A guerra mundial do Pão e o tempo da guerra do gelo | Joffre Antonio Justino

“A guerra mundial do pão já está em marcha e temos de a parar. Arriscamo-nos a ter instabilidade política em África, a haver proliferação de organizações terroristas, a ter golpes de Estado. É isto que pode produzir a crise dos cereais que estamos a viver”, Luigi de Maio, ministro de Negócios Estrangeiros de Itália

Trata-se de uma pura matéria de propaganda usada por russos e ucranianos uns porque invadiram a Ucrânia quando deveriam ter-se quedado por Donetz e Lugansk para proteger essas repúblicas e os outros por terem criado esta guerra desde 2014 e Odessa, de novo irá entrar para a História com um ato de genocidio nazi desde 02.05.2014 que irá entrar na História ( espero que com filme da qualidade equivalente ao de Eisenstein, o Couraçado de Potemkine) do longo prazo como a data de início desta guerra, local, globalizada por via da venda de armamento e de mercenários na realidade para ambas as partes dando uma má razão para o termo antigo e ecológico – Glocal !

Mas não,não estamos a viver a guerra mundial do pão, e não os afetados não são somente os Africanos, estamos a ver uma guerra mundial, do pão ou não, ela afeta uma parcela importante do mundo diretamente, no campo de uma parte da elite dominante a norte europeia e no restante indiretamente via o aumento do custo de armamento, a degradação ambiental regional, abrangendo 3/5 países, com os mares locais pejados de minas, espaços urbanos destruídos em 3 países de forma brutal e em dois de baixo perfil!

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Um texto otimista Russo perante o pessimismo na UE, sobre ela e a Rússia! | por Joffre Antonio Justino e M. K. Bhadrakumar (diplomata indiano)

Estas “guerras económico-financeiras” não serão nada fáceis de conduzir neste contexto de economia de mercado de lógica capitalista privatista mas desta feita o erro virou clamoroso!

Na realidade comecemos pela “visão do mercado” i.e. No caso marketing onde funcionam os textos como os que abaixo replico que se censurados no “lado de cá” alimentam os consumidores do “lado de lá” e vice versa sendo verdade que onde há ouro e diamantes não é o “lado de cá” mas sim o “lado de la” e desaparecida a economia-dólar renasce a economia-ouro onde a Federação Russa tira larga vantagem ( e claro a RPChina) por muitos Amsterdam’s existam no “lado de cá”.

Como não o esqueçamos neste tempo de IA e NT ainda existe a variável energia onde o “lado de lá” bate aos pontos as de natureza escuras economias do “lado de cá” mas deixemos de lado esta realidade por ora mas sendo certo que esta crise transportará para Sul o poder havido até hoje no Norte pois o Sol está mesmo a Sul !

Isto quer dizer somente que vale esperar uma larga injeção de ouro e diamantes no mercado dos “dois lados” por parte da Rússia que reduzirá enormemente o papel do mercado-dólar e o impato das estupidas sanções que na verdade esquecem que a Rússia ( e a RPChina) não são nem Cuba nem a Venezuela e o otimismo esfuziante pro guerra do “lado de cá” chega a ser ridiculo!

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