem às mesmas Vanguard, Blackrock e Blackstone. E Biden quer prosseguir a guerra – porque, também obviamente, foi eleito por essa mesma poderosa tríade.
O blogue tem 37 Categorias Principais para Catalogação dos Artigos – ver coluna da esquerda no topo. Começa na ARQUITECTURA e termina na VIDEOTECA. Por sua vez, as Categorias podem ter, ou não, Sub-Categorias. Aconselhamos visitas a cada Categoria. Encontrarão milhares de artigos que foram colocados desde Dezembro de 2012.
Também na coluna da esquerda encontrarão Categorias com muitas dezenas de Endereços que merecem ser visitados. Da ARQUITECTURA | ENGENHARIA até TEATRO | CINEMA | ÓPERA | DANÇA | EXPOSIÇÕES | MÚSICA.
AMAURI FERREIRA é professor, escritor e filósofo. Desde 2006 ministra cursos livres de filosofia. É autor dos livros “Simplicidade Impessoal” (2019) e “Singularidades Criadoras” (2014). É também autor de livros introdutórios sobre Spinoza, Nietzsche e Bergson. Visite: https://www.amauriferreira.com
00:00 – Introduction – 05:29 – Le monde macroscopique – 19:00 – Plongé au cœur des atomes – 31:46 – Les particules subatomiques – 35:28 – Les quarks – 43:26 – Les leptons – 45:29 – Les bosons – 49:24 – Le modèle standard – 56:58 – Le boson de Higgs – 01:01:18 – Les mystères de la physique quantique – 01:09:44 – Théorie des cordes – 01:14:55 – La supersymétrie – 01:17:40 – Théorie quantique à boucles
A pesar de haber recibido una educación ligada a la religión judía, demostró una actitud crítica frente a estas enseñanzas y fue autodidacta en matemáticas y filosofía cartesiana, aprendiendo de las ideas y obras de Copérnico, Galileo, Kepler y Descartes.
Fue el primero en emplear lo que llamamos una visión «crítico-histórica» de la Biblia, negando que estuviera inspirada por Dios. Cuando leemos la Biblia debemos tener siempre presente la época en la fue escrita.
– A diferencia de Descartes, Spinoza no tiene una concepción dualista de la realidad. Decimos que es monista, porque reconduce toda la naturaleza y todas las circunstancias de la vida a una sola sustancia.
Baruch Spinoza, un filósofo racionalista singular | Vida La excomunión (expulsión o herem de la comunidad judía), Influencias La Filosofía de Spinoza, conceptos fundamentales
Em mais um programa sobre Grandes Pensadores, Celso Loducca recebe o Doutor em Ciências da Comunicação Clóvis de Barros Filho, que fala sobre Baruch Espinoza, filósofo do século XVII e dono de uma rica obra sobre relacionamento humano.
Filosofia e Natureza, quer investigar a nossa relação com o mundo natural. A “filosofia” do título sugere uma referência mais ampla, aludindo ao estudo de questões fundamentais sobre nossa existência. Mas o primeiro programa foca a questão do ponto de vista da filosofia stricto sensu: na visão do holandês Baruch de Espinosa e com análise do doutor e professor de filosofia Fernando Dias Andrade.
Ruth Manus é advogada e professora universitária e escreve num blogue num Jornal de S. Paulo.
E escreveu isto sobre Portugal, num texto que deve ser (é !) um orgulho lermos:
«Dentre as coisas que mais detesto, duas podem ser destacadas:
Ingratidão e pessimismo.
Sou incuravelmente grata e otimista e, comemorando quase 2 anos em Lisboa, sinto que devo a Portugal o reconhecimento de coisas incríveis que existem aqui, embora me pareça que muitos nem percebam.
Não estou dizendo que Portugal seja perfeito.
Nenhum lugar é.
Nem os portugueses são, nem os brasileiros, nem os alemães, nem ninguém.
Mas para olharmos defeitos e pontos negativos basta abrir qualquer jornal, como fazemos diariamente.
Mas acredito que Portugal tenha certas características nas quais o mundo inteiro deveria inspirar-se.
Para começo de conversa, o mundo deveria aprender a cozinhar com os portugueses.
História de Agência Lusa | CNN Portugal| 11/08/2023
António Costa salientou que “há uma grave crise nacional em termos de habitação” à qual é preciso dar resposta e defendeu que, embora haja “ene respostas possíveis”, o programa Mais Habitação “tem uma panóplia muito diversificada de intervenções dirigidas ao setor privado, cooperativo e também às autarquias e ao Estado”.
O primeiro-ministro afirmou esta sexta-feira que o Presidente da República pode analisar o diploma sobre a habitação “com toda a serenidade” e pronunciar-se depois das férias, mas salientou que “há uma grave crise nacional” nesta área.
“Não haverá problema nenhum se [Marcelo Rebelo de Sousa] só se pronunciar sobre o diploma depois das férias. Todos nós merecemos boas férias e o senhor Presidente da República, um homem particularmente ativo, também merece descansar”, afirmou António Costa.
“Segundo esta doutrina, não há movimento na natureza que possa provir de nada, ou ser aniquilado – da mesma maneira que no mundo material, nenhuma forma individual pode entrar na realidade da existência, senão indo beber no fundo infinito da matéria, eternamente semelhante a si mesmo – assim todo movimento tira o princípio da sua existência do fundo infinito das forças, eternamente o mesmo, e restitui cedo ou tarde, de uma maneira ou de outra, à massa total a quantidade de força que dele tirou”.Ludwig Büchner – Força e matéria
Cumprindo um festival concebido, como é tão notório, por João Paulo II, de cuja herança se quer afastar, o Papa Francisco veio aqui deixar mais uma mensagem do fim do seu pontificado. Entretanto, agitou-se o país e os sinais locais deste empreendimento têm sido comentados: o custo extravagante e especulativa, o financiamento público (que Espanha evitou), alegando-se que esta é a missão do Estado (queria ver o mesmo num festival muçulmano), a sátira de Bordalo II e a fatwa que sofreu, o frenesim político-eleitoral. Tivemos de tudo. Falta ouvir o Papa e saber o que nos diz sobre a sua Igreja.
O Papa mais popular
O Papa não é o mais popular pelo contraste com o seu antecessor, nem sequer só pela afabilidade que demonstra. Ele é querido por ter aberto as portas aos pobres, por ter condenado a finança “que mata”, por ter dado um passo de aproximação aos homossexuais e, sobretudo, por ter condenado a pedofilia praticada, ocultada e porventura cultivada em setores tão amplos da sua Igreja. Com argúcia política, tem vindo a nomear cardeais reformadores e alguns são personalidades culturais vibrantes. Meticulosamente, tem procurado mudar a doutrina e virá-la para o povo. Tem contra ele uma construção imponente que é o seu palácio, a Igreja Católica.
Deixa- me lembrar de ti. Sei que nunca virás, por isso vai devagar onde houver sombras , a mão na minha e uma lua alta a escorrer de sedução para que possa morrer nos teus braços ou morrermos os dois na dança de todos os sonhos.
A noite é a sede do teu nome no meu pensamento, por isso danço, canto, deslizo no porto do destino onde nunca desembarcámos.
Estou a olhar o calor noturno e uma leve luz ilumina os meus pensamentos.
Vens então devagar para que nunca chegues e eu possa continuar a rodar na valsa quimérica da meia noite envolta nos teus braços de neblina.
E se algum ou alguma dos e das coristas que matraquearam vulgaridades e sopraram bolas de sabão sobre a Jornada Mundial da Juventude tivesse perguntado qual a causa pela qual os jovens participantes estariam dispostos a lutar?
Os grandes eventos devem suscitar interrogações. Conta-se que quando Moisés desceu do Sinai com a tábua dos 10 Mandamentos, anunciando que estes lhe haviam sido entregues por Deus, um dos assistentes lhe terá perguntado porque não viera Deus em pessoa transmiti-los. A história não relata o que aconteceu ao interpelante.
As religiões são sempre a transmissão de uma mensagem através de um mensageiro. Os céticos consideram que os mensageiros são os autores das mensagens. e procuram decifrar as mensagens. Os crente acreditam no que os reconforta, o mensageiro é apenas um cantor de canções de embalar. As suas palavras são meros sons que lhes ameniza as angústias. Nas religiões das sociedades mais complexas os crentes que constituem a massa não têm direito de fazer perguntas incómodas aos grandes mensageiros. Resta-lhes ouvir e acreditar no que já acreditavam. Mas há, ou haveria a possibilidade de perguntar o que pensa quem está a meu lado. Não ouvi nem vi alguém a perguntar.
A JMJ, enquanto momento de grande dimensão juvenil representa um potencial espaço de partilha, reflexão e convergência em defesa de valores como a paz, a fraternidade, o combate à pobreza, precariedade e às desigualdades, a que a JCP atribui uma importância redobrada.
O dado mais surpreendente nesta adesão – aliás publicamente salientado pelo Presidente da República – foi uma nota publicada no Twitter pela JCP, a organização de juventude dos comunistas: “A JMJ, enquanto momento de grande dimensão juvenil representa um potencial espaço de partilha, reflexão e convergência em defesa de valores como a paz, a fraternidade, o combate à pobreza, precariedade e às desigualdades, a que a JCP atribui uma importância redobrada.”
Mas o próprio PCP salientou no seu site a presença do seu secretário-geral, Paulo Raimundo, no encontro que o Papa teve, no CCB, com as autoridades nacionais, sublinhando que produziu um discurso “com significado”, nomeadamente na “condenação” das “dificuldades e da precariedade que muitos jovens enfrentam” – “preocupações” que têm “muita relevância”. A esta nota, os comunistas relacionaram ainda uma outra, com vídeo, onde João Ferreira, vereador dos comunistas em Lisboa, associou o partido ao “acolhimento da cidade de Lisboa aos muitos milhares de jovens” que vieram à JMJ, dizendo ainda que o chefe da Igreja Católica produziu “palavras com significado que sublinhamos e valorizamos”.
Amo cada minuto onde o teu coração respira longe do meu e tão perto.
Anda o sol desvairado a encher os espaços e são barcos o que procuro para navegar numa praia impossível.
Amo – te com o pensamento colado ao coração e são quentes as memórias onde vives.
Não ouço aves. Tudo no silêncio que abrasa são beijos quentes que nunca te darei em mais nenhum verão, que a juventude escondeu-se de nós, em águas indomáveis de lonjura.
Ordem dos Arquitectos – Presidente Goncalo Byrne – Foto de Nuno Almendra | 24 de julho de 2023
Gonçalo Byrne, presidente da Ordem dos Arquitectos (OA) admite que os arquitectos têm pela frente enormes e exigentes desafios para ultrapassar. São os que ganham menos em relação ao resto da Europa mas precisam de começar a abrir portas e a saber dialogar com todos.
Num momento de grandes incertezas económicas e sectoriais, a Ordem dos Arquitectos lançou recentemente um Observatório da Profissão com o objectivo de fazer um ‘retrato’ da profissão e perceber as suas potencialidades, fragilidades e oportunidades. Num momento, em que a actividade passa por diversos desafios, Gonçalo Byrne falou com o Diário Imobiliário e apontou as medidas que têm de ser implementadas para que arquitectura faça parte integrante do urbanismo, do planeamento e dos projectos das cidades. Na sua opinião, a arquitectura é imprescindível. É do bem comum que tratam, mas alerta que os arquitectos precisam de perceber que é necessário reconquistar um lugar onde a diversificação e a interdisciplinaridade será determinante.
Sobretudo, quando se debatem problemas sobre a Habitação. O presidente da OA, fala sobre o projecto “Mais Habitação” e admite que este omite a necessidade premente de um código de edificação, reconhecido como fundamental há mais de 60 anos.Garante ainda que o país tem de perceber que sem políticas públicas adequadas não vamos ter habitações a preços acessíveis para a generalidade dos portugueses.
Era um dos temas sempre sublinhadospor um dos meus mestres mais queridos e combativos !
Que com a Paz, Pão, Trabalho, Saúde e Habitação, se reproduziam num refrão aparentemente esquecido, mas malgré tout, integrado na nossa Constituição !
E a Habitação aí está de novo a vir da nossa memória a tornar-se absolutamente urgente resolver !
Agora filtrada por concursos, filtrados por plataformas electrónicas, filtrada por muitos e muitos gabinetes que são obrigados a fazer projectos completos com custos e tempos e contratos leoninos, de responsabilidades e tramitação impossíveis, filtrados por leis e artigos, que assustam quem se queira atrever a tentar !
E muitos se recusam,quando era tão simples poder escolher uma ideia que explicitasse uma boa solução em planta dos fogos a construir e de uma imagem que dignificasse uma rua, uma praça, o que fosse !
Ideia que se podia pedir fosse feita numa simples semana, num simples esboço que, feita a escolha evitando a entrega direta, pudesse então dar suporte ao desenvolvimento do projeto, com ou sem a participação logo articulada com um candidato construtor, e assim avançar rápido para a sua concretização urgente !
Ressalvando-se sempre todas as obrigações legais e temporais planificadas atempadamente!
Aksel Rykkvin’s latest album as a boy soprano, ‘Light Divine: Baroque music for treble and ensemble’ is available to buy or stream: http://hyperurl.co/LightDivine Laudate Dominum, from Vesperae solennes de confessore (K. 339) by Wolfgang Amadeus Mozart Aksel Rykkvin (treble) Oslo Domkor / Oslo Cathedral Choir IRIS kammerorkester / IRIS chamber orchestra Vivianne Sydnes (conductor) The performance was part of Desembertoner, which are free Christmas concerts with popular artists in Oslo Cathedral, sponsored by Nordea. Live recording on Dec 16th 2016.
Portugal é um país que me marcou profundamente. Desde a primeira vez que o visitei, fiquei encantado com a sua beleza, diversidade, cultura e história. Portugal é um país que tem de tudo: praias, montanhas, rios, cidades, aldeias, castelos, monumentos, gastronomia, vinhos, música, arte e literatura. Portugal é um país que sabe acolher os visitantes com simpatia, hospitalidade e generosidade. Portugal é um país que me fez sentir em casa.
Mas agora chegou a hora de me despedir. Depois de vários anos a viver e a trabalhar neste país maravilhoso, tenho de regressar ao meu país de origem. Não foi uma decisão fácil, mas foi necessária por motivos pessoais e profissionais. Sinto uma mistura de emoções: tristeza por deixar um lugar que me deu tantas alegrias e aprendizagens, gratidão por todas as pessoas que conheci e que me ajudaram, saudade por tudo o que vivi e que vou recordar para sempre, esperança por um futuro melhor para mim e para Portugal.
Não sei se algum dia voltarei a Portugal. Talvez como turista, talvez como residente, talvez como amigo. Mas sei que Portugal ficará para sempre no meu coração. Portugal é mais do que um país, é uma parte de mim. Por isso, não digo adeus, mas até sempre. Até sempre, Portugal.
A casa da mãe tinha toda a luz do mundo e era cálida quando a hora assim pedia. Quente no inverno e fresca no verão, assim era a casa. Entrada a primavera, revivia. Renascia. Chegávamos como se nunca tivéssemos partido. Qual vara de condão, o tempo parava a respiração. Na casa da mãe não havia dor ou morte, só trevos entrelaçados, alguns de quatro folhas, de mãos dadas com a música suspensa no ar coalhado de pássaros. Na casa da mãe havia euforia. Mãos e pés de danças nas tranças da cozinha e sestas e lanches à tardinha. Na casa não havia noite. Havia a luz, pássaros que bicavam ninhos nos beirais e não partiam. A grande casa continua a habitar o coração, mas a ausência esvaziou-a de mistério.
Aproveitando e copiando uma grande parte do notável texto, em resposta aos dislates do coronel DFA, pelo meu amigo MGen Carlos Branco (a quem pedi autorização para o efeito) e após introduzir as necessárias alterações para o referir à minha pessoa e acrescentar algo da minha lavra, especialmente o adjectivar que me é característico, produzi o artigo que se segue e que mais uma vez importa salientar – só foi possível graças ao extraordinário talento do meu Camarada:
“As posições dos comentadores militares sobre o conflito na Ucrânia podem ser, em termos genéricos, divididas em dois grupos, cujos fundamentos reflectem, curiosamente, as suas experiências profissionais. De um lado estão os que estiveram na guerra e, do outro, os que não estiveram (ter passado pela ex-Jugoslávia, quando já não havia guerra, ou mesmo no Afeganistão, mas sem sair do alojamento, não conta como guerra). As vivências pessoais parecem afectar o modo como se percepcionam os acontecimentos. Se é que é possível enquadrar a posição dos indefectíveis apologistas do Zelensky, ela é mais característica do segundo grupo.
É infantil reduzir o presente conflito ucraniano a uma conveniente fórmula maniqueísta e despojá-lo da complexidade que ele encerra. Os bons contra os maus; de um lado, os invadidos, do outro, os invasores. Será, talvez, uma mensagem forte para efeitos de Comunicação Estratégica, porque é simples e fácil de ser apreendida, mas não é útil para ajudar a compreender um conflito complexo.
Tendo em mente um conselho do crítico paranaense Temístocles Linhares, e depois de ler (e reler) várias vezes os versos do premiado livro da goiana Sônia Elisabeth, sigo refletindo sobre os versos de “A Lírica Poética da Manhã que chega2” – porque, de fato, aqui o benévolo leitor encontrar-se-á diante de Poesia que exige reflexão de quem lê para que bem entenda e desfrute os poemas.
Linhares dizia que um analista não pode submeter a poesia a uma doutrina e a um método que não sejam os do(a) Autor(a), e que só pertençam ao comentador. Concordo e entendo que devemos fazer o contrário – que o comentador tenha a paixão pela leitura e se deixe empolgar pela poesia e não tente submetê-la à canga de suas teorias ou pontos de vista. Isso na prática, não é algo fácil de se alcançar.
A Casa Pipa foi desenvolvida como um protótipo pela Bernardes Arquitetura, em parceria com a construtora Laer Engenharia e um casal de empresários, que queriam um produto que poderia ser replicado e vendido em módulos para outros clientes, gerando uma experiência de obra rápida, com garantia de prazos, eficiência energética e controle tecnológico.
A residência foi projetada visando eficiência construtiva, através de um sistema industrializado que permitiu sua rápida execução e baixíssima produção de resíduos.
Atlas do Corpo e da Imaginação é um livro de Gonçalo M. Tavares que atravessa a literatura, o pensamento e as artes, passando pela imagem e por temas como os da identidade, tecnologia; morte e ligações amorosas; cidade, racionalidade e loucura, alimentação e desejo, etc. Centenas de fragmentos que definem um itinerário no meio da confusão do mundo, discurso acompanhado por imagens d’Os Espacialistas, colectivo de artistas plásticos.
É um livro para ler e para ser visto e é também, de certa maneira, uma narrativa — com imagens que cruzam, com o texto, os temas centrais da modernidade. Neste Atlas do Corpo e da Imaginação, Gonçalo M. Tavares revisita ainda a obra de alguns dos mais importantes pensadores contemporâneos, partindo de Bachelard e Wittgenstein, passando depois por Foucault, Hannah Arendt, Roland Barthes, mas também por escritores como Vergílio Ferreira, Llansol ou Lispector, entre muitos outros.
Arquitectura, arte, pensamento, dança, teatro, cinema e literatura são disciplinas que atravessam, de forma directa e oblíqua, o livro. Com o seu espírito claro e lúcido, Gonçalo M. Tavares conduz-nos com precisão e entusiasmo através do labirinto que é o mundo em que vivemos.
PRÉMIOS
Prémio Belas Artes de Tradução Literária, Prémio Tabula Rasa, Prémio Fundação Inês de Castro, Grande Prémio Romance e Novela da APE, Prémio Fernando Namora/Casino Estoril, Prémio Portugal Telecom (Brasil), Melhor Livro Estrangeiro (França), Prémio Melhor Narrativa Ficcional da SPA, Prémio Belgrado Poesia (Sérvia), Prémio Internazionale Trieste 2008 (Itália), Prémio Portugal Telecom (Brasil), Prémio Literário José Saramago
Habitação acessível | por Luiz Sá Pessoa, Engº Civil
(Ver Aditamento nas páginas 2 e 3)
Sobre esta matéria tenho a fazer os seguintes comentários:
1. Todos os portugueses querem habitações mais baratas.
2. O Estado, pela mão do governo , controla os custos finais em mais de 80% e sem a ação deste, com competência e medidas adequadas, tudo o resto será perda de tempo.
Embora o diagnóstico esteja feito há muito tempo, vale a pena revisitar a receita da necessária ação do governo para reduzir os custos das habitações. Terá que incidir em:
a) redução do IVA para 6% nos materiais e nos fornecimentos de serviços;
b) redução dos prazos para resposta dos serviços públicos para análise e aprovação de estudos e projectos;
c) alteração da nova lei dos solos urbanos que transformou todos os solos urbanizáveis em solos rústicos, o que diminui a oferta de terrenos para construção e faz aumentar o seu custo;
d) retomar a ação municipal de urbanização de terrenos ( empresas tipo EPUL em todos os concelhos do país , dotadas de capitais adequados e com acesso facilitado a crédito do Banco de Fomento e financiamento a longo prazo pelo BEI ) com a oferta de lotes aos promotores imobiliários, a custos baixos ( como foi feito nos Olivais, nas Avenidas Novas e em Alvalade, e com projetos de volumes já previamente aprovados pela autarquia … o que permite encurtar os prazos de conclusão dos projetos e das
construções, redução dos riscos e o empate de capitais sem conhecer os prazos totais de desenvolvimento dos empreendimentos.
e) parte desses lotes seriam vendidos a cooperativas de habitação com preços mais baixos e prazos de pagamento mais dilatados;
f) baixar o IRC das empresas envolvidas no ato de construir habitações;
E por hoje é tudo.
Não vejo é qual a ação que se espera do Senhor Presidente da República para se obter habitação mais barata … os executivos (governo e autarquias) é que têm que avançar com a ação desde que tenham vontade, sejam competentes, saibam e gostem de trabalhar … em vez de acumularem acessores , gabinetes, mordomias e poucos resultados.
Saudações a todos os colegas meus amigos,
Luiz Sá Pessoa, 21/07/2023
25/07/2023
Em aditamento às sugestões anteriormente enviadas para reduzir o custo das habitações, haverá outras, como por exemplo:
I.As taxas e licenças municipais incidindo sobre projectos e construção de habitações também deveriam baixar e muito. Refiro-me às licenças e alvarás para aprovação de projectos, para construção, para licenciar urbanizações, para obter licença de utilização, etc. Todas as que os municípios cobram para além dos IMT e IMI sobre as habitações e terrenos para construir habitações.
Claro que os municípios até podem alegar que necessitam de todas essas verbas para pagar a tantos assessores e gabinetes que foram criando e contratando… mas têm que fazer uma gestão mais criteriosa dos dinheiros públicos, prescindir de certas taxas e taxinhas, se querem ser um agente eficaz na redução dos custos das habitações nos seus municípios. Os cidadãos já não podem pagar mais e têm de prescindir de muito para adquirirem uma habitação .… os eleitos não podem ter tantas mordomias e contratar pessoas não absolutamente necessárias sem limites, e quando contratam têm que escolher os mais eficazes e melhor habilitados para desempenhar as funções.
II. A normalização ou estandardização de dimenões de certos componentes das construções tb é necessária para permitir custos de produção mais baixos. Portas interiores, portas exteriores, portas de garagem, janelas deverão ter 3 dimensões standard.
Tal como as cozinhas do IKEA… não há módulos de 43 cm ou de 73 cm… são todos de 40 ou de 60 cm e sempre da mesma profundidade. Claro que pode haver uma fileira de artigos por medida (tal como os fatos) só que serão muito mais caros.
Os arquitectos e os promotores imobiliários ou os clientes devem ter essa noção de que se optarem por medidas não estandardizadas pagarão muito mais.
III. Os autarcas, os municípios e os seus técnicos, as CCDR e outras entidades que licenciam projectos de urbanização ou de construção devem compreender que um dos componentes dos custos das habitações reside no custo das infraestruturas (arruamentos, rede de esgotos domésticos e pluviais, distribuição de água, de electricidade e telecomunicações.
Uma maior densidade de construção permitirá uma menor incidência desses custos de infraestruturas por m2 de construção.
Por isso devem decidir em conformidade. Baixos índices de construção só são admissíveis em urbanizações de luxo (Quinta do Lago, Quinta da Marinha, etc.) . Não é de bom senso impor índices de construção baixos, a torto e a direito, sobretudo nas localizações do interior do país, onde há menos população e poluição. Ao imporem índices baixos esses autarcas e técnicos, estão a penalizar os seus habitantes com habitações mais caras.
Isto é tanto mais válido quanto a área das habitações tendeu a subir nos últimos anos para o conforto dos moradores. Hoje as pessoas não se contentam com uma sala de 15 ou de 18 m2, quartos de 12 m2, ou uma cozinha de 5 m2 …
The Russian painter and graphic artist Wassily Kandinsky was one of the great masters of modern art, as well as the outstanding representative of pure abstract painting (using only colors and forms) that dominated the first half of the twentieth century.
Early years in Russia
Wassily Kandinsky was born on December 4, 1866, in Moscow, Russia. His father was a tea merchant. When he was five years old the family moved to Odessa, Russia. The young Kandinsky drew, wrote poems, and played the piano and the cello. Because his family was fond of traveling, Kandinsky got to see the Italian cities of Venice, Rome, and Florence as a young boy. He was also influenced by the imposing Muscovite (from Moscow) buildings such as the Kremlin.
NOTA (mais recente) – Seria de reanalisar TAMBÉM o aproveitamento de ALVERCA como complementar à Portela – (Pista actual com 2,95 Kms e espaço para nova pista no Mouchão da Póvoa) ver VISTA DE PÁSSARO
O Aeroporto da Portela/Humberto Delgado, em Lisboa, foi inaugurado a 15 de outubro de 1942 (há 80 anos), e é o maior aeroporto português e um dos maiores do sul da Europa, estando dotado de duas pistas, uma de 3805 metros e outra de 2400 metros.
O Aeroporto da Portela serve de base às duas principais companhias aéreas portuguesas, a TAP e a Portugália.
Precisa de mais uma pista (de 4 kms) – e haverá espaço para a fazer a poente – puxando pelos pergaminhos da Engenharia Portuguesa, uma das melhores do Mundo, recorrendo eventual e parcialmentea pista em viaduto, caso necessário, como se fez no Aeroporto da Madeira.
Precisa também de mais estacionamentos para os aviões junto a esta nova pista.(CONTINUA)
O Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, anunciou hoje que vai iniciar “uma campanha global contra a desigualdade”, depois de ter falado com o Papa Francisco, com quem se reuniu há um mês no Vaticano.
“Eu agora vou começar uma campanha, já falei com o Papa, com o Conselho Mundial de Igrejas, vou começar uma campanha global contra a desigualdade”, afirmou o líder progressista num evento com sindicalistas, na zona metropolitana de São Paulo.
Lula da Silva, de 77 anos, afirmou que “é necessário acabar com a desigualdade no mundo”.
“Há gente à procura de espaço para viver na Lua e há gente que não tem espaço para viver na Terra. Precisamos cuidar o nosso povo, aqui, no nosso planeta, na nossa casa”, defendeu.
Diploma segue agora para a Presidência da República. Se for promulgado, será publicado em Diário da República e entrará em vigor.
Cerca de seis meses depois de ter sido apresentado, o programa Mais Habitação foi aprovado esta quinta-feira, dia 19 de julho, no Parlamento. A votação final global contou com o voto isolado do PS ao pacote legislativo, que vem dar resposta à crise habitacional, criando medidas ao nível do arrendamento, dos licenciamentos ou do Alojamento Local. Agora, o diploma segue para Belém para ser avaliado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Se for promulgado, depois será publicado em Diário da República e entrará em vigor.
A votação final global do Mais Habitação decorreu esta quinta-feira no Parlamento e contou só com votos a favor do PS. O PSD, Chega, Iniciativa Liberal, PCP e Bloco de Esquerda votaram contra a proposta, enquanto Livre e PAN optaram por se abster, repetindo-se o sentido de voto observado em 19 de maio aquando da apreciação na generalidade pelo plenário. Fica a conhecer o que vai mudar no setorem Portugal com a aprovação do programa Mais Habitação, neste guia publicado pelo idealista/news.
Sobre esta matéria tenho a fazer os seguintes comentários:
1. Todos os portugueses querem habitações mais baratas.
2. O Estado, pela mão do governo , controla os custos finais em mais de 80% e sem a ação deste, com competência e medidas adequadas, tudo o resto será perda de tempo.
Embora o diagnóstico esteja feito há muito tempo, vale a pena revisitar a receita da necessária ação do governo para reduzir os custos das habitações. Terá que incidir em:
a) redução do IVA para 6% nos materiais e nos fornecimentos de serviços;
b) redução dos prazos para resposta dos serviços públicos para análise e aprovação de estudos e projectos;
c) alteração da nova lei dos solos urbanos que transformou todos os solos urbanizáveis em solos rústicos, o que diminui a oferta de terrenos para construção e faz aumentar o seu custo;
GARANTIR O DIREITO À HABITAÇÃO| É já um começo mas muito poucochinho | As Câmaras Municipais deverão ter um papel fundamental neste desígnio nacional. É profundamente injusto e imoral não tornar acessível a habitação a todos os portugueses.
“Depois de anos de abandono das políticas públicas estamos em parceria com os municípios a atuar em todas a frentes para aumentar a oferta, disponibilizando 26 mil novos fogos até 2026 para responder às situações de maior carência identificadas nas diversas estratégias locais de habitação e 6.800 fogos a custos acessíveis.”
Assim é que é bonito. Convergência entre Partidos Políticos. Debate honesto. Pensar nos Portugueses.
Partidos voltam a negociar Carta de Habitação. Luz verde está próxima e ninguém quer ficar mal na fotografia
Menos de um mês depois de ter sido chumbada com os votos contra de toda a oposição – à exceção do PCP, que se absteve -, a Carta Municipal de Habitação (CMH) em Lisboa de PSD e CDS está a ser consensualizada entre a equipa de Carlos Moedas e o PS para receber luz verde.
O Expresso sabe que, logo após o chumbo, a equipa da Habitação na capital reuniu com os vários partidos para perceber como voltar a levar a proposta a votos, mas agora com a certeza de um resultado diferente. E as negociações entre Filipa Roseta, vereadora da habitação, e o PS estão “muito bem encaminhadas”, conta uma fonte ao jornal. Outra fonte, do executivo de Moedas, diz ao Expresso que “Lisboa já podia e devia ter a Carta aprovada, não fosse a infeliz manobra política do PS”. De um lado e do outro, dá-se como quase certo que o plano vai mesmo ser aprovado. Faltam só os detalhes.
Para o PSD, o pacto é visto como um recuo do PS. Ou, como diz a mesma fonte social-democrata, “um tiro no pé” que os socialistas “querem agora corrigir” e que ficou claro depois de um presidente de Junta do PS, Miguel Coelho, se ter demitido da comissão de habitação na Assembleia Municipal em desacordo com o chumbo da Carta.
Kissinger, que foi assessor de Segurança Nacional e secretário de Estado de Richard Nixon (1969-1974) e Gerald Ford (1974-1977), visitou secretamente Pequim, em julho de 1971, para preparar o estabelecimento de relações diplomáticas e abrir caminho para a histórica visita de Nixon à China, em 1972.
O Presidente chinês, Xi Jinping, recebeu esta quinta-feira o ex-secretário de Estado norte-americano Henry Kissinger, em Pequim, informou a televisão estatal CCTV, sem dar mais detalhes.
Kissinger, que celebrou recentemente o 100.º aniversário, foi o arquiteto da reaproximação histórica entre a China e os Estados Unidos, na década de 1970.
A reunião ocorre numa altura em que a relação bilateral atravessa o pior momento, desde o seu estabelecimento, em 1979, face a uma prolongada guerra comercial e diferendos em torno da soberania do Mar do Sul da China, o estatuto de Taiwan ou questões de Direitos Humanos.
«A Ucrânia está ainda muito longe de poder vir a ser um membro da UE e, mais do que isso, não é ainda claro que tenha condições para o poder vir a ser um dia. É impopular dizer isto? Talvez, mas eu digo.» – Emb. Seixas da Costa, in Observador, 15 de Junho de 2022.
Há uns tempos, no início deste conflito, chamámos a atenção para a pobreza e atraso extremos da Ucrânia – o país mais pobre da Europa – e para o facto de os indicadores económicos e de desenvolvimento social do país só encontrarem termo de comparação em países africanos. O estranho, ou nem tanto, é que na Ucrânia – outrora o centro da indústria aeroespacial, das tecnologias de computação, da investigação médica de ponta, da indústria de construção naval e metalurgia da era soviética – o tempo tenha parado em 1991 e que aquele país imenso que foi até 1980 a 5ª economia europeia em termos brutos, estar hoje 40 anos atrasado em relação à Europa ocidental. Desde a independência, o país perdeu 6 milhões de habitantes para a emigração, metade dos quais procuraram refúgio na Rússia.
Para lá das três dezenas de capítulos e das 88.000 páginas de cerradas exigências para o cumprimento das condições, o país é o inferno do trabalho infantil, da indústria da pedofilia, das barrigas de aluguer, do tráfico de carne branca, da desistência escolar e das 200.000 crianças deficientes reduzidas a esconsos pútridos ali chamados orfanatos; o Estado mais negligente da Europa, o mais pobre e violento apontado até 2020 por todos os relatórios da UNICEF, da Human Rights Watch, da Organização Internacional do Trabalho e outros centos de agências internacionais e ONG’s.
O que os EUA pensam que, se o mundo cair numa terceira guerra mundial, essa guerra será com tanques e caças? Eles estão mentindo cruelmente! Se houver uma terceira guerra mundial no mundo, será com armas nucleares. Eu não queria iniciar uma operação militar, mas eles não me deixaram outra escolha, não quero uma terceira guerra mundial e espero que eles não me provoquem e novamente façam com que a Rússia não tenha outra escolha.
Se fecho os olhos para muitas coisas, é porque penso no bem deste planeta e de todos os seres vivos. Os EUA, a OTAN sempre quiseram tornar tudo deles e todos os países serem seus escravos, mas isso não pode durar para sempre e nem todos os países serão seus escravos.
Eles sempre ameaçaram países, atacaram se alguém não concordasse com eles. A diferença entre a Rússia e a América é que a Rússia sempre luta para salvar nações e países, não por causa de democracias fictícias.
Palavras sábias, diria o meu Avô Materno, Manuel Achega.
O antigo secretário de Estado norte-americano, Henry Kissinger, pediu esta quarta-feira, em Pequim, que China e Estados Unidos “eliminem mal-entendidos e coexistam pacificamente”, durante um encontro com o ministro da Defesa chinês, Li Shangfu.
Segundo um comunicado emitido pelo ministério da Defesa chinês, Kissinger afirmou que, no mundo atual, coexistem desafios e oportunidades, e que Pequim e Washington devem “evitar a confrontação”.
O veterano político norte-americano disse esperar que as duas potências façam o seu melhor para alcançar resultados positivos no desenvolvimento da relação bilateral, de forma a salvaguardar a paz e a estabilidade mundiais.
Já foi estudada a eventual reactivação da 2ª pista da Portela (2.400 mts)/pista oblíqua, que foi transformada em taxiway? …… Tal como a execução (prolongamento) do taxiway a poente, junto à pista maior?
2.Com a pista “oblíqua” a funcionar novamente + UM NOVO TERMINAL NA ZONA DE FIGO MADURO, teríamos os problemas resolvidos, certo ? E com a contribuição do Aeroporto de Alverca (a 10 kms da Portela) ficava perfeito!
Contra Luís XVI, contra a nobreza e contra o clero, o rei já tinha sido obrigado a admitir a autoridade da assembleia que viria a chamar-se Assembleia Nacional Constituinte! A invasão da Bastilha e a consequente Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão foram o alicerce da fase inicial da Revolução Francesa.
A Tomada da Bastilha, no dia de hoje, em 1789, foi o ato simbólico de uma nova era, o princípio do fim de uma sociedade anacrónica e o rastilho que incendiou a Europa e deu origem às democracias modernas.
Ninguém ousaria prever que a invasão da grande prisão do Estado, pelo jornalista, Camille Desmoulins, se transformaria na referência histórica e emblemática da vitória da burguesia sobre a nobreza, da legitimidade popular sobre o direito divino, e da República sobre a monarquia.
Hoje, dia nacional da França, 234 anos depois, evoco o dia e saúdo a Revolução Francesa.
Há na estátua da santa que ornamenta uma das capelas da igreja de Santa Maria della Vittoria, em Roma, a glorificação do génio de Bernini, a feliz simbiose do sagrado e do profano, captada pelo artista nas visões da freira – O “Êxtase de Santa Tereza”.
Ali, em mármore e bronze, na paixão que a devora, explodem hormonas de uma visão mística que a santa frui, com o corpo sôfrego e em chama, trespassada repetidamente no coração pela ponta inflamada de uma lança dourada de um serafim.
A inefável dor espiritual e corporal foi captada por Bernini na apoteose dos sentidos e esculpida na beleza exuberante do barroco.
O ministro das Infraestruturas recusou hoje que exista falta de transparência no trabalho da Comissão Técnica Independente de avaliação do novo aeroporto, defendendo a seriedade do estudo e mostra-se confiante de que não haverá atrasos na entrega.
João Galamba falava aos jornalistas à margem de uma visita ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), em Lisboa, quando foi questionado sobre o trabalho dos peritos que estão a avaliar a localização do futuro aeroporto.
O ministro das Infraestruturas negou qualquer tipo de conflito com o facto da coordenadora da Comissão Técnica Independente (CTI), Rosário Partidário, ter feito parte da equipa do LNEC que esteve no estudo que depois levou a uma das opções em 2008.
Novo livro da poeta de Brasília denota influência de José Régio e Fernando Pessoa
I Desde o seu primeiro livro, Gota de barro (São Paulo, Poeco Editora, 1982), nunca faltaram a Aglaia Souza (1943) leitores encantados e admirados com a simplicidade e a beleza de sua poesia. E, mais de 40 anos depois, ainda é esse mesmo sentimento de admiração com o seu discurso poético que essa musicista, professora e diretora de escola de música desperta, ao publicar Canto marinho (Brasília, Observatório do Texto, 2022), novo livro em que exercita sua arte, exibindo uma poesia de caráter marcadamente musical, como assinalou o poeta Anderson Braga Horta no prefácio que escreveu para esta obra. Além disso, a autora deixa explícita a influência que recebeu de poetas portugueses consagrados, especialmente de José Régio (1901-1969), a quem o grande ensaísta, professor filósofo luso Eduardo Lourenço (1923-2020) definiu como “o último dos grandes solitários”.
LER e REFLECTIR e CONCORDAR com DESGOSTO | Publicado em 16 de julho de 2023
Putin, sobre os líderes europeus: “Se os EUA dissessem que querem enforcá-los, eles apenas perguntariam se podem fazê-lo com cordas feitas domesticamente”
Na mesma entrevista, o presidente afirmou que os políticos europeus “perderam o gene da independência”, referindo-se à sua passividade quando se trata de investigar a sabotagem do Nord Stream.
Os políticos europeus são totalmente subservientes a Washington e farão tudo o que os americanos lhes disserem, diz o presidente russo, Vladimir Putin. É o que afirma uma entrevista ao canal de televisão Rossiya 1, cujo fragmento foi transmitido este domingo.
“Às vezes penso que eles fazem tudo o que lhes mandam do oceano. Se amanhã lhes dissessem: ‘Decidimos enforcá-los todos’, eles abaixariam os olhos e, maravilhados com sua audácia, fariam apenas uma pergunta: “Pode ser feito com cordas? De fabricação nacional?’, disse Putin.
A propósito do silêncio obscurantista da (des) Comunicação (anti) Social acerca da visita OFICIAL do Presidente de Cuba a Portugal, relembra-se o artigo do Major-general Carlos Branco de Fev de 2023, mais atual que nunca. “A manipulação informativa turva a cognição e impede que se percepcione a realidade com clareza. Inibe a clarividência e impossibilita-nos irremediavelmente de compreender o outro. O raciocínio reduz-se a um corrupio de preconceitos.” “…. quando informação e manipulação se misturam num pântano de insalubridade é clara a conclusão: a democracia está moribunda…. “ “Para além da verdade, também a democracia está a ser vítima desta guerra. A divergência de pensamento transformou-se em delito de opinião”.
Faz hoje 100 anos que nasceu, em Minde, o meu pai, Hermínio da Silva Capaz Manha, o Hermínio da Troça na piação dos charais do Ninhou, o Hermínio das Malhas Bebé na história da indústria têxtil, o senhor Hermínio, simplesmente. O meu “paizinho” – tratamento de íntimo e exclusivo carinho que as novas gerações urbanas substituíram pelo “papá” universal — foi o melhor filho, melhor irmão, melhor marido e melhor pai que conheci. Infelizmente, só me dei conta disso quando senti, como sinto, a falta dele, porque naquele tempo tudo me parecia normal, partia do princípio de que todos os homens “velhos” morriam na sua hora. Mas, no dia em que faleceu, fui surpreendido por uma frase, dezenas de vezes ouvida naquelas horas de desnorte e sufoco: “Era tão novo!”
Tributo simples a quatro portugueses notáveis. Caro leitor, se pretender seguir com a objectividade necessária a Intervenção Militar Especial na Ucrânia, leiam os quatro atentamente. Sem desprimor para outros militares, jornalistas e demais interessados no tema, e que também tanto se esforçam para entender e claramente explicar.
Olhar e compreender AS CAUSAS, não olhemos “apenas e só” para as consequências.
Que a paz e a concórdia voltem em breve. Europa do Atlântico aos Urais. Como dizia o General De GAULLE.
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML) disse ser “uma grande deceção” o chumbo pelos partidos da oposição da autarquia da proposta de consulta pública da Carta Municipal de Habitação (CMH), tendo garantido, no entanto, continuar aberto ao diálogo. Carlos Moedas revelou ainda que escreveu uma missiva ao primeiro-ministro António Costa para o sensibilizar para a importância da cidade ter uma CMH.
“Nestes momentos era importante estarmos unidos e acima dos partidos e lutas partidárias. É com muita tristeza e é uma grande deceção que a CMH que tínhamos proposto para consulta pública tenha sido chumbada pela oposição”, disse o autarca, em declarações aos jornalistas à margem da entrega de 64 chaves do Programa Renda Acessível, em Entrecampos.
Carlos Moedas lembrou a importância do documento para a cidade, frisando que não pode ter “estados de alma”, e garantiu que irá “continuar a dialogar com a oposição”.
É preciso “ultrapassar estrangulamentos”, nas “políticas orientadas para a juventude mas também no conjunto das políticas públicas”. Augusto Santos Silva alerta que “salto na generalização da educação” implica conseguir “reter talento”
Alguns dos problemas essenciais que o país enfrenta – a começar pelo “estrangulamento” no acesso ao mercado de habitação – têm a juventude no centro e é urgente atuar em várias frentes. O aviso é de Augusto Santos Silva, ex-ministro de António Costa e hoje Presidente do Parlamento, que este sábado falou para uma plateia de jovens no 38º aniversário do Conselho Nacional da Juventude.
“É muito importante que esse trabalho se faça, não só no que diz respeito às políticas especificamente orientadas para a juventude, mas também ao conjunto das políticas públicas porque alguns dos problemas essenciais que enfrentamos e que temos de resolver têm a juventude e os jovens no centro”, alertou Santos Silva, apontando “quatro questões decisivas para o futuro próximo do país”.
Aeroporto. Alverca terá menos ruído | Expresso – Custo de aeroporto em Alverca seria “duas vezes menor” que o do Montijo
Para os defensores desta localização, acabar com os voos à noite na Portela não chega. É preciso serem mais altos para reduzir ruído, melhorar qualidade de ar, diminuir risco de acidentes e ‘Alverca permite isso’.
A solução hub Alverca (longo-curso)/ Portela (médio-curso) correspondente a uma melhoria da saúde e bem-estar tanto no interior das casas como ao ar livre. A conclusão é da análise dos promotores da solução do aeroporto em Alverca, a que o Nascer do SOL teve acesso. «Com a nova configuração, os ganhos em saúde e bem-estar versus ano 2012 serão significativos para os habitantes de Lisboa-Loures sob as trajetórias de chegada-saída do aeroporto», alerta o documento. E dá exemplos: nenhum habitante seria afetado por ruído à noite, o que representaria uma melhoria do bem-estar de 138.700 pessoas; o número de habitantes na abrangente curva de 55Db – valor considerado aceitável segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) para o ruído próximo do limite da área do aeroporto durante o dia – reduz de 124.300 para menos de 40 mil, ou seja, 1/3; e não abrange nenhum habitante dentro da curva de 70Db –altura em que é esperada a ocorrência de sintomas e sérios danos à saúde – quando anteriormente eram 1.200 pessoas abrangidas.
O candidato à nomeação democrata para as eleições presidenciais norte-americanas de 2024 disse numa entrevista que Washington está a “SACRIFICAR O POVO UCRANIANO”.
Em conversa com o apresentador da Fox News, Sean Hannity, o membro da família Kennedy voltou a ser muito crítico do papel dos Estados Unidos no conflito na Ucrânia, e até relacionou a atitude da Administração do Presidente Joe Biden em relação a esta questão com a sua decisão de ser candidato presidencial.
“A razão pela qual estou concorrendo é que não gosto do que Joe Biden está fazendo com este país [Ucrânia]”, disse Kennedy Jr. nesta segunda-feira (8). em frente à televisão americana.
O democrata explicou que os EUA só estão apoiando a Ucrânia porque o confronto de Kiev com Moscou avança sua própria agenda geopolítica, algo semelhante ao que o pensador Noam Chomsky havia dito. em entrevista ao New Statesman na semana passada assegurando que Washington prossegue os seus próprios interesses no país europeu.
“O que estamos fazendo na Ucrânia não é bom para o povo ucraniano.
O diretor do serviço de inteligência externa da Rússia, Sergei Naryshkin, confirmou esta quarta-feira que falou ao telefone com o seu homólogo americano, William Burns, da CIA. Na chamada, que aconteceu no final de junho, discutiram a rebelião do chefe mercenário russo Yevgeny Prigozhin.
Sergei Naryshkin disse à agência russa TASS que Bill Burns quis falar sobre “os eventos de 24 de junho”. Mas na maior parte da ligação, que durou cerca de uma hora, “consideraram e discutiram o que fazer com a Ucrânia”.
A CIA recusou-se a comentar estas declarações. Mas o New York Times e o Wall Street Journal já tinham noticiado que em 30 de junho Burns ligou para Naryshkin para assegurar ao Kremlin que os Estados Unidos não tiveram nenhum papel na revolta do Grupo Wagner.
Cantanhede, Coimbra, 02 jul 2023 (Lusa) – O secretário-geral do PCP defendeu hoje que o acesso à habitação não se resolve com o aumento da taxa de esforço nos empréstimos, admitida pelo Banco de Portugal, mas sim com o aumento dos salários e das pensões.
“O Banco de Portugal parece que vai mexer na taxa de esforço para que seja possível mais gente aceder ao crédito, mas o problema de cada um de nós e do país não são as taxas de esforço – são o preço das casas e os vergonhosos lucros que a banca arrecada”, disse Paulo Raimundo.
O líder comunista, que discursava na praia fluvial Olhos da Fervença em Cantanhede, no distrito de Coimbra, no convívio do Passeio das Mulheres CDU do Porto, salientou que o grande problema são os salários e pensões baixas, que “não conseguem resistir a estes aumentos brutais”.
Encarrega-me a Vereadora Filipa Roseta de agradecer a vossa mensagem e o contributo que encerra, que será partilhado com a equipa que está a preparar a Carta Municipal da Habitação.
Acompanho regularmente o blogue “Das Culturas”, e quero parabenizar-te pelo trabalho que vens desenvolvendo sobre o tema da habitação, bem como o do novo aeroporto de Lisboa. Sobre este tecerei algumas considerações em breve. Quanto à habitação, o seu elevado custo deve-se principalmente ao custo dos terrenos, impostos, taxas e taxinhas, uma vez que o custo da construção está mais ou menos estável, apesar de ter aumentado nos últimos tempos devido à inflação. Na minha perspectiva, o Estado ( Governos, autarquias e outras entidades) deveria disponibilizar os terrenos a custo zero, fazer os respectivos loteamentos, e infraestruturas. Seguidamente abrir concurso público para projetos e construção. Os fogos seriam apenas para alugar com rendas limitadas (quem não se lembra das rendas limitadas a 720 e 1110 escudos no tempo da outra senhora).
Seria dada a opção ao construtor de ficar com o rendimento das rendas pagando o respectivo imposto , ou estas reverteriam para o Estado. Só com a intervenção do Estado será possível acabar, se não no seu todo, mas pelo menos numa grande parte, com a especulação imobiliária. Não é possível que no bairro de Alvalade, onde moro, um apartamento com 70 anos ou mais (daqueles de renda de 720 escudos) esteja a ser comercializado a 5.000 € /m2, ou a 25€/m2 e mais, de aluguer !!!! É um absurdo !!
Para que o preço da habitação esteja ajustado ao rendimento das famílias, é necessário que o custo total de produção também esteja, o que não sucede por diversas razões. É portanto necessário inverter o atual sistema, reduzindo ou eliminando os custos que têm contribuído para aumentar os preços.
A produção de Mais Habitação, a que acrescento, Mais Ajustada ao rendimento das famílias, exige (i) a construção de Mais Habitação Pública, para os que não têm recursos; (ii) Mais Habitação com Rendas Acessíveis, a promover pelo Estado, autarquias e iniciativa privada, para os que precisam de apoio e (iii) Requalificação e reabilitação dos edifícios públicos devolutos que possam ser destinados a habitação. Ora, para o preço estar ajustado ao rendimento das famílias é necessário que o custo total de produção também esteja, o que não sucede por diversas razões. É portanto necessário inverter o atual sistema, reduzindo ou eliminando os custos que têm contribuído para aumentar os preços.
Não pode haver habitação acessível com custos inacessíveis. Esta é uma questão incontornável na abordagem das soluções, conforme procurarei transmitir neste texto, uma vez que a proposta de lei apresentada pelo Governo omite esta questão.
Para além do aumento da produção de habitação com custos mais baixos, importa também incrementar a oferta privada para arrendamento, atendendo à crescente mobilidade das famílias, número de divórcios e situações que justificam não comprar uma casa.
Para o economista Ricardo Paes Mamede, não podemos esperar que PRR resolva todos os problemas da habitação em Portugal.
Lusa, 21 Fevereiro 2023
O economista Ricardo Paes Mamede considera que, “nem que todo o dinheiro” do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) fosse alocado à habitação, isso “resolveria os problemas” existentes em Portugal, reconhecendo porém respostas no plano aos “desafios estruturais”. Em entrevista à agência Lusa, em Lisboa, o professor universitário não está preocupado com os atrasos na execução, embora frise a necessidade de acompanhamento e diz que o PRR é uma forma de a União Europeia compensar o baixo investimento público de mais de uma década.
“Nunca o PRR nesta área conseguiria — nem que todo o dinheiro do PRR fosse dedicado à habitação — resolver os problemas de habitação em Portugal, porque o dinheiro que o PRR tem [previsto] não serviria para Portugal atingir sequer um terço daquilo que é a proporção de habitação social que existe em alguns países do norte da Europa”, afirma Ricardo Paes Mamede.
Frédéric Lenoir, philosophe et écrivain, consacre son dernier ouvrage à Baruch Spinoza. Il nous résume les clés de la pensée de ce grand théoricien, qui recommandait d’“user des choses, y prendre plaisir autant qu’il se peut”.
De Goethe à Einstein, en passant par Bergson et Freud, les plus grands penseurs modernes ont affirmé leur dette envers celui qu’ils considèrent comme le plus grand des philosophes : Baruch Spinoza, théoricien hollandais du XVIIe siècle. Exclu à 23 ans de la synagogue pour avoir proposé une lecture rationaliste des Livres saints, Spinoza a mené une existence modeste, refusant les rentes et gagnant sa vie comme simple polisseur de verre. À travers deux ouvrages majeurs – Éthique (Le Livre de poche) et Traité théologicopolitique (Allia) –, il a révolutionné notre vision du monde. Précurseur des Lumières, il est le premier penseur occidental à imaginer un État de droit fondé sur la séparation des pouvoirs politiques et religieux, et garantissant la liberté de conscience et d’expression des individus. Pionnier de l’exégèse historique et critique des textes religieux, ancêtre de la psychanalyse (il montre que nous ne sommes pas libres, car nous sommes mus, sans le savoir, par nos pulsions, nos désirs et nos émotions), c’est aussi un penseur moniste (Dieu et la nature ne sont qu’une seule et même réalité) dont la vision du divin rejoint celle des sages de l’Inde. Mais surtout, il est un véritable maître de vie qui propose une éthique fondée sur la connaissance de soi visant à nous conduire à la joie parfaite.
Dieu et la nature, un tout
Tout le système de Spinoza repose sur Dieu. Mais il redéfinit le concept de Dieu de manière rationnelle et philosophique : un être infini qui englobe la totalité du réel. « Tout est en Dieu » et il n’y a pas de dualité entre Lui et la nature (le cosmos entier). Cette conception moniste et immanente d’un Dieu impersonnel n’est pas sans rappeler celle de l’Inde et on a souvent qualifié de « panthéiste » la conception spinoziste du divin.
Seia, Guarda, 08 jul 2023 (Lusa) – O secretário-geral do Partido Comunista Português (PCP), Paulo Raimundo, defendeu hoje que Portugal deve pressionar os intervenientes na guerra da Ucrânia a sentarem-se à mesa e a encontrarem uma solução, ao invés de continuar a instigar o conflito.
“O que nós precisamos é que o Estado português, até cumprindo a Constituição, se empenhe, com todos os meios que tiver, para obrigar os intervenientes na guerra a encontrarem uma solução”, referiu.
No final de um comício que decorreu esta tarde em São Romão, no concelho de Seia, o líder do PCP sublinhou aos jornalistas que Portugal deveria “investir tudo” na procura da paz, ao invés de instigar à guerra.
“Deveria pressionar para termos os intervenientes da guerra, a Rússia, a NATO, a União Europeia, sentados à mesa para encontrarem uma solução do conflito”, acrescentou.
Desde a segurança aeronáutica até ao investimento público e modelo de financiamento, a Comissão Técnica Independente (CTI) que vai propor a localização do novo aeroporto de Lisboa já definiu os cinco fatores críticos para a decisão que terá de ser tomada sobre esta infraestrutura. Acessibilidade, saúde humana e conectividade e desenvolvimento económico são outros dos fatores identificados no relatório a que o ECO teve acesso.
A comissão liderada por Rosário Partidário fez o trabalho de análise, complementado por um workshop de focalização no dia 21 de junho, “que permitiu confirmar os aspetos e as prioridades principais identificadas pela CTI”. Foram incorporados novos aspetos e assim finalizado o Quadro de Avaliação Estratégica, com os critérios de avaliação e indicadores.
Colegas, Arquitetos, Autarcas (308 Presidentes de Câmara), Presidente da OE, Presidente da OA, Presidente da FUNDEC, Presidente do CNOP, Presidente do LNEC, Presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, CCRs e Partidos Políticos
Exmos Senhores
Tomo a liberdade de vos enviar um documento pessoal com reflexão/sugestão sobre HABITAÇÃO DE PREÇOS ACESSÍVEIS/HPA
Solicito aos Senhores Presidentes das Câmaras Municipais o reenvio para as Assembleias Municipais e Juntas de Freguesia
Com os melhores cumprimentos
Vítor Coelho da Silva, Engº Civil
Ficheiros enviados: 5 fotos da EPUL de Lisboa (Restelo) + HPA-HABITAÇÃO DE PREÇOS ACESSÍVEIS / reflexão/sugestão
Vítor Coelho da Silva, Português, 72 anos, Eng. Civil, pai de três filhas e avô de duas netas, convida:
P. Ministro, P. da República, Colegas, Arquitetos, Autarcas, Presidente da OE, Presidente da OA, Presidente da FUNDEC, Presidente do CNOP, Presidente do LNEC, Presidente do Conselho Superior de Obras Públicas, CCRs e Partidos Políticos.
Para reflexão sobre construção habitacional de preço acessível (HPA)
Sugestões de Empresas de Construção serão bem vindas
Vítor Coelho da Silva, Engº Civil
Membro Sénior nº 13934 da Ordem dos Engenheiros.
Algumas ideias e tópicos para reflexão
Apostar na recuperação dos centros urbanos, selecionando prédios e definir quais deles deveriam ser reabilitados, com verificação sísmica, para serem destinados aos compradores das classes média, média-baixa e baixa. Modo rápido e eficaz.
Construção de novos bairros em terrenos expectantes em áreas urbanas não consolidadas e uma vez esgotadas estas áreas em novas áreas urbanas a criar nos IGTs aplicáveis.
Estudar eventuais reduções de IVAS e demais impostos para as empresas que se dediquem a construir Prédios de Habitação de Preços Acessíveis
Eventual introdução de mecanismos reguladores de Custos de Projetos e Taxas de Construção.
Respeito pelos prazos legais de análise e aprovação de projetos, reforçando o pessoal técnico das Câmaras Municipais,
Criação de Empresas de Urbanização Municipais (tipo SRU de Lisboa)
Eliminar/reduzir burocracias e promover entendimentos entre os Partidos Políticos como via facilitadora de consensos.
As Empresas de Urbanização Camarárias poderão/deverão aglutinar vários Concelhos, dependendo das suas dimensões, número de habitantes e condicionantes geográficas.
A consideração de sistemas de construção alternativos aos métodos tradicionais deve ser uma via a explorar. Sugere-se o envolvimento das universidades e politécnicos do país e do LNEC que tem desenvolvido ao longo dos anos inúmeros estudos nesse sentido.
NOTA | O signatário deste “apelo/sugestão” não pretende ser líder do Movimento que gostaria de ver desenvolver-se por todo o País. Conversar, trocar impressões e ideias, fazer sugestões, é o objetivo.
Certamente que deste Movimento surgirá uma Entidade que aglutinará todas as contribuições. Talvez a Presidência da República.
Cumprimentos a todos os que tiveram paciência de ler este texto.
Quem se submete aceita a lei do senhor. Os atuais dirigentes da União Europeia optaram por se integrarem na estratégia dos EUA e submeterem-se à sua ordem. Essa submissão não é apenas de ordem militar, é antes de tudo de ordem civilizacional.
A substituição do modelo social europeu do Estado de Bem-Estar teve inicio com Tatcher e os ingleses estiveram sempre na condução desse processo até ao Brexit e agora como os agentes dos EUA na condução das posições europeias quanto à guerra que aqueles travam com a Rússia na Ucrânia.
A destruição do estado social e sua substituição pelo individualismo neoliberal está em curso em toda a Europa com o ataque aos grandes sistemas públicos. Os primeiros alvos têm sido os serviços nacionais de saúde de cada Estado, seguir-se-ão os sistemas de previdência e segurança social e a escola pública.
Os ingleses sempre à frente. A Inglaterra assumiu a missão de fazer da Europa um Estado complementar e vassalo dos Estados Unidos. Isso significa não só a integração da Europa no sistema militar dos EUA, através da NATO, mas a importação do modelo económico e social do neoliberalismo reinante nos EUA.
The playlist 🎶 1. Principe del Deserto: Il Figlio E La Nostalgia 00:00–03:42 2. La Ragion Pura: Dedicato a Maria 03:43–08:21 3. The Sicilian Clan 08:22–12:18 4. This Kind of Love: Giovanna e Federico 12:19–16:14 5. Novecento: Romanzo 16:15–20:19 6. La Monaca di Monza: Falsa Tranquillita’ 20:20–23:26 7. Cinema Paradiso: Love Theme 23:27–26:13 8. La Califfa: Ricordo di un amico 26:14–27:52 9. Via Mala: Ninna Nanna Per Una Bambola 27:53–29:55 10. Matrimonio con Vizietto: Tu sei qui per me 29:56–31:59 11. La Califfa: Notturno 32:00–32:59 12. La banchiera: Amorosamente Scherzoso 33:00–35:37 13. Il Pentito: Messagio 35:38–38:19 14. La Monaca di Monza: Titoli 38:20–40:15 15. Novecento: Olmo e Alfredo 40:16–42:37 16. Mosca Addio: Suoni dai giardini 42:38–44:36 17. This Kind of Love: La madre 44:37–48:24 18. Principe del deserto: Morte di Mulay 48:25–50:51 19. La donna invisibile: Incontro trasversale 50:52–55:57 20. I Comme Icare: Sentimental 55:58–58:32 21. Matrimonio con Vizietto – Castelli di Scozia 58:33–01:01:51 22. Gioco Senza Fine: The Love Game 01:01:52–01:05:27 23. The Night and the Moment: A Candele Spente 01:05:28–01:08:21 24. Compańeros: A Meta’ Strada 01:08:22–01:10:14 25. My name is Nobody: A bird’s Tale 01:10:15–01:12:00 26. The Night and the Moment: Main Theme 01:12:01–01:15:27 27. Revolver: Anna 01:15:28–01:17:32 28. I Comme Icare: La Vérité et le Soleil 01:17:33–01:20:26 29. La Ragion Pura: Stella Cadente 01:20:27–01:24:38 30. La Califfa: Sotto la Pioggia 01:24:39–01:26:27
El expresidente del Gobierno, Felipe González, ha irrumpido de lleno en el debate sobre los pactos electorales posicionándose a favor de seguir la fórmula de la lista más votada. El modelo que demanda Alberto Núñez Feijóo, para no tener que depender de Vox, y que rechaza Pedro Sánchez al considerar que el 23-J se vota un proyecto del PP con los de Santiago Abascal o del PSOE con la plataforma de Yolanda Díaz. Para Felipe González, sin embargo, la tendencia a romper los “pactos de centralidad” tiene como resultado que “el país se debilita, se polariza, pierde fuerza y credibilidad tanto interna como internacionalmente”. Este es el escenario en el que estamos ahora, lamenta, para pedir que “busquemos soluciones en las que la lista más votada sea aceptable cuando no haya otra opción. ¿Qué pedimos a cambio de permitir gobernar? No pedir nada. Si no pides nada, tendrán que llegar a acuerdos en cada proyecto de ley y en el presupuesto”.
Esta es la reflexión que el expresidente socialista lanza en el prólogo del monográfico de Nueva Revista, editada por UNIR en colaboración con la Fundación Felipe González, y que lleva por título Pactos. González propone la fórmula de la lista más votada como mal menor ante el hipotético bloqueo político que impide explorar otros grandes acuerdos entre PSOE y PP que tilda como “pactos de centralidad”.